Binin Chunu monta o instrumento que construiu e que usará para a selagem das metades de sua zarabatana, uma espécie de torniquete feito, galhos e cipó.
Sans titreMatis
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Tumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Assim, cola as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Binin Chunu continua a montagem do instrumento próprio que construiu para a selagem das metades de sua zarabatana, uma espécie de torniquete.
Sans titreBinin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas. Os homens conversam na língua.
Sans titreDetalhe das mãos de Tumi Tuku passando mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Conversa na língua com Binin Chunu.
Sans titreDetalhe das mãos de Tumi Tuku passando mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Explica sobre a sua flecha, na língua.
Sans titreTumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando o cabo de sua faca.
Sans titreBinin Chunu ascende uma pequena fogueira. Fala na língua.
Sans titreTumi Tuku repete o processo com outra flecha: enrola um pedaço de linha de paina de samaúma na parte da frente da taboca de uma de suas flechas e, nesse local, encaixa uma das hastes de madeira que estava esculpíndo. Enquanto vai observando a envergadura da flecha, vai acertando o encaixe da haste. Binin Chunu e Carolina Lopez conversam na língua.
Sans titreTumi Tuku esculpe uma das hastes de madeira com o seu facão. Depois, encaixa-a na taboca de mais uma flecha, observando sempre a envergadura da mesma.
Sans titreTumi Tuku desamara a linha antes amarrada à taboca da flecha cuja haste acabara de esculpir. Compara o tamanha dessa com o de outra flecha, e passa a esculpir a haste de madeira já encaixada ao corpo dessa outra flecha, usando a sua talhadeira feita de dente de capivara, e que leva o mesmo nome desse animal, enawat ('capivara').
Sans titreTumi Tuku acerta as bordas das penas das flechas com uma faca sem ponta, instrumento que usa para a feitura de seus artefatos. Os homens conversam na língua.
Sans titreTumi Tuku limpa com o facão os bambus com os quais fará as pontas das suas flechas, chamados paca.
Sans titreTumi Tuku repete o processo com outra flecha: mede o bambu que será a ponta de do artefato com a haste que encaixou, no dia anterior, na parte da frente da taboca. Esculpe um orifício de encaixe no bambu com o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal. Afia o seu enawat usando o caule de uma planta própria para isso e continua a esculpir o orifício de encaixe.
Sans titreTumi Tuku pega linha de paina de samaúma, que sua mãe fiara anteriormente, e começa a enrolar no bambu. Depois, passa a haste de madeira encaixada na taboca pela fogueira. Então, passa cera de abelha cozida (mamu) nessa haste de madeira e a passa novamente pelo fogo. Assim, encaixa o bambu na haste de madeira. Observa a envergadura da flecha e, então, continua enrolando a linha, agora unindo as duas partes. Observa, de novo, a envergadura da sua flecha, agora já pronta. Irá repetir o trabalho com outra flecha. Os homens conversam na língua.
Sans titreTumi Tuku acerta as bordas da ponta de bambu, paca, de sua flecha com o enawat, talhadeira feita de dente de capivara. Os homens conversam na língua.
Sans titreBinin Chunu desprende a sua zarabatana da estrutura de madeira, vira-a e a prende novamente, agora com a outra ponta voltada para si.
Sans titreBinin Chunu desprende a sua zarabatana da estrutura de madeira, vira-a e a prende novamente, agora com a outra ponta voltada para si.
Sans titreBinin Chunu anda pela trilha, levando de volta a sua zarabatana para a pequena maloca que os homens usam como oficina para a construção de seus artefatos.
Sans titreO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira.
Sans titreO professor Damã Jacinaldo e seus alunos, depois de extraírem bastante madeira, buscam uma clareira para iniciar os trabalhos de esculpimento das flechinas.
Sans titreO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto.
