Cerâmica dos índios Umutina
UntitledMato Grosso
23 Archival description results for Mato Grosso
Índios Umutina sentados numa casa indígena onde fazem a comida e tendo vários utensílios domésticos como panelas de cerâmica e cestos
Untitled“Kuricupu – panela de barro cozido, apresentando nas partes externa e interna manchas escuras que provavelmente foram ocasionadas pela proximidade destas partes ao fogo. Na borda 2 faixas de ornamentações em forma de ½ lua. Feita por índios Umutina civili
UntitledAdolescente Umutina chamada Noaretá preparando bebida de milho verde para o ritual de culto aos mortos
Untitled“Kuricupu – panela de barro cozido, apresentando nas partes externa e interna manchas escuras que provavelmente foram ocasionadas pela proximidade destas partes ao fogo. Na borda 2 faixas de ornamentações em forma de ½ lua. Feita por índios Umutina civili
Untitled“Kuricupu-Curicá”. Panela de barro apresentando a borda recortada
UntitledPanelas de barro fabricadas por índios Waurá especialistas em cerâmica
UntitledÍndia Mehináku torrando beijú em cima de um prato de barro
UntitledPanela de barro fabricadas por índios Waurá especialistas em cerâmica
UntitledPanelas de barro fabricadas por índios Waurá especialistas em cerâmica
UntitledCerâmica dos índios Umutina
UntitledCerâmica dos índios Umutina
UntitledAdolescente Umutina chamada Noaretá preparando bebida de milho verde para o ritual de culto aos mortos
Untitled“Kuricupu – panela de barro cozido, apresentando nas partes externa e interna manchas escuras que provavelmente foram ocasionadas pela proximidade destas partes ao fogo. Na borda 2 faixas de ornamentações em forma de ½ lua. Feita por índios Umutina civili
Untitled“Kuricupu-Curicá”. Panela de barro apresentando a borda recortada
UntitledLegenda da foto: Rondon tomando nota sobre a etnografia enquanto os Índios Kepkiriwát ouviam músicas do gramofone levado pela comissão. Ao lado do grupo vemos dois vasos de cerâmica feitos pelos Índios Kepkiriwát
UntitledCasal Umutina sentados numa esteira no chão. Existem alguns utensílios domésticos como uma panela de cerâmica
UntitledCasal Umutina sentados numa esteira no chão. Existem alguns utensílios domésticos como uma panela de cerâmica
UntitledÍndios Umutina sentados numa casa indígena onde fazem a comida e tendo vários utensílios domésticos como panelas de cerâmica e cestos
Untitled“Kuricupu-Curicá”. Panela de barro apresentando a borda recortada
UntitledÍndia Mehináku socando polvilho para fazer beijú
UntitledÍndia Mehináku socando polvilho para fazer beijú
UntitledRegistro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
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