Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã faz correções em seu masën, instrumento de sopro tradicional matis, adicionado mais argila ao seu bocal.
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Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã termina de esculpir o nariz no rosto de sua máscara de mariwin.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. As peças produzidas pelas mulheres foram sendo colocadas para secar ao sol, em cima de um sekte, peneira. Seriam queimadas no dia seguinte e, assim, prontas para serem enviadas ao Museu do Índio/RJ por meio da antropóloga responsável pelo ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sans titreOficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.
Sans titreOficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã esculpe o seu artefato, que em cerca de uma hora, já está pronto.
Sans titreOficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson, uma matxó mulher mais madura, produz uma sekte, peneira, de feitura mais complexa e especializada. Dani produz uma pulseira masculina. A oficina foi registrada por Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014.
Sans titreOficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Durante a oficina, em um dos cantos da maloca, estava uma panela cheia de mandioca, que as mulheres da aldeia estavam cozinhando para fazerem caiçuma, atividade feminina e coletiva.
Sans titreOficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos ocorridas em sua aldeia. É também bolsista do ProDocult Matis.
Sans titreOficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson costura a rede de seu sekte utilizando uma agulha feita de osso de queixada (txawa).
Sans titreOficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Detalhe das mãos de Dani, enquanto essa produz uma pulseira, witsun, masculina. Os witsun são feitos utilizando-se o sinte witsun xete, o instrumento para tecer witsun, usado junto ao tear. Os padrões presentes em um witsun são feitos utilizando-se pequeninas varetas de madeira, dispostas estrategicamente ao longo da peça.
Sans titreOficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson prepara mais fios de tucum para continuar a tecer a rede de sua sekte, enquanto Shawa prepara-se para iniciar a feitura de um witsun.
Sans titreOficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Detalhe das mãos de Bësson trançando a rede de seu sekte, um dos artefatos mais importantes da cultura material feminina matis, A artesã utiliza uma agulha feita de osso de queixada (txawa).
Sans titreOficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Shawa produz o seu witsun, provavelmente um adorno feminino, visto o seu tamanho e largura. As mulheres usam pequeninas varetas de madeira, localizadas estrategicamente ao longo da peça, para criar os variados padrões que constituem os adornos trançados matis.
Sans titreOficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.
Sans titreOficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã inicia o trabalho de feitura do artefato, esculpindo a madeira com um facão. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Dani Matis, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro audiovisual desse evento, filma o momento de extração da madeira da árvore escolhida por Binin, para a feitura da estrutura da arma. O homem alterna o uso de um facão e um machado.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Dani Matis, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro audiovisual desse evento, filma o momento de extração da madeira da árvore escolhida por Binin, para a feitura da estrutura da arma. O homem puxa o pedaço cortado.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após o corte da madeira que será a estrutura da arma, Binin precisa extraí-la por completo da árvore. Para isso, produz na hora uma espécie de apoio, feito de pedaços de madeira e cipó que encontra na mata ao redor. Assim, pode desprender a parte superior do pedaço de madeira ainda preso da árvore, esse que será o corpo da zarabatana, que pode chegar a mais de três metros de comprimento.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin apoia uma das duas peças de madeira do que será o corpo da zarabatana na estrutura do jirau que acabara de construir e volta a esculpi-la.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe uma das duas peças de madeira que, juntas, darão origem ao corpo da arma.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro dessa oficina, e filma Binin passando os dois pedaços de madeira pelo fogo, de forma a amaciá-los.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após ajeitar a envergadura das duas peças de madeira, tornando-as mais retas possíveis, Binin une os dois pedaços, amarrando-os com cipó de alta resistência.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após ajeitar a envergadura das duas peças de madeira, tornando-as mais retas possíveis, Binin une os dois pedaços, amarrando-os com cipó de alta resistência.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após unir os dois pedaços com um cipó altamente resistente, Binin volta a esculpir o corpo da arma com uma faca sem ponta, instrumento que utiliza para a feitura de seus artefatos.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. No chão, aos pés do artesão, pode-se ver o caule de uma folha específica que colhe no mato para afiar a talhadeira feita de dente de cutia, utilizada para esculpir o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Vê-se também as cascas dos frutos de urucum utilizados para se pintar as duas metades da arma, os cipós que amarravam essas peças enquanto secavam dentro da maloca e a faca sem ponta, um dos instrumentos utilizados por Binin para esculpir a sua arma.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe em cada uma das metades da estrutura da arma - que serão depois novamente unidas - o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Para isso, utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia que leva esse mesmo nome: madë xëta, “dente de cutia”.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã é seguida por Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e responsável pelo registro dessa oficina, e também pelo seu jacu de estimação, que acompanha a mulher durante toda a atividade.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã corta um pedaço da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), escolhida, de cujo interior são extraídos os espinhos que constituem os demux.