Alimentação
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Relatório do anno de 1929; Legenda: Os índios Ibatacás, Ibapain e Cateéco churrasqueando
Documentário sobre uma expedição brasileira, chefiada pelo Gal. Cândido Rondon, organizada com 180 índios Macuxi de Roraima, da Aldeia do Barro. Decupagem dos intertítulos do rolo 1 do filme: - O rio Amazonas francamente navegável em mais de 3000 Km. - Confortáveis "steamers" de todos os calados em tráfego com diversos países limítrofes. - Cidade de Santarém, em cuja igreja existe uma imagem do Redentor doada por Martius, autor da "Flora Brasiliensis". - Há ali uma interessante indústria de vasos de casco de tartaruga. - Passando por Manaus, centro do comércio da borracha. - Navegando pelo rio Branco, afluente do Negro, águas do Parimã. - É habitado por boateiros e pescadores na parte baixa. - Colhendo os cocôs do Assari com que se prepara uma bebida saborosa. - Há tempos um grande incêndio devastou as matas dessa região. - A exuberância de "Umbaubas" pelas margens. - Aqui o rio Branco apresenta margens alagadas pela cheia. - Boa Vista, onde morou Koch Grunbeia, no acampamento RICE. - Os campos do Rio Branco, região onde se cria o gado do Amazonas. - O Monte Maruai foi descoberta uma necrópole indígena. - Urnas de barro escondidas entre grandes pedras guardavam ossadas humanas seculares, foram elas retiradas desse local. - Com destino ao Museu Nacional. - Uma expedição de 4 membros do Museu de Nova York com Mr. Tate seguia o mesmo destino ao Roroimã. - A expedição brasileira sob a chefia do General Rondon foi organizada com 180 índios Macuxis da aldeia do Barro. - E partiu dali pelo Vale do Mian. - Improvisava-se uma pinguela de buriti nos córregos cheios. - Desalojando a sucuri do seu esconderijo. - Nos altos de marcha eram fornecidos alimentos aos índios. - Passando pelas baixadas da Serra Mairari. - O grande dorso de Pacaraimã que a expedição vai atingindo. Decupagem dos intertítulos do rolo 2 do filme: - Pelos limites da Venezuela, atravessando os campos da Venezuela. - Acampado no rio Valein o General recebe a visita dos chefes da tribo Taulipang. - O Tuxauá André é o chefe da aldeia. - Bebe com eles o caxiri tradicional da tribo. - O acampamento foi grandemente aumentado com os Taulipangs, que se faziam acompanhar de suas mulheres e filhos. - Seguindo rumo ao Roroimã pelo Vale do rio Coquenan. - Muitos dias de marcha pelas serranias de Pacaraimã. - Os ribeiros correm em vales profundos. - À vista do Roraimã que é formado de dois montes: O Coquenan, que é o menor e o Roroimã em extenso planalto. - No sopé vivem os índios do tuxáua Paulo. - Passa-se o rio Coquenan que nasce de cima do monte. - Vence-se os primeiros degraus da ascensão, 800 metros de altitude. - De onde se observa a escarpa nua de grés rosa, de 300 metros de altura a pique. - Na altitude de 1800 metros, há lugar para um acampamento entre grandes blocos de pedra caídos do alto. - No encontrar o rumo a expedição foi auxiliada pelos índios. - Existe apenas um incerto caminho que se apoia na raquítica vegetação. - Chega-se afinal ao alto, no acampamento Clement, 2850 metros de altitude. - A vista alcança uma extensa superfície pétrea e úmida. - Cristais em abundância, a flor da terra. - Em alguns recantos brota lodo uma floresta liliputiana. - O Roroimã está situado no extremo oriental do sistema Pacaraimã. - O Roroimã é o limite comum de 3 países: Guiana Inglesa, Venezuela (cujas terras avista-se do alto). E Brasil do lado oposto. - De formação arenítica de desagregação
