Estrutura de acampamento em Sana Huh höhöd (clareira / local de acampamento Cachoeira Abacaxi). Local em que foi realizada gravação da paisagem sonora da floresta à noite (hup_20171124_brm.WAV). Quarto dia de caminhada, trecho de retorno para a comunidade Waguiá (alto rio Papuri).
Bruno Marquesmanejo ambiental
82 Descrição arquivística resultados para manejo ambiental
Construção de acampamento em K’ɨy’ N’em’ höhöd (clareira / local de acampamento Bebedouro Tapauara). No entardecer, em volta da fogueira conversam Domingos Soares (comunidade Cabeça da Onça), Aparício Soares, Adriana Andrade Soares e Antonia Soares Andrade (São Fernando). Ao fundo, Antônio Ramos (Fátima), Túlio Binotti e Evaldo Alencar (servidores da Funai) levantam acampamento. Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesConstrução de acampamento em K’ɨy’ N’em’ höhöd (clareira / local de acampamento Bebedouro Tapauara). No entardecer, perto da fogueira conversam Domingos Soares (comunidade Cabeça da Onça) e Adriana Andrade Soares (São Fernando). Ao fundo, homens levantam acampamento. Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesTerceiro dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesDesenho realizado durante a Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, posterior à reunião de anuência na comunidade Santa Rosa do projeto Prodocult Museu do Índio/Unesco, em 29/10/2019. Conteúdo: arco e flecha (ponta de metal); animais (porco, cotia e um pássaro e inambu), pilão para socar coca.
Estevão Penedo Pena (comunidade Santa Rosa)Desenho realizado durante a Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, posterior à reunião de anuência na comunidade Santa Rosa do projeto Prodocult Museu do Índio/Unesco, em 29/10/2019. Conteúdo: arma dos antigos para caça; nome da arma (toy); Observações adicionais: instrumento de caça não fabricado atualmente.
Isaque Andrade Barreto (comunidade Boca do Traíra)Desenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: árvore frutífera, patauá; palavra “wáh” e língua Hup. Categorias temáticas: manejo ambiental; extrativismo; alimentação.
Sabino Brasil MonteiroDesenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: Paç Pö́g (Serra Grande) Paç Tẽh (Serra Pequena), com Tõg Tẽg Paç (Serra Tõg Tẽg) em meio a elas; no top de Paç Pö́g, o pé de coca (pũ’ṹk tëg), um lago com uma piaba (húy) e o local em que os velhos, os antigos se banham (wähä̀d s’om höd); o dono da serra está nomeado; no topo de Paç Tẽh há um pé de inajá (k’ä́b tëg); no pé das serras estão desenhados alguns igarapés e a cabeceira do igarapé Cabari (Pìj Dëh k’et yoh), além do caminho (tìw) que leva à Serra Grande.
Angélico Brasil MonteiroBebedouro de anta (tah n’em’) ao lado de K’ɨy’ N’em’ höhöd (clareira / local de acampamento Bebedouro Tapauara). Ponto da floresta em que animais se concentram para beber água salgada. Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesBebedouro de anta (tah n’em’) ao lado de K’ɨy’ N’em’ höhöd (clareira / local de acampamento Bebedouro Tapauara). Ponto da floresta em que animais se concentram para beber água salgada. Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Evaldo AlencarHomem bebendo a água de cipó medicinal (Paç Tɨt, em língua Hup). Isaque Andrade Barreto (comunidade Boca do Traíra). Trecho do caminho entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande) no começo do segundo dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesDesenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: árvore que dá breu (wõ̀h) e suas raízes.
Eugênio SocotWõh sṹt (breu branco) extraído em árvore próxima ao acampamento. Usado para bi’ìd (“benzimentos” como é regionalmente traduzido) dos antigos e hoje em dia.
Bruno Ribeiro MarquesJaime Caldas Pena segurando o Wõh sṹt (breu branco) que encontrou próximo ao acampamento.
Bruno Ribeiro MarquesDesenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: vegetação de caatinga na floresta à beira de um igarapé; porco do mato (tṍh); palavra em -íngua Hup “mùn” e em português “caatinga”. Categorias temáticas: paisagem; manejo ambiental; mapeamento.
