Representação de um homem com prerrogativas rituais (rituais de nominação) e sua indumentária (adornos de fibra vegetal e colares). Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Abelino RamosResguardo Indígena Prédio Putumayo
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Representação de um homem com prerrogativas rituais (rituais de nominação) e sua indumentária (adornos de fibra vegetal e colares). Apresenta a seu lado direito uma borduna. Junto com a legenda, essa imagem faz referência à violência do ritual Báhjaa no passado. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Abelino RamosChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasConversa com Fernando Jifichiu (ou Gifichiu), chefe do clã Tamanduá, em sua maloca na comunidade San Andrés. Como um grande conhecedor ritual e detentor de um vasto repertório mítico, ele reagiu ao filme de Wavrin e às imagens que foram entregues às comunidades.
Fernando JifichiuConversa com José Fernando Teteye, chefe do clã Amanhecer, em sua casa na comunidade Tagua. Como professor local, um grande conhecedor ritual e detentor de um vasto repertório mítico, ele nos ajudou no inventário de vocabulário relacionado à pesquisa.
José Fernando TeteyeConversa com Julia Chaigua, do clã Veado, na comunidade San José. Como uma grande conhecedora ritual e detentora de um vasto repertório mítico, ela reagiu ao filme de Wavrin e às imagens que foram entregues às comunidades. Também executou em bloco de papel alguns grafismos de seu repertório (ver anexo Ilustrações).
Julia ChaiguaConversa geral sobre as fotografias de Wavrin (tanto material iconográfico quanto fotos dos objetos – ver documento técnico anterior). O registro foi feito no mesmo dia da segunda oficina de representação gráfica, na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosConversa geral sobre as fotografias de Wavrin (tanto material iconográfico quanto fotos dos objetos – ver documento técnico anterior). O registro foi feito no mesmo dia da segunda oficina de representação gráfica, na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosDiversos desenhos relativos aos grafismos, provavelmente Muina Murui. Autor desconhecido. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
DesconhecidoIlustração que detalha um dos três elementos gráficos que compõem todos os grafismos Bora-Miranha (ver boa_20200320_bbr_0). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que detalha um dos três elementos gráficos que compõem todos os grafismos Bora-Miranha (ver boa_20200320_bbr_0). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que detalha um dos três elementos gráficos que compõem todos os grafismos Bora-Miranha (ver boa_20200320_bbr_0). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que exemplifica e nomeia os três elementos gráficos que compõem todos os grafismos Bora-Miranha. Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosMagdalena e sua filha observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade Boa observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade Boa observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade Boa observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade Boa observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasTeresita, Magdalena e sua filha observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasParticipantes têm um primeiro contato com as fotos de Robert de Wavrin no Putumayo (ver documento técnico anterior) na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosGrafismo de uso variado (provavelmente máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha) feitos por Carmen Kuguao, reconhecida por dominar um grande repertório de motivos.
Carmen KuguaoGrafismo executado no trocano de comunicação do tipo llaaríwa no curso de rituais de nominação homônimos. Aprendeu de sua sogra, Aurelia, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezTrês grafismos. Dois são executados em artefatos (aprendidos rectivamente de Pascoala e Adriana, do clã Arara Vermelha) e outro na face (feminino). Esse último lhe foi ensinado por Carmen Kuguao, que também é autora de outros grafismos desse documento. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Zenaida EimenekeneIlustração que representa de maneira mais sistematizada grafismo executado por Jesusa Lopez (foto boa_2020022_jlo_03). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que representa de maneira mais sistematizada grafismo executado por Jesusa Lopez (foto boa_2020022_jlo_02). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosGrafismo aplicado em chocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Enrique TeteyeGrafismo executado no centro de máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Feito sob desenho-suporte do artefato. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Julia ChaiguaGrafismo executado em suportes variados, mas principalmente em indumentárias de líber atualmente utilizadas em apresentações culturais.
