Mura
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Relatorio do inspector, referente ao anno de 1929; Legenda da foto: Lago da Josepha - Indio Mura e sua mulher de volta da pesca; Descrição da foto: Índio Mura com sua mulher voltando de pescaria fotografados por Anastácio Queiroz
Queiroz, AnastacioEstudo sobre a formação histórica da Amazônia; A história eclisiástica, no panorama social, político e geográfico do grande rio Madeira, seus afluentes e formadores na Amazônia. Vol 1
HUGO, VitorEstudo sobre a formação histórica da Amazônia. 2vol
HUGO, VitorO que mais agrada neste livro é o estilo pitoresco do autor. Feito com ironia, fina escrita, observação delicada de pintor (que Biard foi), "Dois anos no Brasil" é obra que pode ser lida com o sabor dos melhores cronistas e, sem exagero, dos bons ficcionistas. O pintor Biard esteve entre nós em meados do século XIX. Teve cargos importantes como professor honorário da Academia Imperial de Belas-Artes e foi retratista de D. Pedro II e caricaturista. A prática da caricatura e do retrato deu-lhe argúcia crítica que, levada à escritura, transformou-se em acuidade para descrever hábitos e costumes dos brasileiros daquela época. A descrição dos motivos de sua vinda e a chegada na Baía de Guanabara poderiam figurar numa antologia literária. Auguste François Biard (1798-1882) viajou pelo Rio de Janeiro, embrenhou-se pelo Espírito Santo e, principalmente, pelo Amazonas. Aí relata, numa narrativa etnográfica interessantíssima, seu encontro com os índios, a natureza, as crenças, costumes e cultura indígena e brasileira dos anos em que viveu na nossa nação.
BIARD, Auguste FrançoisDescreve e analisa o universo de representaçOes construídas em torno da guerra dos Mura, produzidas pelos agentes sociais alienígenas no processo colonizador
AMOROSO, Marta RosaSPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda: Índios da tribu Mura localizados no aldeiamento do lado do Guapenú, no rio Autaz-assú
SPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda: Grupo de índios Muras, localizados no aldeiamento do Paracuúba, no rio Autaz-assú
SPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda da foto: Posto Indígena de Capivara - Escola indígena "Basílio de Magalhães"; Descrição da foto: Índios Mura reunidos na escola indígena "Basílio de Magalhães" fotografados por Anastácio Queiroz
Queiroz, AnastacioSPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda da foto: Posto Indígena do Lago da Josefa - Escola Indígena Felipe Camarão; Descrição da foto: Índios Mura reunidos na escola indígena "Felipe Camarão" fotografados por Anastácio Queiroz
Queiroz, AnastacioRelatorio do inspector, referente ao anno de 1929; Legenda: Lago da Josepha - Festa entre os índios Mura
Relatorio do inspector, referente ao anno de 1929; Legenda: Lago da Josepha - Índia Mura de volta da roça conduzindo mandioca
Documentário sobre os índios MURA do Amazonas, localizados na margem do Rio Madeira, afluente do Rio Amazonas. Vista da Aldeia Moatinga. Existe entre os Mura um alto grau de miscigenação, e os índios com uma estatura mediana. Eles fabricam seu artesanato
SPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda: Posto Indígena de Capivara - Aldeiamento de índios da tribu Mura, localizados no posto
SPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda: Posto Indígena do Lago da Josefa - Grupo de índios Muras localizados no posto
Baseado numa rica pesquisa em arquivos portugueses e brasileiros, o livro acompanha a implantação da política pombalina nas comunidades indígenas da Amazônia, produzindo um retrato de complexas relações entre índios e as autoridades portuguesas. O texto demonstra a multiplicidade de respostas à nova situação por parte das autoridades locais, de outros agentes coloniais e, sobretudo, das próprias lideranças indígenas
DOMINGUES, ÂngelaDividido em duas partes, este livro apresenta a transcrição de documentos inéditos de grande valor para a história indígena da Amazônia. A primeira parte inclui o "Diário de Viagem ao Japurá", do engenheiro Wilckens, com minúcias sobre a expedição demarcadora de limites e suas relações com os índios da região, além de outros documentos ligados à atuação de Wilckens, com destaque para as relações com os Mura. A segunda parte traz dois textos, inéditos em português, da Viagem Filosófica de Alexandre Rodrigues Ferreira: o "Diário do Rio Branco" e o "Tratado Histórico do Rio Branco". Redigidos em 1786, os dois relatos comentam extensamente a presença e as atividades dos índios, com destaque para os circuitos de trocas, a participação militar e, sobretudo, a atuação dos principais
AMOROSO, Marta RosaAinda que não tenham sido todos escritos para um mesmo tipo de leitor —uns são dirigidos a particulares, outros ao Serviço de Proteção aos Índios e ainda alguns talvez redigidos para fins de publicação — os textos, de um estilo vivo, espontâneo, cheio da energia de um homem empenhado na defesa das sociedades que estudava; Desses relatórios, aquele cuja leitura se faz, provavelmente, com mais interesse é o referente a "Os Índios Parintintin do rio Madeira", onde Nimuendajú narra as atividades da frente de atração do SPI, dirigida por ele, que, finalmente, entrou em contato amistoso com aqueles índios. Essa atração serviu de motivo ao romance O instinto supremo, de Ferreira de Castro. O famoso autor de A selva, que trabalhara na sua juventude num seringal do rio Madeira, e que partilhara, com os patrões, gerentes e seringueiros da região, do temor e talvez do ódio aos Parintintin, ao escrever aquele romance, prometido a Rondon, baseou-se, entre outras fontes, no relatório de Nimuendajú
NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)