Oficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Árvore chamada mëi, da qual são feitas as cinzas de mesmo nome que servem como o tempero para a argila das cerâmicas femininas.
Carolina LopezXukate
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Oficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia, e iniciam a preparação das folhas. Tëpka (à esquerda) e Enawat quebram os braços das folhas para o lado, para assim poderem começar o trançado. A planta é muito dura e, por isso, Enawat necessita, por vezes, utilizar seus dentes.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia, e iniciam a preparação das folhas. Tëpka (à esquerda) e Enawat quebram os braços das folhas para o lado, para assim poderem começar o trançado. A planta é muito dura e, por isso, Enawat necessita, por vezes, utilizar seus dentes.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat trança um xukate para o Museu do Índio/RJ.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Tëkpa (à esquerda) mostra para a antropóloga Carolina Lopez o seu xukate pronto. À direita, Enawat inicia o trançado de seu segundo xukate.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia, e iniciam a preparação das folhas. Enawat quebra os braços da folha para o lado, para assim poder começar o trançado. A planta é muito dura e, por isso, Enawat necessita, por vezes, utilizar seus dentes.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. As mulheres voltam para a mata em busca da matéria-prima; a última da fila é Enawat (bermuda verde e amarela).
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Enawat (bermuda verde e amarela) e Shawa aguardam as outras mulheres, que extraem mais folhas como essas ao chão, matérias-primas para a produção dos xukate
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia, e iniciam a preparação das folhas. Enawat durante o processo de preparação das folhas, caracterizado pela quebra de cada um de seus braços para o lado, de forma que possam ser trançados.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia, e iniciam a preparação das folhas. Batsi (blusa azul) e Damë Bëtxum registram o momento da oficina de xukate, da qual participaram as mesmas mulheres que atuaram no primeiro dia da oficina de cerâmica (da direita para a esquerda): Enawat, Tëkpa, Shawa, Bësson, Tumã e Tumã, essas duas últimas chegando depois.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Tëkpa inicia o trançado da folha, já preparada.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Tëkpa (à esquerda) e Enawat, em meio ao processo do trançado do xukate. As mulheres disseram que podem ser vários os tipos de motivos que elas trançam na palha do objeto.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Tëkpa (à esquerda) e Enawat, em meio ao processo do trançado do xukate. As mulheres disseram que podem ser vários os tipos de motivos que elas trançam na palha do objeto.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Tëkpa (à esquerda) e Enawat, em meio ao processo do trançado do xukate. As mulheres disseram que podem ser vários os tipos de motivos que elas trançam na palha do objeto.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. As mulheres trançam os seus xukate (em sentido anti-horário): Bësson (bermuda azul), Enawat, Tëkpa e Shawa.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Detalhe de Bësson trançando o seu xukate. NAO TEM A FOTO
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat trança um xukate para o Museu do Índio/RJ.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Em momento de pura concentração, Enawat termina o seu xukate, enquanto, à sua esquerda, Tëkpa já inicia o seu segundo e Shawa aprende o trançado de um novo motivo, o capëk xiktodo, isto é “barriga de jacaré”. Bësson (bermuda azul) já terminou a sua peça e, por isso, reinicia os trabalhos da oficina de cerâmica, que as mulheres começaram no dia anterior.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat faz o acabamento de seu xukate, dobrando as pontas das folhas trançadas para dentro da peça.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat inicia a feitura de um segundo xukate. À frente, o macaquinho de estimação de uma das mulheres.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. A antropóloga Carolina Lopez observa, em suas mãos, a peça que Tëkpa acabara de produzir, enquanto Enawat inicia o trançado de seu segundo xukate.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Batsi (blusa azul) e Damë (camisa listrada), alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro do evento.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. O xukate é feito a partir das folhas estendidas no chão, que acabaram de ser extraídas pelas mulheres.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia, e iniciam a preparação das folhas. Em sentido horário: Tëkpa (em pé, de bermuda azul), Enawat, Bësson e Shawa.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia, e iniciam a preparação das folhas. Enawat durante o processo de preparação das folhas, caracterizado pela quebra de cada um de seus braços para o lado, de forma que possam ser trançados.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia, e iniciam a preparação das folhas. Enawat durante o processo de preparação das folhas, caracterizado pela quebra de cada um de seus braços para o lado, de forma que possam ser trançados.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia, e iniciam a preparação das folhas. Enawat durante o processo de preparação das folhas, caracterizado pela quebra de cada um de seus braços para o lado, de forma que possam ser trançados.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat trança um xukate para o Museu do Índio/RJ.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Detalhe de Bësson trançando o seu xukate, com o macaquinho de estimação de uma das mulheres ao lado.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Shawa (extrema direita), a participante mais nova, aproveita o momento gerado pela oficina para aprender com as mais velhas o trançado de um novo motivo, chamado capëk xiktodo, isto é “barriga de jacaré”. Ao seu lado, estão Tëkpa (bermuda azul) e Enawat (bermuda verde e amarela).