REIS, Luiz ThomazDocumentário acerca da vida dos irmãos Villas Boas no Parque Indígena do Xingu. É mostrado a luta entre índios e garimpeiros, a morte de índios e o papel protetor desempenhado pelos irmãos Villas Boas. Imagens de São Paulo. É mostrada a abertura de estrad
Cowell, Adrian (director)O filme é o resultado de uma pesquisa genética com o povo indígena Yanomami do sul da Venezuela e norte do Brasil com a direção do professor James V. Neel, da University of Michigan Medical School. Teve também a colaboração da Venezuela Institute of Scien
Obtenção de sal vegetal por meio de torrefação de plantas. A cinza de uma planta aquática é colocada num cesto em forma de funil revestido por folhas, joga-se água no funil, que atravessa a cinza, filtrada depois por um pedaço de algodão silvestre colocad
FOERTHMANN, HeinzObtenção de sal vegetal por meio de torrefação de plantas. A cinza de uma planta aquática é colocada num cesto em forma de funil revestido por folhas, joga-se água no funil, que atravessa a cinza, filtrada depois por um pedaço de algodão silvestre colocad
FOERTHMANN, HeinzObtenção de sal vegetal por meio de torrefação de plantas. A cinza de uma planta aquática é colocada num cesto em forma de funil revestido por folhas, joga-se água no funil, que atravessa a cinza, filtrada depois por um pedaço de algodão silvestre colocad
FOERTHMANN, HeinzObtenção de sal vegetal por meio de torrefação de plantas. A cinza de uma planta aquática é colocada num cesto em forma de funil revestido por folhas, joga-se água no funil, que atravessa a cinza, filtrada depois por um pedaço de algodão silvestre colocad
FOERTHMANN, HeinzObtenção de sal vegetal por meio de torrefação de plantas. A cinza de uma planta aquática é colocada num cesto em forma de funil revestido por folhas, joga-se água no funil, que atravessa a cinza, filtrada depois por um pedaço de algodão silvestre colocad
FOERTHMANN, HeinzObtenção de sal vegetal por meio de torrefação de plantas. A cinza de uma planta aquática é colocada num cesto em forma de funil revestido por folhas, joga-se água no funil, que atravessa a cinza, filtrada depois por um pedaço de algodão silvestre colocad
FOERTHMANN, HeinzObtenção de sal vegetal por meio de torrefação de plantas. A cinza de uma planta aquática é colocada num cesto em forma de funil revestido por folhas, joga-se água no funil, que atravessa a cinza, filtrada depois por um pedaço de algodão silvestre colocad
FOERTHMANN, HeinzObtenção de sal vegetal por meio de torrefação de plantas. A cinza de uma planta aquática é colocada num cesto em forma de funil revestido por folhas, joga-se água no funil, que atravessa a cinza, filtrada depois por um pedaço de algodão silvestre colocad
FOERTHMANN, HeinzObtenção de sal vegetal por meio de torrefação de plantas. A cinza de uma planta aquática é colocada num cesto em forma de funil revestido por folhas, joga-se água no funil, que atravessa a cinza, filtrada depois por um pedaço de algodão silvestre colocad
FOERTHMANN, HeinzDocumentário japonês mostrando o cotidiano das tribos indígenas. Decupagem: Índios caminham pelo rio junto com uma expedição, índios doente dentro da casa, mapa do Brasil com as tribos que ficam perto de Rondônia, uma índia Suruí, índia toma banho de rio,
TOYOTOMI, YasushiImagens rápidas de avião, urso polar, carro atolado, pista de pouso, homens colocam equipamentos no avião, avião decola, a pista fica em Goiás, imagens aéreas, crédito escrito Jenseits der Sierra Roncador, casas da região, índios lavam roupa no rio, tribo
Um dos objetivos da realização deste livro é o registro e o aprofundamento do conhecimento sanöma sobre temas significativos do cotidiano das comunidades de Awaris como pescarias, caçadas, ritual funerário, roças
Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
REIS, Luiz ThomazPacificação dos índios Xavante, pela equipe do SPI chefiada por Francisco Meirelles. Aspectos do Posto Pimental Barbosa
COSTA, Lincoln MTrata-se de uma coletânea organizada por membros experientes da OPAN, uma ONG indigenista com mais de 40 anos (é continuidade da Operação Anchieta). Segundo os organizadores, os artigos reunidos nessa coletânea tratam do “campo temático, complexo e variado, que marca o cotidiano dos povos indígenas com os quais trabalham os indigenistas da Operação Amazônia Nativa - OPAN –, em programas e projetos com povos indígenas no Mato Grosso e no Amazonas”. A ação da ONG é descrita, pelos organizadores da obra, como “missão de apoio e de potencialização da capacidade de atuação independente dos povos indígenas”; A obra reúne 13 textos (de 17 autores) que refletem trabalhos realizados (ou em andamento) com povos Tupi-Kagwahiva, Katukina, Deni, Paumari, Enawene Nawe, Xavante e Manoki (Irantxe)
ARRUDA, Rinaldo S.V. (org)Refeição de uma família Mehináku com pedaços de beijú dobrados por cima de um pedaço de peixe assado
FOERTHMANN, HeinzTrechos do documentário realizado no interior do Brasil. Resumo das cenas: homens servindo comida a outros homens, mulheres na fila, mulheres sentadas à mesa comendo, pessoas na fila uniformizadas com a blusa do Projeto Rondon, sede do "Centro Médico Sani
Documentário sobre o trabalho médico voluntário do Projeto Rondon. Resumo das cenas: menino com mala e trouxa na cabeça/ homens conversando/ vista aérea de floresta/ rio e matas/ avião da força aérea brasileira/ comandantes/ avião/ cabine/ margem de rio/
Trechos do documentário realizado no interior do Brasil. Resumo das cenas: homens servindo comida a outros homens, mulheres na fila, mulheres sentadas à mesa comendo, pessoas na fila uniformizadas com a blusa do Projeto Rondon, sede do "Centro Médico Sani
Filmagem de estudantes que participavam do Projeto Rondon. Decupagem: Homem na mesa falando no microfone/ Homens sentados assistindo/ Estudantes em pé/ Mulher na mesa falando no microfone/ Estudantes sentados assistindo a apresentação/ homem na mesa falan
Mandioca-cipó ou Manundó, plantado pelos índios Umutina para sua alimentação
SCHULTZ, HaraldMandioca-cipó ou Manundó, plantado pelos índios Umutina para sua alimentação
SCHULTZ, HaraldMandioca-cipó ou Manundó, plantado pelos índios Umutina para sua alimentação
SCHULTZ, HaraldMandioca-cipó ou Manundó, plantado pelos índios Umutina para sua alimentação
SCHULTZ, HaraldOs peixes são estendidos para secar próximo ao fogo aceso durante dia e noite enquanto as duas aves tuiuiú esperam
SCHULTZ, HaraldOs peixes são estendidos para secar próximo ao fogo aceso durante dia e noite enquanto as duas aves tuiuiú esperam
SCHULTZ, HaraldOs peixes são estendidos para secar próximo ao fogo aceso durante dia e noite enquanto as duas aves tuiuiú esperam
SCHULTZ, HaraldOs peixes são estendidos para secar próximo ao fogo aceso durante dia e noite enquanto as duas aves tuiuiú esperam
SCHULTZ, HaraldPeixes assados sendo transportados em balaios
VELLOZO, Nilo OliveiraPeixes assados sendo transportados em balaios
VELLOZO, Nilo OliveiraPeixes assados sendo transportados em balaios
