Detalhe de uma esteira trançada com folha de buriti
UntitledMato Grosso
9983 Archival description results for Mato Grosso
Detalhe do tecido de cinto confeccionado de cordões
UntitledDetalhe de colar de dentes de mamífero
UntitledBrincos emplumado com penas de mutum e gavião
UntitledDetalhe da máscara-esteira dos índios Umutina. Um conjunto de talos de buriti, paralelamente dispostos e ligados entre si através de palha da mesma matéria-prima. Objeto de uso ritual utilizado pelos homens em festas mortuárias
UntitledDetalhe da máscara-esteira dos índios Umutina. Um conjunto de talos de buriti, paralelamente dispostos e ligados entre si através de palha da mesma matéria-prima. Objeto de uso ritual utilizado pelos homens em festas mortuárias
UntitledCorda confeccionada com fibra de buriti. Utilizada para prender carga no cesto
UntitledIból – Penacho feito com penas de arara, de tamanho variado, unidas por meio de fibra vegetal
Untitled“Ae” – Corda feita de cabelo humano. Corda totalizando trinta e seis voltas
Untitled“Ae” – Corda feita de cabelo humano. Corda totalizando trinta e seis voltas
UntitledEstojo trançado para guardar penas. Possui alça de tecido nas laterais. “O diadema , em posição reta, cabe exatamente na esteirinha de palha de buriti, dobrada, e fechada. Em cada esteirinha, feita para este fim, costumavam guardar vários diademas vermelh
UntitledEstojo trançado para guardar penas. Possui alça de tecido nas laterais. “O diadema , em posição reta, cabe exatamente na esteirinha de palha de buriti, dobrada, e fechada. Em cada esteirinha, feita para este fim, costumavam guardar vários diademas vermelh
UntitledDois mistetanobu – brincos feitos com penas de arara, de coloração que vai do encarnado ao amarelo claro, e na parte interior, apresenta penas de mutum. O cabo é constituído por uma corda
UntitledDois mistetanobu – brincos feitos com penas de arara, de coloração que vai do encarnado ao amarelo claro, e na parte interior, apresenta penas de mutum. O cabo é constituído por uma corda
UntitledDois mistetanobu – brincos feitos com penas de arara, de coloração que vai do encarnado ao amarelo claro, e na parte interior, apresenta penas de mutum. O cabo é constituído por uma corda
UntitledDois mistetanobu – brincos feitos com penas de arara, de coloração que vai do encarnado ao amarelo claro, e na parte interior, apresenta penas de mutum. O cabo é constituído por uma corda
UntitledDois mistetanobu – brincos feitos com penas de arara, de coloração que vai do encarnado ao amarelo claro, e na parte interior, apresenta penas de mutum. O cabo é constituído por uma corda
Untitled“Conchas fluviais usadas como colher ou como tesoura"
Untitled“Novelo de entre-casca usado para confecção de flechas.”
UntitledLâmina de uma lança - detalhe
UntitledLâmina de uma lança - detalhe
UntitledLâmina de lança - detalhe
Untitled“Flechas de bambu, com ponta defensiva lisa, siriva lisa e farpada. A flecha termina em forma de ponta e é ligada ao bambu pelo imbé que é coberto por uma mistura de cera e resina. Na outra ponta tem uma pena que é ligada pela mistura.”
Untitled“Katokopo – Caixa feita do pecíolo de buriti de forma cilíndrica e é formado em duas partes: I - estojo que é a parte inferior e outra parte superior externa que é a tampa. Usada para guardar as penas com as quais são confeccionadas as penas guias das fle
UntitledEstojo trançado para guardar penas (fechado). Possui alça de tecido nas laterais. “O diadema, em posição reta, cabe exatamente na esteirinha de palha de buriti, dobrada, e fechada. Em cada esteirinha, feita para este fim, costumavam guardar vários diadema
UntitledEstojo trançado para guardar penas (fechado). Possui alça de tecido nas laterais. “O diadema, em posição reta, cabe exatamente na esteirinha de palha de buriti, dobrada, e fechada. Em cada esteirinha, feita para este fim, costumavam guardar vários diadema
Untitled“Katokopo” – Estojo de buriti (fechado) para guardar penas. Estojo tem a forma cilíndrica para guardar penas com os quais são confeccionados as penas quais das flechas. Confeccionado com pecíolo de buriti com tampa do mesmo material, fibra natural formand
Untitled“Ae” – Corda feita de cabelo humano
UntitledDetalhe do trançado de cesto cargueiro
Untitled“Mutomburé - chocalho e cacho confeccionado com cascos de boi amarrados a corda de fibra. Usado na cocha durante a festa do milho verde. Instrumento sonoro e de sinalização, como instrumento para bater o ritmo da dança.”
Untitled“Enfeite de penas – iból, da calda de arara vermelha, de penas de gavião e de garça branca, usados em diversos cerimoniais do Ritual do Culto aos Mortos.”
Untitled“Tipo antigo de buzina de sinalização – “Ipona”, de rabo de tatu-canastra com bocal inserido, de uma secção de taquara. A abertura oval, para soprar, encontra-se na parede do gomo, perto de sua extremidade fechada. O tubo é na parede de gomo, perto de sua
Untitled“Tipo antigo de buzina de sinalização – “Ipona”, de rabo de tatu-canastra com bocal inserido, de uma secção de taquara. A abertura oval, para soprar, encontra-se na parede do gomo, perto de sua extremidade fechada. O tubo é na parede de gomo, perto de sua
Untitled“Luvo – caramujo usado para alisar arcos.”
Untitled“Luvo – caramujo usado para alisar arcos.”
