xamanismo

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        xamanismo

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          xamanismo

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            xamanismo

              41 Descrição arquivística resultados para xamanismo

              41 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              As serras na cabeceira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191128_ABM-LMS · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Desenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: Paç Pö́g (Serra Grande) Paç Tẽh (Serra Pequena), com Tõg Tẽg Paç (Serra Tõg Tẽg) em meio a elas; no top de Paç Pö́g, o pé de coca (pũ’ṹk tëg), um lago com uma piaba (húy) e o local em que os velhos, os antigos se banham (wähä̀d s’om höd); o dono da serra está nomeado; no topo de Paç Tẽh há um pé de inajá (k’ä́b tëg); no pé das serras estão desenhados alguns igarapés e a cabeceira do igarapé Cabari (Pìj Dëh k’et yoh), além do caminho (tìw) que leva à Serra Grande.

              Angélico Brasil Monteiro
              Banho no lago de Wah Paç
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20171120_BRM_05 · Item · 2017
              Parte de Arquivístico

              Antônio Ramos banha-se em um dos hib’ah moh (lago de nascimento) de Wah Paç (Serra Patauá). Ao seu lado, Sebastião Flores indica lugares da paisagem. Ao fundo, o ancião Jaime Boreiro orienta Antônio Ramos. Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.

              Bruno Marques
              Bi’íd d’äh no topo da serra
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191128_ABM-JMP · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Desenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: topo de B’ö̀’ Paç (Serra Tucunaré); ago de cima da serra com um peixe; dois homens, um vomitando água (dëh honop ĩh), o outro, sentado em um banco, o bi’íd tõhõp ĩ́h (“contar benzimento”, o que está ensinando os benzimentos).

              Angélico Brasil Monteiro
              Bisíw
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191029_VSP_01 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Desenho realizado durante a Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, posterior à reunião de anuência na comunidade Santa Rosa do projeto Prodocult Museu do Índio/Unesco, em 29/10/2019. Conteúdo: desenho de Bisíw, um ser da floresta; orelhas, olhos, nariz e boca destacados, de proporções grandes, traços exagerados; unhas que se assemelham a garras de onça; vestimenta (chapéu e vestido pretos) que se assemelha à de um padre. Observações adicionais: no momento do desenho, Valdemar Seabra Penha (comunidade Santo Atanásio) e Isaque Andrade Barreto (Boca do Traíra) enfatizaram a importância dos botões da roupa do Bisíw.

              Valdemar Seabra Penha (comunidade Santo Atanásio)
              Breu branco
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_20 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Wõh sṹt (breu branco) extraído em árvore próxima ao acampamento. Usado para bi’ìd (“benzimentos” como é regionalmente traduzido) dos antigos e hoje em dia.

              Bruno Ribeiro Marques
              Breu branco
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_21 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Jaime Caldas Pena segurando o Wõh sṹt (breu branco) que encontrou próximo ao acampamento.

              Bruno Ribeiro Marques
              Caminhantes
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_01 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Ao amanhecer, no acampamento do segundo dia de caminhada, no pé de Paç Pö́g (Serra Grande), os Hupd’äh e os demais se reúnem para subir a serra.

              Bruno Ribeiro Marques
              Casa de curupira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191128_AOM-ABM · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Desenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: Döh Ã́y (curupira), de boca aberta, coberta de pelos e com os pés virados para trás; casa (mòy) de pedra da curupira em meio às árvores da floresta; palavras escritas “döh ã́y mòy” (casa de curupira); no verso, o nome dos autores. Categorias temáticas: xamanismo; lugar sagrado; manejo ambiental.

              Aristide Oliveira Monteiro, Angélico
              Curupira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191029_VSP_03 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Desenho realizado durante a Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, posterior à reunião de anuência na comunidade Santa Rosa do projeto Prodocult Museu do Índio/Unesco, em 29/10/2019. Conteúdo: ser da floresta, dono de caça, em meio a árvores, com cabelos grandes, peludo e pés virados; mostrando um objeto cilíndrico; palavra “Döh Ã́y” (curupira).