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Shawa (extrema direita), a participante mais nova, aproveita o momento gerado pela oficina para aprender com as mais velhas o trançado de um novo motivo, chamado capëk xiktodo, isto é “barriga de jacaré”. Ao seu lado, estão Tëkpa (bermuda azul) e Enawat (bermuda verde e amarela).
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Shawa, durante o processo de aprendizado de um novo motivo trançado, o capëk xiktodo, isto é “barriga de jacaré”. A jovem aproveita o momento gerado pela oficina para expandir os seus conhecimentos sobre o trançado com as mulheres mais velhas.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. A antropóloga Carolina Lopez observa, em suas mãos, a peça que Tëkpa acabara de produzir, enquanto Enawat inicia o trançado de seu segundo xukate.
Carolina LopezOficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. As mulheres voltam para a mata em busca da matéria-prima; a última da fila é Enawat (bermuda verde e amarela).
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Tëkpa inicia a feitura de seu xukate, objeto que pode ter trançado em si vários motivos diferentes.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Shawa inicia a feitura de sua peça, aproveitando o momento da oficina para aprender um novo motivo de trançado de xukate com as mulheres mais velhas, chamado capëk xiktodo, isto é “barriga de jacaré”.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Já no início da feitura de seu segundo xukate, Enawat explica à antropóloga Carolina Lopez os vários tamanhos em que podem ser feitos os xukate, desde muito pequenos até aqueles muito grandes, como os que cobrem as paredes-tetos das malocas matis.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Planta da qual se extraem as folhas para a produção do xukate, já retiradas pelas mulheres.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Detalhe do rosto de Enawat enquanto essa trança o seu xukate.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Detalhe das mãos de Enawat enquanto essa trança o seu xukate.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Detalhe de Tëkpa trazendo sua folha até o local, para começar a preparação e o trançado da mesma.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Tëkpa em processo de conclusão de seu xukate, no momento em que as sobras dos braços das folhas começam a ser dobradas para dentro da peça, realizando assim o seu acabamento.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat em processo de conclusão de seu xukate, no momento em que as sobras dos braços das folhas começam a ser dobradas para dentro da peça, realizando-se assim o seu acabamento.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. As mulheres voltam para a mata em busca da matéria-prima. Em destaque, Tëkpa e, atrás dela, Shawa, ambas já com suas folhas, matérias-primas dos xukate, nas mãos.
Damë Bëtxum MatisOficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat inicia o trançado do seu xukate, depois de preparar a folha, quebrando os seus braços para o lado.
Damë Bëtxum MatisSegundo dia de oficinas de produção de artefatos na Aldeia Bukuak. Xapex, tucum, planta da qual as mulheres retiram as folhas, que secam e fiam, para assim fazerem seus artefatos: adornos trançados (witsun), redes (di), puçás para a pesca, entre outros.
Damë Bëtxum MatisSegundo dia de oficinas de produção de artefatos na Aldeia Bukuak. Xapex, tucum, planta da qual as mulheres retiram as folhas, que secam e fiam, para assim fazerem seus artefatos: adornos trançados (witsun), redes (di), puçás para a pesca, entre outros.
Carolina Lopez