Julia ChaiguaGrafismo executado em máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Aprendeu de sua sogra, Aurelia, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo executado no centro das máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Aprendeu de Adriana, do clã Arara Vermelha. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo executado nas partes periféricas das máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Aprendeu de Adriana, do clã Arara Vermelha. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo executado no centro das máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Aprendeu da mãe de Teresita, clã desconhecido. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo executado no trocano de comunicação do tipo manguaré ou cuúmu ou em recipientes grandes de cuia para oferecer bebida aos convidados no curso de rituais de nominação. Aprendeu de sua sogra, Aurelia, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo aplicado em chocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Aprendeu de sua sogra, Aurelia, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (braços e parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pintura corporal em motivos gráficos na parte superior de seu tronco, nos ângulos frontal e traseiro (colo, dorso e braços). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pintura corporal em motivos gráficos na parte superior de seu tronco (colo). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (braços e parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (braços e parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal de seu corpo (tronco e pernas). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal de seu corpo (tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal de seu corpo (tronco, colo e pernas). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal de seu corpo (tronco, colo e pernas). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (tronco, colo e pernas). Nota-se também grafismos faciais e um detalhe dos grafismos laterais. Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (pernas e quadril). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (pernas e quadril). É uma variação da foto anterior (boa_20200201_bbr_16). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pintura corporal em motivos gráficos na parte superior de seu tronco (colo). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma mulher com pintura corporal em motivos gráficos na parte superior de seu tronco (colo). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosGrafismos diversos. Não se especificou sobre quais suportes eles podem ser executados (corpos, rostos, artefatos, etc.). Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
John DerleyGrafismos diversos. Não se especificou sobre quais suportes eles podem ser executados (corpos, rostos, artefatos, etc.). Atribui-se a Pablo Murui a origem dos padrões. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Nei DokoeQuatro grafismos diferentes (um para adornar a viga da maloca, outro para adornar o trocano ou tambor de nominação llaaríwa). Os outros dois são pinturas faciais femininas feitas na ocasião dos rituais. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Rosa Amelia MeicuacoDesenho de dois tipos de trocanos (tambores de comunicação – respeticamente llaaríwa e cuúmu ou manguaré (esp.)) adornados com grafismo. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Abelino LopezDesenho de trocano (tambores de comunicação –llaaríwa) adornados com grafismo. Autor desconhecido. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
DesconhecidoGrafismos executado em trocanos (tambores llaaríwa) que são adornados com grafismo em situação ritual (rituais de nominação ou transmissão de cargo de chefia). Aprendeu de Teresita, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Casilda MeicuacoFoto da maloca Miranha do bairro Xingu em Tabatinga no dia da preparação da reunião de anuência.
Bruna BarrosFoto da maloca Miranha do bairro Xingu em Tabatinga no dia da preparação da reunião de anuência.
Bruna BarrosFoto da maloca Miranha do bairro Xingu em Tabatinga no dia da preparação da reunião de anuência.
Bruna BarrosFoto da maloca Miranha do bairro Xingu em Tabatinga no dia da preparação da reunião de anuência.
Bruna BarrosFoto da maloca Miranha do bairro Xingu em Tabatinga no dia da preparação da reunião de anuência.
Bruna BarrosHomens discutem no mambeadeiro antes da reunião de anuência na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosFoto de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) adornadas com grafismos. Os desenhos foram feitos com pigmentos industrial (provavelmente caneta tipo marcador permanente) por Rosa Amelia Meicuaco, que os mantém em sua casa em Leticia.
Bruna BarrosFoto de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) adornadas com grafismos. Os desenhos foram feitos com pigmentos industrial (provavelmente caneta tipo marcador permanente) por Rosa Amelia Meicuaco, que os mantém em sua casa em Leticia.
Bruna BarrosFoto de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) adornadas com grafismos. Os desenhos foram feitos com pigmentos industrial (provavelmente caneta tipo marcador permanente) por Rosa Amelia Meicuaco, que os mantém em sua casa em Leticia.
Bruna BarrosFoto de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) adornadas com grafismos. Os desenhos foram feitos com pigmentos industrial (provavelmente caneta tipo marcador permanente) por Zenaida Eimenekene, que mantém o artefato em sua casa na comunidade Boa, rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasFoto de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) adornadas com grafismos. Os desenhos foram feitos com pigmentos industrial (provavelmente caneta tipo marcador permanente) por Zenaida Eimenekene, que mantém o artefato em sua casa na comunidade Boa, rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasFoto de face posterior de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) adornadas com grafismos. O artefato foi confeccionado por Zenaida Eimenekene, que o mantém em sua casa na comunidade Boa, rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasFoto de face posterior de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) adornadas com grafismos. O artefato foi confeccionado por Zenaida Eimenekene, que o mantém em sua casa na comunidade Boa, rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasCurto vídeo de máscara da foto boa_20191218_mll_02 (ver anexo Fotografia Digital desse documento técnico). O vídeo busca mostrar detalhes do objeto, bem como sua movimentação e baralho produzidos. Em razão das condições de registro, nem todas as imagens são de boa qualidade. Feito na museoteca do Musée du quai Branly no curso da consulta à reserva técnica.
Maria Luísa LucasCurto vídeo de máscara da foto boa_20191218_mll_02 (ver anexo Fotografia Digital desse documento técnico). O vídeo busca mostrar detalhes do objeto, bem como sua movimentação e baralho produzidos. Em razão das condições de registro, nem todas as imagens são de boa qualidade. Feito na museoteca do Musée du quai Branly no curso da consulta à reserva técnica.
