Ritual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Batóri. Eles usam máscaras de rede de pescar sobre o rosto e flagelos de feixes de talo de buriti
SCHULTZ, HaraldMato Grosso
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Ritual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Batóri. Eles usam máscaras de rede de pescar sobre o rosto e flagelos de feixes de talo de buriti
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Batóri. Eles usam máscaras de rede de pescar sobre o rosto e flagelos de feixes de talo de buriti
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldSegunda parte do ritual de culto aos mortos dos indios Umutina chamado Arixinó. Índio Haxipá dança com seu filho menor, segurando um facão, uma buzina de chifre e o filho com abano de palha
SCHULTZ, HaraldSegunda parte do ritual de culto aos mortos dos indios Umutina chamado Arixinó. Índio Haxipá dança com seu filho menor, segurando um facão, uma buzina de chifre e o filho com abano de palha
SCHULTZ, HaraldSegunda parte do ritual de culto aos mortos dos indios Umutina chamado Arixinó. Índio Haxipá dança com seu filho menor, segurando um facão, uma buzina de chifre e o filho com abano de palha
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SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldRitual de culto aos mortos dos índios Umutina chamado Arixinó. Os homens Umutina usam indumentária com penugem de tuiuiú, de arara e nas costas couros de animais
SCHULTZ, HaraldSegunda parte do ritual de culto aos mortos dos indios Umutina chamado Arixinó. Índio Haxipá dança com seu filho menor, segurando um facão, uma buzina de chifre e o filho com abano de palha
SCHULTZ, HaraldSegunda parte do ritual de culto aos mortos dos indios Umutina chamado Arixinó. Índio Haxipá dança com seu filho menor, segurando um facão, uma buzina de chifre e o filho com abano de palha
SCHULTZ, HaraldSegunda parte do ritual de culto aos mortos dos indios Umutina chamado Arixinó. Índio Haxipá dança com seu filho menor, segurando um facão, uma buzina de chifre e o filho com abano de palha
SCHULTZ, HaraldSegunda parte do ritual de culto aos mortos dos indios Umutina chamado Arixinó. Índio Haxipá dança com seu filho menor, segurando um facão, uma buzina de chifre e o filho com abano de palha
SCHULTZ, HaraldRegistro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
REIS, Luiz ThomazLegenda da foto: O Rio Tombador, na direção de Diamanino
Leduc, LuizSalto do Rio Juína
LOURO, JoséExpedicionário da comissão observando ponte de pedra sobre o Rio do Sangue
LOURO, JoséIntegrantes da comissão transportando material em um carro de boi em uma ponte de madeira para a travessia do Rio do Sangue
LOURO, JoséVista do campo. Ao fundo a ponte de pedra natural
LOURO, JoséVista da catarata acima da Ponte de Pedra
LOURO, JoséVista da parte de baixo da Ponte de Pedra
LOURO, JoséRio Curisevo próximo a cachoeira
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo obstruído por paus e galhos
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo obstruído por paus e galhos
FOERTHMANN, HeinzAspecto do rio Curisevo fechado por galhos e paus
FOERTHMANN, HeinzAspecto do rio Curisevo fechado por galhos e paus
FOERTHMANN, HeinzO rio Curisevo fechado por paus e galhos
FOERTHMANN, HeinzO rio Curisevo fechado por paus e galhos
FOERTHMANN, HeinzO rio Curisevo fechado por paus e galhos
FOERTHMANN, HeinzAspecto do rio Curisevo fechado por galhos e paus
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo entre as tribos aweti e mehináku no início das chuvas
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo entre as tribos aweti e mehináku no início das chuvas
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo entre as tribos aweti e mehináku no início das chuvas
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo entre as tribos aweti e mehináku no início das chuvas
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo entre as tribos aweti e mehináku no início das chuvas
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo entre as tribos aweti e mehináku no início das chuvas
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo entre as tribos aweti e mehináku no início das chuvas
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo entre as tribos aweti e mehináku no início das chuvas
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo entre as tribos aweti e mehináku no início das chuvas
FOERTHMANN, HeinzO rio Curisevo entrando no rio Culuene
FOERTHMANN, HeinzO rio Curisevo entrando no rio Culuene
FOERTHMANN, HeinzO rio Curisevo entrando no rio Culuene
FOERTHMANN, HeinzO rio Curisevo entrando no rio Culuene
FOERTHMANN, HeinzO rio Curisevo entrando no rio Culuene
FOERTHMANN, HeinzImagem do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzImagem do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo no décimo dia de viagem
FOERTHMANN, HeinzImagem do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo no quinto dia de viagem
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo no décimo dia de viagem
FOERTHMANN, HeinzRio Curisevo no décimo dia de viagem
FOERTHMANN, HeinzImagem do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzImagem do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzImagem do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzImagem do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzImagem do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzImagem do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzImagem do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzO rio Curisevo depois das cachoeiras, largo e desimpedido
FOERTHMANN, Heinz