O grupo se encontra em frente a um canteiro cheio de tabocas bem finas do jeito que se usa para fazer totore. Benjamim narra o achado. Kubiu explica que achou o local dos totore. Komizi tira um zumi bedeni para fazer um hahapo (soprador de feitiço). Kubiu explica que material é aquele: zumi bedi, ou hapo phiri. Kubiu tira um bom pedaço do material. Enquanto Komizi fabrica o dori hahapo (soprador de feitiço), Kubiu corta os pedaços de zumi que vai precisar para fabricar o Totore em casa.
Benjamim KulinaKulina
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A equipe de museologia conversa com os kulina a respeito da possibilidade de compra e transporte de objetos com plumárias.
Benjamim KulinaGeorge comenta sobre a produção de pulseira em miçangas feitas no próprio corpo. A finalização do artefato é feita no corpo. George comenta que isso é muito interessante. Eles comentam da beleza das peças, especialmente a respeito do detalhe dos pequenos pingentes de balões. Segundo Raimundo, homens e mulheres usam os colares grandes. A testeira seria um adereço masculino. As pulseiras são masculinas e femininas. Raimundo tenta explicar os motivos dos desenhos. O primeiro é uma casa. George pede para Raimundo colocar o colar.
Benjamim KulinaKubiu toca a flauta totore. Outra flauta faz um dueto com a flauta dele. Fica interessante. A outra faz um som mais agudo e a dele um pouco mais grave. O som de uma outra flauta ainda aparece. A filha de Kubiu assiste a tudo. Para encerrar, Kubiu fala um pouco sobre o que fez, de como ele tocou o Totore, 'toretore onaharo', para registrar. Ele fala um pouco das estórias associadas ao totore. Enquanto ele fala, uma flauta canta bem agudo.
Benjamim KulinaA manada de homens corta a linha de mulheres e segue a direção. Homens e mulheres continuam cantando (cada um em seu ritmo e andamento e cada um o seu canto) e dançando (em passos de queixadas). Mulheres e meninas se desprendem da linha para buscar panelas e potes.
João Onima KulinaEu e os Kulina explicam que quando o tokorime vai embora, o pajé deixa a máscara no mato. A equipe de museologia tenta identificar a jarina na internet. George e eu ficamos conversando sobre a sonoridade da chegada de um tokorime na aldeia.
Benjamim KulinaHomens e mulheres descansam na varanda de uma casa. Ouve-se o som dos homens pilando o shatha.
João Onima KulinaZakaria e Kubiu fazem uma clareira na mata para fabricar o hihiti, mas está cheio de formigas e vamos embora.
Benjamim KulinaAs transformações sociais e econômicas porque passou a região durante os últimos séculos produziram, sem dúvida, o mapa etnológico das populações nativas. Os "brancos" bolivianos, brasileiros e peruanos, há pelo menos dois séculos, iniciaram a ocupação da região de forma mais sistemática. As populações indígenas, a partir deste momento, se re-arrumam, não sem conflitos, de forma a se organizar no novo território agora ocupado pelo homem branco
GONÇALVES, Marco AntonioHomens e mulheres da aldeia Santa Júlia cantando o Ahie´e (mariri): dança tradicional circular em que participam homens, mulheres, adolescentes e crianças. Dançam e cantam durante toda a noite até o amanhecer.
Coletivo KulinaAinda sem ter terminado o instrumento, João Ikobo mostra como ele é tocado. O casco de jabuti é acomodado embaixo do sovaco, do mesmo braço que segura a flauta pan, que é ligada ao casco de jabuti por um barbante. A outra mão friciona a resina fazendo vibrar o casco, enquanto a flauta é tocado em sincronia com o reco-reco. O grupo da oficina ri intimidando um pouco João Ikobo. O instrumento ainda não está pronto, então os sons não estão ainda perfeitos. Mas já dá para entender como ele funciona.
Benjamim KulinaContinuação da imagem vazia do caminho dos fundos da aldeia.
Benjamim KulinaTerreiro da aldeia Buaçu. Placa de Obras do Governo Federal. Posto de Saúde Indígena
Benjamim KulinaAlgumas pessoas sentadas no banco do terreiro da aldeia. Ao fundo, ouve-se uma mulher cantando. Não dá para saber ao certo se ela está cantando ao vivo ou se se trata de uma gravação.
João Onima KulinaAlguns arcos já amarrados estão prontos sentados no chão. A mão de Zakaria descasca cipó para amarrar outro arco, que se encontra ao lado dos já prontos.
Benjamim KulinaO grupo atravessa o pátio do Museu do Índio se encaminhando em direção à sala guarani. Eles conversam, mas não se pode ouvir nada, pois a câmera faz uma tomada de longe.
Benjamim KulinaBarra de cor. Andrea fala sobre os Ashaninka.
