Petrópolis
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Fruto de uma minuciosa pesquisa e de uma reflexão original sobre o indigenismo, este livro apresenta um estudo denso da trajetória histórica do Serviço de Proteção aos Índios, das suas origens em 1910 à tumultuada extinção em 1967. É particularmente relevante a forma cuidadosa com a qual o autor trata os conceitos que nortearam – e norteiam, em alguma medida – a política indigenista do Estado brasileiro
LIMA, Antônio Carlos de SouzaAnalisando as relações das sociedades indígenas com o Estado brasileiro, desde o tempo da colônia até os dias atuais, o autor mostra como os índios estão crescendo numericamente nos últimos anos
GOMES, Mércio PereiraUm estudo cientifico rigoroso e uma denúncia vigorosa do drama indígena brasileiro. Escrito com base em sua experiência de dez anos de observação direta da vida indígena, metade deles vividos em aldeias da Amazônia do Brasil Central. Outras fontes desta obra são os arquivos do SPI. Reconstitui e explica a história recente dos índios do Brasil
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)Quantas casas ou ruas são necessárias para que uma cidade seja chamada de cidade? Os subúrbios cresceram a partir das cidades? Povos mais simples têm maior interesse pelo Divino? Alguém pode definir com palavras o que seja o jazz? Falar de arte em termos técnicos seria suficiente para entendê-la? As pessoas carismáticas seriam produto da psicopatologia que a desordem mundial alimenta? Insígnias, formalidades, coroas e limusines seriam uma forma de a elite justificar sua existência? Conflitos sociais, talento empresarial, desempenhos sexuais e rituais religiosos seriam jogos nos quais brincamos de ter e ser?
GEERTZ, CliffordO Processo Civilizatório ordena, analisa, interpreta e crítica uma impressionante massa de dados relativos aos últimos 10.000 anos da história humana. Seus propósito é reescrever a partir de uma perspectivas latino-americana e brasileira o esquema marxista da evolução socail
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)Reúne vários artigos do autor publicados em revistas e coletâneas, com especial enfoque sobre os povos do alto e médio Amazonas nos séculos XVI e XVII. Trabalha de maneira inovadora com problemas de demografia, organização política, atividades comerciais e messianismo. Há também uma discussão importante das fontes para a história indígena na Amazônia
PORRO, AntonioO autor alia uma extensa pesquisa documental a sua longa experiência como etnógrafo e indigenista para produzir um detalhadíssimo relato das relações entre os Tenetehara do Maranhão e os brancos, desde o contato inicial com os franceses no início do século XVII aos dias de hoje. Conforme alerta o próprio autor, o livro está escrito em vários registros distintos, passando pela teoria antropológica ("ontosistêmica"), pela história do contato, pela "economia igualitarista", pela demografia e pela filosofia. A parte sobre a história é organizada pela seqüência das principais instituições da política indigenista, com uma concentração maior no período do SPI. No mais, destacam-se a abordagem da rebelião de Alto Alegre (1901) e o capítulo sobre a demografia histórica. Presente de maneira indireta ao longo do livro, a voz dos índios aparece de maneira explícita num capítulo curto com a transcrição de alguns depoimentos
GOMES, Mércio PereiraÉ o estudo das estruturas de poder através das quais os Estados Unidos exercem sua dominação hegemônica sobre a América Latina. Ela é que permite nos impor seu projetos de exploração dos nossos recursos, estabelecer para nós o tipo e o grau de progresso que mais lhe convelha e, até mesmo, fixar o ritmo de crescimento populacional que corresponde a seus desígnios. Essa dominação é exercida no interior de cada país através da ação conjugada de grandes empresas, que se expandem às expensas de nossa substância, apoiadas por vastos sistemas de comunicação que deformam a cultura nacional e manipulam a opinião pública de acordo com seus interesses. Seus agentes locais são altos executivos empresariais e dirigentes de serviços diplomáticos que, junto a seus associados nativos, constituem uma elite dirigente invisível, situada na posição de setor predominante da classe dominante; Para realizar esta análise. Darcy Ribeiro propõe novas classificações tanto dos regimes político e das classes sociais, como das forças e movimentos insurgentes. Sua tipologia contrasta, porém, no exame de outros contextos, foi construída através da observação direta e na análise crítica da realidade latino-americana
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)Os Tupis, grande nação de índios da América do Sul e uma das principais famílias lingüística do Brasil, foi a língua geral falada até o século XIX, no litoral brasileiro e, ainda hoje, no Amazonas. O tupi-guarani constitui a maior família lingüística do Brasil, localizada em uma região que se estende além das fronteiras brasileiras. (Família lingüística do tronco Tupi).Os Tupinambás, localizados, nos primeiros tempos da Colonização, na região litorânea, constitui a nação indígena de que se tem maior informação, desde antes de sua migração. É importante, então, conhecermos alguma coisa sobre a língua indígena clássica do Brasil, que tanta influência teve na vida espiritual e cultural do País
NAVARRO, Eduardo de AlmeidaPublicação contendo matéria sobre a exposição "Mbyá Rekó, o jeito de ser Guarani" montada na Faculdade Arthur Sá Earp Neto (FMP/Fase)
Reúno, neste livro, três estudos resultantes de uma pesquisa de campo realizada há trinta anos junto aos índios Kadiwéu. Desde então, terão mudado como mudaram entre minha visita e a estadia de Claude Lévy-Strauss, uma década antes. Entretanto, quem visitar hoje suas aldeias encontrará, certamente, muito do que aqui se descreve sobre sua mitologia, sua religião e sua arte. É certo que algumas crenças, instituições e costumes pareceram degradados se não forem vistos como uma tradição atuante que sobrevive justamente porque se altera. Mas serão, também, deteriorações, porque esta tradição não se transforma conduzida por impulsos internos e preservados sua autenticidade, mas sob a pressão das terríveis compulsões que exerce sobre os Kadiwéu a expansão a sociedade nacional
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)O ensaio Indios da Amazônia, de maioria a minoria (1750-1850) cobre um período considerado "vazio" na história da Amazônia: depois das missões e antes do período da borracha
MOREIRA NETO, Carlos de Araujo (1930-2007)Pretendemos aprofundar o conhecimento de nossa terra, do nosso povo, nas suas raízes étnicas, culturais e históricas, projetando igualmente esses conhecimentos naquilo que somos hoje ou seremos no futuro. Em outras palavras: estudar a essência do nosso povo para melhor entendê-lo naquilo que ele é e ao mesmo tempo vislumbrar o caminho que vai ou deve seguir
SCHADEN, Egon (1913-1991)Esta é a primeira obra que abrange toda a história da antropologia social e cultural num só volume. O foco principal deste livro volta-se para os temas característicos da antropologia pós-I Guerra Mundial, desde o estrutural-funcionalismo, via estruturalismo, até a hermenêutica, ecologia cultural e análise do discurso
ERIKSEN, Thomas HyllandTrata-se de um texto introdutório à antropologia, extremamente atual, próprio ao mundo da globalização dos anos 90. Sua amplidão, que abrange análise das sociedades humanas desde a África Equatorial da Europa até a Oceania e América Latina, forma um roteiro muito acessível tanto para alunos e estudiosos da área e áreas afins como para o grande público
LABURTHE-TOLRA, PhilippeÉ referência para a compreensão do carnaval de modo geral e das escolas de samba em particular. Desvendando os nexos existentes entre manifestações rituais e estrutura social, ele indica um caminho que, ontem como hoje, permanece propício a explorações não reducionistas dos fatos culturais
LEOPOLDI, José Sávio