Antropologia social
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Trata-se de um texto introdutório à antropologia, extremamente atual, próprio ao mundo da globalização dos anos 90. Sua amplidão, que abrange análise das sociedades humanas desde a África Equatorial da Europa até a Oceania e América Latina, forma um roteiro muito acessível tanto para alunos e estudiosos da área e áreas afins como para o grande público
Sem títuloEsta obra busca revisitar e reconstruir, através de estudos etnográficos, as categorias Índio e Caboclo, em diferentes campos semânticos, tendo como ponto de partida as suas contribuições na formação da nação brasileira. Através de artigos, faz uma retomada de dados históricos para estabelecer a distinção entre os índios e os caboclos, em seus principais pontos, sem deixar de lado seus papéis no candomblé
Sem títuloA obra apresenta um registro das representações da cultura Kamiurá, enfocando principalmente a pintura corporal
Sem títuloAlém de reproduzir integralmente os diários de campo escritos nos anos de 1950, este livro inclui, de maneira interessante, comentários reflexivos do autor enquanto releitor de seus próprios diários, assim apresentando um duplo registro da experiência de campo do etnólogo. Tanto os diários quanto os comentários proporcionam uma leitura prazeirosa, não apenas pelo estilo agradável do autor como pelos detalhes e incidentes descritos e comentados. Acompanha um pequeno dossiê fotográfico, de caráter etnográfico e pessoal
Sem títuloFruto de dezesseis anos de convivência da autora com os índios Bakairi, da região do Alto Xingu, em Mato Grosso, esta obra é um estudo aprofundado que revela a história, as crenças e a organização social desse povo, bem como sua economia, religião e as relações de parentesco.Escrito num estilo claro e conciso, o livro é ilustrado com fotografias em cores e gráficos que apresentam dados sobre a pesquisa
Sem títuloEm Cativando Maíra, o autor busca apresentar suas considerações teóricas sobre a inevitabilidade de lidar com as relações de poder para a compreensão da vida, das práticas e dos discursos dos avá-canoeiro em seus esforços de sobrevivência e superação da condição tutelada imposta pelo indigenismo empresarial. Os dados que subsidiam este livro derivam da experiência de pesquisa de campo entre os Avá-canoeiro no alto rio Tocantins e em material histórico e documental reunido com a autorização da Funai a partir dos arquivos históricos e fundiários deste órgão
Sem títuloA região estudada por Peter Rivière localiza-se no nordeste da América do Sul, estendendo-se pelo Brasil, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa, habitada por diversos povos, como aparais, wayanas, tiriyos, waiwais, uapixanas, makuxis, pemons, akawaios, yekuanas, piaroas e caribes. Partindo da análise da aldeia, entendida como manifestação geográfica e física da ordem, o antropólogo examina-a por meio do método comparativo, buscando inicialmente os traços invariáveis, para investigar as categorias constituintes desse tipo de sociedade, os relacionamentos entre as categorias mais importantes, a estrutura política interna das aldeias, bem como o papel do indivíduo e os problemas de continuidade social. A pesquisa de Rivière contribui para o inventário etnográfico daqueles povos, identificando os elementos essenciais de sua organização social e acompanhando suas transformações
Sem títuloUm grande laboratório racial: era essa a imagem do Brasil no final do século passado. Construída pelos inúmeros viajantes que aqui aportavam, a alusão a um país de raças híbridas encontrava boa acolhida entre nossos intelectuais - juristas, médicos, literatos, naturalistas. Como entender, no entanto, que esses mesmos pensadores tenham feito das teorias raciais deterministas e evolutivas o seu baluarte intelectual, espalhando pela sociedade brasileira noções de superioridade racial e o estigma do pessimismo quanto ao futuro de uma nação mestiça?
Sem títuloCompreender finalmente que a etnicidade e os mecanismos identitários subjacentes constituem, no mundo atual, fenômenos quase universais leva-me a acreditar que eles continuarão ainda por muito tempo a atrais a nossa atenção, não apenas como cientistas sociais, mas também - e sobretudo - como cidadãos. Essa a principal razão que me animou a reunir estes ensaios com a expectativa de que, mesmo num mundo globalizado, sempre haverá espaço para a diversidade étnica e cultural, não importando a latitude em que estiverem localizadas as sociedades anfitriãs
Sem títuloTudo começou com um laudo de identificação étnica da comunidade do Mocambo: dois vilarejos situados no município sergipano de Porto da Folha, na região do baixo São Francisco, onde se reuniam 150 pessoas, em processo de litígio desde 1992. Ao enfocar a trajetória recente de uma comunidade rural à margem do rio São Francisco no Sergipe o autor oferece uma interpretação vigorosa de um processo de renovação identitária, no qual um conjunto de famílias afrodescendentes passou a "assumir" a bandeira associada à categoria de "remanescentes de quilombo"
Sem títuloReúne Ensaios de Antropólogos e Historiadores do Brasil e de Portugal Sobre o Antigo Império Português e suas Reconfigurações Pós-coloniais. ao Expor a Persistência de Continuidades Imperiais e suas Relações Com os Interstícios da Dominação e da Subordinação, Contribui Com Uma Perspectiva Comparativa Crítica para os Debates Atuais Sobre Colonialismo e Pós-colonialismo
Sem títuloEste livro reúne as comunicações proferidas durante o curso "Raça e Diversidade: Estudos sobre o Racismo", promovido pelo Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP em 1995. O objetivo fundamental deste curso foi entender o racismo a partir de sua construção histórica, sua expressão nas artes e suas manifestações e repercussões no plano individual e psicológico; e, como não poderia deixar de ser, de considerar os cenários políticos e sociais em que se insere. A publicação buscou preservar a oralidade das falas dos participantes, com o intuito de conservar o clima informal que caracterizou o curso
Sem títuloTrata-se de uma apreciação minuciosa de toda a obra do antropólogo Eduardo Galvão, fornecendo um roteiro interessante de uma fase importante dos estudos etnológicos no país, pois Galvão teve uma contribuição tanto em termos de pesquisa etnográfica quanto em ambição teórica, entre as décadas de 1940 e 70
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