Criança Umutina com colar, brinco, pintura corporal e estojo peniano
SCHULTZ, HaraldMato Grosso
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Criança Umutina com colar, brinco, pintura corporal e estojo peniano
SCHULTZ, HaraldCriança Umutina com colar, brinco, pintura corporal e estojo peniano
SCHULTZ, HaraldCriança Umutina com colar, brinco, pintura corporal e estojo peniano
SCHULTZ, HaraldCriança Umutina chamada Haxipá Curicá com aproximadamente 12 anos de idade
SCHULTZ, HaraldCriança Umutina chamada Haxipá Curicá com aproximadamente 12 anos de idade
SCHULTZ, HaraldCriança Umutina com colar, brinco, pintura corporal e estojo peniano
SCHULTZ, HaraldCriança Umutina com colar, brinco, pintura corporal e estojo peniano
SCHULTZ, HaraldDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
FOERTHMANN, HeinzDocumentário sobre os índios Mehináku que vivem no Parque Nacional do Xingu. Narrador comenta os rituais, crenças e hábitos da vida indígena. Utilização do pequi, rituais xamânicos, preparação dos alimentos, dança, música, produção de artefatos etc. Algun
PASINI, CarlosDocumentário que registra aspectos da vida cotidiana e dos rituais dos índios Mehináku, do Parque Indígena do Xingu. Pesca, pintura corporal, a luta huka-huka e o ritual Quarup. Os índios usam máscaras e tocam flautas
ISY-SCHWARTZ, MarcelDocumentário sobre as expedições do S.P.I., entre as comunidades indígenas localizadas às margens do Rio Xingu. As cenas mostram o cotidiano das aldeias dos índios Kamayurá e Mehinaku
VELLOZO, Nilo OliveiraCortando cabelo de índio Mehináku como a fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzLavando o cabelo de índio Mehináku como a fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzÍndias Mehináku na fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzÍndias Mehináku na fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzÍndias Mehináku na fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzCortando cabelo de índio Mehináku como a fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzÍndia Mehináku na fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzCortando cabelo de índio Mehináku como a fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzLavando o cabelo de índia Mehináku como a fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzLavando o cabelo de índia Mehináku como a fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzLavando o cabelo de índia Mehináku como a fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzÍndias Mehináku na fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzCortando cabelo de índio Mehináku como a fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, Heinzíndios Mehináku reunidos como a fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzÍndias Mehináku na fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzÍndias Mehináku na fase final do funeral do Capitão Maiuca, dando fim ao luto
FOERTHMANN, HeinzÍndia Umutina chamada Noáreta com aproximadamente 15 anos de idade
SCHULTZ, HaraldÍndia Umutina chamada Noáreta com aproximadamente 15 anos de idade
SCHULTZ, HaraldÍndia Umutina com adornos, brincos de pena e pintura corporal
SCHULTZ, HaraldÍndia Umutina com adornos, brincos de pena e pintura corporal
SCHULTZ, HaraldÍndia Umutina com adornos, brincos de pena e pintura corporal
SCHULTZ, HaraldÍndia Umutina com adornos, brincos de pena e pintura corporal
SCHULTZ, HaraldÍndia Umutina chamada Noáreta com sua sobrinha Cocolotó Curicá
SCHULTZ, HaraldÍndia Umutina chamada Noáreta com sua sobrinha Cocolotó Curicá
SCHULTZ, HaraldÍndio Anahuquá encontrado na margem do rio
FOERTHMANN, HeinzÍndio Anahuquá encontrado na margem do rio
FOERTHMANN, HeinzÍndio Umutina chamado Atucaré pintando seu corpo com tinta de jenipapo
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Atucaré pintando seu corpo com tinta de jenipapo
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina fazendo pintura corporal em sua mulher
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Mitoponepa pintando com tinta de jenipapo sua mulher chamada Uarepatá
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Mitoponepa pintando com tinta de jenipapo sua mulher chamada Uarepatá
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Mitoponepa pintando com tinta de jenipapo sua mulher chamada Uarepatá
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Mitoponepa pintando com tinta de jenipapo sua mulher chamada Uarepatá
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Mitoponepa pintando com tinta de jenipapo sua mulher chamada Uarepatá
SCHULTZ, HaraldÍndio Umutina chamado Mitoponepa pintando com tinta de jenipapo sua mulher chamada Uarepatá
SCHULTZ, HaraldÍndios Kuikuru com os corpos pintados para a festa
FOERTHMANN, HeinzÍndios Kuikuru com os corpos pintados para a festa
FOERTHMANN, HeinzÍndios Kuikuru com os corpos pintados para a festa
FOERTHMANN, HeinzÍndios Kuikuru com os corpos pintados para a festa
FOERTHMANN, HeinzÍndios Kuikuru com os corpos pintados para a festa
FOERTHMANN, HeinzÍndios Kuikuru com os corpos pintados para a festa
FOERTHMANN, HeinzÍndios Kuikuru com os corpos pintados para a festa
FOERTHMANN, HeinzRegistro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
REIS, Luiz Thomaz