              Valdemar Seabra Penha (comunidade Santo Atanásio)
              Curupira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191128_MMP · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Desenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: curupira (Döh Ã́y) barbada abraçada com um homem em meio a árvores.

              Mauro Monteiro Pires
              Desenhando a paisagem
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_09 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Valdemar Seabra Penha (comunidade Santo Atanásio) desenhando o horizonte, Paç Pö́g (Serra Grande) e Paç Tẽh (Serra Pequena).

              Bruno Ribeiro Marques
              Fazendo o ipadu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_BRM_13 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Idalino Andrade Pena misturando cinzas de folhas de embaúba e coca para elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).

              Bruno Ribeiro Marques
              Fazendo o ipadu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_BRM_16 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Júlio Seabra Caldas depurando a mistura de coca com cinzas de folhas de embaúba para elaborar o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k). Em primeiro plano, bacia com folhas de coca recém-colhidas.

              Bruno Ribeiro Marques
              Fazendo o ipadu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_BRM_09 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Folhas de coca em bacia para dar início à elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.

              Bruno Ribeiro Marques
              Fazendo o ipadu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_BRM_10 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Idalino Andrade Pena secando folhas de coca em forno para dar início à elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.

              Bruno Ribeiro Marques
              Fazendo o ipadu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_BRM_15 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Idalino Andrade Pena batendo o pano com a mistura de coca e cinzas de folha de embaúba, depurando. Em língua Hup, esta ação é chamada de pũ’ũ̀h pɨ́h.

              Bruno Ribeiro Marques
              Fazendo o ipadu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_BRM_11 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Idalino Andrade Pena usando pilão (pũ’ũk tö́k) para preparar o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.

              Bruno Ribeiro Marques
              Fazendo o ipadu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_BRM_12 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Antônio Penedo Neres queimando folhas secas de embaúba, cujas cinzas (em língua Hup, pũ’ũ̀k b’öh) serão misturadas às folhas secas e piladas de coca, preparando o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).

              Bruno Ribeiro Marques
              Fazendo o ipadu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_BRM_14 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Idalino Andrade Pena colocando o composto de coca seca e pilada e cinzas de folhas de embaúba em pano para depurar, fazendo o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).

              Bruno Ribeiro Marques
              Flor do tabaco
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_BRM_04 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Em língua Hup, hũ̀t s’ó (“flor do tabaco”). Planta de grande importância xamânica.

              Bruno Ribeiro Marques
              Floresta, cabeceira dos igarapés
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_IPG_01 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Desenho realizado na continuação da Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, anterior à caminhada entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), em 11/12/2019. Conteúdo: igarapés e seus afluentes das cabeceiras; pássaros, peixes e jacaré; árvores frutíferas; casa; homem; caminhos, um deles em direção às serras; Paç Pö́g (Serra Grande) e Paç Tẽh (Serra Pequena) com sua cobertura vegetal e uma palmeira no topo, no pé das mesmas, uma onça;

              Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa)
              Floresta, tempo dos antigos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_IPG_02 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Desenho realizado na continuação da Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, anterior à caminhada entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), em 11/12/2019. Conteúdo: igarapés e seus afluentes das cabeceiras; árvore frutífera; tapiri; homem com zarabatana e a roupa dos antigos (b’ö́b); casal com adorno ritual, flauta e roupa dos antigos; Paç Pö́g (Serra Grande) e Paç Tẽh (Serra Pequena);

              Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa)
              Hib’ah moh (lago de nascimento) na Serra Patauá
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20171120_BRM_08 · Item · 2017
              Parte de Arquivístico

              Um dos hib’ah moh (lago de nascimento) de Wah Paç (Serra Patauá). Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.

              Bruno Marques
              Hib’ah moh (lago de nascimento) na Serra Patauá
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20171120_BRM_07 · Item · 2017
              Parte de Arquivístico

              Um dos hib’ah moh (lago de nascimento) de Wah Paç (Serra Patauá). Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.

              Bruno Marques
              Mãe e filho
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_10 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Mulher e criança no topo da serra. Elorides Penedo Pena.

