Migração

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              Entrevista com Benito Teteye
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20171217_ML · Item · 2017
              Parte de Arquivístico

              Benito Teteye em entrevista em sua maloca.

              Maria Luísa Lucas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39 / R672f / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              A relação entre as categorias "etnia", "região" e "nação" tem se mostrado essencial desde a era da formação dos Estados nacionais. Essa relação aponta para realidades outras como a de identidade e a de contextos espaciais e/ou fronteiriços. Nessa perspectiva que implica multiplicidades diversas é que se insere a coletânea intitulada Fronteiras e Espaços Interculturais. Essa obra surge de criteriosa seleção e organização de textos feita pelos autores, que inclui resultados parciais de pesquisas produzidas no âmbito do Projeto Etnicidade, Região e Nação

              ROCHA, Leandro Mendes
              Metade cara, metade máscara
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / P863m / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              A obra de Eliane Potiguara, "METADE CARA , METADE MÁSCARA" conta sobre o amor de um casal indígena que se separou na época da colonização brasileira, causando as maiores violências e destruições étnicas.Ao viajarem pelos cinco séculos em busca de um e outro, eles conhecem todas as Américas e suas histórias. O romance poético fala de amor, relações humanas, paz, identidade, história de vida, mulher, ancestralidade e família. O livro descreve os valores contidos pelo poder dominante e, quando resgatados, submergem o self selvagem, a força espiritual, a intuição, o Criador, o ancestral, o velho, a velha, o mais profundo sentimento de reencontro de cada um consigo mesmo, reacendendo e fortalecendo o eu de cada um, contra uma auto-estima imposta pelo consumismo, imediatismo e exclusões social e racial ao longo dos séculos. Discorre, também, sobre a luta do movimento indígena, inclusive internacional e sobre sua imigração por violência à sua cultura e suas conseqüências; fala sobre o papel fundamental da mulher indígena no contexto cultural e a sua real contribuição na sociedade brasileira. Conta as dores dessas mulheres e seus desejos mais íntimos.Nas histórias mágicas e míticas de Eliane Potiguara, o destino dos Povos Indígenas é traçado com consciência e auto-determinação, onde a ética, a força interior, a espiritualidade e valor cultural e cosmológico sobrepõem aos vícios do neocolonizador na construção do novo homem e da nova mulher, mostrando que os princípios indígenas podem contribuir para o futuro do Brasil

              POTIGUARA, Eliane
              Metade cara, metade máscara
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / P863m / 2018 · Item · 2018
              Parte de Bibliográfico

              A obra de Eliane Potiguara, "METADE CARA , METADE MÁSCARA" conta sobre o amor de um casal indígena que se separou na época da colonização brasileira, causando as maiores violências e destruições étnicas.Ao viajarem pelos cinco séculos em busca de um e outro, eles conhecem todas as Américas e suas histórias. O romance poético fala de amor, relações humanas, paz, identidade, história de vida, mulher, ancestralidade e família. O livro descreve os valores contidos pelo poder dominante e, quando resgatados, submergem o self selvagem, a força espiritual, a intuição, o Criador, o ancestral, o velho, a velha, o mais profundo sentimento de reencontro de cada um consigo mesmo, reacendendo e fortalecendo o eu de cada um, contra uma auto-estima imposta pelo consumismo, imediatismo e exclusões social e racial ao longo dos séculos. Discorre, também, sobre a luta do movimento indígena, inclusive internacional e sobre sua imigração por violência à sua cultura e suas conseqüências; fala sobre o papel fundamental da mulher indígena no contexto cultural e a sua real contribuição na sociedade brasileira. Conta as dores dessas mulheres e seus desejos mais íntimos.Nas histórias mágicas e míticas de Eliane Potiguara, o destino dos Povos Indígenas é traçado com consciência e auto-determinação, onde a ética, a força interior, a espiritualidade e valor cultural e cosmológico sobrepõem aos vícios do neocolonizador na construção do novo homem e da nova mulher, mostrando que os princípios indígenas podem contribuir para o futuro do Brasil