VELLOZO, Nilo OliveiraDocumentário sobre Inspeções de Fronteiras chefiada pelo General Rondon, que percorre os Rios Oiapoque e Amazonas, e também faz reconhecimento das fronteiras do Brasil com as Guianas e o Suriname. A missão estabeleceu também, os primeiros contatos com os índios Wajãpi e Tirió. O General Rondon encontra os índios Rângoe da Guiana. Decupagem das legendas do filme: Região que foi penetrada recentemente pela Inspeção de Fronteiras, que apresenta neste filme os aspectos apanhados durante a excursão; Parimã, nome dado ao sistema de montanhas que nos limitam ao norte com as Guianas e Venezuela; Cabo Orange, Guiana Francesa; Entrando no rio Oiapoque, região equatorial; Este rio nos divide com a Guiana Francesa; Santo Antônio, sede do destacamento militar de nossa fronteira; Encontro com os Samaracás; Visita a guianesa Saint Georges; Clevelandia, colônia agrícola brasileira do lado oposto; Os saltos Gran Roche barram a passagem para adiante; O rio é freqüentado por viajantes comerciais; Os canoeiros guianeses são destros nas manobras; Índios guianeses; Visita ao Amapá, cidade histórica reconhecida em 1900; Sulcando as águas do Rio Amazonas, o "Rio Mar" (Brasil); Um traço dos antigos Caribés, um petróglifo raro; Região dos campos de " Tumuc-Umac" divisor da Guiana; Uma tribo pertencente ao ramo Rangôe da Guiana Holandesa; Receberam muitos objetos para o Museu Nacional; Desceram a Guiana Holandesa pelo mesmo caminho
REIS, Luiz ThomazPaisagem de Cachoeirinha com palmeiras de bocaiuva
SCHULTZ, HaraldPaisagem de Cachoeirinha com palmeiras de bocaiuva
SCHULTZ, HaraldPaisagem de Cachoeirinha com palmeiras de bocaiuva
SCHULTZ, HaraldCena de um mapa de Mato Grosso, Barra do Bugres, onde se localiza os índios Umutina. O Conteúdo abaixo foi retirado da Revista América - Vol. VII, nº 3 julho de 1947, p. 261, baseado no Relatório de campo do Sr. Harald Schultz. No vídeo falta uma parte do que foi descrito no referido relatório. "Tipos de homens, mulheres e crianças. Construção de rancho até a sua cobertura de palha. Araras religiosas que representam as almas de antepassados Umutina. Trabalhos manuais do homem e da mulher, fiação com palha de tucum, preparo de couros rituais, fabricação de espadas e flechas. Pesca com arco e flecha. Em busca de mel silvestre, derrubada de árvores para obtê-lo (mel).Cenas de uma pesca com cipó - timbó, pelo envenenamento d' água (essa imagem não aparece no vídeo). Mudança de morada e queima de rancho abandonado. Óbito de uma criança e seus rituais. Lavoura - plantação de milho. Pintura de corpo com jenipapo e preparo da tinta (essa imagem não aparece também no vídeo). Os índios ornamentam-se para festa obituária (não aparece no vídeo). A primeira dança da festa - MIXINOSÉ. Preparo do grande terreiro para a festa (não aparece no vídeo). Construção do rancho no estilo primitivo dos ranchos Umutina, par receber os espíritos, dançarinos da festa."
SCHULTZ, HaraldEsse filme, rodado no Vale do Gurupi, no Maranhão, realizado por Heinz Foerthmann, Darcy Ribeiro e com a participação do lingüista francês Max Bodin, retrata o cotidiano de uma jovem família Urubu: Koçó, sua mulher Xi-Ira e o pequeno filho Berém mostrando técnica da cultura material, como o preparo de flechas, e a sua vida doméstica
Documentário produzido pelo S.P.I. durante a viagem de inspeção aos postos indígenas no Rio Araguaia e Rio das Mortes. A equipe com etnólogos, médicos e engenheiros foi incumbida de fazer o levantamento da situação dos índios Karajá e propor melhorias para as condições de vida desta população. Os índios Karajá aparecem dançando, lutando e executando os afazeres domésticos. Vistas gerais das cidades de Goiânia e Aruanã. Assistência médica. Viagem a Ilha do Bananal. A equipe encontra ainda grupos de índios Karajá em aldeamentos temporários ao longo da descida do Rio Araguaia. Posto Indígena Getulio Vargas
