Dança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
UntitledMato Grosso
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Dança durante o funeral realizada pelos índios Kuikuru. Com esta dança os índios acreditam ser recebidos no céu
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledLuta esportiva chamada Huka-Huka realizada pelos índios Kuikuru
UntitledÍndios Kuikuru esperando a sua vez de lutar no Huka-Huka
UntitledÍndias Kuikuru agrupando-se para a dança Maricumé
UntitledÍndias Kuikuru agrupando-se para a dança Maricumé
UntitledDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
UntitledDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
UntitledDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
UntitledDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
UntitledDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
UntitledDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
UntitledDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
UntitledDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
UntitledDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
UntitledDança de índias Kuikuru chamada Maricumé
UntitledLagoa próxima a aldeia dos índios Kuikuru
UntitledDistribuição de brindes aos índios Kuikuro pela equipe do Serviço de Proteção aos Índios
UntitledA expedição, chefiada por Nilo Vellozo, se preparando para descer o rio Curisevo em suas canoas
UntitledA expedição, chefiada por Nilo Vellozo, se preparando para descer o rio Curisevo em suas canoas
UntitledA expedição, chefiada por Nilo Vellozo, começa a descer o rio Curisevo
UntitledA expedição encontra obstáculos como troncos de árvores caídos no meio do rio, dificultando a passagem das canoas
UntitledImagem do rio Curisevo
UntitledAspecto do rio Curisevo fechado por galhos e paus
UntitledAspecto do rio Curisevo fechado por galhos e paus
UntitledIntegrantes da expedição abrindo caminho no rio para a passagem das canoas
UntitledIntegrantes da expedição abrindo caminho no rio para a passagem das canoas
UntitledIntegrantes da expedição abrindo caminho no rio para a passagem das canoas
UntitledBorboletas sob uma praia do rio
UntitledNo terceiro dia de viagem – aspecto típico do rio Curisevo com galhos no leito – praias de areia formada pelas enchentes, tendo um jatobá sobressaindo da mata
UntitledNo terceiro dia de viagem – aspecto típico do rio Curisevo com galhos no leito – praias de areia formada pelas enchentes, tendo um jatobá sobressaindo da mata
UntitledO leito do rio mais baixo – terceiro dia de viagem
UntitledÍndios Bakairi, do Posto Indígena de Atração Simões Lopes, colocados à disposição da equipe pela Inspetoria de Cuiabá, abrem passagem para canoas
UntitledÍndios Bakairi, do Posto Indígena de Atração Simões Lopes, colocados à disposição da equipe pela Inspetoria de Cuiabá, abrem passagem para canoas
UntitledHomens navegando pelo rio Curisevo
UntitledÍndio Bakairi cortando o obstáculo a machado
UntitledÍndio Bakairi cortando o obstáculo a machado
UntitledTrabalhadores contratados e índios Bakairi abrindo passagem com machado e enxada
UntitledTrabalhadores contratados e índios Bakairi abrindo passagem com machado e enxada
UntitledTrabalhadores contratados e índios Bakairi abrindo passagem com machado e enxada
UntitledQuarto dia de viagem, beirando a margem em canoas
UntitledPequena corredeira típica do curso superior do rio Curisevo
UntitledPequena corredeira típica do curso superior do rio Curisevo
UntitledPequena corredeira típica do curso superior do rio Curisevo
UntitledNo quarto dia de viagem, o batelão grande atravessa uma das pequenas corredeiras
UntitledArrastando as canoas por um trecho raso, com cerca de 500 metros de comprimento
UntitledBatelão passando por baixo do tronco de jatobá caído no rio Curisevo
UntitledBatelão passando por baixo do tronco de jatobá caído no rio Curisevo
UntitledManhã do quinto dia de viagem num trecho desimpedido do rio
UntitledJoão Veríssimo segurando uma pedra em forma de anel que foi achado na areia entre o cascalho
UntitledTrecho do rio Curisevo impedido de passar por galhos e troncos
UntitledRio Curisevo no quinto dia de viagem
UntitledEquipe descendo numa praia do rio Curisevo
UntitledCurva do rio Curisevo com amontoado de galhos e troncos formados pela enchente
UntitledCurva do rio Curisevo com amontoado de galhos e troncos formados pela enchente
UntitledJoão Veríssimo no sexto dia de viagem com sua caça, um pavão
UntitledJoão Veríssimo no sexto dia de viagem com sua caça, um pavão
UntitledFormação de pedras num trecho de alguns quilômetros antes da barra do rio Piranha
UntitledFormação de pedras no leito do rio Curisevo no sexto dia de viagem
UntitledEquipe da Seção de Estudos descendo o rio Curisevo em parte do total de oito embarcações
UntitledAspectos da travessia do Salto de Taunay no sétimo dia de viagem
UntitledCorredeira da Mandioca no oitavo dia de viagem
UntitledCorredeira da Mandioca no oitavo dia de viagem
UntitledCanoas paradas à margem do rio Curisevo, logo depois da Corredeira da Mandioca
UntitledCanoas paradas à margem do rio Curisevo, logo depois da Corredeira da Mandioca
UntitledFormação de pedras ferruginosas na cachoeira da Mandioca, ficando a bússola imantada neste local
UntitledTranspondo uma corredeira no oitavo dia de viagem
UntitledTranspondo uma corredeira no oitavo dia de viagem
UntitledTranspondo uma corredeira no oitavo dia de viagem
UntitledCarregando as canoas no fim da corredeira da Tapera dos Bakairi no nono dia de viagem
UntitledCarregando as canoas no fim da corredeira da Tapera dos Bakairi no nono dia de viagem
UntitledPorto na Tapera dos Bakairi no nono dia de viagem
UntitledSaída das canoas da Tapera dos Bakairi
UntitledCorredeira de aproximadamente dois quilômetros de extensão. O leito do rio é pedregoso e as canoas são guiadas por canais abertos ao removerem as pedras
UntitledCorredeira de aproximadamente dois quilômetros de extensão. O leito do rio é pedregoso e as canoas são guiadas por canais abertos ao removerem as pedras
UntitledCorredeiras acentuadas pela pouca água do rio Curisevo no décimo dia de viagem
UntitledCorredeiras acentuadas pela pouca água do rio Curisevo no décimo dia de viagem
UntitledRio Curisevo no décimo dia de viagem
UntitledRio Curisevo no décimo dia de viagem
UntitledSaída da equipe de manhã pelo rio Curisevo no décimo primeiro dia de viagem
UntitledTrecho desimpedido entre duas corredeiras do rio Curisevo no décimo primeiro dia de viagem
UntitledTrecho desimpedido entre duas corredeiras do rio Curisevo no décimo primeiro dia de viagem
UntitledNilo Vellozo junto aos índios Aweti
UntitledEquipe transpondo a penúltima corredeira no décimo segundo dia de viagem
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