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              473 Description archivistique résultats pour Matis

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_18 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Assim, cola as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Binin Chunu continua a montagem do instrumento próprio que construiu para a selagem das metades de sua zarabatana, uma espécie de torniquete.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_27 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas. Os homens conversam na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150426_26 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumi Tuku repete o processo com outra flecha: enrola um pedaço de linha de paina de samaúma na parte da frente da taboca de uma de suas flechas e, nesse local, encaixa uma das hastes de madeira que estava esculpíndo. Enquanto vai observando a envergadura da flecha, vai acertando o encaixe da haste. Binin Chunu e Carolina Lopez conversam na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150426_30 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumi Tuku desamara a linha antes amarrada à taboca da flecha cuja haste acabara de esculpir. Compara o tamanha dessa com o de outra flecha, e passa a esculpir a haste de madeira já encaixada ao corpo dessa outra flecha, usando a sua talhadeira feita de dente de capivara, e que leva o mesmo nome desse animal, enawat ('capivara').

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_01F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumi Tuku repete o processo com outra flecha: mede o bambu que será a ponta de do artefato com a haste que encaixou, no dia anterior, na parte da frente da taboca. Esculpe um orifício de encaixe no bambu com o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal. Afia o seu enawat usando o caule de uma planta própria para isso e continua a esculpir o orifício de encaixe.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_01K · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumi Tuku pega linha de paina de samaúma, que sua mãe fiara anteriormente, e começa a enrolar no bambu. Depois, passa a haste de madeira encaixada na taboca pela fogueira. Então, passa cera de abelha cozida (mamu) nessa haste de madeira e a passa novamente pelo fogo. Assim, encaixa o bambu na haste de madeira. Observa a envergadura da flecha e, então, continua enrolando a linha, agora unindo as duas partes. Observa, de novo, a envergadura da sua flecha, agora já pronta. Irá repetir o trabalho com outra flecha. Os homens conversam na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150501_04 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Depois de passar cera de abelha cozida (mamu) pela ponta da zarabatana que está talhando para encaixar o bocal, Binin Chunu enrola cipó nopo na mesma e prende esse, no final, com um pequeno pedaço de cipó comum. Passa essa área da arma pelo fogo. Tumi Tuku passa a haste de madeira de uma de suas flechas, cheia de mamu, pelo fogo. Binin Chunu passa mais mamu pela ponta da zarabatana. Passa-a novamente pelo fogo. Encaixa o bocal na mesma. Passa mais mamu na área do encaixe.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_14 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Então, Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Bësson, Tumã, Tumã, Enawat, Shawa e Tëkpa, as artesãs responsáveis pela oficina de produção de cerâmica, andam na trilha que pegaram na aldeia, procurando um igarapé para poder extrair argila de qualidade. Os filhos de Enawat, o bebê Binin e o menino Binin, acompanham o grupo de mulheres.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              As mulheres, finalmente, conseguem encontrar um igarapé que contêm argila de qualidade. Bësson (saia azul florida) e Tumã (saia preta e branca) entram na água para começar a extração. Três cachorros acompanharam as mulheres durante toda a atividade. Tumã, Enawat e seus dois filhos, Tëkpa e Shawa também chegam ao iagarapé e juntam-se às outras mulheres para iniciarem a atividade da extração. As mulheres separam folhas e vão colocando os pedaços de argila que vão coletando em cima das mesmas. A argila é retirada do fundo das margens do igarapé. Tumã (saia rosa) é responsável por ficar fora d´água, recebendo os pedaços queTëkpa e Bësson (saia azul florida) vão retirando do fundo do igarapé.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01K · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumã (saia preta e branca), Tëkpa (bermuda jeans) e Bësson (saia azul florida) extraem a argila do fundo das margens do igarapé. Tumã (saia rosa) é responsável por ficar fora d´água, recebendo os pedaços que as mulheres vão coletando. Vai juntando esses em pequenos montes, protegidos por folhas. Shawa (bermuda marrom) segue Tumã (saia preta e branca) na atividade de extração. As mulheres conversam com a antropóloga Carolina Lopez. Enawat amamenta o seu bebê sentada à margem do igarapé. Seu outro filho, Binin, acompanha as mulheres na atividade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01M · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              O grupo prepara-se para a caminhada de volta à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa), Tumã (saia preta e branca), Binin, Enawat e seu bebê e Shawa (bermuda marrom). As mulheres levam seus cestos e folhas cheios de argila.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_02B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumã (saia preta e branca) filtra suas cinzas mëi em seu sekte, peneira. Tumã (saia rosa) aviva o fogo que esquenta uma panela com cinzas úmidas usando o seu xucate, abano trançado. Shawa auxilia Tumã a peneirar as cinzas, mexendo aquelas que estão na panela e passando-as para a matxó, mulher mais madura. As impurezas que ficam no sekte são jogadas em uma folha.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_03A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperar a argila, Tumã começa a modelagem de seu pedaço. Faz uma esfera e nessa vai esculpindo um orifício no meio. O formato da peça vai começando a aparecer. Tumã (saia rosa) vai filtrando mais cinzas mëi na peneira sekte. Bësson (saia azul florida) também começa a moldagem de sua peça, usando a mesma técnica: faz uma esfera com a argila e depois vai abrindo um orifício, até o formato da peça ir surgindo. Uma matxó, mulher mais velha, junta-se ao grupo. Binin, filho de Enawat, também acompanha a atividade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_03B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Bësson molda a sua peça com o auxílio de um tsanut, concha que as mulheres tradicionalmente usam como instrumento para a feitura de suas cerâmicas. As mulheres conversam com a antropóloga Carolina Lopez. Tumã (saia rosa) também molda uma peça com o uso do seu tsanut. Tëkpa cuida das cinzas ao fogo e Shawa descansa sentada, com o seu filho no colo. Mais crianças juntam-se ao grupo. É comum que crianças de até certa idade acompanhem as mulheres em suas atividades diárias.