UntitledVaso dos índios Umutina
UntitledConstrução de canoa do tronco de árvore
UntitledA expedição, chefiada por Nilo Vellozo, começa a descer o rio Curisevo
UntitledA expedição, chefiada por Nilo Vellozo, começa a descer o rio Curisevo
UntitledA expedição, chefiada por Nilo Vellozo, começa a descer o rio Curisevo
UntitledA expedição, chefiada por Nilo Vellozo, começa a descer o rio Curisevo
UntitledA expedição encontra obstáculos como troncos de árvores caídos no meio do rio, dificultando a passagem das canoas
UntitledImagem do rio Curisevo
UntitledIntegrantes da expedição abrindo caminho no rio para a passagem das canoas
UntitledIntegrantes da expedição abrindo caminho no rio para a passagem das canoas
UntitledIntegrantes da expedição abrindo caminho no rio para a passagem das canoas
UntitledIntegrantes da expedição abrindo caminho no rio para a passagem das canoas
UntitledIntegrantes da expedição abrindo caminho no rio para a passagem das canoas
UntitledIntegrantes da expedição abrindo caminho no rio para a passagem das canoas
UntitledIntegrantes da expedição abrindo caminho no rio para a passagem das canoas
UntitledTrecho do rio desimpedido de obstáculos no segundo dia de viagem
UntitledTrecho do rio desimpedido de obstáculos no segundo dia de viagem
UntitledNo terceiro dia de viagem – aspecto típico do rio Curisevo com galhos no leito – praias de areia formada pelas enchentes, tendo um jatobá sobressaindo da mata
UntitledO leito do rio mais baixo – terceiro dia de viagem
UntitledTrabalhadores contratados e índios Bakairi abrindo passagem com machado e enxada
UntitledTrabalhadores contratados e índios Bakairi abrindo passagem com machado e enxada
UntitledTrabalhadores contratados e índios Bakairi abrindo passagem com machado e enxada
UntitledPequena corredeira típica do curso superior do rio Curisevo
UntitledNo quarto dia de viagem, o batelão grande atravessa uma das pequenas corredeiras
UntitledNo quarto dia de viagem, o batelão grande atravessa uma das pequenas corredeiras
UntitledArrastando as canoas por um trecho raso, com cerca de 500 metros de comprimento
UntitledArrastando as canoas por um trecho raso, com cerca de 500 metros de comprimento
UntitledBatelão passando por baixo do tronco de jatobá caído no rio Curisevo
UntitledBatelão passando por baixo do tronco de jatobá caído no rio Curisevo
UntitledManhã do quinto dia de viagem num trecho desimpedido do rio
UntitledJoão Veríssimo segurando uma pedra em forma de anel que foi achado na areia entre o cascalho
UntitledTrecho do rio Curisevo impedido de passar por galhos e troncos
UntitledTrecho do rio Curisevo impedido de passar por galhos e troncos
UntitledTrecho do rio Curisevo impedido de passar por galhos e troncos
UntitledTroncos fechando a passagem pelo rio Curisevo
UntitledFormação de pedras num trecho de alguns quilômetros antes da barra do rio Piranha
UntitledFormação de pedras num trecho de alguns quilômetros antes da barra do rio Piranha
UntitledFormação de pedras num trecho de alguns quilômetros antes da barra do rio Piranha
UntitledFormação de pedras do rio Curisevo
UntitledFormação de pedras do rio Curisevo
UntitledAspectos da travessia do Salto de Taunay no sétimo dia de viagem
UntitledNilo Oliveira Vellozo posando com dois índios Kuikuru chamados Nahu e Culafhue, no Salto Taunay
UntitledNilo Oliveira Vellozo posando com dois índios Kuikuru chamados Nahu e Culafhue, no Salto Taunay
UntitledCorredeira da Mandioca no oitavo dia de viagem
UntitledFormação de pedras ferruginosas na cachoeira da Mandioca, ficando a bússola imantada neste local
UntitledTranspondo uma corredeira no oitavo dia de viagem
UntitledTranspondo uma corredeira no oitavo dia de viagem
UntitledDescarregando a carga numa corredeira do 700 metros de comprimento, num lugar denominado Tapera dos Bakairi
UntitledDescarregando a carga numa corredeira do 700 metros de comprimento, num lugar denominado Tapera dos Bakairi
UntitledAs canoas descendo a corredeira da Tapera dos Bakairi, no oitavo dia da excursão
UntitledAs canoas descendo a corredeira da Tapera dos Bakairi, no oitavo dia da excursão
UntitledTransporte de carga pelo mato da margem esquerda do rio Curisevo
UntitledTransporte de carga pelo mato da margem esquerda do rio Curisevo
UntitledCarregando as canoas no fim da corredeira da Tapera dos Bakairi no nono dia de viagem
UntitledSaída das canoas da Tapera dos Bakairi
UntitledDescendo o rio com batelão num trajeto raso
UntitledDescendo o rio com batelão num trajeto raso
UntitledCorredeira de aproximadamente dois quilômetros de extensão. O leito do rio é pedregoso e as canoas são guiadas por canais abertos ao removerem as pedras
UntitledCorredeira de aproximadamente dois quilômetros de extensão. O leito do rio é pedregoso e as canoas são guiadas por canais abertos ao removerem as pedras
UntitledCorredeiras acentuadas pela pouca água do rio Curisevo no décimo dia de viagem
UntitledCorredeiras acentuadas pela pouca água do rio Curisevo no décimo dia de viagem
UntitledRio Curisevo no décimo dia de viagem
UntitledSaída da equipe de manhã pelo rio Curisevo no décimo primeiro dia de viagem
UntitledArrastando o batelão por uma longa corredeira
UntitledJoão Veríssimo observa o cascalho em uma corredeira
Untitled