Nesse momento, enquanto as mulheres mastigam caiçuma e os homens preparam e tomam a bebida tatxik, três mariwin chegam à maloca. Começam a sua atuação, tentando pegar as crianças para lhes dar golpes de varetas nas nádegas. Interagem com as pessoas na maloca.
Damë Bëtxum MatisMatis
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Os jovens tentam fazer com que as mulheres também levem golpes dos mariwin. Esses interagem com as pessoas através de gestos. Um dos mariwin vai embora.
Damë Bëtxum MatisAs mulheres voltam aos seus lugares e continuam a mastigar a mandioca para a feitura da caiçuma. Conversam com os homens que tomam tatxik sobre a visita dos mariwin.
Damë Bëtxum MatisOs três mariwin que chegaram à maloca interagem com as pessoas. Tentam dar um golpe de vareta nas nádegas ou na parte posterior dos corpos das crianças. Um deles esfrega-se nas costas de uma mulher, uma forma de fertilizá-la. Um dos mariwin dá um golpe nas costas da antropóloga Carolina Lopez.
Damë Bëtxum MatisUm mariwin golpeia as costas de um menino com sua vareta. Depois, outro golpeia outro menino. Essa é uma forma de incitar o crescimento das crianças que já tem idade de andar, tornando seus corpos mais fortes. As pessoas interagem com os mariwin, animadas. Um menino mais velho submete-se ao golpe do mariwin voluntariamente.
Damë Bëtxum MatisOs mariwin começam a golpear as mulheres que estão mastigando a caiçuma. Elas tentam fugir deles. Os mariwin vão embora, não antes sem um deles ameaçar a câmera com as suas varetas.
Damë Bëtxum MatisUma menina chora, mas um jovem a segura para que um mariwin possa dar um golpe de vareta em suas costas. Os mariwin tentam golpear uma mulher.
Damë Bëtxum MatisUma das mulheres mostra a marca que o golpe do mariwin deixou em suas costas. Acredita-se que os golpes desses seres tão poderosos aumentam a fertilidade das mulheres.
Damë Bëtxum MatisImagens da qualificação das cerâmicas matis, na reserva de cerâmicas do Museu do Índio/RJ, na primeira parte da visita ao acervo. Reconhecimento da única máscara de mariwin presente na instituição pelos participantes, artefato que está incompleto.
Michelle LudvichakImagem das bonequinhas karajá, que chamaram a atenção dos jovens matis durante a visita ao arcevo museológico.
Michelle LudvichakQualificação do tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a ele está a panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana. Binin Bëchu explica a Celso Maldos para que é utilizado o maxilar de macaco preso na estrutura de bambu do tenke. Esse serve para alocar o barro utilizado para a sustentação e equilíbrio dos dardos quando assoprados. A técnica de utilização de bolinhas de barro nos dardos da zarabatana é uma técnica de caça própria dos Matis.
Michelle LudvichakImagens de arcos do acervo da instituição. É possível ouvir no áudio do arquivo Maria José Sardella pedindo para os jovens amarrarem corretamente as partes constituintes do tenke, carcás matis.
Michelle LudvichakImagens da qualificação das cerâmicas matis, na reserva de cerâmicas do Museu do Índio/RJ, na primeira parte da visita ao acervo. Reconhecimento da única máscara de mariwin presente na instituição pelos participantes, artefato que está incompleto.
Michelle LudvichakImagem de uma máscara e outra peça de outras etnias, artefatos que constituem o acervo do Museu do Índio e que chamaram a atenção dos jovens matis, etnia que também produz máscaras próprias.
Michelle LudvichakOs Matis conhecem o setor de armas, observando as flechas do acervo. Essas peças aguçam o interesse dos jovens e Dani acha curiosa a forma como as flechas são guardadas em um Museu nawa, não-indígena.
Michelle LudvichakQualificação do tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a ele está a panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana. Foi identificado na peça um pau ignígeno, utilizado para ascender fogueiras. Binin Bëchu explica como é usado o pau ignígeno e como se passa o veneno nos dardos da zarabatana, utilizando uma faca própria para isso. O jovem, ao final, amarra corretamente as partes constituintes do artefato.
Michelle LudvichakKuini Pussa pega brasa de uma das fogueira acesas pelas mulheres, que as usam para cozinhar na maloca, e coloca embaixo de seus dardos já envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos dardos. Imagem dos artefatos e instrumentos usados pelo caçador: seu tenke, carcás que leva os dardos da zarabatana, seus potes com veneno e o pote e cuia auxiliares que usa para a atividade. Fala sobre a prática na língua.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa pega mais brasa de uma fogueira usada pelas mulheres para cozinharem na maloca e coloca embaixo dos dardos envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos projéteis.