              POTIGUARA, Eliane
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-711:325 / M296p / 1978 · Item · 1978
              Parte de Bibliográfico

              Jacob Maos disserta sobre a colonização de terras, onde “a reparação arbitrária do racional relativo à organização espacial da colonização de terras e seu subseqüente componente econômico têm a atenção dos planejadores do potencial inerte aos padrões espaciais e sociais da colonização rural” e sua “meta geral é a de valorizar a situação nas regiões deprimidas; desvendar as pressões migratórias sobre os centros urbanos e acelerar a transição da agricultura tradicional para a agricultura moderna”. Estabelece um esboço conceitual que pressupõe: atividade agricultura ou sócio-econômica; incorporar meios funcionais; problematizar as adaptações culturais e sociais; não se prender as complexidades da colonização tradicional; a produtividades nas áreas adicionais; mais áreas para cultivo; direcionar o ciclo migratório para áreas que não os centros urbanos super-povoados; novos recursos e forma de crescimento no meio rural; Enfim, trata das escalas, a moradia, a vila e o grupo inter-vila. Apropriadas pelos camponeses num nível de cooperação, podendo gerar crescimento econômico. Para isso seus objetivos são: 1) maximizar o número de famílias; 2) maximizar o emprego; 3) recreação e serviços; 4) ambiente social propício. A fazenda familiar, a comunidade e a região de colônias rurais, serão mecanismos de fortalecer os sujeitos em processos de: a) subsistência; b) subsistência e produção; c) especialização. De forma a valorizar os aspectos físicos, humanos e institucionais; O autor, ao falar das experiências recentes, afirma que a colonização Européia é o modelo mundial rural. Logo, “o funcionamento e a evolução dos vários padrões de colonização podem ser melhor compreendidos pelo exame das mudanças espaciais ocorridas no passado”; O caso de Israel – desenvolvimento rural integrado – é a síntese da experiência européia, dentro de um contexto geográfico, que gerou novos padrões de colonização: a) O mais antigo modelo de colonização densa e planejada (transplantada da Europa), onde a terra é distribuída aos colonos com os títulos de posse (fazendas grandes); b) Cooperativa de pequenos proprietários cada fazendeiro trabalha em sua própria parcela de terra e vive em sua sede; c) Sociedade coletiva e ideológica, onde a propriedade é dos próprios operários, que residem no seu centro, onde o lote é agregado a casa; Na Itália, segundo o autor, o modelo de colonização é disperso, onde as desapropriações de latifúndios e loteamentos geraram o isolamento social das famílias agrícolas. Na Espanha “a ineficiência do minifúndio nortista e o desemprego crônico nas regiões de latifúndio têm causado baixos padrões de vida e pobreza, proporcionando o êxodo do setor mais jovem e mais dinâmico da população rural”. Mesmo assim existe um sistema de cooperação; Por fim, é bom frisar, que no modelo de Israel a vila é parte de um grande sistema que permite expansão das atividades econômicas para além dos limites da própria vila, criando um modelo dinâmico, flexível, num estágio crescente de crescimento; Na América Latina as características que são apontadas como: a ausência de avaliação da colonização de terras, problemas estruturais de serviços, padrões dispersos de concentração, o paternalismo dos esquemas de colonização, latifúndio, tendências os padrões agrícolas coletivos. Para organização espacial dos serviços rurais, Jacob, fala da necessidade de hierarquias, que estabeleçam áreas comunitárias, produtivas, Edu-cacionais e comercias, criando justaposições de sistemas rural e urbano; Por fim, apresenta um modelo de colonização, estabelecendo critérios: minimi-zando distancias para o trabalho, custos de infra-estruturas, culturas, iniciativa individual e da família, pátio agrícola e flexibilidade de mudanças futuras na terra

              MAOS, Jacob O
              Seu “Preto” e familiares em Uarini
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20171116_JC-ML · Item · 2017
              Parte de Arquivístico

              Seu “Preto” e familiares em Uarini quando da entrevista com Paixão, Laura e Preto Miranha.

              José Cândido Ferreira