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_02A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após chegarem à aldeia, as mulheres dirigem-se à construção de paxiúba que lhes serve como oficina para a confecção de artefatos. Lá, começam a tratar a argila. Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa) e Tëkpa ascendem uma fogueira.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_02H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Uma matxó, mulher mais velha, e mais crianças juntam-se ao grupo. Bësson descansa, sentada. As mulheres interagem durante a atividade, que é feminina e coletiva. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó de cinzas que resultou da filtragem pelo sekte, peneira. Tëkpa mexe com um galho as cinzas que esquentam ao fogo. Tumã (saia preta e branca) começa a modelagem de sua peça.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_01D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              De volta à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de seus artefatos, as artesãs começam a trabalhar as folhas para fazerem os seus xucate. Enawat vai quebrando os braços de sua folha para o lado. Tëkpa faz o mesmo, enquanto Shawa as observa e imita. Shawa é a mais nova e aproveita para aprender com as mais velhas. Por vezes, Enawat precisa usar os dentes, de tão dura que é a folha. Chove na aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_01F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              As artesãs trançam os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional. Bësson junta-se a Enawat e Tëkpa na atividade. Traz o seu macaquinho de estimação.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Enawat tenta recuperar a sua peça, amassada por porcos enquanto secava à noite. É observada por Shawa e Bësson, que continua trabalhando na confecção de seu tëtxuk. Outra mulher e sua filha passam para ver o que está acontecendo. Tëkpa também se junta às mulheres. Atrás, sentado no tronco, Batsi, um dos responsáveis pelo registro fílmico do evento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02I · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. As mulheres conversam entre si.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02Q · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin para a antropóloga Carolina Lopez. Atrás da artesã estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa. Uma outra mulher (blusa de onça) também se juntou ao grupo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_04G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Kuini Pussa fecha o seu pote cheio de veneno e prende a sua tampa com cordéis. Imagem dos dardos envenenados sendo esquentados por uma brasa colocada embaixo dos mesmos. Dessa forma, o veneno seca, fixando-se nos dardos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_02D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Enquanto molda a sua máscara de mariwin, Tumã fala sobre esses seres. Ao seu lado, a outra Tumã molda um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas. As mulheres conversam entre si durante a feitura de suas cerâmicas, atividade que é feminina e coletiva. Tumã coloca a sua máscara moldada para secar ao sol. Pega então outra peça sua, já modelada e seca.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_03A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Início da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão e depois pega o caminho de volta para a aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_04E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Kuini Pussa pega brasa de uma das fogueira acesas pelas mulheres, que as usam para cozinhar na maloca, e coloca embaixo de seus dardos já envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos dardos. Imagem dos artefatos e instrumentos usados pelo caçador: seu tenke, carcás que leva os dardos da zarabatana, seus potes com veneno e o pote e cuia auxiliares que usa para a atividade. Fala sobre a prática na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_01E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Dani tece um witsun, adorno trançado; pelo tamanho, parece ser uma pulseira masculina, mais grossa do que as femininas. Detalhe da mulher utilizando o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun. As pequeninas varetas de madeira distribuídas ao longo da peça definem os desenhos que vão sendo tecidos na mesma, constituintes do corpus de padrões trançados da cultura matis.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_01H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Shawa inicia a feitura de seu witsun. Distribui fio de tucum pelo seu mabante, tear. Toda mulher possui o seu próprio mabante. Dani tece o que parece ser uma pulseira masculina, mais grossa do que as femininas. Detalhe da mulher utilizando o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun. Bësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_02C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Dentro da maloca, mulheres mastigam a mandioca que cozinhou ao fogo para fazerem a caiçuma. Depois de mastigada, a bebida é deixada em panelas para fermentar. Uma delas mexe a bebida em uma das panelas com o tsinte, colher de madeira para mexer caiçuma. Conversam entre si e com os homens que descansam na maloca.

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              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Uma menina chora, mas um jovem a segura para que um mariwin possa dar um golpe de vareta em suas costas. Os mariwin tentam golpear uma mulher.

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              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Uma das mulheres mostra a marca que o golpe do mariwin deixou em suas costas. Acredita-se que os golpes desses seres tão poderosos aumentam a fertilidade das mulheres.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_02 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de produção de cerâmica. Tumã foi escolhida pela equipe de filmagem para ser acompanhada durante as atividades finais do evento, já que essa é considera pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu pote, utilizando para isso o seu tsanut, concha especificamente usada pelas mulheres para a confecção de suas cerâmicas. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. A mulher é observada por uma de suas netas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_26 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Com um galho comprido, Tumã vai mexendo nas peças, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos vão começando a aparecer.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_27 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Com um galho comprido, Tumã vai mexendo nas peças, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos vão começando a aparecer.

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