Batsi MatisKuini Pussa pega brasa de uma das fogueira acesas pelas mulheres, que as usam para cozinhar na maloca, e coloca embaixo de seus dardos já envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos dardos.
Batsi MatisPrática de passar o veneno curare nos dardos da zarabatana. Kuini Pussa pede que a equipe de filmagem registre essa atividade, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. O caçador amassa uma folha específica, tirando o seu sumo. A atividade foi realizada na maloca.
Damë Bëtxum MatisCom o seu bastonete, Kuini Pusa passa o curare na ponta de seus dardos, um a um. Vai mexendo o veneno com o mesmo bastonete. Os dardos envenenados vão sendo esquentados por uma brasa colocada embaixo dos mesmos. Dessa forma, o veneno seca, fixando-se nos dardos.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa pega um bastonete próprio para a execução da tarefa. Mexe o seu veneno. Depois, usando o mesmo bastonete, passa o curare na ponta de seus dardos, um a um. Vai colocando os dardos envenenados para secar, apoiando-os em cima de um pequeno tronco que pegou anteriormente para isso.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa vai mexendo o seu veneno com o bastonete e com esse passando-o na ponta de seus dardos, um a um. Fala sobre a atividade na língua. A brasa embaixo dos dardos é para esquentar e secar o curare nos mesmos, fixando-o.
Batsi MatisKuini Pussa vai mexendo o seu veneno com o bastonete e com esse passando-o na ponta de seus dardos, um a um.
Batsi MatisKuini Pussa pega um bastonete próprio para a execução da tarefa. Mexe o seu veneno. Depois, usando o mesmo bastonete, começa a passar o curare na ponta de seus dardos, um a um.
Damë Bëtxum MatisKuini Pussa pega um bastonete próprio para a execução da tarefa. Mexe o seu veneno. Depois, usando o mesmo bastonete, começa a passar o curare na ponta de seus dardos, um a um. A atividade foi realizada na maloca.
Batsi MatisKuini Pussa fecha o seu pote cheio de veneno e prende a sua tampa com cordéis. Imagem dos dardos envenenados sendo esquentados por uma brasa colocada embaixo dos mesmos. Dessa forma, o veneno seca, fixando-se nos dardos.
Batsi MatisKuini Pussa fecha o seu pote cheio de veneno e prende-o com o cordel.
Batsi MatisKuini Pussa desamarra o cordel que garante a armazenagem de seu veneno e abre o pote que contêm o mesmo. A atividade foi realizada na maloca. Imagem do tenke, carcás onde são guardados os dardos da zarabatana.
Damë Bëtxum MatisPrática de passar o veneno curare nos dardos da zarabatana. Kuini Pussa pede que a equipe de filmagem registre essa atividade, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. O caçador desamarra o cordel que garante a armazenagem de seu veneno e abre o pote que contêm o mesmo. A atividade foi realizada na maloca.
Batsi MatisEnquanto Tumi Tuku separa pedaços de linha de paina de samaúma, Binin Chunu inicia o processo de amarração das duas metades do corpo de sua zarabatana. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, nas linhas.
Dani MatisBinin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas.
Shapu Sibó MatisBinin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisImagem dos dois artesãos, Binin Chunu e Tumi Tuku, durante as atividades de construção de suas armas, que ocorreram principalmente dentro de uma pequena maloca, na Aldeia Tawaya.
Dani MatisEnquanto esquenta cinzas em uma panela na fogueira, Binin Chunu irá começar o processo de encaixe do bocal em sua zarabatana. O artesão talha a ponta de sua arma, onde irá encaixar o bocal, que foi pintado de urucum. Imagem das flechas de Tumi Tuku, três já prontas e três em processo de confecção.
Shapu Sibó MatisDepois de passar cera de abelha cozida (mamu) pela ponta da zarabatana que está talhando para encaixar o bocal, Binin Chunu enrola cipó nopo na mesma e prende esse, no final, com um pequeno pedaço de cipó comum. Passa essa área da arma pelo fogo. Tumi Tuku passa a haste de madeira de uma de suas flechas, cheia de mamu, pelo fogo. Binin Chunu passa mais mamu pela ponta da zarabatana. Passa-a novamente pelo fogo. Encaixa o bocal na mesma. Passa mais mamu na área do encaixe.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.
Shapu Sibó MatisEnquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.
Dani MatisEnquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.
Dani MatisEnquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.