Sans titreDepois de passar cera de abelha cozida (mamu) pela ponta da zarabatana que está talhando para encaixar o bocal, Binin Chunu enrola cipó nopo na mesma e prende esse, no final, com um pequeno pedaço de cipó comum. Passa essa área da arma pelo fogo. Tumi Tuku passa a haste de madeira de uma de suas flechas, cheia de mamu, pelo fogo. Binin Chunu passa mais mamu pela ponta da zarabatana. Passa-a novamente pelo fogo. Encaixa o bocal na mesma. Passa mais mamu na área do encaixe.
Sans titreBinin Chunu passa cacos de cerâmica quente em cima da cera de abelha cozida, mamu, que colocou no encaixe entre o bocal e o corpo da arma.
Sans titreBinin Chunu faz a decoração da sua arma usando pedaços de folhas e cipó pintado com mamu, cera de abelha cozida.
Sans titreKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.Fala na língua.
Sans titreEntão, Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador.
Sans titreDetalhe das mãos de Kuini colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes.
Sans titreDetalhe das mãos de Kuini colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes.
Sans titreKuini vai moldando o mamu do artefato derretido pela brasa usando as pontas dos dedos. Coloca mais pedacinhos de mamu, cera de abelha cozida, na área.
Sans titreBësson, Tumã, Tumã, Enawat, Shawa e Tëkpa, as artesãs responsáveis pela oficina de produção de cerâmica, andam na trilha que pegaram na aldeia, procurando um igarapé para poder extrair argila de qualidade. Os filhos de Enawat, o bebê Binin e o menino Binin, acompanham o grupo de mulheres.
Sans titreAs mulheres, finalmente, conseguem encontrar um igarapé que contêm argila de qualidade. Bësson (saia azul florida) e Tumã (saia preta e branca) entram na água para começar a extração. Três cachorros acompanharam as mulheres durante toda a atividade. Tumã, Enawat e seus dois filhos, Tëkpa e Shawa também chegam ao iagarapé e juntam-se às outras mulheres para iniciarem a atividade da extração. As mulheres separam folhas e vão colocando os pedaços de argila que vão coletando em cima das mesmas. A argila é retirada do fundo das margens do igarapé. Tumã (saia rosa) é responsável por ficar fora d´água, recebendo os pedaços queTëkpa e Bësson (saia azul florida) vão retirando do fundo do igarapé.
Sans titreTumã (saia preta e branca), Tëkpa (bermuda jeans) e Bësson (saia azul florida) extraem a argila do fundo das margens do igarapé. Tumã (saia rosa) é responsável por ficar fora d´água, recebendo os pedaços que as mulheres vão coletando. Vai juntando esses em pequenos montes, protegidos por folhas. Shawa (bermuda marrom) segue Tumã (saia preta e branca) na atividade de extração. As mulheres conversam com a antropóloga Carolina Lopez. Enawat amamenta o seu bebê sentada à margem do igarapé. Seu outro filho, Binin, acompanha as mulheres na atividade.
Sans titreO grupo prepara-se para a caminhada de volta à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa), Tumã (saia preta e branca), Binin, Enawat e seu bebê e Shawa (bermuda marrom). As mulheres levam seus cestos e folhas cheios de argila.
Sans titreTumã (saia preta e branca) filtra suas cinzas mëi em seu sekte, peneira. Tumã (saia rosa) aviva o fogo que esquenta uma panela com cinzas úmidas usando o seu xucate, abano trançado. Shawa auxilia Tumã a peneirar as cinzas, mexendo aquelas que estão na panela e passando-as para a matxó, mulher mais madura. As impurezas que ficam no sekte são jogadas em uma folha.
Sans titreApós temperar a argila, Tumã começa a modelagem de seu pedaço. Faz uma esfera e nessa vai esculpindo um orifício no meio. O formato da peça vai começando a aparecer. Tumã (saia rosa) vai filtrando mais cinzas mëi na peneira sekte. Bësson (saia azul florida) também começa a moldagem de sua peça, usando a mesma técnica: faz uma esfera com a argila e depois vai abrindo um orifício, até o formato da peça ir surgindo. Uma matxó, mulher mais velha, junta-se ao grupo. Binin, filho de Enawat, também acompanha a atividade.
