Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.
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Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Damã é professor das crianças na escola da aldeia, e faz ele também as flechinhas, para que os meninos assim possam observá-lo e aprender, enquanto fazem as suas próprias.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. A essa altura, cada menino já acumula um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e também treinar a sua pontaria.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. A essa altura, cada menino já acumula um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e também treinar a sua pontaria.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.
Sans titreOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Damã é professor das crianças na escola da aldeia, e faz ele também as flechinhas, para que os meninos assim possam observá-lo e aprender, enquanto fazem as suas próprias.
Sans titreÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esquenta cinzas ao fogo, que irá utilizar para o acabamento estético de sua zarabatana.
Sans titreÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin faz o primeiro teste de encaixe do bocal no corpo de sua zarabatana, enquanto Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, na taboca de uma das flechas, de forma a inserir a ponta cortante no corpo da mesma.
Sans titreÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin, finalmente, encaixa o bocal da zarabatana no corpo da arma.
Sans titreÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão ajeita a zarabatana em seu colo, para então poder produzir a mira da mesma.
Sans titreÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe do rosto de Tumã, matxó, mulher madura, considerada pelas outras uma mestra artesã na arte da cerâmica.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento do seu txuma, cuia para se tomar a bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Ao fundo, pode-se ver Tumã construindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumi Machopa, vendo a realização da oficina de produção de cerâmicas, foi buscar na hora a sua espingarda, e com apenas um tiro, matou na mata próxima uma arara, para ser feito o mananukit da máscara de mariwin, os adornos faciais que ficam em suas bochechas, produzidos com as penas desse animal.
Sans titreOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. As matérias-primas para a feitura do instrumento: dentes retirados das mandíbulas de macacos caçados e um pedaço de madeira esculpido no formato da peça. Em uma etapa posterior da produção, é utilizado também mamu, cera de abelha cozida.
Sans titreOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. Detalhe das mãos de Kuini quando esse extrai os dentes da mandíbula de um crânio de macaco, que provavelmente ele mesmo caçara anteriormente para alimentar a sua família.
Sans titreOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. Pedaço de mamu, cera de abelha cozida, utilizado como cola e/ou selador durante a construção de diversos artefatos da cultura material matis, inclusive do ralador para o cipó taxik.
Sans titreOficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã inicia o trabalho de feitura do artefato, esculpindo a madeira com um facão. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin Chunu é seguido por Dani Matis, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, e uma das responsáveis pelo registro audiovisual desse evento. Binin vai extrair a madeira para esculpir a estrutura da arma.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentesShapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e um dos responsáveis pelo registro audiovisual desse evento, filma Binin adentrando a mata para a extração da madeira com a qual fará a estrutura da arma.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Dani Matis, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro audiovisual desse evento, filma o momento de extração da madeira da árvore escolhida por Binin, para a feitura da estrutura da arma. O homem alterna o uso de um facão e um machado.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe o facão a madeira que acabara de extrair da árvore escolhida. Divide-a em dois pedaços que, futuramente, serão novamente unidos para formar o corpo da zarabatana.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia. O rapaz filma o momento em que Binin constrói um jirau com uma pequena fogueira embaixo, para assim dar continuidade ao processo de construção da arma.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Jirau que Binin construiu na hora e que serve para o processo de produção desse artefato. A pequena fogueira embaixo dos galhos é alimentada por serragens da própria madeira que o homem está esculpindo.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin reaviva a fogueira na qual irá esquentar os dois pedaços de madeira, de forma que fiquem mais flexíveis para serem trabalhados. A fogueira é alimentada por serragens da própria madeira que o homem está esculpindo.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin começa a passar os dois pedaços de madeira pelo fogo, de forma a amaciá-los.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após ajeitar a envergadura das duas peças de madeira, tornando-as mais retas possíveis, Binin une os dois pedaços, amarrando-os com cipó de alta resistência.
Sans titreOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após cerca de seis dias secando dentro da maloca, as duas partes da zarabatana presas com o cipó são desamarradas e novamente separadas. Binin pega a estrutura de uma zarabatana já seca para continuar a oficina. Separados os pedaços, precisa esculpir o orifício pelo qual irão passar os dardos envenenados. Para isso, pinta-os com urucum, de forma que quando for esculpir o orifício, qualquer possível desvio seja facilmente identificado com o contraste entre a superfície vermelha da madeira e o interior maciço da peça que está sendo talhada.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro do evento, e filma Tumã indo procurar a árvore da qual se extraem os espinhos do demux.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Árvore da qual são extraídos os espinhos que constituem os demux, a palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua).
