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              42 Descrição arquivística resultados para Mitos

              42 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kaxinawa / L179f / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Este livro é o resultado de 15 anos de reflexão de Els Lagrou sobre sua experiência etnográfica entre os Kaxinawa do Alto Rio Purus, com os quais esteve durante os 18 meses de sua pesquisa de campo. Segundo a autora, o livro baseia-se na reelaboração de suas duas teses e dos vários artigos posteriores escritos com base nas notas de campo. Os Kaxinawa são um povo de língua pano com uma população estimada em 7 mil indivíduos, que habitam a floresta amazônica de ambos os lados da fronteira entre o leste peruano e o noroeste brasileiro, no estado do Acre, onde representam o grupo indígena mais numeroso. São também o grupo pano mais conhecido pela antropologia, existindo a seu respeito vasto material etnológico e histórico

              LAGROU, Els
              Antropologia: ciência do homem: filosofia da cultura.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / G633a / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Escrito especialmente para estudantes, professores e profissionais das ciências humanas, este livro desvenda as facetas da Antropologia - da evolução do Homo sapiens aos mistérios dos rituais e da religião. Com linguagem acessível, o autor analisa a importância da Antropologia para os dias de hoje e para o futuro, inclusive no cenário brasileiro. Mostra ainda que, mais que uma ciência da diversidade cultural, a Antropologia é uma forma de dar sentido ético ao homem.

              GOMES, Mércio Pereira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.95(81) / J95a / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico

              Este texto apresenta um panorama da história dos povos indígenas no Brasil. A autora busca mostrar a riqueza cultural das sociedades indígenas, com suas diferenças e semelhanças, seus graus de parentesco, a tradição oral e a perspectiva dos índios no início do século XXI

              JUNQUEIRA, Carmen
              Cultura
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A523 / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico
              AMODIO, Emanuele
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / D136D / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Enfocando a experiência recente dos Cinta-Larga, uma sociedade de língua tupi-mondé que habita a AmazOnia meridional, frente a significativas mudanças em função de suas relaçOes com madereiros, garimpeiros e agências governamentais e não-governamentais, o autor busca compreender os eventos das últimas duas décadas nos termos de um sistema ou modelo cultural indígena. A tese enfoca de maneira instigante a relação entre “a sucessão temporal e os espaços socialmente diferenciados em que os Cinta-Larga hoje se movimentam

              DAL POZ NETO, João
              Hatisu Nambiquara: lembranças que viraram histórias.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Nambikwara / C837h / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Pequenas histórias apresentam os mitos de criação de artefatos que estão presentes no cotidiano dos grupos indígenas que moram na Chapada dos Parecis - MT e, através destes podemos conhecer alguns dos seus modos de viver e compreender o mundo

              COSTA, Anna Maria Ribeiro Fernandes Moreira da
              Kosarene
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F0901 / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico
              MATO GROSSO. Secretaria de Educação
              Maíra: romance.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / R484m / 1978 · Item · 1978
              Parte de Bibliográfico

              Romance em que o autor tenta resgatar a cultura indígena do ponto de vista dos homens que habitam a floresta. Ilustrações de Poty dão um ritmo todo especial, além de criar um clima para a saga que o antropólogo recria. Darcy Ribeiro realizou esta obra em plena maturidade criativa. Começou a escrevê-la no exílio, através de lembranças de sua trajetória no meio dos indígenas, em companhia, inicialmente do general Cândido Rondon, depois como etnólogo, convivendo por muito tempo com várias etnias. Seu romance é narrado em quatro movimentos: Antífona, Homilia, Cânon e Corpus. Como uma espécie de celebração, os fatos vão nos permitindo descobrir a visão de mundo dos silvícolas, a importância dos mitos, o papel do homem e da mulher, a relação com a natureza, o significado das indumentárias, a força das cores e da influência dos astros no cotidiano da aldeia. Lições de convivência entre o homem e o meio ambiente

              RIBEIRO, Darcy (1922-1997)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Pirahã / G635m / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              O mundo inacabado é prioritariamente uma etnografia. Sua aborgagem às questões mais fundamentais do pensamento pirahã sobre o mundo parte dos próprios conceitos e categorias deste povo amazônico; Procura novos caminhos para interpretar um material que, por diverso e diversidade em virtude de o diverso propor sempre novas questões para se pensarem os conceitos gerais e teóricos que orientam o debate antropológico; Ao tratar a ação como conceito que engloba tanto predação quanto produção, este livro é antes de tudo uma tentativa de síntese entre o que é, usualmente, considerado antiético e excludente: destruição/criação, exterior/interior, violência/pacificidade; Além de ser uma contribuição à etnologia amazônica, O mundo inacabado trata de questões centrais da antropologia, como a teoria da ação, a noção de corpolidade, a problemática relação entre natureza e cultura e a construção dos sistemas classificatórios

              GONÇALVES, Marco Antonio
              Rituais ontem e hoje
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392 / P425r / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              O que a marcha do MST, peregrinações religiosas, o carnaval e trocas cerimoniais como o kula da Melanésia têm em comum? O conceito antropológico de ritual une essas e várias outras manifestações culturais. Esse volume analisa o desenvolvimento dessa idéia, derrubando preconceitos e mostrando como ela pode ser reapropriada inclusive para o exame de eventos do cotidiano

              PEIRANO, Mariza
              Um peixe olhou para mim:: o povo Yudjá é a perspectiva.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(817.2)(=87) / L711p / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Um peixe olhou para mim é o resultado de uma pesquisa de campo de 26 meses entre os Yudjá, um povo tupi de navegadores e produtoras de bebidas fermentadas das ilhas do rio Xingu, que vive atualmente no Parque Indígena do Xingu; Resultado, também, de uma reflexão efetuada ao longo dos últimos vinte anos, este livro restitui as ligações que o cauim apresenta com deferentes aspectos da vida social Yudjá, oferecendo ao mesmo tempo uma analisa de um sistema sociocosmológico e um mapa condição humana; Como pensar relações entre perspectivas sem efetuar uma conceitualização hierárquica? Como criar todos que não sejam englobamentos? Daria para imaginar uma lógica entre perspectivas que tivesse mais afinidades com um jogo entre o dentro e o fora, do que entre partes e todos? Tais questões, diretamente enfrentadas pela autora, deixam implícita uma outra: existe uma diferença entre comer gente e beber cauim? Quem asseguraria que não comer gente é uma indicação suficiente de que não se é canibal?

              LIMA, Tania Stolze