Índia Paresi de aproximadamente 35 anos com criança no colo
UntitledMato Grosso
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Índia Paresi de aproximadamente 35 anos com criança no colo
UntitledCasal indígena Alice Paresi e índio Umutina chamado Bacalana com seu filho
UntitledNúcleo fundado pela comissão em Utiariti para assistência aos índios Paresi. Crianças Paresi em forma, entre os professores Rubens Velloso Higginis e Olga Higginis
UntitledÍndio Paresi conhecido como Major Libanio
UntitledMadrugada. Morte da onça pintada
UntitledMeia-noite. Primeira flauta, experimentando taquaras, fez zero, pedindo para ararinha e passarinho tocar, experimentar a flauta
UntitledMadrugada. Kamaywhalo (senhora) tinha criado uma arara vermelha no pé da justa-conteira
UntitledReza de Enore. Reza completa tem quatro partes: utyahaliti (espiritual), Enore, kore e Toloa. Essa só a parte de Enore
UntitledCanto de zolane meia noite. Formiguinha puxando ripa pra casa, Amolyahare, do outro lado do rio. Saracura colocou palha na casa. Morcego também. Terminaram a casa
UntitledMenina Taehirose, Zorezolose, chegando, bebendo chicha
UntitledZolane madrugada. Koyhalawa (pai do mato) em cima do pau, tirou fruta, jogou pra menina que tinha ido a roça apanhar mandioca. Marido Koymenare tinha ido caçar peixe. Pai do mato comeu a menina até o pescoço, ficou só a cabeça pra fora. Cabeça saiu rolando
UntitledOferecimento antes da entrada de zolane, oferecimento a Wakomone
UntitledZolane entrada, oferecimento de chicha, Zalakakwa, quarto canto
UntitledZolane meia-noite, kamayhie, cipume, waxinakolanero
UntitledZolane madrugada, toakayhore (folha=toakahanã)
UntitledZolane madrugada, zolane pedindo pra sair da casa. Pescaria. Sogra pedindo, chegando a hora. Zonoidy (gaviãozinho)
UntitledSaída de zolane, saída de zolane da casa. Amanhecendo, meninada acordando, indo banhar no rio, finalização de zolane.
UntitledTahihidyo (flauta ualalo de Marinho)
UntitledIyamaka no começo da festa chegando no terreiro. Alyauhete, Zomoyhete, embaixo da figueira. Andorinhas rodeando, cocar balançando
UntitledBicho chegando, filho do veado
UntitledKaymare, oferecendo peixe
UntitledZalukaweyrore bateu com borduna, raio, quebrou a trava das sereias
UntitledMulher Zaulowekolo
UntitledMulher Makwanero
UntitledCanto de amore
UntitledAconselhamento ritual
UntitledCanto de zeratyalo
UntitledCanto de zolane
UntitledCanto de zolane
UntitledCanto de iyamaka
UntitledWazare historia ponte de pedra
UntitledZolykixiho, irmão mais novo tendo relação com a própria irmã. Queriam mata-los. Fugiram. “quem esta fazendo o cesto bonito pendurado?”. Pode entrar. Entraram. Pegou fogo porque tinham pecado. Escaparam do fogo e seguiram. Viram passarinho, flechou ele, mas errou, flecha caiu em cima da cobra. Guri foi atrás da flecha, gritou, jogaram ele para cobra comer. Correu, cansou. Deixou o outro irmão, cobriu, pediu pra queimar que ira virar milho. Correu, encontrou o avô, mudou de aldeia, queimou o irmão. Criou milho do dente, cara do saco, amendoim da unha, urucum do sangue, cebola do olho, cabaça da cabeça, cana dos braços. Ossada criou todas as plantas. Kolayberone (irmão mais velho). Mazerohoko (avó do menino que virou milho)
UntitledEntrada de zolane. Um velho, entrando na casa da velha, sem pedir licença, com uma flautinha. Avó (Alaulydio)
UntitledIyamaka dos antigos. Velho cego, mulher dele chamada Mazero. Comeram a anta dele, ficou bravo, fechou a casa, mulherada passou frio
