Acre
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O texto e as atividades incluídos neste material didático de pós-alfabetização foram elaborados, em 1993, pelos professores-índios do Projeto de Autoria da CPI/AC, durante seu 12º Curso de Formação Pedagógica. A primeira parte deste material se destina a crianças e jovens que desejam ou têm que interagir com o "branco" em suas aldeias. A segunda parte visa atender as necessidades comunicativas de jovens e adultos de um modo geral mais influentes na língua-alvo, que precisam se expor a situações de contato com os "brancos" nas cidades
Shenibapu Miyui (História dos Antigos) resulta de um estudo minucioso realizado por um grupo de jovens professores kaxinawá sobre parte da memória oral de seu povo, autodenominado Huni Kui, Gente Verdadeira, destinado à construção do recente currículo bilíngue das suas escolas indígenas. Foi gravado, transcrito e escrito por eles mesmos, ao longo de sete anos, em Hãtxa Kui, sua Língua Verdadeira, e em sua segunda língua, o português, após pesquisa de campo em Terras Kaxinawá da Amazônia brasileira e peruana, junto aos parentes mais velhos, mestres da tradição.
Sem títuloO livro "Plano de Gestão Ashaninka" traz os acordos e as intenções elaboradas pela comunidade Ashaninka do rio Amônea. Esses acordos se referem a diversas temáticas como o uso dos recursos naturais (caça, pesca e plantas), planejamento da aldeia, saúde, vigilância e fiscalização, relação com o entorno, entre outras
Costumes e Tradições aborda fatos e acontecimentos do povo Yawa, surgimento e fortalecimento das artes, dos rituais, dos mitos, das lendas, da pajelança, uso das plantes medicinais, cantos sagrados, caçadas e pescarias tradicionais. As informações foram obtidas através de depoimentos e entrevistas com os velhos sábios e conhecedores da cultura e da história do povo Yawanawá, também de outros grupos étnicos que formam as comunidades da terra indígena
A tese explora a memória e a história do povo Apurinã, do município de Pauini, AM (médio Purus) a partir da coleta de narrativas orais. A autora também lança mão de documentos históricos e de observaçOes etnográficas
Sem títuloO Atlas apresenta parte de uma nova história da ocupação do espaço geográfico amazônicos pelas sociedades indígenas brasileiras. Sempre representados como parte do passado pelos autores de livros didáticos nacionais, os índios doAcre são aqui os narradores de sua própria história num tempo e espaço renovadamente presentes. Todos os textos e desenhos que compõem o material foram criados por professores em atividades didáticas nos cursos de formação na área de estudo da geografia indígena, integrante de seu currículo de magistério.
Sem títuloO livro foi escrito e ilustrado por agentes agroflorestais durante seu curso de formação, quando refletiram, através de textos e desenhos, a interrelação entre o homem e a natureza, especialmente pensando o lugar das árvores frutíferas nativas e exóticas, na cultura de cada grupo e no desenvolvimento do ecossistema. Registraram também fundamentos e técnicas relacionadas à experiência de construção de viveiros de produção de mudas, sementeiras, cercas vivas, abertura de berços, plantio de árvores e seu manejo.
Sem títuloO livro, organizado pela assessora da CPI/AC Maria Djacira Maia, dá continuidade à pesquisa da arte gráfica kaxinawá apresentando as diversas formas de usos do kene e os seus variados tipos. Ele traz também as histórias de origem desses desenhos, os registros visuais dos processos de feitura dos objetos da cultura material com kene dos Huni Kui. Está dividido em três capitulos: no capítulo I, é apresentada a história de origem do algodão e de como o povo Huni Kui aprendeu os diferentes kene e seus segredos. O capítulo II trata do uso e tipos de kene utilizados na pintura corporal, classificada por gênero e idade, e as músicas a elas associadas. No Capítulo III, são apresentadas as imagens, os nomes e classificação dos kene
Sem títuloQuem somos nós narra, tomando como referência o ponto de vista dos índios, o encontro dos Wari’ de Rondônia com os brancos. Tratando da dinâmica cosmológica da relação do grupo com a sociedade envolvente, o livro constitui importante contribuição aos estudos dos povos sul-americanos, por ser a primeira tentativa de fôlego na etnologia brasileira de aproximação ao problema da significação indígena das relações com a sociedade nacional
Sem títuloShenipabu Miyui - história dos antigos reúne, em uma edição bilíngüe (Kaxinawá-Português), doze narrativas dos mitos de fundação da nação indígena Kaxinawá, que habita a região do Alto Purus, na divisa do Acre com o Peru. O livro é fruto da pesquisa de professores Kaxinawá, que percorreram as diversas terras de seu povo com o objetivo de criar uma escrita que preservasse a sua memória. Esse trabalho chega agora às mãos de todos os interessados, trazendo um precioso material de reflexão sobre uma parte até então encoberta, desvalorizada e pouco difundida de nosso diversificado patrimônio histórico-cultural
As transformações sociais e econômicas porque passou a região durante os últimos séculos produziram, sem dúvida, o mapa etnológico das populações nativas. Os "brancos" bolivianos, brasileiros e peruanos, há pelo menos dois séculos, iniciaram a ocupação da região de forma mais sistemática. As populações indígenas, a partir deste momento, se re-arrumam, não sem conflitos, de forma a se organizar no novo território agora ocupado pelo homem branco
Sem títuloEncontros Culturais (Multirio - 16'43") - "500 anos" - Matéria sobre a exposição "Corpo e Alma Indígena", que faz parte das comemorações dos 500 anos do descobrimento e o Dia do Índio. O diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho concede entrevista ex
Trechos do documentário realizado no interior do Brasil. Resumo das cenas: homens servindo comida a outros homens, mulheres na fila, mulheres sentadas à mesa comendo, pessoas na fila uniformizadas com a blusa do Projeto Rondon, sede do "Centro Médico Sani