Com o apoio do IPHAN este projeto apresenta uma amostra significativa dos cantos das crianças interpretados pelos grupos de cantos e danças tradicionais Mbyá Guarani de três comunidades da grande Porto Alegre. Ele registra o resultado de um intenso trabalho coletivo e cotidiano sob a orientação dos guias musicais dos grupos. Cantando e dançando em diferentes contextos, os Mbya Guarani controem e afirmam sua identidade; comunicam-se entre si, com as divindades, com a natureza e também com a sociedade envolvente, expressando e atualizando seus valores, suas reinindicações e seu modo de ser. O nascimento de uma criança representa aprovação pelos deuses do modo de ser Mbya, e uma criança que canta fortalece a relação dos Mbya com os outros seres do cosmos
Porto Alegre
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Relatos sobre a grande aventura de uma expedição tragada pelo violento rio das Mortes
VILLAS-BOAS, ClaudioDiálogos verdadeiros do índio e o branco. Os velhos ensinam os jovens a viver o dia-a-dia na aldeia e os costumes da tribo
VILLAS-BOAS, ClaudioTestemunho do esforço de um povo que lutou heroicamente para sobreviver e preservar sua cultura
VILLAS-BOAS, ClaudioArte urbana sobre a cultura indígena do artista Xadalu
Zimovski, AdauanyA análise do impacto das concepçOes cristãs-ocidentais acerca da doença e da morte na sensibilidade indígena guarani e sua tradução, em termos de representaçOes e práticas sociais, nas reduçOes jesuítico-guaranis, circunscritas à Província Jesuítica do Paraguai, no século XVII, é o tema deste trabalho
FLECK, Eliane Cristina DeckmannDemonstra a unidade cultural Guarani num período de 1900 anos. Apresenta dados biológicos da região de Delta e arredores do Jacuí e uma interpretação agroflorestal, com abordagem na ecologia humana para subsistência da fauna e flora
NOELLI, Francisco SilvaDemonstra a unidade cultural Guarani num período de 1900 anos. Apresenta dados biológicos da região de Delta e arredores do Jacuí e uma interpretação agroflorestal, com abordagem na ecologia humana para subsistência da fauna e flora
NOELLI, Francisco SilvaDemonstra a unidade cultural Guarani num período de 1900 anos. Apresenta dados biológicos da região de Delta e arredores do Jacuí e uma interpretação agroflorestal, com abordagem na ecologia humana para subsistência da fauna e flora
NOELLI, Francisco SilvaSéculos Indígenas no Brasil: Catálogo Descritivo de Imagens" é uma obra de cultura nacional para a compreensão da majestosa árvore da formação étnica brasileira, cuja seiva a revigora na tradição milenar dos povos indígenas, palpitando em suas raízes. O livro mostra a imagem e a voz do índio brasileiro, a manifestação de seus pensadores através de conteúdo multidisciplinar profundo e didático
COE, Frank Azevedo e Ramos (org)Séculos Indígenas no Brasil: Catálogo Descritivo de Imagens" é uma obra de cultura nacional para a compreensão da majestosa árvore da formação étnica brasileira, cuja seiva a revigora na tradição milenar dos povos indígenas, palpitando em suas raízes. O livro mostra a imagem e a voz do índio brasileiro, a manifestação de seus pensadores através de conteúdo multidisciplinar profundo e didático
COE, Frank Azevedo e Ramos (org)Publicação de combate ao preconceito aos povos indígenas
Patté, Ana Roberta Uglõ [et.al.]O livro apresenta uma compilação da legislação indígena municipal, estadual e brasileira e um ensaio fotográfico do povo guarani (Mbyá Guarani), de autoria do fotógrafo Danilo Christids. A obra destaca também a influência dos índios na formação de Porto Alegre e adjacências. Um exemplo é o título da obra, que destaca o lago Guaíba, importante referência da Capital cujo nome tem origem indígena; A existência territorial indígena no contexto urbano de Porto Alegre e a incomprensão dos índios em relação aos limites geopolíticos impostos pela sociedade são evidenciadas na publicação. De acordo com os autores, para os índios, elementos naturais como matas, florestas e rios são reconhecidos como base simbólica de suas vidas
PORTO ALEGRE. Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança UrbanaPublicação que discute acerca das diferentes dimensões que caracterizam história e cultura dos povos indígenas e da prática educativa pautada na Lei 11.645 de 10 de março de 2008
Bergamaschi, Maria Aparecida (org.)Num tom trágico, conta a história da destruição dos povos Tupi da costa diante dos processos de doenças epidêmicas, escravização e confinamento em aldeias missionárias
MAESTRI FILHO, MárioTranscrição (com a ortografia atualizada) de um códice do arquivo que se refere às ações do administrador pombalino do Rio Grande José Marcelino de Figueiredo no deslocamento dos índios Guarani dos “povos” incorporados ao dominio português para a Aldeia dos Anjos. De especial interesse são as matrículas detalhadas das famílias que originaram dos povos de Santo Ângelo, São Luís, São Miguel Novo, São Lourenço, São João, São Borges, São Nicolau e São Miguel Velho
Originalmente uma tese de doutorado, o livro analisa as consequências do Tratado de Madri para a população Guarani das missões, em particular os pueblos que ficaram do lado português da fronteira demarcada
LANGER, Protasio PauloO estudo analisa a atuação dos Guarani no “exército missioneiro” mobilizado pelas autoridades espanholas para combater “infiéis” e portugueses em diferentes situaçOes
DAMIANI, Gisele Teresinha MacielÁlvar Nuñez Cabeza de Vaca (1492-?) foi um dos mais intrépidos e incomuns conquistadores da história colonial da América. Ao naufragar na Flórida em 1527, caminhou, descalço e nu, 18 mil quilômetros até o México, onde chegou em 1537.; Em 1541, nomeado governador do Rio da Prata, Cabeza de Vaca aportou na ilha de Santa Catarina – onde viveu alguns meses – e dali partiu, também a pé, rumo a Assunção, Paraguai, onde chegou em 1542. Durante toda sua vida aventureira – na Flórida, no Texas, no México, no Brasil e no Paraguai –, lutou em favor dos povos indígenas. E pagou caro por isso: foi preso e enviado para o exílio. Em Naufrágios e comentários, Cabeza de Vaca narra suas fantásticas aventuras e desventuras bem como suas infrutíferas tentativas de impedir o genocídio perpetrado pelos brancos na América
NUNEZ CABEZA DE VACA, AlvarPublicação autobiográfica sobre a vida passada como indígena
Garcia, SidneiCom enfoque no período de instalação das reduçOes da Província do Paraguai, entre 1610 e 1650, o autor busca mostrar que os jesuítas lançaram mão de símbolos do mundo natural, encontrando elementos que os auxiliaram na elaboração de um discurso sustentado no medo, prática usual na modernidade para processar conversOes e normatizaçOes. A partir disso, alguns missionários incluem em seus discursos uma série de símbolos exóticos, aceitando, negando ou reformulando seus significados, ofertando, assim, um pouco do que se processou para ambas as partes no contato cultural
BAPTISTA, Jean TEstuda as relaçOes entre sistema de parentesco Makú e a demografia de seus isolados matrimoniais
POZZOBON, Jorge A. HLivro que tem como base a dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Vale do Rio dos Sinos e é o resultado da pesquisa sobre a presença dos índios Xokleng no litoral norte do Rio Grande do Sul sob o enfoque dos conflitos interétnicos
Cunha, Lauro Pereira da