Acre
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Este é mais um livro do "Programa de Formação de Agente Agroflorestal Indígena" desenvolvido pela Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Ac). Diferentemente dos anteriores, Hanu Miyui Xarabu Tsamia está voltado especificamente para o povo Huni Kui, ou seja, para o povo Kaxinawá, como são popularmente conhecidos. Neste livro é tratado especificamente de tema relacionado à criação de animais silvestres: os quelônios.
Comissão Pró-Índio do AcreA tese explora a memória e a história do povo Apurinã, do município de Pauini, AM (médio Purus) a partir da coleta de narrativas orais. A autora também lança mão de documentos históricos e de observaçOes etnográficas
SCHIEL, JulianaShenibapu Miyui (História dos Antigos) resulta de um estudo minucioso realizado por um grupo de jovens professores kaxinawá sobre parte da memória oral de seu povo, autodenominado Huni Kui, Gente Verdadeira, destinado à construção do recente currículo bilíngue das suas escolas indígenas. Foi gravado, transcrito e escrito por eles mesmos, ao longo de sete anos, em Hãtxa Kui, sua Língua Verdadeira, e em sua segunda língua, o português, após pesquisa de campo em Terras Kaxinawá da Amazônia brasileira e peruana, junto aos parentes mais velhos, mestres da tradição.
MONTE, Nietta LindenbergShenipabu Miyui - história dos antigos reúne, em uma edição bilíngüe (Kaxinawá-Português), doze narrativas dos mitos de fundação da nação indígena Kaxinawá, que habita a região do Alto Purus, na divisa do Acre com o Peru. O livro é fruto da pesquisa de professores Kaxinawá, que percorreram as diversas terras de seu povo com o objetivo de criar uma escrita que preservasse a sua memória. Esse trabalho chega agora às mãos de todos os interessados, trazendo um precioso material de reflexão sobre uma parte até então encoberta, desvalorizada e pouco difundida de nosso diversificado patrimônio histórico-cultural
Reportagem sobre educação indígena com índios do Acre. Comissão Pró- Índio – Nieta Linderberg Monte – narra sua experiência com os índios na área de educação. Reportagem sobre discriminação nas escolas. Novos parâmetros curriculares nacionais. Educação in
Quem somos nós narra, tomando como referência o ponto de vista dos índios, o encontro dos Wari’ de Rondônia com os brancos. Tratando da dinâmica cosmológica da relação do grupo com a sociedade envolvente, o livro constitui importante contribuição aos estudos dos povos sul-americanos, por ser a primeira tentativa de fôlego na etnologia brasileira de aproximação ao problema da significação indígena das relações com a sociedade nacional
VILAÇA, Aparecida 1958-Documentário sobre o trabalho voluntário de estudantes universitários do Rio de Janeiro, realizado no acre, entre o povo humilde e carente do interior do estado. Resumo das cenas: interior de barco, pessoas dormindo, redes armadas, palestra, cidade, igrej
Documentário sobre uma parte do Projeto Rondon, realizado em Porto Velho, que visa a melhoria de vida dos moradores locais, que são orientados, estudados e cuidados por estudantes universitários de Geologia, Engenharia e Medicina do estado do Rio de Janei
Trechos do documentário realizado no interior do Brasil. Resumo das cenas: homens servindo comida a outros homens, mulheres na fila, mulheres sentadas à mesa comendo, pessoas na fila uniformizadas com a blusa do Projeto Rondon, sede do "Centro Médico Sani
Documentário sobre o trabalho voluntário de estudantes universitários do Rio de Janeiro, realizado no Acre, entre o povo humilde e carente do interior do estado. Resumo das cenas: interior de barco/ pessoas dormindo/ redes armadas/ palestra/ cidade/ igrej
Trechos do documentário realizado no interior do Brasil. Resumo das cenas: homens servindo comida a outros homens, mulheres na fila, mulheres sentadas à mesa comendo, pessoas na fila uniformizadas com a blusa do Projeto Rondon, sede do "Centro Médico Sani
O livro "Plano de Gestão Ashaninka" traz os acordos e as intenções elaboradas pela comunidade Ashaninka do rio Amônea. Esses acordos se referem a diversas temáticas como o uso dos recursos naturais (caça, pesca e plantas), planejamento da aldeia, saúde, vigilância e fiscalização, relação com o entorno, entre outras
O livro, organizado pela assessora da CPI/AC Maria Djacira Maia, dá continuidade à pesquisa da arte gráfica kaxinawá apresentando as diversas formas de usos do kene e os seus variados tipos. Ele traz também as histórias de origem desses desenhos, os registros visuais dos processos de feitura dos objetos da cultura material com kene dos Huni Kui. Está dividido em três capitulos: no capítulo I, é apresentada a história de origem do algodão e de como o povo Huni Kui aprendeu os diferentes kene e seus segredos. O capítulo II trata do uso e tipos de kene utilizados na pintura corporal, classificada por gênero e idade, e as músicas a elas associadas. No Capítulo III, são apresentadas as imagens, os nomes e classificação dos kene
LIMA KAXINAWÁ, Joaquim Paulo deEsse livro apresenta a complexidade e beleza dos símbolos, dos rituais, das crenças e das cerimônias que compõem a religião baseada no uso do cipó sagrado utilizado pelas culturas milenárias indígenas da Amazônia para estimular a imaginação religiosa
ARAÚJO, Wladimyr SenaApresenta uma discussão entre as situaçOes de classe e as identidades engendradas a partir do caráter das frentes extrativistas e agropecuária que incorporam os Kixinawá nos projetos e realizaçOes da sociedade brasileira
AQUINO, Terri Valle deNesse trabalho, os professores indígenas do Acre, juntamente com seus alunos e assessores, procuram refletir sobre o conceito de História, sua importância para os povos indígenas, os processos de pesquisa e de construção do conhecimento histórico, o atual interesse pelo registro da história, antes narrada e transmitida oralmente, as várias interpretações e versões da história, o trabalho com a história em sala de aula, as relações entre a reflexão histórica e a valorização e o fortalecimento das identidades indígenas, e a contribuição dos povos indígenas para uma nova história regional e nacional
O livro Huni Meka, cantos do Nixi Pae, conhecido também como ritual do cipó, faz parte do trabalho de pesquisa que vem sendo realizado por alguns professores sobre as tradições musicais do povo Huni Kui, ou Gente Verdadeira. Em sua maior parte, este livro está escrito em hãtxa kui, ou Língua Verdadeira, uma das nove línguas da família Pano existentes no Acre