Terras

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              33 Descrição arquivística resultados para Terras

              A luta da erva: um ofício étnico no Oeste.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9 / R413l / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              A luta da erva recupera as narrativas dos brasileiros expropriados com o processo de colonização do Oeste Catarinense. Traz os embates subjacentes do passado e do presente. Apresenta-se enquanto contra-história, por ser sineticamente opsta à História Oficial do colonizador. A contra-história dos brasileiros é silenciosa, subalterna, sem registros, sem marcos públicos, salvo aqueles da história feito corpo dos atores e depositária nos fragmentos da memória. É construida por homens comuns, nas ações do dia-a-dia. Neste caso, abriu-se espaço, para que a minoria étnica, os brasileiros, se expressasse, relatando as coisas comuns, matéria da qual todos somos feitos

              RENK, Arlene
              A posse da terra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-333(81) / G195p / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico
              GANCHO, Cândida Vilares
              La comunidad andina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301.18(85) / W652c / 1969 · Item · 1969
              Parte de Bibliográfico
              WIESSE, José R. Sabogal
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301 / P958l / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              O levante dos posseiros analisa a revolta camponesa de Porecatu, movimento social de resistência, articulado por camponeses em defesa da posse da terra, na região Norte do Estado do Paraná, nos anos 1940 e 1950.; Esse movimento tomou corpo e forma a partir da intervenção de militantes e dirigentes do Partido Comunista Brasileiro (PCB), que através de uma ampla rede de solidariedade (fornecimento de armas, alimentos, roupas, remédios e dinheiro) conseguiram organizar a luta armada por um período superior a dois anos. O estudo foi realizado tendo como base os documentos e relatórios produzidos pela Delegacia de Ordem Política e Social do Paraná (DOPS/PR), pelo Partido Comunista Brasileiro, pelo Fórum da Comarca de Porecatu e por uma ampla gama de reportagens sobre o episódio, publicadas em jornais e revistas da época. Com isso foi possível compreender as artimanhas elaboradas pelos camponeses na luta e defesa da posse da terra, bem como os mecanismos de repressão instituídos pelo Estado, através do DOPS, da Polícia Militar e do Judiciário

              PRIORI, Angelo