José Maria ParentePedaços de jacaré (hàt), peixe (b’ö́y, yòp e sṍ’ tẽh) e paca (hũyáw) sobre pìj k’et (folhas cabari) e kekèw k’et, que há pouco foram moqueados no jirau. Quarto e último dia de caminhada na cabeceira do igarapé Cabari.
Bruno Ribeiro MarquesAo amanhecer, homem mostra paca caçada durante a noite anterior, já sem o couro e o ventre, pronta para ser cortada e assada. Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa).
Bruno Ribeiro MarquesElizeu Boreiro da Silva (Waguiá) e Jaime Boreiro (Waguiá) cruzam tronco sobre cabeceira de igarapé no pé de Wah Paç (Serra Patauá) em trecho de terra firme (m’aj’ k’ɨ’). Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesAo amanhecer, no acampamento do segundo dia de caminhada, no pé de Paç Pö́g (Serra Grande), os Hupd’äh e os demais se reúnem para subir a serra.
Bruno Ribeiro MarquesDesenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: Döh Ã́y (curupira), de boca aberta, coberta de pelos e com os pés virados para trás; casa (mòy) de pedra da curupira em meio às árvores da floresta; palavras escritas “döh ã́y mòy” (casa de curupira); no verso, o nome dos autores. Categorias temáticas: xamanismo; lugar sagrado; manejo ambiental.
Aristide Oliveira Monteiro, AngélicoDesenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: casa de roça (b’ot mòy); tocos de árvores derrubadas e, no entorno, mata virgem.
Eugênio SocotEm primeiro plano, feixes de palha de caranã (top-k’et), carregados no dia anterior pelos Hupd’äh desde o caranazal no alto igarapé Cabari. Construção para a qual o caranã se destina. Ao fundo, jovens da comunidade Serra do Cabari jogam futebol contra seus parentes Hupd’äh das comunidades do alto rio Papuri no entardecer. Terceiro dia de caminhada, repouso em Serra do Cabari.
Bruno MarquesHupd’äh de Waguiá (alto rio Papuri) e de Serra do Cabari (alto rio Tiquié) fazem parada em Pij Bug’ (Monte Cabari) e conversam em casa da antiga comunidade. Local que, até 2015, abrigava a comunidade de Serra do Cabari. Em primeiro plano, homem de Serra do Cabari ao lado de feixes de palha de caranã (top-k’et), que estavam sendo transportados neste dia para o lugar em que atualmente se localiza a comunidade. Palhas utilizadas para a cobertura de casas e de centros comunitários nos grupos locais dos Hupd’äh. Dentro da casa, o ancião jaime Boreiro e outros Hupd’äh deitados em redes. Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesCorte de cipó que é remédio (Paç Tɨt, em língua Hup). Fidêncio Caldas Pena (comunidade Santa Rosa). Trecho do caminho entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande) no começo do segundo dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesQuando o sol estava surgindo no último dia da caminhada na cabeceira do igarapé Cabari, as caças e pescas da noite eram moqueadas em um jirau (wáb). Leonardo Seabra Serra (comunidade Água Viva).
Bruno Ribeiro MarquesQuando o sol estava surgindo no último dia da caminhada na cabeceira do igarapé Cabari, as caças e pescas da noite eram moqueadas em um jirau. Leonardo Seabra Serra (comunidade Água Viva).
Bruno Ribeiro MarquesAo amanhecer, pedaços de peixe são cozidos na panela, enquanto alguns roedores comestíveis (nuh bì’) secam sobre a lenha que alimenta o fogo. Sônia Pires Gonçalves (comunidade santa Rosa). Quarto e último dia de caminhada na cabeceira do igarapé Cabari.
Bruno Ribeiro MarquesAo amanhecer, pedaços e peixe e rã são cozidos na panela, enquanto alguns roedores comestíveis são secos sobre a lenha que alimenta o fogo. Sônia Pires Gonçalves (comunidade santa Rosa). Quarto e último dia de caminhada na cabeceira do igarapé Cabari.
Bruno Ribeiro MarquesMomento de descanso em trecho de caatinga no caminho entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande).
