Mitos indigenas
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O autor, que pode ser considerado um precursor do Gen. Rondon no tratamento dos índios, advoga o conhecimento e estudo de suas línguas, costumes e organização social como meio de transmitir-lhes o nosso idioma e de incorporá-los à sociedade brasileira. O livro, publicado originalmente em 1876, quando eram diminutos os contatos com a população indígena da Amazônia e do Centro-Oeste, é completado pelo curso de língua tupi ou nheengatu
MAGALHÃES, Couto de Gen.As histórias contadas pelos próprios velhos vão servir para o pessoal que virá. Esses livros são importantes para todos nós. Sabemos que essas histórias podem desaparecer se não forem registradas. Por isso, hoje em dia, é importante que as histórias sejam pesquisadas e escritas. Vão servir para os professores, para os alunos, para todos conhecerem mais sobre os Ticunas, para saberem por que somos diferentes dos brancos
FIRMINO, Lucinda SantiagoAs histórias ajudam a preservar a nossa língua. São um registro da língua. Essa é a importância das histórias gravadas e escritas na língua ticuna.; Contar histórias é uma arte. É como saber fabricar um remo, fazer uma peneira ou outra coisa. É preciso ensinar essa arte
FIRMINO, Lucinda SantiagoA partir desse trabalho teremos escritas muitas histórias até hoje contadas oralmente. Agora é um tempo novo para os Ticunas. Nós já sabemos ler e escrever, e precisamos usar também esse conhecimento para manter a nossa cultura. Esses livros serão importantes para os alunos das escolas, para suas famílias, para as gerações do futuro. Eles terão em mãos sua própria História, o saber que nossos antepassados guardaram na memória
FIRMINO, Lucinda SantiagoOs Canela do Maranhão, um grupo Timbira (Jê), conhecem dos brancos a discriminação e a violência, mas também, desde a época do SPI (Serviço de Proteção aos Índios), a ajuda humanitária. A percepção cultural desta 'ajuda aos índios' pelos Canela é o foco principal deste estudo. A pesquisa, que inclui uma análise dos mitos dos Canela, sobretudo do mito de Aukê, focaliza como esses índigenas, tanto indivíduos como grupos socio-políticos, lidam com as idéias e os objetos de ajuda humanitária. Encontra uma maneira culturalmente específica de pensar e proceder - eles apropriam-se de elementos culturais desconhecidos, mas para eles de grande utilidade, e os transformam em elementos da própria cultura. Assim, os projetos humanitários, dentro do processo de mudança cultural ou dos processos de construção de cultura, identidade étnica e etnicidade, não causam um conflito entre 'tradicionalismo' e 'modernidade'. Na sociedade canela, a interação e a comunicação intercultural no contexto dos projetos humanitários ativam processos de apropriação individual e coletiva, contribuindo à heterogeneidade e continuidade cultural dos Canela
KAPREPREK, Andreas Kowalski