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã analisa os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), para ver se são de boa qualidade para a produção do adorno.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Detalhe das mãos da artesã, que vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Enquanto vai trabalhando os espinhos que constituem o adorno, Tumã vai compartilhando conhecimentos sobre o uso dos mesmos.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prepara as palhas que utilizará para a decoração de cada flecha, primeiro passo na construção desses artefatos.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi inicia o processo de construção das flechas com a confecção da decoração da parte traseira desses projéteis. Essa é feita com palha e linha de algodão natural pintada com cera da abelha cozida, que os matis chamam de mamu.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu esculpe em madeira maciça o bocal de sua zarabatana.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum (wesnit) na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Com o orifício para a passagem dos dados envenenados já pronto, Binin Chunu lixa por uma última vez as partes internas das metades da estrutura da arma, antes de juntá-las.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu dá o primeiro passo para a junção das metades de madeira do corpo da zarabatana, amarrando-as uma a outra com um cipó de alta resistência.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu dá o primeiro passo para a junção das metades de madeira do corpo da zarabatana, amarrando-as uma a outra com um cipó de alta resistência.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Depois de colar duas metades de pena de mutum (wesnit) por flecha, Tumi as amarra com a mesma linha utilizada para a decoração, fixando-as na taboca.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Planta utilizada para afiar a talhadeira feita de dente de capivara, que leva o mesmo nome desse animal, enawat. É usada para afiar a ponta das flechas, etapa final da construção das mesmas.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe da parte debaixo do corpo do artesão enquanto produz as flechas, e que também utiliza as pernas e pés para isso, em movimentos naturalizados pela própria vivência de sua cultura. Podemos ver um pedaço de cera de abelha cozida, chamada mamu, apoiado em seu pé direito.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe da parte debaixo do corpo do artesão enquanto produz as flechas, e que também utiliza as pernas e pés para isso, em movimentos naturalizados pela própria vivência de sua cultura. Podemos ver um pedaço de cera de abelha cozida, chamada mamu, apoiado em seu pé direito.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu durante o processo de produção do bocal da zarabatana, esculpido em madeira maciça pelo homem. Ele é observado por Shapu Sibó, em um momento de descanso do rapaz da atividade de registro audiovisual das oficinas.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku analisa a envergadura de uma de suas flechas, após concluir o processo de colagem e amarração das penas de mutum (wesnit) nas peças. As penas servem para dar equilíbrio à flecha quando essa é atirada através do arco.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku, então, esculpe uma haste de madeira que servirá como estrutura para se prender as pontas dianteiras das flechas.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku, então, esculpe uma haste de madeira que servirá como estrutura para se prender as pontas dianteiras das flechas.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. A cada parte da flecha adicionada, Tumi Tuku analisa a envergadura das peças, de forma a garantir a correção de qualquer uma de suas partes constituintes.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa a ponta dianteira da flecha pelo fogo, de forma que a cera de abelha cozida (mamu) anteriormente colocada nessa parte derreta, e a linha de algodão endureça, fixando a haste de madeira que servirá como estrutura de encaixe da flecha.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa a ponta dianteira da flecha pelo fogo, de forma que a cera de abelha cozida (mamu) anteriormente colocada nessa parte derreta, e a linha de algodão endureça, fixando a haste de madeira que servirá como estrutura de encaixe da flecha.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku decora a parte anterior das flechas, feita no mesmo estilo estético da parte posterior: à base de palha e linha de algodão, tanto branca quanto pintada com cera de abelha cozida (mamu). A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku inicia a parte final da confecção de suas flechas, que é esculpir a ponta perfurante das mesmas. Para isso, começa a preparar a peça com a qual são feitas as pontas, uma espécie de bambu chamado tauat.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi compara o tamanho da haste de madeira que esculpira no dia anterior com o que será a parte perfurante da flecha. Assim, ele esculpe nessa um encaixe onde colará e amarrará a haste, unindo a parte perfurante ao corpo da arma. O homem faz isso utilizando o enawat, instrumento feito com um dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. O instrumento é afiado no caule de uma planta específica para isso.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã coloca a máscara de mariwin que está produzindo em seu próprio rosto, para poder medir a altura em que irá fazer os buracos para os olhos na máscara de cerâmica.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe do rosto de Tumã, matxó, mulher madura, considerada pelas outras uma mestra artesã na arte da cerâmica. Os Matis tem o costume de apontar as coisas com a ponta do queixo, como faz Tumã na foto.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe em cada uma das metades da estrutura da arma - que serão depois novamente unidas - o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Para isso, utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia que leva esse mesmo nome: madë xëta, “dente de cutia”.
Sans titreOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. O artesão organiza as matérias-primas que restaram, após a feitura da peça, dentro de um cesto que utiliza para isso. Assim, poderá utilizá-las posteriormente na construção de outros artefatos.
