Munduruku
101 Descrição arquivística resultados para Munduruku
Esta etnográfica aborda as práticas cotidianas e rituais voltadas para a construção de corpos saudáveis e fortes, dispostas e cooperativas para o povo indígena Munduruku
Scopel, Raquel Paiva DiasOs mitos heróicos ocupam posição de destaque no conjunto das tradições culturais de muitas nações indígenas sul-americanas, ao exercerem a função primordial de exprimir o “valor social” da cultura do grupo e também de legitimar o padrão de comportamento tribal, os parâmetros morais e as instituições fundamentais da sociedade, além de fornecer aos membros do grupo o senso de unidade e de oposição a outros grupos. Ao lado da reflexão teórica, este estudo pioneiro detalha a análise do papel do herói-civilizador na vida religiosa e nos surtos messiânicos dos apapokúva-guarani, da presença do herói mítico entre os kaduvéo, e das relações entre a mitologia e o sistema de vida de outros povos, tais como os kaigáng, os borôro e os mundurukú
SCHADEN, Egon (1913-1991)Descreve e explica as mudanças que os Mundurucu atravessaram durante um período de três décadas (1950-1980)
BURKHALTER, Steve BrianExamina as relaçOes entre os índios Mundurucu e a sociedade brasileira durante o período dos dois últimos séculos. Descreve a conquista e a colonização que os portugueses fizeram e as relaçOes entre índios, colonizados e missionários
LEOPOLDI, José SávioLivro contendo contos representativos de diversos povos indígenas
MUNDURUKU, DanielO objetivo principal da obra é analisar o contato entre os índios Munduruku, estabelecidos na região compreendida entre os rios Madeira e Tapajós, na Amazônia, e a sociedade brasileira
LEOPOLDI, José SávioTerceiro livro da trilogia que começou com Red Gold (1978) e passou por Amazon Frontier (1987), oferecendo uma cobertura ampla da história dos índios no Brasil desde 1500. A exemplo dos volumes anteriores, o autor se vale de anos de pesquisa e apresenta uma impressionante quantidade de informações. Como sugere o título ("Morrer se preciso for"), este livro não apenas começa com a saga rondoniana como também se inspira nesta vertente do indigenismo, dando um amplo destaque para as ações de sertanistas como os irmãos Villas-Bôas e para as situações de primeiro contato com "índios isolados". Diferentemente dos livros anteriores, este mostra um aproveitamento maior da etnologia contemporânea e vê os índios mais como protagonistas do que vítimas da história
Hemming, JohnDo Mel às Cinzas, de Claude Lévi-Strauss, é o segundo volume da série Mitológicas, originalmente iniciada em 1964, que está sendo traduzida para o português pela editora – o primeiro volume foi O Cru e o Cozido. Como o próprio nome já diz, a série discorre sobre os mitos do “pensamento; selvagem”. Lévi-Strauss aqui opta por analisar os mitos dos indígenas da América levando em conta as características intrínsecas à cultura deles, não querendo transpô-las ao pensamento antropológico já determinado. Nesse volume ele caminha da cultura dos povos em direção à natureza, contrastando dois elementos: o mel e o tabaco
LÉVI-STRAUSS, ClaudeO que mais agrada neste livro é o estilo pitoresco do autor. Feito com ironia, fina escrita, observação delicada de pintor (que Biard foi), "Dois anos no Brasil" é obra que pode ser lida com o sabor dos melhores cronistas e, sem exagero, dos bons ficcionistas. O pintor Biard esteve entre nós em meados do século XIX. Teve cargos importantes como professor honorário da Academia Imperial de Belas-Artes e foi retratista de D. Pedro II e caricaturista. A prática da caricatura e do retrato deu-lhe argúcia crítica que, levada à escritura, transformou-se em acuidade para descrever hábitos e costumes dos brasileiros daquela época. A descrição dos motivos de sua vinda e a chegada na Baía de Guanabara poderiam figurar numa antologia literária. Auguste François Biard (1798-1882) viajou pelo Rio de Janeiro, embrenhou-se pelo Espírito Santo e, principalmente, pelo Amazonas. Aí relata, numa narrativa etnográfica interessantíssima, seu encontro com os índios, a natureza, as crenças, costumes e cultura indígena e brasileira dos anos em que viveu na nossa nação.