Benjamim KulinaAndrea explica para Raimundo Kulina, Arnaldo Kulina, Benjamim Kulina e Felipe Agostini, a respeito de como a exposição ashaninka foi concebida e o que pode ser importante e interessante na montagem de uma exposição etnográfica.
Benjamim KulinaAndrea faz uma digressão sobre as flechas indígenas. Segundo ela, as flechas são talvez a única espécie de artefatos presentes em todas as etnias ameríndias. Ela conta que as crianças identificam imediatamente as flechas aos ameríndios.
Benjamim KulinaAndrea mostra uma roupa diferente e chama a atenção que as crianças ashaninka usam o kitarentse (a roupa tradicional ashaninka) adornadas com plumárias. Ela pergunta aos Kulina a respeito da utilização de plumárias em seus adereços. Arnaldo explica que os Kulina utilizam as plumárias apenas em adereços de cabeça. Na cena vemos Raimundo, delicada e calmamente, depositando os colares que estava experimentando nos bonecos da exposição.
Benjamim KulinaAnimaizinhos de madeira guarani. Menino brinca com os animais.
Benjamim KulinaFabiana mostra o site do Museu do Índio. Ela explica como funciona o site e como se dá o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online. Ela explica que através do site e dos blogs do projetos, as peças e material coletado entre e pelos Kulina fica disponibilizada para pesquisa.
Benjamim KulinaFabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.
Benjamim KulinaFabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.
Benjamim KulinaFabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.
Benjamim KulinaAproximando de um grupo de jovens aprendendo a tocar a flauta Boborara no meio do mato, em um velho roçado de bananas.
Benjamim KulinaArnaldo assina o livro dos visitantes da exposição.
Benjamim KulinaArnaldo e Raimundo falando o que espera da viagem ao Rio de Janeiro e do trabalho no Museu do Índio.
Benjamim KulinaArnaldo explica o material usado para fazer a alça do shapoto: tirando a casca da árvore (não sabe o nome em português) com nome kulina pitsi zoto. O shapoto é arrematado com bare eteroni (casca do olho da bananeira). A alça do outro shapoto é feita com casca de piriquiteira (que dá na beira do rio), na língua Mahororo. Arnaldo mostra como é a técnica de trançagem que as mulheres usam para fazer o shapoto certinho, equilibrado.
Benjamim KulinaArnaldo tenta tocar buzina de cerâmica Marubo. Ele se parece com um tipo de hohori kulina que eles não fazem mais.
Benjamim KulinaArnaldo toca a flauta Totore.
Benjamim KulinaUma canoa a motor e uma canoa a remo sobem o rio para a pescaria.
Benjamim KulinaAs diferentes formas do tsiki, cerâmica: hohori (todos que tem no acervo são hohori). Arnaldo cita um vaso bem grande, para guardar água, mas não dá para entender qual seria o seu nome.
Benjamim KulinaPraia vista da aldeia. De longe, várias pessoas na margem do rio preparando peixes. Homem sobe com balde a escadaria da aldeia.
Benjamim KulinaDe baixo vemos dois operários trabalhando na fixação da telha do posto de saúde.
Benjamim KulinaO grupo atravessa um igarapé grande sobre um tronco.
Benjamim KulinaAs outras canoas esperam encostadas na margem, logo atrás da primeira canoa. A terceira canoa chega e encosta na outra margem.
Benjamim KulinaO grupo da oficina atravessa um pequeno igarapé. Kubiu ajeita uma pequena ponte. Komizi sumiu sem que ninguém percebesse.
Benjamim KulinaMais pessoas chegam com baldes e bacias para pegar os peixes.
Benjamim KulinaDetalhe da bananeira remendada, depois de ser pisada durante a dança no meio do roçado novo de bananas. Benjamim narra que um queixada pisou nas bananeiras do roçado de Maria.
Benjamim KulinaDois barcos grandes parados no rio.
Coletivo KulinaBarra de cor. Benjamim narra: Hidapana Totore kha ima
Benjamim KulinaBarra de cor
Benjamim KulinaBarra de Cor.
Felipe Agostini CerqueiraVoz de Maria José perguntando sobre o material do hepiri: murmuru.
Benjamim KulinaBarra de cor. Flauta totore cantando.
Benjamim KulinaPesquisador responsável contando os segundos de barra de cor
Coletivo KulinaBarra de cor
Benjamim KulinaBarra de cor
Benjamim KulinaBenjamim Kulina falanddo o que espera da viagem ao Rio de Janeiro e do trabalho no Museu do Índio.
Arnaldo KulinaBenjamim continuando sua fala sobre o que espera da viagem e do trabalho. Ele também fala da viagem de Rio Branco até o Rio de Janeiro e da experiência de andar de avião.