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Detalhe das mãos da artesã, que vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos. Vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro fílmico do evento.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos. Vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Detalhe das mãos da artesã extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), e que dão origem aos demux.
Sans titreOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Enquanto vai trabalhando os espinhos que constituem o adorno, Tumã vai compartilhando conhecimentos sobre o uso dos mesmos.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prepara e organiza os diferentes tipos de matérias-primas e instrumentos que utilizará para a produção das flechas.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. O artesão utiliza mamu, cera de abelha cozida, para colar as diferentes partes que constituem uma flecha matis. Aqui, passa a cera para colar a decoração inicial da peça.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi utiliza mamu, cera de abelha cozida para colar as diferentes partes que constituem uma flecha matis. Aqui, passa a cera na taboca para colar a decoração inicial da peça.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu esculpe em madeira maciça o bocal de sua zarabatana.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu esculpe em madeira maciça o bocal de sua zarabatana.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia. Dani captura o momento em que Tumi afia a faca que usa para cortar as penas de mutum ao meio, para poder colá-las na parte de trás de cada flecha.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um das responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia. O rapaz captura o momento em que Tumi corta ao meio as penas de mutum, para poder colá-las na parte de trás de cada flecha. No chão, podemos ver as flechas já decoradas e as penas ainda não cortadas.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu constrói um instrumento próprio, uma espécie de torniquete, que serve ao processo de junção das metades de madeira que constituem a estrutura da zarabatana.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum (wesnit) na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Enquanto Binin Chunu amarra as metades do corpo de sua zarabatana com cipós de alta resistência, Tumi Tuku prepara linha de algodão natural para fixar as penas de mutum nas flechas, após já tê-las colado com mamu, cera de abelha cozida.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum (wesnit) na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu inicia a utilização da ferramenta, uma espécie de torniquete, que construiu e que serve especificamente para a selagem dos dois lados da zarabatana, completada pela amarração das mesmas com um tipo de cipó especialmente utilizado para isso, chamado nopo. O artesão passará o cipó por todo o comprimento do corpo da arma, enquanto a mesma é apertada em alguns de seus pontos pelo selador.
Sans titrePrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro dessas oficinas, e filma Binin Chunu utilizando a ferramenta que construiu e que serve especificamente para a selagem dos dois lados da zarabatana. O artesão completa esse processo realizando a amarração das metades com um tipo de cipó especialmente utilizado para isso, chamado nopo.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi termina de amarrar as penas de mutum (wesnit) na parte de trás das flechas, atividade que iniciara no dia anterior.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu durante o processo de produção do bocal da zarabatana, esculpido em madeira maciça pelo homem. Ele é observado por Shapu Sibó, em um momento de descanso do rapaz da atividade de registro audiovisual das oficinas.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku, então, esculpe uma haste de madeira que servirá como estrutura para se prender as pontas dianteiras das flechas.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prende a haste de madeira que servirá como estrutura para se fixar as pontas das flechas na base da peça, feita de taboca. Amarra a haste com linha de algodão natural, fiada anteriormente por ele.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. A cada parte da flecha adicionada, Tumi Tuku analisa a envergadura das peças, de forma a garantir a correção de qualquer uma de suas partes constituintes.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi alterna movimentos em que passa a junção anterior da peça pelo fogo e esculpe essa parte da peça, corrigindo as imperfeições e garantindo a qualidade técnica e estética da mesma.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi alterna movimentos em que passa a junção anterior da peça pelo fogo e esculpe essa parte da peça, corrigindo as imperfeições e garantindo a qualidade técnica e estética da mesma.