FORTHMANN, HeinzOs Yanomami da Aldeia Demini, como personagens centrais, foram apresentados em um programa de televisão da TV Norueguesa, canal1. Falaram sobre a preservação da natureza pelos índios e a destruição pelo homem branco. Sobre doenças e o futuro da terra
Nilo Vellozo apanhando massa de mandioca e peixes ofertados pelos índios Kamayurá à equipe
FOERTHMANN, HeinzNilo Vellozo apanhando massa de mandioca e peixes ofertados pelos índios Kamayurá à equipe
FOERTHMANN, HeinzImagens de acervo de índios do Xingu na beira do rio e do prédio do Museu do Índio. Voz em off fala do trabalho de Rondon à frente da Comissão e também das linhas telegráficas. A diretora do Museu do Índio, Marília Duarte Nunes, fala da fundação do Museu,
Mulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena espremendo o líquido da mandioca
SCHULTZ, HaraldDocumentário japonês mostrando o cotidiano dos índios Kamayurá. Decupagem: Construção de casa indígena/ Índias colhendo mandioca/ Índias lavando a mandioca/ Índias ralando a mandioca/ Índios deitados em redes/ Índios construindo armadilha para capturar pe
Homens descansando em frente ao rancho com mulher trazendo água fervida
SCHULTZ, HaraldHomens descansando em frente ao rancho com mulher trazendo água fervida
SCHULTZ, HaraldHomens descansando em frente ao rancho com mulher trazendo água fervida
SCHULTZ, HaraldMulher Terena peneirando farinha de mandioca
SCHULTZ, HaraldMulher Terena peneirando farinha de mandioca
SCHULTZ, HaraldMulher Terena peneirando farinha de mandioca
SCHULTZ, HaraldMulher Terena peneirando farinha de mandioca
SCHULTZ, HaraldMulher Terena peneirando farinha de mandioca
SCHULTZ, HaraldMulher Terena peneirando farinha de mandioca
SCHULTZ, HaraldMulher Terena peneirando farinha de mandioca
SCHULTZ, HaraldMulher Terena peneirando farinha de mandioca
SCHULTZ, HaraldMulher Terena peneirando farinha de mandioca
SCHULTZ, HaraldMulher Terena peneirando farinha de mandioca
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena fazendo pão e enrolando a massa em pedaços de folha de bananeira
SCHULTZ, HaraldMulheres Terena fazendo pão e enrolando a massa em pedaços de folha de bananeira
SCHULTZ, HaraldMeninos Bororo tomando caldo com ajuda de conchas fluviais
FOERTHMANN, HeinzMeninos Bororo tomando caldo com ajuda de conchas fluviais
FOERTHMANN, HeinzMeninos Bororo tomando caldo com ajuda de conchas fluviais
FOERTHMANN, HeinzMeninos Bororo tomando caldo com ajuda de conchas fluviais
FOERTHMANN, HeinzMeninos Bororo tomando caldo com ajuda de conchas fluviais
FOERTHMANN, HeinzMeninos Bororo tomando caldo com ajuda de conchas fluviais
FOERTHMANN, HeinzMenino mostrando uma cuité com enxame de abelhas Xulu-Xyli
SCHULTZ, HaraldMenino mostrando uma cuité com enxame de abelhas Xulu-Xyli
SCHULTZ, HaraldMenino mostrando uma cuité com enxame de abelhas Xulu-Xyli
SCHULTZ, HaraldDocumentário que registra a celebração de um ritual de cura entre os índios Pankararu, revelando a importância de suas crenças e cerimônias em sua reafirmação étnica e como mecanismos de integração social do grupo
MENEZES, ClaudiaMenina Terena torrando cocos de macaiubas ou bocaiubas
SCHULTZ, HaraldMenina Terena torrando cocos de macaiubas ou bocaiubas
SCHULTZ, HaraldMenina Terena torrando cocos de macaiubas ou bocaiubas
SCHULTZ, HaraldMenina Terena torrando cocos de macaiubas ou bocaiubas
SCHULTZ, HaraldÍndio Uarepatá colocando massa de beiju na panela de barro
SCHULTZ, HaraldÍndio Uarepatá colocando massa de beiju na panela de barro
SCHULTZ, HaraldJirau para assar peixe usado pelos índios Kalapálo
VELLOZO, Nilo OliveiraJirau para assar peixe dos índios Kalapálo
VELLOZO, Nilo Oliveira