Sans titreBësson molda a sua peça com o auxílio de um tsanut, concha que as mulheres tradicionalmente usam como instrumento para a feitura de suas cerâmicas. As mulheres conversam com a antropóloga Carolina Lopez. Tumã (saia rosa) também molda uma peça com o uso do seu tsanut. Tëkpa cuida das cinzas ao fogo e Shawa descansa sentada, com o seu filho no colo. Mais crianças juntam-se ao grupo. É comum que crianças de até certa idade acompanhem as mulheres em suas atividades diárias.
Sans titreApós chegarem à aldeia, as mulheres dirigem-se à construção de paxiúba que lhes serve como oficina para a confecção de artefatos. Lá, começam a tratar a argila. Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa) e Tëkpa ascendem uma fogueira.
Sans titreUma matxó, mulher mais velha, e mais crianças juntam-se ao grupo. Bësson descansa, sentada. As mulheres interagem durante a atividade, que é feminina e coletiva. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó de cinzas que resultou da filtragem pelo sekte, peneira. Tëkpa mexe com um galho as cinzas que esquentam ao fogo. Tumã (saia preta e branca) começa a modelagem de sua peça.
Sans titreInício da oficina de produção do xucate, abano trançado. As artesãs, também participantes da oficina de produção de cerâmicas, andam na mata em busca da folha que é a matéria-prima do artefato. Enawat é seguida por Tëkpa e Shawa. Chove na mata.
Sans titreDe volta à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de seus artefatos, as artesãs começam a trabalhar as folhas para fazerem os seus xucate. Enawat vai quebrando os braços de sua folha para o lado. Tëkpa faz o mesmo, enquanto Shawa as observa e imita. Shawa é a mais nova e aproveita para aprender com as mais velhas. Por vezes, Enawat precisa usar os dentes, de tão dura que é a folha. Chove na aldeia.
Sans titreAs artesãs trançam os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional. Bësson junta-se a Enawat e Tëkpa na atividade. Traz o seu macaquinho de estimação.
Sans titreAs artesãs Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa trançam os seus xucate. Enawat termina o seu xucate e ensina a antropóloga Carolina Lopez sobre o artefato.
Sans titreEnawat tenta recuperar a sua peça, amassada por porcos enquanto secava à noite. É observada por Shawa e Bësson, que continua trabalhando na confecção de seu tëtxuk. Outra mulher e sua filha passam para ver o que está acontecendo. Tëkpa também se junta às mulheres. Atrás, sentado no tronco, Batsi, um dos responsáveis pelo registro fílmico do evento.
Sans titreImagem do abrigo de folhas que as mulheres fizeram para poderem secar as suas peças já moldadas sem que os porcos quebrassem-nas durante a noite. Brincando, chamaram essa estrutura de "casa das cerâmicas".
Sans titreBësson faz os últimos ajustes em seu txuma, cuia especificamente utilizada pelos homens para tomarem a bebida tatxik.
Sans titreTumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. As mulheres conversam entre si.
Sans titreImagem do txuma, pote para tomar tatxik, feito por Bësson, já pronto. A mulher colocou-o para secar ao sol, em cima de um sekte, peneira.
Sans titreTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas. As mulheres conversam entre si durante a atividade, que é feminina e coletiva.
Sans titreTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas.
Sans titreTumã molda, então, a boca de sua máscara.
Sans titreTumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin para a antropóloga Carolina Lopez. Atrás da artesã estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa. Uma outra mulher (blusa de onça) também se juntou ao grupo.
Sans titreKuini Pussa pega brasa de uma das fogueira acesas pelas mulheres, que as usam para cozinhar na maloca, e coloca embaixo de seus dardos já envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos dardos.
Sans titreKuini Pussa fecha o seu pote cheio de veneno e prende a sua tampa com cordéis. Imagem dos dardos envenenados sendo esquentados por uma brasa colocada embaixo dos mesmos. Dessa forma, o veneno seca, fixando-se nos dardos.
Sans titreAs artesãs trançam os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional.