Bruno Ribeiro MarquesS’ùg Pɨg (cucura do mato) coletada pelas mulheres e crianças enquanto os demais estavam abrindo o caminho que estava cerrado nesta altura.
Bruno Ribeiro MarquesDesenho realizado durante a Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, posterior à reunião de anuência na comunidade Santa Rosa do projeto Prodocult Museu do Índio/Unesco, em 29/10/2019. Conteúdo: ser da floresta, dono de caça, em meio a árvores, com cabelos grandes, peludo e pés virados; mostrando um objeto cilíndrico; palavra “Döh Ã́y” (curupira).
Valdemar Seabra Penha (comunidade Santo Atanásio)Descanso depois de algumas horas de caminhada do primeiro dia do caminho entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande). Observa-se, em primeiro plano, parte de um jamanxim, usado para carga, além de uma tapiri (estrutura de acampamento) coberto por folhas de uma palmeira.
Bruno Ribeiro MarquesDescanso depois de algumas horas de caminhada do primeiro dia do caminho entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande). Local com tapiri montado, de ocupação recente. De pé, Jaime Caldas Pena (comunidade Santa Rosa).
Bruno Ribeiro MarquesValdemar Seabra Penha (comunidade Santo Atanásio) desenhando o horizonte, Paç Pö́g (Serra Grande) e Paç Tẽh (Serra Pequena).
Bruno Ribeiro MarquesOficina de desenho de mapa do entorno da comunidade. Professor Virgolino Penedo Pena finalizando o desenho do mapa, observado por jovens.
Bruno Ribeiro MarquesOficina de desenho de mapa do entorno da comunidade. Passando mapa a limpo desde o rascunho. Da esquerda para a direita, Isaías Penedo Gonçalves, Gaudêncio Neres Pena e Jaime Caldas Pena
Bruno Ribeiro MarquesOficina de desenho de mapa do entorno da comunidade. Passando mapa a limpo desde o rascunho. Mãos de Jaime Caldas Pena.
Bruno Ribeiro MarquesOficina de desenho de mapa do entorno da comunidade. Valdemar Seabra Penha, finalizando o desenho do mapa, elabora legenda.
Bruno Ribeiro MarquesEm local de descanso no segundo dia de caminhada, enquanto alguns seguiram à frente para abrir o caminho que estava cerrado, a carne da paca caçada à noite é distribuída entre os caminhantes. Júlio Seabra Caldas e Virgolino Penedo Pena, no segundo dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesEstrutura para amarração de feixes de palhas de caranã (top-k’et) no caranazal da comunidade Serra do Cabari. Ao fundo, palhas secas de caranã, utilizadas para a cobertura de casas e de centros comunitários dos grupos locais dos Hupd’äh. Trecho de caatinga (mun). Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesExtração de m’ɨ’ s’a (minhoca preta) em Wah Paç (Serra Patauá). Pij k’et (folhas cabari) usadas como recipiente para armazenamento das minhocas. Participantes: Edmilson da Silva Boreiro (comunidade Waguiá), Luís da Silva Boreiro (Waguiá), Severiano Boreiro Piter (Waguiá). Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesExtração de m’ɨ’ s’a (minhoca preta) em Wah Paç (Serra Patauá). Participantes: Paulo Incápia (comunidade Jandiá, etnia Kakwa), Patrício Boreiro da Silva (Waguiá), Jaime Boreiro (Waguiá), Franciso Boreiro (Waguiá), Guilherme da Silva Boreiro (Waguiá), Aparício Soares (são Fernando), Severiano Boreiro Piter (Waguiá). Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesHomens extraem m’ɨ’ s’a (minhoca preta) em Wah Paç (Serra Patauá). Participantes: Antônio Ramos (comunidade Fátima), Franciso Boreiro (Waguiá), Elizeu Boreiro da Silva (Waguiá), Jaime Boreiro (Waguiá); Evaldo Alencar e Túlio Binotti (servidores da Funai). Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesMulher e filhos descansam em rede em trecho de caatinga no caminho entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande).
Bruno Ribeiro MarquesFeixes de palha de caranã (top-k’et) no centro da comunidade Serra do Cabari, carregados no dia anterior pelos Hupd’äh desde o caranazal no alto igarapé Cabari. Palhas utilizadas para a cobertura de casas e de centros comunitários nos grupos locais dos Hupd’äh. Terceiro dia de caminhada, repouso em Serra do Cabari.