Sans titreSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku inicia a preparação da palha para a realização da decoração da parte anterior das flechas. A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca. O momento é registrado por Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. É necessário pegar uma balsa para se chegar à parte da aldeia onde estão sendo produzidos esses artefatos, dentro de uma pequena maloca que os homens usam como oficina.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku chega à parte da aldeia onde está a pequena maloca que serva de oficina para as suas atividades. Ao fundo, pode-se ver a balsa utilizada para se chegar a essa parte da aldeia, já que em época de cheia, forma-se um pequeno igarapé que a separa do resto da comunidade.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku inicia a parte final da confecção de suas flechas, que é esculpir a ponta perfurante das mesmas. Para isso, começa a preparar a peça com a qual são feitas as pontas, uma espécie de bambu chamado tauat.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão corrige as bordas do que será a ponta da flecha com uma faca. Confere o tamanho e a afiação da mesma. À sua frente, no chão, podem-se ver as flechas com as hastes de madeira onde serão encaixadas as pontas cortantes. Vê-se também uma das pontas de bambu (tauat) com o orifício de encaixe para a haste já esculpido.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão corrige as bordas do que será a ponta da flecha com uma faca. Confere o tamanho e a afiação da mesma. À sua frente, no chão, podem-se ver as flechas com as hastes de madeira onde serão encaixadas as pontas cortantes. Vê-se também uma das pontas de bambu (tauat) com o orifício de encaixe para a haste já esculpido.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa as pontas de bambu (tauat) no fogo, para que amaciem e fiquem mais flexíveis para serem acomodadas na haste de madeira, que as unirá ao corpo das flechas.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin Chunu observa o trabalho pronto do amigo e a qualidade das flechas produzidas.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin Chunu observa o trabalho pronto do amigo e a qualidade das flechas produzidas.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku explica para os jovens que estão filmando as oficinas a parte em que se encontra do processo de produção das flechas. Binin Chunu observa o trabalho pronto do amigo e a qualidade das flechas que estão sendo produzidas.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão analisa a envergadura de uma das flechas, já quase pronta, certificando-se de que esta está reta, e que irá acertar o alvo quando atirada pelo arco.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos do artesão prendendo a ponta cortante da flecha ao corpo da arma, utilizando linha de algodão natural que ele mesmo produzira anteriormente.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku passa pelo fogo a ponta cortante da flecha feita de bambu, já presa ao corpo da arma. Assim, o bambu fica amaciado para que possa ser mais bem manejado. Binin Chunu auxilia o seu amigo, avivando o fogo com a tampa de uma panela de alumínio.
Sans titreTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku passa pelo fogo a ponta cortante da flecha feita de bambu, já presa ao corpo da arma. Assim, o bambu fica amaciado para que possa ser mais bem manejado. Binin Chunu auxilia o seu amigo, avivando o fogo com a tampa de uma panela de alumínio.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. O homem constrói uma estrutura de madeira na mata próxima à aldeia, na qual prende a sua zarabatana de forma horizontal.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. O homem constrói uma estrutura de madeira na mata próxima à aldeia, na qual prende a sua zarabatana de forma horizontal.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. O homem constrói uma estrutura de madeira na mata próxima à aldeia, na qual prende a sua zarabatana de forma horizontal.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. Binin vai buscar um pedaço de cipó fino e resistente o suficiente para o trabalho.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Binin inicia o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma. Pode-se perceber a boca de Binin cheia de água.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. Dani, aluna formada das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia O artesão é observado por uma de suas filhas e uma amiga dela.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. De volta à pequena maloca que está servindo de oficina para os homens, o artesão irá iniciar outra fase na construção de sua zarabatana. Ele prepara o artefato para passar por mais um processo de selagem, agora na parte externa, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Para isso, ascende uma fogueira. Na fogueira, coloca cacos de cerâmicas quebradas, que irá utilizar no processo.
Sans titreEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Tumã coloca a máscara de mariwin que está produzindo em seu próprio rosto, para poder medir a altura em que irá fazer os buracos para os olhos. Perfura esses na massa e continua a esculpi-la, corrigindo a espessura e bordas da peça.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Tumã coloca a máscara de mariwin que está produzindo em seu próprio rosto, para poder medir a altura em que irá fazer os buracos para os olhos. Perfura esses na massa e continua a esculpi-la, corrigindo a espessura e bordas da peça.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Tumã coloca a máscara de mariwin que está produzindo em seu próprio rosto, para poder medir a altura em que irá fazer os buracos para os olhos. Perfura esses na massa e continua a esculpi-la, corrigindo a espessura e bordas da peça.
Sans titreSegundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã faz correções em seu masën, instrumento de sopro tradicional matis, adicionado mais argila ao seu bocal.
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