Sans titreTumi Tuku inicia a decoração da parte anterior das flechas, feita no mesmo estilo estético da parte posterior: à base de palha e linha de algodão, tanto branca quanto pintada com cera de abelha cozida (mamu). A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca. Tumi amarra as penas de mutum (wesnit) na parte de trás das flechas, atividade que iniciara no dia anterior.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Logo depois do professor começar o corte de sua madeira, os alunos o seguem, cortando os seus próprios pedaços. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Logo depois do professor começar o corte de sua madeira, os alunos o seguem, cortando os seus próprios pedaços. Atrás do menino, a árvore da qual se extrai a madeira para fazer as flechinhas do xëkpan.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.
Sans titreÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin termina de esculpir a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma, que se encontra já pronto e pintado de urucum, aos seus pés.
Sans titreÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin, finalmente, encaixa o bocal da zarabatana no corpo da arma.
Sans titreÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Sans titreÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi compara o tamanho da haste de madeira que esculpira no dia anterior com o que será a parte perfurante da flecha. Assim, ele esculpe nessa um encaixe onde colará e amarrará a haste, unindo a parte perfurante ao corpo da arma. O homem faz isso utilizando o enawat, instrumento feito com um dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. O instrumento é afiado no caule de uma planta específica para isso.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas na sua aldeia. Filma o momento em que Tumi passa cera de abelha cozida, mamu, no bambu que será a ponta cortante da flecha, de forma a poder colá-lo na haste de madeira que o unirá ao corpo da arma.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku explica para Dani, responsável pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia, como faz para prender a ponta cortante da flecha ao corpo da arma.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos do artesão prendendo a ponta cortante da flecha ao corpo da arma, utilizando linha de algodão natural que ele mesmo produzira anteriormente.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. O homem constrói uma estrutura de madeira na mata próxima à aldeia, na qual prende a sua zarabatana de forma horizontal.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma. Detalhe da panela com a água que utiliza para a atividade.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. De volta à pequena maloca que está servindo de oficina para os homens, o artesão irá iniciar outra fase na construção de sua zarabatana. Ele prepara o artefato para passar por mais um processo de selagem, agora na parte externa, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Para isso, ascende uma fogueira.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Esquenta novamente um pedaço de mamu, colocando sua ponta alguns segundos sobre o fogo, para agora passá-lo pela próxima parte da zarabatana. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Em meio à alternagem dos movimentos de passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, Binin passa a própria parte da zarabatana já com o mamu diretamente em cima do fogo, rapidamente, de forma que a cera derreta em torno do corpo da arma de forma homogênea. Quando seca, a cera de abelha cozida cria uma camada resistente, selando o corpo da arma.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak, ocorrida logo após a oficina de produção do xukate. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Enquanto as outras mulheres terminavam de produzir os seus xukate, Bësson já polia o seu tëtxuk, pote que serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Perto de sua perna, pode-se ver uma panela cheia das cinzas mëi, que as mulheres usaram no dia anterior para temperar a argila.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak, ocorrida logo após a oficina de produção do xukate. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson conclui a feitura de seu tëtuk, pote que serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik. As mulheres voltam a trabalhar as suas cerâmicas, acompanhadas pelo macaquinho de estimação de uma delas.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Detalhe de Tumã fazendo o polimento de seu masën, instrumento de sopro dos matis.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Tumã faz a correção das paredes internas de sua máscara de mariwin, artefato essencial para a vida simbólica e ritual matis.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Bësson faz o polimento do seu txuma, cuia masculina para se tomar a bebida tatxik.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson alisa as bordas de seu ancha, prato ritual que serve para alocar os espinhos usados para a tatuagem dos jovens. Utiliza para isso o tsanut, concha tradicionalmente usada pelas mulheres matis para a confecção de suas cerâmicas.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã faz correções em seu masën, instrumento de sopro tradicional matis, adicionado mais argila ao seu bocal.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Abrigo de folhas feito pelas mulheres para poderem secar as suas peças, sem o perigo dessas serem destruídas por porcos do mato, como acontecera na noite anterior.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Txuma, cuia para se tomar a bebida tatxik, já pronta, secando ao sol em cima de um sekte, peneira.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã termina de esculpir o nariz no rosto de sua máscara de mariwin.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã termina de esculpir o nariz no rosto de sua máscara de mariwin. O momento é registrado por Batsi Matis, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e um dos responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos em sua aldeia.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe a última parte de sua máscara de mariwin, a boca.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe a última parte de sua máscara de mariwin, a boca.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta.
Sans titreOficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.
Sans titreOficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson, a participante mais madura dessa oficina, produz o sekte, de trançado mais difícil. A mulher prepara os fios de tucum ao mesmo tempo em que costura o sekte.
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