Bruno MarquesDesenho realizado na continuação da Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, anterior à caminhada entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), em 11/12/2019. Conteúdo: igarapés e seus afluentes das cabeceiras; pássaros, peixes e jacaré; árvores frutíferas; casa; homem; caminhos, um deles em direção às serras; Paç Pö́g (Serra Grande) e Paç Tẽh (Serra Pequena) com sua cobertura vegetal e uma palmeira no topo, no pé das mesmas, uma onça;
Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa)Desenho realizado na continuação da Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, anterior à caminhada entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), em 11/12/2019. Conteúdo: igarapés e seus afluentes das cabeceiras; árvore frutífera; tapiri; homem com zarabatana e a roupa dos antigos (b’ö́b); casal com adorno ritual, flauta e roupa dos antigos; Paç Pö́g (Serra Grande) e Paç Tẽh (Serra Pequena);
Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa)Homens Hupd’äh da comunidade Serra do Cabari cruzam igarapé Cabari carregando feixes de palhas de caranã (top-k’et). Palhas utilizadas para a cobertura de casas e de centros comunitários dos grupos locais dos Hupd’äh. Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesHomens Hupd’äh da comunidade Serra do Cabari cruzam igarapé Cabari carregando feixes de palhas de caranã (top-k’et). Palhas utilizadas para a cobertura de casas e de centros comunitários dos grupos locais dos Hupd’äh. Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesDöö Dëh (igarapé Micuim), no pé de Paç Pö́g (Serra Grande). Terceiro dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesDesenho realizado durante a Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, posterior à reunião de anuência na comunidade Santa Rosa do projeto Prodocult Museu do Índio/Unesco, em 29/10/2019. Conteúdo: instrumento de caça, zarabatana, estojo de cerdas e cerdas; nome do instrumento de caça (sab’àk) e das cerdas (wah ùt, espinho de “patauá”);
Valdemar Seabra Penha (comunidade Santo Atanásio)Antônia Soares Andrade (comunidade São Fernando) faz fogueira e prepara alimentos em acampamento em Sana Huh höhöd (clareira / local de acampamento Cachoeira Abacaxi). Cozinha na panela e moqueia peixes no jirau. Quarto dia de caminhada, trecho de retorno para a comunidade Waguiá (alto rio Papuri).
Bruno MarquesJovens descansam no terceiro dia de caminhada à beira de Òk To’oh Ma (igarapé Tatu-Canastra Correndo).
Bruno Ribeiro MarquesDesenho realizado durante a Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, posterior à reunião de anuência na comunidade Santa Rosa do projeto Prodocult Museu do Índio/Unesco, em 29/10/2019. Conteúdo: lago com três rãs, cercado por árvores; nome do lugar (s’ày móh, “lago de rã”);
Leonardo Seabra Serra (comunidade Água Viva)Mulher e criança no topo da serra. Elorides Penedo Pena.
Bruno Ribeiro MarquesM’ɨ’ s’a (minhoca preta) em recipiente de pij k’et (folha cabari). Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesMinhocas para pescaria.
Bruno Ribeiro MarquesAo final do terceiro dia de caminhada, acampam no mesmo local do primeiro. Detalhe de Gilson Penedo Pena amarrando lona com cipó para a cobertura de uma das barracas.
Bruno Ribeiro MarquesLocal de acampamento dos caminhantes ao final do primeiro dia do trajeto entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande). Nos detalhes, amarração, com cipó, de estrutura que dará sustentação à lona.
Bruno Ribeiro MarquesOs Hupd’äh das comunidades de Boca do Traíra, Água Viva e Santo Atanásio no topo de Paç Pö́g (Serra Grande). Terceiro dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesOs Hupd’äh das comunidades de Santa Rosa e Santo Antônio no topo de Paç Pö́g (Serra Grande). Terceiro dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesOs Hupd’äh das comunidades de Vila Nova e Santa Cruz do Cabari no topo de Paç Pö́g (Serra Grande). Terceiro dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesNo topo, os caminhantes observam a paisagem e fazem anotações.
