Mulheres indígenas
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Em seu A CRIANÇA E A MULHER TUPINAMBÁ, o Prof. José de Ribamar Chaves Caldeira analisa antologicamente uma sociedade fundamental para a formaçào sociocultural brasileira, em especial do Maranhão: os Tupinambás. A análise da criança e da mulher Tupinambá nos possibilita uma viagem pelo universo indígena, irradiando novas possibilidades para melhor compreensão da cultura e sociedade maranhenses
CALDEIRA, José de Ribamar ChavesEstuda e analisa a cestaria dos índios Wayana Apalaí, inserida no contexto das culturas indígenas
VELTHEM, Lucia Hussak vanIconografia e simbologia dos índios Wayana (Norte do Pará). Trabalho antropológico sobre normas, comportamentos sociais e procedimentos estéticos dos Wayana
VELTHEM, Lucia Hussak vanTrata de um tema de grande relevância para o entendimento das diferentes sociedades indígenas: as configurações do feminino e do masculino no universo desses povos; Diversas comunidades étnicas brasileiras têm buscado alternativas para acompanhar as mudanças que advêm do contato com a sociedade envolvente. Nesse processo, homens e mulheres assumem novas tarefas para garantir a subsistência da aldeia, influenciando os modelos tradicionais de gênero, principalmente a divisão sexual do trabalho
Sacchi, AngelaEste trabalho tem como objetivo analisar a dinAmica da transformação da identidade em mulheres índias, no percurso da aldeia à metrópole, cinco séculos depois do descobrimento oficial o Brasil; O estudo parte dos relatos orais das trajetórias de três mulheres índias das etnias Mehinaku, Pankararu e Potiguara, que habitam espaços diferenciados - aldeia/favela/cidade - na tentativa de mostrar as formas de organização e suas experiências pessoais, seu papel na preservação de suas tradiçOes, bem como identificar os elementos que reforçam a construção da identidade; Como é ser índia no Brasil de hoje? Que papel essas mulheres exercem na transmissão dos valores tradicionais? A partir destas questOes, o estudo faz um levantamento do universo feminino indígena, junto às chamadas "índias isoladas" das etnias Korubo, Zo'é e Awá-Guajá, da AmazOnia, e às mulheres Mehinaku e Kamaiurá, que habitam o Alto Xingu; Ao enfocar aas mulheres índias, este estudo pretende contribuir para resgatar o sujeito desconhecido da história
SILVEIRA, Maria Luiza dos SantosA obra de Eliane Potiguara, "METADE CARA , METADE MÁSCARA" conta sobre o amor de um casal indígena que se separou na época da colonização brasileira, causando as maiores violências e destruições étnicas.Ao viajarem pelos cinco séculos em busca de um e outro, eles conhecem todas as Américas e suas histórias. O romance poético fala de amor, relações humanas, paz, identidade, história de vida, mulher, ancestralidade e família. O livro descreve os valores contidos pelo poder dominante e, quando resgatados, submergem o self selvagem, a força espiritual, a intuição, o Criador, o ancestral, o velho, a velha, o mais profundo sentimento de reencontro de cada um consigo mesmo, reacendendo e fortalecendo o eu de cada um, contra uma auto-estima imposta pelo consumismo, imediatismo e exclusões social e racial ao longo dos séculos. Discorre, também, sobre a luta do movimento indígena, inclusive internacional e sobre sua imigração por violência à sua cultura e suas conseqüências; fala sobre o papel fundamental da mulher indígena no contexto cultural e a sua real contribuição na sociedade brasileira. Conta as dores dessas mulheres e seus desejos mais íntimos.Nas histórias mágicas e míticas de Eliane Potiguara, o destino dos Povos Indígenas é traçado com consciência e auto-determinação, onde a ética, a força interior, a espiritualidade e valor cultural e cosmológico sobrepõem aos vícios do neocolonizador na construção do novo homem e da nova mulher, mostrando que os princípios indígenas podem contribuir para o futuro do Brasil
POTIGUARA, ElianeA obra de Eliane Potiguara, "METADE CARA , METADE MÁSCARA" conta sobre o amor de um casal indígena que se separou na época da colonização brasileira, causando as maiores violências e destruições étnicas.Ao viajarem pelos cinco séculos em busca de um e outro, eles conhecem todas as Américas e suas histórias. O romance poético fala de amor, relações humanas, paz, identidade, história de vida, mulher, ancestralidade e família. O livro descreve os valores contidos pelo poder dominante e, quando resgatados, submergem o self selvagem, a força espiritual, a intuição, o Criador, o ancestral, o velho, a velha, o mais profundo sentimento de reencontro de cada um consigo mesmo, reacendendo e fortalecendo o eu de cada um, contra uma auto-estima imposta pelo consumismo, imediatismo e exclusões social e racial ao longo dos séculos. Discorre, também, sobre a luta do movimento indígena, inclusive internacional e sobre sua imigração por violência à sua cultura e suas conseqüências; fala sobre o papel fundamental da mulher indígena no contexto cultural e a sua real contribuição na sociedade brasileira. Conta as dores dessas mulheres e seus desejos mais íntimos.Nas histórias mágicas e míticas de Eliane Potiguara, o destino dos Povos Indígenas é traçado com consciência e auto-determinação, onde a ética, a força interior, a espiritualidade e valor cultural e cosmológico sobrepõem aos vícios do neocolonizador na construção do novo homem e da nova mulher, mostrando que os princípios indígenas podem contribuir para o futuro do Brasil
POTIGUARA, ElianeApós o contato com a sociedade nacional, em 1971, os Asurini do Xingu - cuja denominação foi dada pelas frentes de atração - sofreram uma drástica baixa populacional. Contudo, o perigo eminente de sua extinção física sempre contrastou com uma extrema vitalidade cultural, manifesta na realização de extensos rituais, práticas de xamanismo e um elaborado sistema de arte gráfica
MULLER, Regina Aparecida Polo