Arnaldo KulinaBenjamim, pintado, sem camisa, tenta tocar a flauta Boborara.
Benjamim KulinaMaria José mostra para os Kulina uma boneca de madeira (que está sem os peitinhos). Ela mostra também objetos rituais e instrumentos musicais.
Benjamim KulinaBote aporta na praia e as mulheres procuram segurá-lo com um pau.
João Onima KulinaO bote está assentado no banco e homens observam e conversam.
João Onima KulinaBote com mulheres e crianças a sua volta. A roda de mulheres, que continuam cantando e dançando, está semi-aberta. A manada de homens a circula, também cantando e dançando. Jorge Namari filma com celular, de dentro da manada enquanto canta e dança. A manada atravessa a imagem. Atrás dela, vem Zakade e a única menina que a acompanha, Najara, a filha de Zakade. Enquanto a linha de mulheres se abre, a manada de homens a circula. Uma moça filma tudo de fora e um rapaz filma de frente para a linha de mulheres, ambos com celulares. As mulheres agora cantam e dançam dentro da linha, mas com panelinhas penduradas em seus braços. A manada de homens se defronta novamente com a linha de mulheres. Muitas mulheres abandonam a linha para ir até o bote encher suas panelas com cerveja. Enquanto isso, a manada de homens tenta se desvenciliar, mas alguns homens já são capturadas por mulheres com panelas cheias de koiza que lhes oferecem e eles bebem. Cada homem bebe a panela inteira de koiza, e depois outra mulher lhe apresenta mais uma panela cheia e outra e outra. A manada de homens continua dançando e cantando. As mulheres com suas panelas já cheias de koiza vão em sua direção para capturar mais homens para beber o koiza. A manada, já vem diminuida, foge.
João Onima KulinaBote é arrastado de volta para o rio. A descida da chegada até a aldeia é muito íngreme e ele deve ser arrastado vagarosamente. Algumas crianças continuam brincando na lama, lutando e derrubando os companheiros do gênero oposto. Komizi assiste a tudo com tranquilidade.
Maria Yndera Waidor KulinaAdas. Mochira, bolsas na língua kulina. Raimundo responde à Fabiana que algodão na língua kulina se chama wephe. A respeito da braçadeira, Benjamim explica que é Ada. As bolsas são produção feminina. Raimundo diz que são feitas de algodão. Fabiana pergunta se o algodão é comprado ou fiado pelas índias. Raimundo explica que os homens é que usam as bolsas. São usadas para colocar lápis, caderno, etc. Para colocar o dinheiro, quando tira lá na rua. O nome da bolsa seria mochira.
Benjamim KulinaEnquanto Zakaria (ou Kubiu) cantam um canto de rami (ayahuasca), Komizi me convida para uma brincadeira-dança.Enquanto Zakaria canta e esculpe o arco, nós dançamos. Joaquim está no quadro, gravando com o gravador de voz o canto de Zakaria. Komizi ri. Faz-se uma pausa para tomar rapé.
Benjamim KulinaHomens na canoa passando em frente à aldeia Buaçu, a caminho da pescaria coletiva.
Benjamim KulinaRaimundo toca uma buzina de rabo de tatu Kaxinawá. Esta buzina é chamada em Kulina He´ihe´i e a espécie que é produzida pelos Kulina é usada pelo chefe ou outras lideranças para convocar as reuniões e outros encontros ou atividades coletivas.
Benjamim KulinaGeorge mexe em uma caixa com os cestos Keruri, cestos de toucador. Raimundo e Arnaldo ainda fazem (em áudio) outras explicações sobre os cestos Tsahe: como brinquedo para crianças.
Benjamim KulinaImagem vazia e parada do caminho dos fundos da aldeia.
Benjamim KulinaO trabalho discorre sobre as impressões pessoais de Walter Sass sobre a presença da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil - IECLB entre alguns povos indígenas
Sass, Walter Werner PaulA canoa chega na boca do igarapé. A canoa de Riuta desce vagarosamente de bubuia.
Benjamim KulinaOutra canoa passa em frente à Buaçu, descendo o rio. Filmada já do porto de Buaçu.
Benjamim KulinaCanoa descendo o rio. Na praia acima de Buaçu.
Benjamim KulinaCanoa passa de motor subindo até a boca do igarapé.
Benjamim KulinaO fundo da canoa está repleto de peixes. São mandins (kairus). Benjamim faz um comentário. Mais peixes vão sendo deixados no fundo da canoa.
Benjamim KulinaBote com bagaços de mandioca jogados no chão a seu lado. As mulheres já não estão mais em cima dele.
João Onima KulinaCanoa com homem e mulher, de varejão, pescando no lago. Benjamim narra um comentário - sobre o chapéu do remador.