Dani MatisTumi Tuku inicia o processo de decoração da parte de trás de suas flechas, utilizando fio de paina de samaúma. Enquanto isso, Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele pinta o fio de paina de samaúma com mamu, cera de abelha cozida, material de coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo, que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Dani MatisDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas, primeira etapa na construção desses artefatos. Binin Chunu enrola o cipó nopo, que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Dani MatisTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku faz a decoração das suas flechas. Conta, em português, como aprendeu a fazer as flechas. Binin Chunu afia a sua faca para começar a próxima etapa da confecção de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio. Afia sua faca sem ponta e continua cortando as penas, ajustando as bordas das mesmas. Binin Chunu traz para dentro da pequena maloca o torniquete que construiu, para assim dar continuidade à confecção de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku continua cortando penas de mutum, wesnit, enquanto Binin Chunu passa mamu, cera de abelha cozida, em uma das duas peças de madeira do corpo de sua zarabatana.
Dani MatisTumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Assim, cola as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Binin Chunu continua a montagem do instrumento próprio que construiu para a selagem das metades de sua zarabatana, uma espécie de torniquete.
Shapu Sibó MatisImagem de Binin Chunu arrumando as matérias-primas para a próxima etapa de construção da sua zarabatana, e detalhe das matérias-primas utilizadas na feitura das flechas por Tumi Tuku.
Dani MatisOs artesãos Tumi Tuku e Binin Chunu andam na mata, indo em direção à pequena maloca que serve como oficina para a confecção de seus artefatos.
Shapu Sibó MatisOs artesãos Tumi Tuku e Binin Chunu andam na mata, indo em direção à pequena maloca que serve como oficina para a confecção de seus artefatos.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku amarra um pedaço de linha em torno das duas metades de pena que colou em cada flecha, de forma a fixá-las ainda mais. Enquanto isso, Shapu Sibó filma Binin Chunu fazendo a amarração definitiva das duas metades de sua zarabatana.
Dani MatisTumi Tuku separa pedaços de linha de paina de samaúma, enquanto Binin Chunu inicia o processo de amarração das metades do corpo da zarabatana. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, nas linhas e as utiliza para amarrar as penas que colou na taboca de cada flecha. Os homens conversam na língua. Binin irá começar a utilizar o torniquete que construiu.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu talha a ponta de sua arma onde irá encaixar o bocal, que se encontra no chão aos seus pés, pintado de urucum. Tumi Tuku acerta as bordas de um dos bambus paca com a sua talhadeira enawat, feita de dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. Esquenta o bambu ao fogo e passa cera de abelha cozida (mamu) nele.
Shapu Sibó MatisDani chega e começa a participar da oficina. Prepara-se para trançar um adorno, witsun. Isso é feito utilizando-se um tear de formato triangular, chamado mabante. Toda mulher possui o seu próprio mabante.
Damë Bëtxum MatisDani tece um witsun, adorno trançado; pelo tamanho, parece ser uma pulseira masculina, mais grossa do que as femininas. Detalhe da mulher utilizando o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun. As pequeninas varetas de madeira distribuídas ao longo da peça definem os desenhos que vão sendo tecidos na mesma, constituintes do corpus de padrões trançados da cultura matis.
Damë Bëtxum MatisBësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada. Detalhe das mãos da artesã realizando a atividade. Shawa junta-se ao grupo e irá começar a produzir a sua witsun. Mede o comprimento da mesma passando fios de tucum pelo seu próprio pulso. Dani tece a sua witsun masculina e está acompanhada de sua filha. A atividade ocorre na maloca.
Damë Bëtxum MatisShawa inicia o trançado de seu witsun. Após distribuir fio de tucum pelo seu mabante, tear, começa a utilizar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, e a distribuir as pequeninas varetas de madeira, utilizadas para a definição do tipo de padrão a ser trançado no adorno. Bësson prepara na hora os fios de tucum que usa para tecer o seu sekte, peneira. As mulheres conversam entre si.
Damë Bëtxum MatisEnquanto Bësson costura a rede de seu sekte, artefato de confecção mais complexa, Shawa, à sua direita, e Dani tecem os seus witsun, adornos trançados. A atividade ocorre na maloca.
Damë Bëtxum MatisShawa inicia a feitura de seu witsun. Distribui fio de tucum pelo seu mabante, tear. Toda mulher possui o seu próprio mabante. Dani tece o que parece ser uma pulseira masculina, mais grossa do que as femininas. Detalhe da mulher utilizando o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun. Bësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada.
Damë Bëtxum MatisInício da oficina de trançado do sekte, peneira, e dos witsun, adornos. Bësson, a participante mais madura da atividade, trança a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa.
Damë Bëtxum MatisBësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada.
Damë Bëtxum MatisBësson, a participante mais madura da atividade, trança a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Ela conversa sobre a atividade com a antropóloga Carolina Lopez. Para a produção do artefato, é utilizado fio de xapex, tucum.
Damë Bëtxum MatisBësson fala sobre o seu artefato, enquanto costura a rede do mesmo utilizando fios de tucum e uma agulha feita de dente de queixada.
