Detalhe da casa indígena mostrando a porta de palha
UntitledMato Grosso
9983 Archival description results for Mato Grosso
Detalhe da casa indígena mostrando a porta de palha
UntitledÍndios e crianças tomando banho e brincando na água de uma grande lagoa a 500 metros da aldeia
UntitledÍndios e crianças tomando banho e brincando na água de uma grande lagoa a 500 metros da aldeia
UntitledÍndios e crianças tomando banho e brincando na água de uma grande lagoa a 500 metros da aldeia
UntitledÍndias raspando mandioca em batelão
UntitledÍndia Kamayurá raspando mandioca à margem da lagoa
UntitledÍndia Kamayurá raspando mandioca à margem da lagoa
UntitledPreparando a mandioca para levá-la à aldeia
UntitledRegistro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
UntitledRegistro da preparação e participação dos indígenas no desfile cívico do município de Tangará da Serra/MT.
UntitledRegistro da preparação e participação dos indígenas no desfile cívico do município de Tangará da Serra/MT.
UntitledRegistro da preparação e participação dos indígenas no desfile cívico do município de Tangará da Serra/MT.
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UntitledRegistro da preparação e participação dos indígenas no desfile cívico do município de Tangará da Serra/MT.
UntitledRegistro da preparação e participação dos indígenas no desfile cívico do município de Tangará da Serra/MT.
UntitledReza para animais de caça, de madrugada, enquanto mensageiro está dormindo na aldeia convidada para caçar. História da caça, pedindo convidados para caçar (explicação 003)
UntitledConvidados chegando na festa, no terreiro. Depois desse manati “pode festar”
UntitledCanto de saída de iyamaka do pátio para guardar na casa
UntitledAprendeu com Maurício
UntitledAo redor da casa. Enore descendo com mancha de sangue de Xinikalore
UntitledMadrugada. Ahozay pedindo cesto para ir na festa de yakane. “não vá la que eles comem você"
UntitledCanto de ualalosé meia noite (flauta pequena). Kalaytewe, seu avo matou uma menina, levou para o fundo do rio, marimbondo. Kuymatiholo (menina) ressuscitada por Kalaytewe e virou sua mulher, preparando chicha para ele
UntitledCanto de amore chegando no terreiro. Kanawilinã (aldeia), Zozasekola (aldeia), Nareka (turma) chegando. Tononhi (lança), zalayserawa (frutinha pra fazer chocalho de perna). Kolataha (seriema)
UntitledCanto de zolane amanhecendo. Fez chicha de abacaxi, mais forte, ficou bêbado, já matou
UntitledZolane entrada, milho para chicha, segundo canto
UntitledZolane meia-noite, história da saída da pedra
UntitledZolane meia-noite - história de Xinikalore. Mataram, queimaram sua casa
UntitledZolane madrugada, canto do modo que os velhos cantaram, aprendeu com Antônio. História do passarinho assobiando, tinha taquara. Wayetanotolini, Xiritoá. Não vê, só escuta o assobio dele. Pajé conversa com ele
UntitledZero, história de Nare, dono de zero, saiu bonito e Wazare e Zaluya olhando admirados. Com zero e chocalho nos tornozelos
UntitledChegada, chicha, embaixo da arvore (figueira) tem chicha, andorinha ta arrodeando, zoe (gaviaozinho) ta arrodeando
UntitledFilha indo buscar abacaxi no mato, mãe dela rindo
UntitledContinuação história de Kaymare. Peneira, beiju, towhidy, ralo, pegar peixinho
UntitledAmanhecendo na aldeia (Kanahyhete, Konohyhete, Makahete), cantor pedindo pra iyamaka, avisando que vai viajar, voltar pra casa
Untitled“Sereia”, aldeia yolaza, debaixo d’água, Mazayero, terreiro da gente da água
UntitledCascavel, surucucu, rondando a casa
UntitledKamaykozare
UntitledCanto de zolane
UntitledCanto de zolane
UntitledCanto de zeratyalo
UntitledXinikalore
UntitledCanto de zolane
UntitledWazare historia ponte de pedra
UntitledCanto historia de Kokotero e Tihueroce
UntitledUltimo canto de zolane
UntitledMenino recém nascido perguntava pelo pai. Mãe enganava ele. Pai tinha ido para festados avós. Menino foi atrás. Wayare peloteou no seu joelho, caiu aos pés de seu pai. Avós voaram em cima e comeram o pai. Guri foi embora com o vento. Festa de yakane, gente da água
UntitledEntrada de zolane. Ararinha acordando, dando bom dia, sol iluminando tudo
UntitledHistória de Wakomone, Kerakwama e Toakayhore (irmãos)
UntitledZolane madrugada
UntitledIyamaka dos antigos. Koytale, atravessar o rio. Azama. Rio grande. Avô Ruginero
UntitledCanto de zeratyalo. Kamalalo (homem do mato)
UntitledCanto de zero
UntitledVista da Estação telegráfica de Juinia (Juhina), conhecida pelos frequentes ataques dos índios Nambikwára
UntitledVista da Estação telegráfica de Utiariti, localizada à margem do Rio Papagaio
UntitledVista da Estação telegráfica de Affonso
UntitledVista da fachada da Estação Telegráfica de Barra do Bugres
UntitledVista do Núcleo fundado pela comissão em Utiariti para assistência aos índios Paresi. Crianças praticando exercícios de ginástica sueca dirigidos pelo inspetor Rubens Hignes
UntitledÍndia Paresi, aluna do núcleo de Utiariti
UntitledJogo de bola dos Paresi. Tipo de futebol que a bola só pode ser recebida e lançada com a cabeça
UntitledVista de parte superior do Salto de Utiariti
UntitledVista do Chapadão e da linha telegráfica
UntitledFazenda da comissão localizada próximo ao Rio Sacre
UntitledVista da catarata acima da Ponte de Pedra
UntitledVista da parte de baixo da Ponte de Pedra
UntitledPlantação de mandioca próximo ao porto dos Bacairis
Índio Bakairi com retrato de Rondon
Vista do Posto indígena dos Bakairi
Vista da ala direita do Posto indígena dos Bakairi
Galpão para depósito no Posto indígena dos Bakairi
Mulheres Bakairi no Posto indígena
Trabalhadores do Posto indígena Bakairi
Criação de gado no Posto indígena Bakairi
Gado criado no Posto indígena Bakairi sendo utilizado como cargueiro