UntitledCanto da formiga, zokozoko
UntitledMadrugada
UntitledCanto de xihali
UntitledCanto de zolane. Halo-halo, viram a arvore, pessoal chorando
UntitledCanto de imokolo, Matinhaye engulido por Zoloizokemae
UntitledCanto de entrada de zolane na casa. Iyanakakware
UntitledFilme produzido no âmbito do Projeto de Documentação da Cultura Haliti-Paresi
UntitledAprendeu com João Batista Zoloizomae
UntitledLegenda da foto: Os Paresi recebem com alegria os presentes dados por Rondon
UntitledLegenda da foto: Depois que os integrantes da comissão distribuiram as roupas aos índios Paresi, a aldeia parecia uma cidade
UntitledLegenda da foto: Índia Kozarini, do grupo Paresi
UntitledLegenda da foto: Índios "Parecis uaimarês", hoje denominados Paresi, visitam o acampamento da construção da linha tlegráfica da cabeceira dos Veados
UntitledCasal indígena Alice Paresi e índio Umutina chamado Bacalana com seu filho
UntitledÍndia Paresi de aproximadamente 35 anos com criança no colo
UntitledÍndia Paresi de aproximadamente 35 anos com criança no colo
UntitledÍndia Paresi de aproximadamente 35 anos com criança no colo
UntitledÍndia Paresi de aproximadamente 35 anos com criança no colo
UntitledLegenda da foto: Índio Paresi Toloiry que serviu de guia da comissão Rondon
UntitledLegenda da foto: Rondon dando presentes aos índios Paresi
UntitledLegenda da foto: Aldeia dos índios Paresi de Lagoinha, todos vestidos com roupas dadas pela comissão
UntitledÍndios Paresi em embarcação no rio Papagaio registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
UntitledVista do Núcleo fundado pela comissão em Utiariti para assistência aos índios Paresi. Escola Paresi e banda de música
UntitledNúcleo fundado pela comissão em Utiariti para assistência aos índios Paresi. Crianças Paresi em aula de música com o professor Hermogenes Corrêa
UntitledÍndia Paresi, aluna do núcleo de Utiariti
UntitledÍndia Paresi, aluna do núcleo de Utiariti
UntitledReza de waloko. Reza quando banha com waloko (espuma) durante a festa
UntitledCanto de chegada de txeyru no terreiro. Roubo das flautas de Kaymare
UntitledCanto de amore meia noite (maior flauta, grande). Neta viu justa-conta (árvore) do vô dela, brilhando. Kyzokare (avô) e Tomayero (menina)
UntitledChegada no terreiro. Flauta de Kalaytewe ta chegando, bebedor de chicha de fruta
UntitledMesma música de txeyru cantada no ritmo de ualalosé
UntitledCanto de ualalosé meia noite. Whazaka (passarinho pescador, martim-pescador). Wazare queria tomar o bico de Whazaka, ele não quis dar
UntitledReza de zeratyalo. Como surgiu o algodão (enfeites da flauta), pena de arara vermelha, cascavel, surucucu são cuidadores da flauta
UntitledReza de zero. Nare saindo com flauta zero, dançando, cantando bem bonito. Wazare ficou triste, não saiu tão animado
UntitledCanto de amore. Pessoal chegando das aldeias Mataloza, Kotyaza, Alohete
UntitledReza de oferecimento para amore. Oferecendo beiju, chicha, tatu, para amore e teixykhare. Pra ser dono tem que cuidar bem, a família toda
UntitledCanto de zolane meia noite. Takazaurero tinha um filho, Zozomakwane (bebê), mãe acanhou leite materno, por isso bebe criou asas e saiu voando
UntitledZolane madrugada. Ema andando na beira do rio e sucuri sondando. Correu, escutando assobio da sucuri. Ganharam flecha dele
UntitledZolane entrada, gafanhoto, terceiro canto
UntitledZolane meia-noite, sequencia da história de Xinikalore, Waidiatyare