Bruno Ribeiro MarquesPé de caranã (top-k’et tëg) no caranazal da comunidade Serra do Cabari. Palhas utilizadas para a cobertura de casas e de centros comunitários dos grupos locais dos Hupd’äh. Trecho de caatinga (mun). Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesPai e filho cavando a lama em procura de minhocas (m’ɨ́ hë) para servirem de isca para pesca à noite. Fidêncio Caldas Pena (comunidade Santa Rosa) e seu filho, no segundo dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesTraíras (b’ö́y) pescadas recentemente antes de irem para o moquém. Amarração em feixe com cipó (yúb). Quarto e último dia de caminhada na cabeceira do igarapé Cabari.
Bruno Ribeiro MarquesPeixes sendo moqueados em jirau no acampamento em Sana Huh höhöd (clareira / local de acampamento Cachoeira Abacaxi). Recipiente de folha cabari (pij k’et) amarrada com cipó (tɨt). Uso de folha de palmeira como envoltório de peixes. Quarto dia de caminhada, trecho de retorno para a comunidade Waguiá (alto rio Papuri).
Bruno MarquesDesenho feito por alguém que se identificou como “Aluna Edilene” no verso da folha. Realizado na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: pequeno mapa com igarapés (Yák Dëh (igarapé Arara) e Wã́’ Dëh (igarapé Urubu)), toponímias (como B’ö’ Paç (Serra Tucunaré), seres dentro das serras e árvores frutíferas (siwìb (bacaba)).
EdileneCom varas, caçadores procuram jacaré cujos movimentos foram escutados pouco antes, que está entocado na lama do lago (móh). Fidêncio Caldas Pena (comunidade Santa Rosa), Leonardo Seabra Serra (Água Viva), Gaudêncio Neres Pena (Santa Cruz do Cabari) e Valdemar Seabra Penha (Santo Atanásio). Trecho do caminho entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande) no começo do segundo dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesNo topo, homens observam e reconhecem lugares na floresta. Fidêncio Caldas Pena, Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa) e Gilson Penedo Pena (Santo Antônio).
Bruno Ribeiro MarquesNo topo, homens observam e reconhecem lugares na floresta, comentando com os demais. Fidêncio Caldas Pena, Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa) e Gilson Penedo Pena (Santo Antônio).
Bruno Ribeiro MarquesNo topo, homens observam e reconhecem uma Bisíw mòy (casa de Bisíw), local com um dono perigoso e com muita caça. Fidêncio Caldas Pena, Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa) e Gilson Penedo Pena (Santo Antônio).
Bruno Ribeiro MarquesNo topo, homens observam e reconhecem lugares na floresta. Fidêncio Caldas Pena, Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa) e Gilson Penedo Pena (Santo Antônio).
Bruno Ribeiro MarquesNo topo, homens Hupd’äh fazem registros escritos e em áudio da vista desde Paç Pö́g (Serra Grande).
Bruno Ribeiro MarquesTapiri (boyoh) no pé de Wah Paç (Serra Patauá), local de acampamento, caça e pesca. Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesTapiri (boyoh) no pé de Wah Paç (Serra Patauá), local de acampamento, caça e pesca. Primeiro dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesDesenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: tapiris (boyóh), locais de acampamento na floresta.
Jander Barão SocotDesenho realizado na continuação da Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, anterior à caminhada entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), em 11/12/2019. Conteúdo: tatu (yë̀w, em língua Hup), com detalhes de seu carapaça; palavra “tatu”.
Idalino Andrade Pena (comunidade Santa Rosa)Vista da floresta desde um dos mirantes de Paç Pö́g (Serra Grande). Terceiro dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesDepois, dos caminhantes descerem de Paç Pö́g (Serra Grande), encontram-se no acampamento pouco antes de dar início ao caminho de volta à comunidade Santa Rosa. Terceiro dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesEm um dos mirantes no topo de Paç Pög (Serra Grande) visualiza-se Paç Tẽh (Serra Pequena).
Bruno Ribeiro MarquesExtração de vara e preparação de caniço para pesca em trecho do caminho entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande). Gilson Penedo Pena (comunidade Santo Antônio).
Bruno Ribeiro Marques