Mandioca

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        Mandioca

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              7 Descrição arquivística resultados para Mandioca

              7 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Calapalo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SPIVI004 · Item · 1946
              Parte de Arquivístico

              Vista aérea de aldeia Xavante, da serra Roncador, no Planalto Central do Brasil e os Kalapalo que habitam o Xingu, Mato Grosso. Cenas de feitura de beijú, ritual de passagem de jovem para a vida adulta, pintura corporal, indio escarificando uma criança, danças celebrando ritual de morte de líder indígena, índios tocando flauta reta. A sequência final Rondon com um jovem índio educado no Rio de Janeiro

              Sem título
              Rio das Mortes
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SPIVI023 · Item · 1947
              Parte de Arquivístico

              Pacificação dos índios Xavante, pela equipe do SPI chefiada por Francisco Meirelles. Aspectos do Posto Pimental Barbosa

              Sem título
              Índios Curicuros
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SPIVI027 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              Filme da expedição da Seção de Estudos do SPI aos rios Curusevo e Xingu. Decupagem do rolo 2: Índios na aldeia/ índio dentista livrando a dor de dente da esposa/ curandeiro cuidando de um outro índio/ malocas sem palha/ índios cobrindo a maloca com palha/ maloca pronta/ índios sentados na aldeia/ índios músicos/ close de índio / índios tocando instrumento de sopro visitam as malocas/ índios lutando, outros assistindo/ dança tradicional dos índios/ dança exclusivamente feminina/ indumentária indígena/ índios tocando instrumentos e índios dançando trajando roupas próprias/ distribuição de presentes da equipe aos índios ("utensílios importantes, para o intercâmbio entre as duas culturas")/ homem branco fotografando os índios/ índios vestindo as roupas ganhadas de presente/ equipe posa à frente dos índios, junto aos presentes/ close dos membros do SPI / detalhe do emblema do SPI no bolso da roupa de membro da equipe/ close do rosto do homem/ legenda: "fim"

              Sem título
              Excursão às nascentes do Xingu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SPIVI005 · Item · 19440
              Parte de Arquivístico

              Documentário sobre as expedições do S.P.I., entre as comunidades indígenas localizadas às margens do Rio Xingu. As cenas mostram o cotidiano das aldeias dos índios Kamayurá e Mehinaku

              Sem título
              Os Índios Urubu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SPIVI032 · Item · 1949
              Parte de Arquivístico

              Esse filme, rodado no Vale do Gurupi, no Maranhão, realizado por Heinz Foerthmann, Darcy Ribeiro e com a participação do lingüista francês Max Bodin, retrata o cotidiano de uma jovem família Urubu: Koçó, sua mulher Xi-Ira e o pequeno filho Berém mostrando técnica da cultura material, como o preparo de flechas, e a sua vida doméstica

              Rituais e festas Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-CRVI004 · Item · 1917
              Parte de Arquivístico

              Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-CRVI007 · Item · 1912
              Parte de Arquivístico

              Resumo das cenas: índios numa canoa, remam no rio/ adultos e crianças reunidos/ índias ralando mandioca/ índias segurando os peixes pescados/ diversos índios/ índio descascando e comendo fruto/ homens trabalhando na floresta/ índios carregando cestos de palha/ índias com filhos/ índias amassando e peneirando mandioca/ índias se alimentando com seus filhos/ índios homens e mulheres/ índias preparando alimento/ índia tomando água/ índios dançando em volta da fogueira/ índios praticando esporte/ índios saltando e nadando no rio/ índios entram numa canoa/ cerimônia indígena/ índios com vestimentas especiais e adornos