              Bruno Ribeiro Marques
              No topo da floresta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_12 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Os Hupd’äh das comunidades de Boca do Traíra, Água Viva e Santo Atanásio no topo de Paç Pö́g (Serra Grande). Terceiro dia de caminhada.

              Bruno Ribeiro Marques
              No topo da floresta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_11 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Os Hupd’äh das comunidades de Santa Rosa e Santo Antônio no topo de Paç Pö́g (Serra Grande). Terceiro dia de caminhada.

              Bruno Ribeiro Marques
              No topo da floresta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_13 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Os Hupd’äh das comunidades de Vila Nova e Santa Cruz do Cabari no topo de Paç Pö́g (Serra Grande). Terceiro dia de caminhada.

              Bruno Ribeiro Marques
              Observando a paisagem
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_08 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              No topo, os caminhantes observam a paisagem e fazem anotações.

              Bruno Ribeiro Marques
              Passagem do caminho sobre cachoeira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20171121_BRM_06 · Item · 2017
              Parte de Arquivístico

              Domingos Soares (comunidade Cabeça da Onça) e Guilherme Boreiro da Silva (Waguiá) cruzam trecho do caminho que passa por Sä’ Höd huh (cachoeira Buraco Camarão). Próximo a este local há uma casa de caça (hũ moy), Sä’ Moy (Casa Camarão). Trecho de terra firme. Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.

              Bruno Marques
              Pequeno mapa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191128_EDI · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Desenho feito por alguém que se identificou como “Aluna Edilene” no verso da folha. Realizado na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: pequeno mapa com igarapés (Yák Dëh (igarapé Arara) e Wã́’ Dëh (igarapé Urubu)), toponímias (como B’ö’ Paç (Serra Tucunaré), seres dentro das serras e árvores frutíferas (siwìb (bacaba)).

              Edilene
              Reconhecendo lugares na floresta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_07 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              No topo, homens observam e reconhecem lugares na floresta. Fidêncio Caldas Pena, Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa) e Gilson Penedo Pena (Santo Antônio).

              Bruno Ribeiro Marques
              Reconhecendo lugares na floresta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_05 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              No topo, homens observam e reconhecem lugares na floresta, comentando com os demais. Fidêncio Caldas Pena, Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa) e Gilson Penedo Pena (Santo Antônio).

              Bruno Ribeiro Marques
              Reconhecendo lugares na floresta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_04 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              No topo, homens observam e reconhecem uma Bisíw mòy (casa de Bisíw), local com um dono perigoso e com muita caça. Fidêncio Caldas Pena, Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa) e Gilson Penedo Pena (Santo Antônio).

              Bruno Ribeiro Marques
              Reconhecendo lugares na floresta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_06 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              No topo, homens observam e reconhecem lugares na floresta. Fidêncio Caldas Pena, Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa) e Gilson Penedo Pena (Santo Antônio).

              Bruno Ribeiro Marques
              Registros no topo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_03 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              No topo, homens Hupd’äh fazem registros escritos e em áudio da vista desde Paç Pö́g (Serra Grande).

              Bruno Ribeiro Marques
              Tabaco plantado
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191211_BRM_03 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Em língua Hup, Wahä́d d’äh nɨh hũ̀t (“tabaco dos antigos”) é uma planta de grande importância xamânica. Pé de tabaco com flores abertas.

              Bruno Ribeiro Marques
              Vista de cima de Paç Pö́g (Serra Grande)
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_14 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Vista da floresta desde um dos mirantes de Paç Pö́g (Serra Grande). Terceiro dia de caminhada.

              Bruno Ribeiro Marques
              Vista do acampamento
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_16 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Depois, dos caminhantes descerem de Paç Pö́g (Serra Grande), encontram-se no acampamento pouco antes de dar início ao caminho de volta à comunidade Santa Rosa. Terceiro dia de caminhada.

              Bruno Ribeiro Marques
              Vista para Paç Tẽh (Serra Pequena)
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191214_BRM_02 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Em um dos mirantes no topo de Paç Pög (Serra Grande) visualiza-se Paç Tẽh (Serra Pequena).

              Bruno Ribeiro Marques