A análise do impacto das concepçOes cristãs-ocidentais acerca da doença e da morte na sensibilidade indígena guarani e sua tradução, em termos de representaçOes e práticas sociais, nas reduçOes jesuítico-guaranis, circunscritas à Província Jesuítica do Paraguai, no século XVII, é o tema deste trabalho
Sin títuloPorto Alegre
191 Descripción archivística resultados para Porto Alegre
Publicação sobre direitos indígenas
Sin títuloEstuda as relaçOes entre sistema de parentesco Makú e a demografia de seus isolados matrimoniais
Sin títuloAs missões Jesuíticas-Guaranis são reconhecidas desde o século XX como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade da UNESCO
Em “Ensaios Insólitos” se percebe, imediatamente, a paixão e a liberdade com que Darcy enfoca temas que vão desde a educação no Brasil até a situação e o drama do Índio em nosso País; de uma análise meticulosa e crítica de Casa-Grande & Senzala, de Freyre, até um depoimento pessoal e evocativo de seu amigo, o presidente, João Goulart; O insíolito destes ensaios está na predominância de um clima polêmico e apaixonado em cada um deles (…) E se impregnam da ironia e da paixão, com as quais Darcy se arma para intervir na história da América Latina com seu testemunho de antropólogo, educador e romancista
Sin títuloSéculos Indígenas no Brasil: Catálogo Descritivo de Imagens" é uma obra de cultura nacional para a compreensão da majestosa árvore da formação étnica brasileira, cuja seiva a revigora na tradição milenar dos povos indígenas, palpitando em suas raízes. O livro mostra a imagem e a voz do índio brasileiro, a manifestação de seus pensadores através de conteúdo multidisciplinar profundo e didático
Sin títuloEste livro é um convite à reflexão sobre as coisas da cultura. Foi projetado para estudantes que não estão se preparando para serem cientistas sociais, mas que têm antropologia no currículo de seus cursos; É também uma excelente escolha para quem quer conhecer a antropologia como complemento à sua formação ou para decidir-se por ela; Com uma linguagem clara e uma abordagem leve, sem fazer concessões em relação à complexidade dos conteúdos abordados, Rafael José dos Santos apresenta, neste primeiro volume da série Para quem não vai ser, os principais elementos da antropologia, suas correntes e conceitos fundamentais, formando um painel que explica como essa forma de conhecimento foi se constituindo, como é capaz de se atualizar constantemente e contribuir para a compreensão das questões sociais; Temos assim um guia para quem se inicia nesse campo do conhecimento, mesmo que não vá ser antropólogo
Sin títuloO livro apresenta uma compilação da legislação indígena municipal, estadual e brasileira e um ensaio fotográfico do povo guarani (Mbyá Guarani), de autoria do fotógrafo Danilo Christids. A obra destaca também a influência dos índios na formação de Porto Alegre e adjacências. Um exemplo é o título da obra, que destaca o lago Guaíba, importante referência da Capital cujo nome tem origem indígena; A existência territorial indígena no contexto urbano de Porto Alegre e a incomprensão dos índios em relação aos limites geopolíticos impostos pela sociedade são evidenciadas na publicação. De acordo com os autores, para os índios, elementos naturais como matas, florestas e rios são reconhecidos como base simbólica de suas vidas
Sin títuloTestemunho do esforço de um povo que lutou heroicamente para sobreviver e preservar sua cultura
Sin títuloÁlvar Nuñez Cabeza de Vaca (1492-?) foi um dos mais intrépidos e incomuns conquistadores da história colonial da América. Ao naufragar na Flórida em 1527, caminhou, descalço e nu, 18 mil quilômetros até o México, onde chegou em 1537.; Em 1541, nomeado governador do Rio da Prata, Cabeza de Vaca aportou na ilha de Santa Catarina – onde viveu alguns meses – e dali partiu, também a pé, rumo a Assunção, Paraguai, onde chegou em 1542. Durante toda sua vida aventureira – na Flórida, no Texas, no México, no Brasil e no Paraguai –, lutou em favor dos povos indígenas. E pagou caro por isso: foi preso e enviado para o exílio. Em Naufrágios e comentários, Cabeza de Vaca narra suas fantásticas aventuras e desventuras bem como suas infrutíferas tentativas de impedir o genocídio perpetrado pelos brancos na América
Sin títuloVoltado sobretudo para o estudo dos assentamentos, subsistência e cultura material dos Guató, o livro utiliza e problematiza um amplo repertório de fontes históricas e etnográficas, sobretudo do século XIX
Sin títuloAlguma vez você já ouvir falar que os nossos índios faziam poesia? Pois entre outras tantas revelações surpreendentes sobre a vida, a cultura, os costumes e o sofrimento dos nossos índios, você vai descobrir, nesse livro, que eles também eram poetas, com sensibilidade para cantar o amor, a esperança e a dor, como neste poema sobre a morte de uma criancinha.; A pequena rede de Akéle está vazia. A mãe como cestinho trançado saio para o monte. Akéle está com frio mas não treme. Tem medo mas não chora. Está só mas não foge. Atrás de grande Pedra Negra desponta a lua e vê Akéle. Somente o tigre o esquenta com seu hálito. A mãe volta à cabana em silêncio. Olha a lua alta sobre o monte. A pequena rede está vazia; só um raio de lua a faz balançar.; Nossos índios sempre tiveram muitas coisas para nos ensina
Sin títuloPublicação de combate ao preconceito aos povos indígenas
Sin títuloO estudo analisa a atuação dos Guarani no “exército missioneiro” mobilizado pelas autoridades espanholas para combater “infiéis” e portugueses em diferentes situaçOes
Sin títuloCom enfoque no período de instalação das reduçOes da Província do Paraguai, entre 1610 e 1650, o autor busca mostrar que os jesuítas lançaram mão de símbolos do mundo natural, encontrando elementos que os auxiliaram na elaboração de um discurso sustentado no medo, prática usual na modernidade para processar conversOes e normatizaçOes. A partir disso, alguns missionários incluem em seus discursos uma série de símbolos exóticos, aceitando, negando ou reformulando seus significados, ofertando, assim, um pouco do que se processou para ambas as partes no contato cultural
Sin títuloTranscrição (com a ortografia atualizada) de um códice do arquivo que se refere às ações do administrador pombalino do Rio Grande José Marcelino de Figueiredo no deslocamento dos índios Guarani dos “povos” incorporados ao dominio português para a Aldeia dos Anjos. De especial interesse são as matrículas detalhadas das famílias que originaram dos povos de Santo Ângelo, São Luís, São Miguel Novo, São Lourenço, São João, São Borges, São Nicolau e São Miguel Velho