Benjamim KulinaOroi reune as folhas piladas em um saco. Outros homens continuam pilando o shatha. Chico, de Ipiranga Nova, e Dorico, de Santa Júlia, ficam observando sentados. Um menino pelado e molhado também observa.
Benjamim KulinaGrupo de pescadores sai de canoa do porto de Buaçu. Nekhi é o motorista. Sakire caminha pela praia com um balde e uma zagaia. O balde está cheio de shatha misturada com terra. Sakire explica o que é e para que será utilizada.
Benjamim KulinaCanoa com tapiri fraquinho sai da aldeia. Ela é guiada pela moça Wazura. Outra moça segue a seu lado. A frente, Benedito e Joaninha, sua esposa. Wazura é neta de Benedito.
João Onima KulinaCanoa com várias mulhere, moças e crianças sai do porto. Ubiraci é quem guia a canoa.
João Onima KulinaA canoa de Benjamim e dos filhos de Zewa recomeça a descer. Eles encontram recostada a canoa de Chico, filho de Zé Bakho e seu cunhado. Eles recolhem os peixes do rio. Sua canoa também está repleta de peixes mandim. Benjamim pergunta alguma coisa para eles.
Benjamim KulinaCanoa de João Onima e Jurasi Zakade desce o igarapé. Eles gritam para as pessoas de baixo que os peixes estão descendo. O filho de Zewa, na canoa de Benjamim continua recolhendo peixes com zagaia.
Benjamim KulinaAo longe se vê a aldeia Buaçu, rio abaixo. A canoa se aproxima da aldeia.
Benjamim KulinaCanoa grande coberta que estava na boca do igarapé chega no porto.
Benjamim KulinaCanoa se aproximando do porto de Santa Júlia. Ouvem-se mulheres cantando.
João Onima KulinaCanoa vem se aproximando para aportar em Buaçu.
Benjamim KulinaCanoa segue com dois rapazes rio acima. Ouve-se som de forró.
João Onima KulinaCanoas chegando no porto de Buaçu. O barco da saúde está ancorado no porto.
Benjamim KulinaCanoas cheias de peixe. Zohe, filho de Sakire, mostra um pacu em meio aos montes de mandins. Eriana, Daniel, Joaquim.
Benjamim KulinaCanoas começam a descer o rio de volta à aldeia. A canoa de Riuta começa a descer o rio.
Benjamim KulinaAs canoas continuam descendo. Encontram nas margens homens recolhendo peixes. Hodo, da aldeia Buaçu, está em uma das margens recolhendo peixes em seu balde. Benjamim faz um comentário. As canoas passam por um obstáculo no igarapé: um grande tronco, as pessoas tem que se abaixar para conseguir passar.
Benjamim KulinaCanoas descem cheias de gente de volta para a aldeia. A canoa de Mauri desce para a aldeia, cheia de peixes. A canoa de Riuta, com Sakire, Benjamim e outros sobe, retornando até a boca do igarapé. Meninas nadam na margem do rio: Nomiha (filha de Benjamim) e Haniha (cunhada de Benjamim).
Benjamim KulinaVárias canoas e pessoas na praia em frente à Buaçu.
Benjamim KulinaPraia, amontoados de peixes, canoas e pessoas.
Benjamim KulinaDuas canoas repletas de peixes. A de Chico do Zé Bakho e a de Riuta. Muitos baldes repletos de peixes pela praia e em outras canoas.
Benjamim KulinaAs canoas vão descendo o igarapé e os homens vão recolhendo os peixes. Chico, filho de Momo, é encontrado sozinho parado sem canoa com os pés no fundo do igarapé. Ele entrega um balde cheio de peixes e depois entra na água, seguindo a correnteza junto com a canoa. Ele mergulha na água.
Benjamim KulinaCanoas continuam descendo o igarapé e se aproximam de sua boca. Os peixes continuam boiando na água. Uma canoa fecha o igarapé e seus homens recolhem os peixes com zagaia. Benjamim narra. Na outra canoa, estão Paisi, Zobiha, Joaquim e outros homens e rapazes de Buaçu.
Benjamim KulinaAs canoas descem o rio recolhendo os peixes, que boiam na água, sob o efeito do veneno. A canoa de Oroi e outros homens fecha todo o curso do igarapé e os homens jogam as zagaias para pegar os peixes. Manoe, de Ipiranga Nova também está nesta canoa.
Benjamim KulinaOS homens contratados trabalham no canteiro de obras do posto de saúde, nos fundos da aldeia. A área já está limpa e marcada, mas nenhuma construção ainda foi levantada.
Benjamim KulinaEnquanto os operários da obra descansam, alguns operários madiha fazem o trabalho.
Benjamim KulinaCasa Guarani
Benjamim KulinaCena perdida.
João Onima KulinaViagem de taxi até o Museu do Índio.
Benjamim Kulina