Grafismo executado em máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Aprendeu de sua sogra, Aurelia, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezMaloca Miranha do bairro Xingu (Tabatinga)
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Grafismo executado no centro de máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Feito sob desenho-suporte do artefato. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Julia ChaiguaGrafismo aplicado em chocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Enrique TeteyeIlustração que representa de maneira mais sistematizada grafismo executado por Jesusa Lopez (foto boa_2020022_jlo_02). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que representa de maneira mais sistematizada grafismo executado por Jesusa Lopez (foto boa_2020022_jlo_03). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosTrês grafismos. Dois são executados em artefatos (aprendidos rectivamente de Pascoala e Adriana, do clã Arara Vermelha) e outro na face (feminino). Esse último lhe foi ensinado por Carmen Kuguao, que também é autora de outros grafismos desse documento. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Zenaida EimenekeneGrafismo executado no trocano de comunicação do tipo llaaríwa no curso de rituais de nominação homônimos. Aprendeu de sua sogra, Aurelia, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo de uso variado (provavelmente máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha) feitos por Carmen Kuguao, reconhecida por dominar um grande repertório de motivos.
Carmen KuguaoParticipantes têm um primeiro contato com as fotos de Robert de Wavrin no Putumayo (ver documento técnico anterior) na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosTeresita, Magdalena e sua filha observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade Boa observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade Boa observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade Boa observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasPessoas da comunidade Boa observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasMagdalena e sua filha observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasIlustração que exemplifica e nomeia os três elementos gráficos que compõem todos os grafismos Bora-Miranha. Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que detalha um dos três elementos gráficos que compõem todos os grafismos Bora-Miranha (ver boa_20200320_bbr_0). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que detalha um dos três elementos gráficos que compõem todos os grafismos Bora-Miranha (ver boa_20200320_bbr_0). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que detalha um dos três elementos gráficos que compõem todos os grafismos Bora-Miranha (ver boa_20200320_bbr_0). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosDiversos desenhos relativos aos grafismos, provavelmente Muina Murui. Autor desconhecido. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
DesconhecidoConversa geral sobre as fotografias de Wavrin (tanto material iconográfico quanto fotos dos objetos – ver documento técnico anterior). O registro foi feito no mesmo dia da segunda oficina de representação gráfica, na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosConversa geral sobre as fotografias de Wavrin (tanto material iconográfico quanto fotos dos objetos – ver documento técnico anterior). O registro foi feito no mesmo dia da segunda oficina de representação gráfica, na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Bruna BarrosConversa com Julia Chaigua, do clã Veado, na comunidade San José. Como uma grande conhecedora ritual e detentora de um vasto repertório mítico, ela reagiu ao filme de Wavrin e às imagens que foram entregues às comunidades. Também executou em bloco de papel alguns grafismos de seu repertório (ver anexo Ilustrações).
Julia ChaiguaConversa com José Fernando Teteye, chefe do clã Amanhecer, em sua casa na comunidade Tagua. Como professor local, um grande conhecedor ritual e detentor de um vasto repertório mítico, ele nos ajudou no inventário de vocabulário relacionado à pesquisa.
José Fernando TeteyeConversa com Fernando Jifichiu (ou Gifichiu), chefe do clã Tamanduá, em sua maloca na comunidade San Andrés. Como um grande conhecedor ritual e detentor de um vasto repertório mítico, ele reagiu ao filme de Wavrin e às imagens que foram entregues às comunidades.
Fernando JifichiuChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Maria Luísa LucasRepresentação de um homem com prerrogativas rituais (rituais de nominação) e sua indumentária (adornos de fibra vegetal e colares). Apresenta a seu lado direito uma borduna. Junto com a legenda, essa imagem faz referência à violência do ritual Báhjaa no passado. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Abelino RamosRepresentação de um homem com prerrogativas rituais (rituais de nominação) e sua indumentária (adornos de fibra vegetal e colares). Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Abelino Ramos