Maria Luísa LucasCurto vídeo de máscara da foto boa_20191218_mll_02 (ver anexo Fotografia Digital desse documento técnico). O vídeo busca mostrar detalhes do objeto, bem como sua movimentação e baralho produzidos. Em razão das condições de registro, nem todas as imagens são de boa qualidade. Feito na museoteca do Musée du quai Branly no curso da consulta à reserva técnica.
Maria Luísa LucasCurto vídeo de máscara da foto boa_20191218_mll_11 (ver anexo Fotografia Digital desse documento técnico). O vídeo busca mostrar detalhes do objeto, bem como sua movimentação e baralho produzidos. Em razão das condições de registro, nem todas as imagens são de boa qualidade. Feito na museoteca do Musée du quai Branly no curso da consulta à reserva técnica.
Maria Luísa LucasCurto vídeo de máscara da foto boa_20191218_mll_16 (ver anexo Fotografia Digital desse documento técnico). O vídeo busca mostrar detalhes do objeto, bem como sua movimentação e baralho produzidos. Em razão das condições de registro, nem todas as imagens são de boa qualidade. Feito na museoteca do Musée du quai Branly no curso da consulta à reserva técnica.
Maria Luísa LucasCurto vídeo de máscara da foto boa_20191218_mll_21 (ver anexo Fotografia Digital desse documento técnico). O vídeo busca mostrar detalhes do objeto, bem como sua movimentação e baralho produzidos. Em razão das condições de registro, nem todas as imagens são de boa qualidade. Feito na museoteca do Musée du quai Branly no curso da consulta à reserva técnica.
Maria Luísa LucasCurto vídeo de máscara da foto boa_20191218_mll_28 (ver anexo Fotografia Digital desse documento técnico). O vídeo busca mostrar detalhes do objeto, bem como sua movimentação e baralho produzidos. Em razão das condições de registro, nem todas as imagens são de boa qualidade. Feito na museoteca do Musée du quai Branly no curso da consulta à reserva técnica.
Maria Luísa LucasCurto vídeo de máscara da foto boa_20191218_mll_28 (ver anexo Fotografia Digital desse documento técnico). O vídeo busca mostrar detalhes do objeto, bem como sua movimentação e baralho produzidos. Em razão das condições de registro, nem todas as imagens são de boa qualidade. Feito na museoteca do Musée du quai Branly no curso da consulta à reserva técnica.
Maria Luísa LucasFoto da mesa usada como suporte para consulta de objetos desenvolvidas entre os dias 18 e 19 de dezembro de 2019 na reserva técnica do Musée du quai Branly – Jacques Chirac
Maria Luísa LucasFoto de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça apresenta grafismos feitos com pigmento vermelho (provavelmente urucum). Além da parte central do corpo do objeto, há duas partes laterais atadas com fibra vegetal (tucum). A parte traseira, a ser presa no topo da cabeça, conta com uma tira de líber (casca de árvore). Número de inventário 71.1930.39.1.
Maria Luísa LucasFoto de face posterior de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A parte traseira, a ser presa no topo da cabeça, conta com uma tira de líber (casca de árvore). Número de inventário 71.1930.39.1.
Maria Luísa LucasFoto de junção entre duas partes da máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça apresenta grafismos feitos com pigmento vermelho (provavelmente urucum). Além da parte central do corpo do objeto, as partes laterais são atadas com fibra vegetal (tucum). Número de inventário 71.1930.39.1.
Maria Luísa LucasFoto em ângulo longitudinal de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça apresenta grafismos feitos com pigmento vermelho (provavelmente urucum). Além da parte central do corpo do objeto, há duas partes laterais atadas com fibra vegetal (tucum). A parte traseira, a ser presa no topo da cabeça, conta com uma tira de líber (casca de árvore). Número de inventário 71.1930.39.1.
Maria Luísa LucasFoto com detalhes nos grafismos centrais de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça apresenta grafismos feitos com pigmento vermelho (provavelmente urucum). Além da parte central do corpo do objeto, há duas partes laterais atadas com fibra vegetal (tucum). A parte traseira, a ser presa no topo da cabeça, conta com uma tira de líber (casca de árvore). Número de inventário 71.1930.39.1.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. Número de inventário 71.1930.39.10.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. A foto mostra detalhes dessa protuberância. Número de inventário 71.1930.39.10.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. A foto mostra detalhes da parte superior do artefato. Número de inventário 71.1930.39.10.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. A foto mostra detalhes das partes inferiores do artefato. Número de inventário 71.1930.39.10.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. A foto mostra detalhes das partes inferiores do artefato. Número de inventário 71.1930.39.10.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há três peças encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da peça desde um ângulo superior. Número de inventário 71.1930.39.11.
Maria Luísa Lucas