Damë Bëtxum MatisBësson fala sobre a sua agulha para a antropóloga Carolina Lopez. As agulhas podem ser feitas de ossos de queixada, txawa, ou porquinho do mato, unquin.
Damë Bëtxum MatisEnawat vai quebrando os braços de sua folha para o lado. Por vezes, precisa usar os dentes, de tão dura que é a folha. Tëkpa inicia o trançado de seu xucate. Enawat também começa o trançado de seu artefato.
Damë Bëtxum MatisEnawat ensina a antropóloga Carolina Lopez sobre o artefato, enquanto Bësson (à direita), Tëkpa e Shawa terminam de trançar os seus xucate. A mulher pega, então, outra folha para iniciar o trançado de mais um xucate.
Batsi MatisTëkpa usa a antropóloga Carolina Lopez como exemplo para mostrar como o xucate é utilizado durante a Festa da Tatuagem, ritual mais importante da etnia. O xucate é também um objeto ritual, já que é utilizado para aplacar as dores dos jovens que estão tendo suas faces tatuadas durante a festa. Bësson (à extrema direita), Enawat e Shawa terminam o trançado de suas peças.
Batsi MatisAs artesãs Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa trançam os seus xucate. Enawat termina o seu xucate e ensina a antropóloga Carolina Lopez sobre o artefato.
Batsi MatisEnawat ensina a antropóloga Carolina Lopez sobre o artefato, enquanto as outras artesãs, como Tëkpa, terminam de trançar os seus xucate. A mulher pega, então, outra folha para iniciar o trançado de mais um xucate.
Damë Bëtxum MatisBësson (bermuda azul, à extrema direita), Enawat, Tëkpa (bermuda azul) e Shawa trançam os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional. Tëkpa trouxe o seu macaquinho de estimação.
Batsi MatisAs artesãs trançam os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional. Bësson junta-se a Enawat e Tëkpa na atividade. Traz o seu macaquinho de estimação.
Batsi MatisAs artesãs trançam os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional.
Damë Bëtxum MatisDebaixo de chuva, de volta à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de seus artefatos, as artesãs começam a trabalhar as folhas para a fazerem os seus xucate. Enawat vai quebrando os braços de sua folha para o lado. Tëkpa faz o mesmo, enquanto Shawa as observa. Bësson também está no local.
Damë Bëtxum MatisDe volta à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de seus artefatos, as artesãs começam a trabalhar as folhas para fazerem os seus xucate. Enawat vai quebrando os braços de sua folha para o lado. Tëkpa faz o mesmo, enquanto Shawa as observa e imita. Shawa é a mais nova e aproveita para aprender com as mais velhas. Por vezes, Enawat precisa usar os dentes, de tão dura que é a folha. Chove na aldeia.
Batsi MatisDe trás para a frente, as artesãs Enawat, Tëkpa e Shawa terminam de quebrar os braços de suas folhas para o lado e começam a trançar os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional.
Batsi MatisInício da oficina de produção do xucate, abano trançado. As artesãs, também participantes da oficina de produção de cerâmicas, começam a trilha em busca da folha que é a matéria-prima do artefato. Enawat é seguida por Tëkpa e Shawa.
Damë Bëtxum MatisEnawat realiza a extração de mais das folhas que são a matéria-prima do xucate, abano trançado. Passa-as para Tëkpa. As mulheres, seguidas por Shawa, buscam mais folhas. Chove na mata.
Batsi MatisAs artesãs encontam a folha que é a matéria-prima do xucate. Enawat a extrae, enquanto Tëkpa a auxilia a encontrar mais exemplares pela mata. Shawa já tem uma folha consigo. Chove na mata.
Batsi MatisEnawat realiza a extração da folha que é a matéria-prima do xucate, abano trançado. Passa-a para Tëkpa. As mulheres, seguidas por Shawa, buscam mais folhas.
Damë Bëtxum MatisInício da oficina de produção do xucate, abano trançado. As artesãs, também participantes da oficina de produção de cerâmicas, andam na mata em busca da folha que é a matéria-prima do artefato. Enawat é seguida por Tëkpa e Shawa. Chove na mata.
Batsi MatisA artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Batsi MatisA artesã Tumã talha o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Batsi MatisA artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso.
Damë Bëtxum MatisA artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso.
Damë Bëtxum MatisEm menos de uma hora, Tumã conclui a confecção de seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Batsi MatisInício da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão e depois pega o caminho de volta para a aldeia.
Damë Bëtxum MatisInício da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão.
Batsi MatisDepois de extrair a matéria-prima, Tumã pega o caminho de volta para a aldeia.
Batsi MatisKuini talha uma pequena depressão em uma das pontas da madeira. Imagem dos maxilares de macacos de onde serão retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani Matis