BIARD, Auguste FrançoisInformação do relatório: I.R.2 - Pará - 1942; Legenda da foto: "Grupo de Mundurucús e funcionários do S.P.I. - com as famílias. - Assinalados - 1 - Insp. Chuvas. -2 Insp. Mourão - 3 auxiliar de ensino. -"; Descrição da foto: Índios Munduruku e funcionários do Serviço de Proteção aos Índios
Informação do relatório: I.R.2 - Pará - 1942; Legenda da foto: "Tipo de india "Mundurucu" -"; Descrição da foto: Índia Munduruku
Informação do relatório: I.R.2 - Pará - 1942; Legenda da foto: "Grupo de Mundurucus junto ao mastro da bandeira nacional -"; Descrição da foto: Índios Munduruku próximos a Bandeira Nacional
Informação do relatório: I.R.2 - Pará - 1942; Legenda da foto: "Indios "Mundurucus" fabricando farinha -"; Descrição da foto: Índios Munduruku fazendo farinha
Informação do relatório: I.R.2 - Pará - 1942; Legenda da foto: "Grupo de indios "Mundurucu"."; Descrição da foto: Índios Munduruku reunidos
Textos e entrevista com Daniel Munduruku sobre educação indígena
MUNDURUKU, DanielSPI - relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 - 1928; Legenda: Grupo de índios Mundurucús no aldeiamento do logar "Laranjal - Rio Mary-Mary
SPI - relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 - 1928; Legenda: "Capitão" Galdino, Tuchaua dos indios Mundurucús do aldeiamento do "Laranjal" - Rio Mary-Mary
SPI - relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 - 1928; Legenda: India Mundurucú fazendo farinha no aldeiamento do "Laranjal" - Rio Mary-Mary
SPI - relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 - 1928; Legenda: Indios Mundurucús reunidos na Capella do aldeiamento do "Laranjal" - Rio Mary-Mary
SPI - relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 - 1928; Legenda: Escola indigena do aldeiamento dos indios Mundurucús, no logar "Laranjal" - Rio Mary-Mary
SPI - relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 - 1928; Legenda: Festa entre os índios Mundurucús no aldeiamento do logar "Laranjal" - Rio Mary-Mary
SPI - relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 - 1928; Legenda: Creança Mundurucús da Escola do aldeiamento de São José do Cipó - Rio Mary-Mary
Baseado numa rica pesquisa em arquivos portugueses e brasileiros, o livro acompanha a implantação da política pombalina nas comunidades indígenas da Amazônia, produzindo um retrato de complexas relações entre índios e as autoridades portuguesas. O texto demonstra a multiplicidade de respostas à nova situação por parte das autoridades locais, de outros agentes coloniais e, sobretudo, das próprias lideranças indígenas
DOMINGUES, ÂngelaInformação do relatório: I.R.2 - Pará - 1942; Legenda da foto: "Outra área roçada no Posto -"; Descrição da foto: Queimada na terra dos índios Munduruku
Informação do relatório: I.R.2 - Pará - 1942; Legenda da foto: "Queimada de um dos grandes roçados dos Mundurucú"; Descrição da foto: Queimada na terra dos índios Munduruku
Livro de memórias do professor Walter Andrade Parreira entre os indígenas Munduruku
Parreira, Walter AndradeA Terra Indígena Kwatá-Laranjal, localizada no Estado do Amazonas, possui extensão de 1.121.300 hectares e é habitada por aproximadamente duas mil quinhentas pessoas pertencentes às etnias Munduruku e Sateré-Mawé. Sua regularização, realizada pela Funai,
A terra Indígena Munduruku, localizada no Estado do Pará, possui uma área de 2.340.360 hectares e é o território tradicional da etnia do mesmo nome cuja a população atual é de aproximadamente oito mil pessoas distribuídas em 74 aldeias. A demarcação foi c
Coudreau foi um daqueles intrétidos viajantes do século passado que fascinam pelas descrições pormenoritizadas de um mundo que, se hoje ainda não está inteiramente conquistado, em 1896, data de sua viagem, encontrava-se então em um estágio de colonização bastante incipiente
COUDREAU, Henri AnatoleMaterial multimídia contendo Vocabulário Básico de Línguas Indígenas do Brasil que reúne informações sobre 10 povos indígenas do Brasil. Diversas informações são disponibilizadas: língua, localização, população, organização social e política, cosmologia e