Sans titreEnawat ensina a antropóloga Carolina Lopez sobre o artefato, enquanto as outras artesãs, como Tëkpa, terminam de trançar os seus xucate. A mulher pega, então, outra folha para iniciar o trançado de mais um xucate.
Sans titreEnquanto molda a sua máscara de mariwin, Tumã fala sobre esses seres. Ao seu lado, a outra Tumã molda um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas. As mulheres conversam entre si durante a feitura de suas cerâmicas, atividade que é feminina e coletiva. Tumã coloca a sua máscara moldada para secar ao sol. Pega então outra peça sua, já modelada e seca.
Sans titreInício da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão e depois pega o caminho de volta para a aldeia.
Sans titreKuini Pussa pega brasa de uma das fogueira acesas pelas mulheres, que as usam para cozinhar na maloca, e coloca embaixo de seus dardos já envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos dardos. Imagem dos artefatos e instrumentos usados pelo caçador: seu tenke, carcás que leva os dardos da zarabatana, seus potes com veneno e o pote e cuia auxiliares que usa para a atividade. Fala sobre a prática na língua.
Sans titreDani chega e começa a participar da oficina. Prepara-se para trançar um adorno, witsun. Isso é feito utilizando-se um tear de formato triangular, chamado mabante. Toda mulher possui o seu próprio mabante.
Sans titreDani tece um witsun, adorno trançado; pelo tamanho, parece ser uma pulseira masculina, mais grossa do que as femininas. Detalhe da mulher utilizando o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun. As pequeninas varetas de madeira distribuídas ao longo da peça definem os desenhos que vão sendo tecidos na mesma, constituintes do corpus de padrões trançados da cultura matis.
Sans titreShawa inicia a feitura de seu witsun. Distribui fio de tucum pelo seu mabante, tear. Toda mulher possui o seu próprio mabante. Dani tece o que parece ser uma pulseira masculina, mais grossa do que as femininas. Detalhe da mulher utilizando o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun. Bësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada.
Sans titreBësson fala sobre o seu artefato, enquanto costura a rede do mesmo utilizando fios de tucum e uma agulha feita de dente de queixada.
Sans titreImagem externa de uma das malocas da Aldeia Bukuak.
Sans titreDentro da maloca, mulheres mastigam a mandioca que cozinhou ao fogo para fazerem a caiçuma. Depois de mastigada, a bebida é deixada em panelas para fermentar. Uma delas mexe a bebida em uma das panelas com o tsinte, colher de madeira para mexer caiçuma. Conversam entre si e com os homens que descansam na maloca.
Sans titreEnquanto as mulheres mastigam a caiçuma, atividade eminentemente feminina, os homens preparam e tomam a bebida tatxik, prática tradicionalmente masculina.
Sans titreUma menina chora, mas um jovem a segura para que um mariwin possa dar um golpe de vareta em suas costas. Os mariwin tentam golpear uma mulher.
Sans titreUma das mulheres mostra a marca que o golpe do mariwin deixou em suas costas. Acredita-se que os golpes desses seres tão poderosos aumentam a fertilidade das mulheres.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de produção de cerâmica. Tumã foi escolhida pela equipe de filmagem para ser acompanhada durante as atividades finais do evento, já que essa é considera pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu pote, utilizando para isso o seu tsanut, concha especificamente usada pelas mulheres para a confecção de suas cerâmicas. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. A mulher é observada por uma de suas netas.
Sans titreTumã realiza a pré-queima de sua máscara de mariwin, processo feito com o propósito de evitar que a peça se rache ou quebre durante a queima de fato.
Sans titreAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou. Imagem da antropóloga Carolina Lopez, da artesã Tumã e de uma de suas filhas.
Sans titreCom um galho comprido, Tumã vai mexendo nas peças, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos vão começando a aparecer.
Sans titreCom um galho comprido, Tumã vai mexendo nas peças, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos vão começando a aparecer.
Sans titreCom o galho, Tumã vai puxando as peças para fora do espaço da fogueira.
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