UntitledZolane madrugada, canto do modo que os velhos cantaram, aprendeu com Joãozinho sogro de antonio. Haliti wayese. Caçando pra festa, recebem as pessoas. Comeram sem oferecer, yakane subiu e comeu a todos
UntitledZolane madrugada, Kazaulonehena, Mayzolo e Zamore (morros sagrados, lugares sagrados de onde chamam para curar)
UntitledXihali. Amorekokoytoli. Gaviãozinho vindo pra pegar pintura, desenho. Kokoy
UntitledChegada de iyamaka para tomar chicha no terreiro. Onekinwhaeta. Debaixo do rio, vem vindo, tomando chicha de abacaxi e não fica embriagado
UntitledWakomone descendo com pozinho (xirixiriroré, faquerero, olokomayho) da pedra de quando rachou pedra com o raio, respeitar a festa para tomar chicha debaixo da figueira
UntitledIyamaka madrugada. Enokwa (céu). Zokowikwa, Halatakwa weteko (aldeia de Enore)
UntitledDos antigos. Alaulydio
UntitledKolayberone, Matayahore
UntitledCanto de zolane
UntitledCanto de zolane
UntitledCanto de iyamaka
UntitledCanto historia de Wazare amanhecendo
UntitledZozolokero (mãe). Bebê ficou sem espírito. Enore colocou o espírito e criou ele de novo. Enore diz que ele só vai sobreviver junto com ele. Mãe só fica fazendo chicha e oferecendo
UntitledEnoharese pintando borduna debaixo da figueira. Duas meninas vem vindo fugindo da mãe da água. Makalikwalo e Makuyalo (nome das meninas). Colocou elas como um esteio, no alto, Enoharese cuidando embaixo. Mae dagua (Himesezaulohare) vem vindo atrás. Bateu borduna na agua e matou ela. Meninas pediram pra ficar com ele, que salvou elas. Ele aceitou, mas condição de ficar fazendo chicha e oferecendo porque salvou a vida delas. Foram morar com Enore
UntitledCanto de saída de zolane do jeito que os antigos cantavam . Meu pai, meu tio, meu avô já dormiram. Estou com sono, vamos dormir
UntitledXinikalore. História da onça. Irmãos viviam com a avó. Decidiram vingar a morte dos pais que a onça e o gavião tinham comido. Velha era cega. Alama, costela grudada no jatobá. Sangue da onça, queimaram a casa, criou os Nambikwara e os negros. Toakayhore, subiram no carretel flechando a figueira
UntitledEheroware, dono dos desenhos. Netos azedaram peixe e pediram para ele descer do céu e ensinar os desenhos. Comer na vasilha para não esquecer os desenhos. Kamayhie só que aprendeu pois comeu na vasilha. História de tohidy e abali
UntitledToakayhore (1º vivente). Toaka (folha). O cunhado, Eheroware, perguntou sobre o espírito que manda
UntitledZalatoré. Pessoas invadindo, levou miçangas, pode passar. Koxikwahete, Marikwahete (aldeias). Zalatoré escapou da guerra, trocaram mulher para acabar com a guerra
UntitledIyamaka dos antigos. Zoymanare. Flauta de pedra, mulher podia ver, era igual brinquedo
UntitledCanto de tiyrama, Korekwahete, Morekwahete
UntitledCanto de amore. Arara ajuntando terra pra marcar território, fazendo um morro. Halawa, kalo (arara vermelha)
UntitledChegada dos festeiros (manati), pedindo respeito, convidando, recebendo, dando conselho. Harekahare vai fazer o convite nas outras aldeias. Conversa entre dono de festa e festeiros é cantada, musicada, ritmada
UntitledCanto de zolane amanhecendo
UntitledFilme sobre a história e produção da cestaria tradicional produzido no âmbito do Projeto de Documentação da Cultura Haliti-Paresi
UntitledDepoimentos de mestres Haliti-Paresi sobre o registro das artes verbais
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