Alguma vez você já ouvir falar que os nossos índios faziam poesia? Pois entre outras tantas revelações surpreendentes sobre a vida, a cultura, os costumes e o sofrimento dos nossos índios, você vai descobrir, nesse livro, que eles também eram poetas, com sensibilidade para cantar o amor, a esperança e a dor, como neste poema sobre a morte de uma criancinha.; A pequena rede de Akéle está vazia. A mãe como cestinho trançado saio para o monte. Akéle está com frio mas não treme. Tem medo mas não chora. Está só mas não foge. Atrás de grande Pedra Negra desponta a lua e vê Akéle. Somente o tigre o esquenta com seu hálito. A mãe volta à cabana em silêncio. Olha a lua alta sobre o monte. A pequena rede está vazia; só um raio de lua a faz balançar.; Nossos índios sempre tiveram muitas coisas para nos ensina
SAMPAIO, Mário ArnaudPorto Alegre
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)GUARANI / S192c / 1997
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Item
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1997
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.85=87(=414/=45) / N393 / 1994
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Item
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1994
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(811) / B823t / 1982
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1982
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817) / V726xi / 1992
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Item
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1992
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / V726c / 1984
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Item
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1984
Parte de Bibliográfico
Diálogos verdadeiros do índio e o branco. Os velhos ensinam os jovens a viver o dia-a-dia na aldeia e os costumes da tribo
VILLAS-BOAS, Claudio