Vista de área do Posto Indígena Nacional Chapecó, vendo-se ao fundo várias casas indígenas
FORTHMANN, HeinzKaingang
675 Descrição arquivística resultados para Kaingang
Vista de área do Posto Indígena Nacional Chapecó, vendo-se ao fundo várias casas indígenas
FORTHMANN, HeinzRelatório do desenhista Júlio Agostinho Horta Barboza ao Posto indígena Kurt Nimuendajú; Legenda: Pequenos índios Caingangue do Paraná
Legenda da foto: "Portão para o posto Guarita"; Descrição da foto: Portão do Posto Indígena Guarita fotografada por Nilo Oliveira Vellozo
VELLOZO, Nilo OliveiraSendo sujeitos de sua própria história os grupos indigenas desenvolveram politicas autonomas para manter seus territórios e a sua continuidade enquanto populações diferenciadas entre si e dos brancos
Mota, Lucio TadeuOs Kaingang do oeste paulista foram os últimos grupos desse povo a estabelecer relações pacíficas com a sociedade brasileira, um século depois do primeiro “aldeamento” em Guarapuava (PR). Em março de 1912, depois de anos de perseguição e pressões de todo tipo, os Kaingang aceitaram o contato pacífico, em que se empenhavam os funcionários do SPI; Foi com esses Kaingang que Henrich Manizer teve contato, menos de dois anos depois, e sobre os quais escreveu essa preciosa etnografia. Apesar das relações estabelecidas, havia grande temor do SPI por qualquer mal entendido que pusesse a perder os esforços de aproximação. Isso é o que revela o texto de Manizer que é, também, um raro registro do cotidiano de um estabelecimento indigenista oficial nos primeiros anos de “contato” com um grupo indígena
MANIZER, H.HEsse livro torna acessível uma clássica etnografia sobre os Kaingang, publicada originalmente em espanhol (Buenos Aires, 1894). Trata-se do mais importante e original trabalho sobre comunidades Kaingang que habitaram em território argentino (em Missiones), no século XIX. Juan Ambrosetti visitou a última delas, em San Pedro, em suas importantíssimas Viajes a Missiones, àquela época uma região de floresta quase inacessível. Entre seus méritos, esse trabalho de Ambrosetti tem o de ser a publicação etnográfica que divulgou as primeiras fotografias dos Kaingang (presentes no volume). Inclui, além disso, um vocabulário com mais de 800 itens (no livro, em versão trilíngüe), o mais extenso vocabulário dessa língua publicado antes de 1900. O livro de Ambrosetti também deu divulgação à história do menino Bonifácio Maidana, cujo pai fora morto pelos índios, e que, adotado por um deles, veio a se tornar o último importante cacique Kaingang em território argentino
AMBROSETTI, Juan BautistaReedição de estudo publicado em 1975, superado em muitos aspectos pela nova bibliografia Kaingang dos últimos tempos. Ainda assim, há uma compilação de informações relevantes, com relativamente pouco destaque para a dimensão histórica
BECKER, Ítala Irene BasileEstuda as relaçOes de trabalho que envolvem índios e brancos no Paraná. Destaca o conhecimento da realidade brasileira a partir da penetração do capitalismo no meio rural
HELM, Cecília Maria VieiraO autor reproduz um seu artigo de 1973, a carta régia de 5 de novembro de 1808 relativa à guerra justa contra os bugres do sul
SANTOS, Silvio Coelho dosEsta coletânea reúne pesquisas que contribuem para ampliar os horizontes acadêmicos sobre os Kaingang no Brasil Meridional, a partir do principio de que essas pessoas não são apenas um objeto de pesquisa, mas genuínos mestres com muito a ensinar
TOMMASINO, KimiyeNa trilha da cidadania reúne 14 iniciativas voltadas para a promoção dos direitos dos povos indígenas, desenvolvidas por suas próprias comunidades ou com sua decisiva participação. São experiências premiadas ao longo dos oito ciclos anuais de premiação do Programa Gestão Pública e Cidadania, realizados entre 1996 e 2003
BARBOZA, Helio Batista (org)Trabalho sobre os índios Kaingang sob influência da Usina Hidrelétrica Mauá produzido para o Programa de Educação Patrimonial e Inclusão Social
Narradores indígenas de Mococa, Queimadas, São Jerônimo, Barão de Antonina e ApucaraninhaTrabalho sobre os índios Kaingang sob influência da Usina Hidrelétrica Mauá produzido para o Programa de Educação Patrimonial e Inclusão Social
Narradores indígenas de Mococa, Queimadas, São Jerônimo, Barão de Antonina e ApucaraninhaTrabalho sobre os índios Kaingang sob influência da Usina Hidrelétrica Mauá produzido para o Programa de Educação Patrimonial e Inclusão Social
Narradores indígenas de Mococa, Queimadas, São Jerônimo, Barão de Antonina e ApucaraninhaTrabalho sobre os índios Kaingang sob influência da Usina Hidrelétrica Mauá produzido para o Programa de Educação Patrimonial e Inclusão Social
Narradores indígenas de Mococa, Queimadas, São Jerônimo, Barão de Antonina e ApucaraninhaMenino Kaingang chamado Luca Recruê com seu pai
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Luca Recruê com seu pai
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Luca Recruê com seu pai
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Didi Recruê com sua mãe
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Didi Recruê com sua mãe
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Didi Recruê com sua mãe
FOERTHMANN, HeinzMeninas Kaingang do Posto Indígena Cacique Double brincando de roda
Meninas indígenas Kaingang do Posto Indígena Cacique Double em mesa de almoço
Corajosa e sugestiva, esta obra estuda o fenômeno de socialização de crianças Kaingáng. Trata de um problema prático: a existência de uma escola na sociedade Kaingáng desde 1972. A autora não visa apenas refletir sobre as funções da instituição escolar na sociedade ocidental, mas também sobre o sentido dessa instituição em uma sociedade tradicional. Acredita ainda que é possível a essa escola atender aos interesses da sociedade Kaingáng. O livro é provocativo e o leitor é envolvido em uma agradável e penetrante atmosfera antropológica
PEREIRA, Magali Cecili SurjesMenina Kaingang com uniforme sentada num banco
FORTHMANN, HeinzMenina Kaingang com uniforme sentada num banco
FORTHMANN, HeinzMenina Kaingang com uniforme sentada num banco
FORTHMANN, HeinzMenina Kaingang com uniforme sentada num banco
FORTHMANN, HeinzMenina Kaingang com uniforme sentada num banco
FORTHMANN, HeinzGrupo de homens empregados na matança dos índios em Santa Catarina, sob a direção de Martinho Marcelino, à direita de calça branca, paletó e boné
Grupo de homens empregados na matança dos índios em Santa Catarina, sob a direção de Martinho Marcelino, à direita de calça branca, paletó e boné
O matador de índios chamado Martinho Marcelino em Santa Catarina, no centro com outros dois companheiros
O matador de índios chamado Martinho Marcelino em Santa Catarina, no centro com outros dois companheiros
O matador de índios chamado Martinho Marcelino em Santa Catarina, no centro com outros dois companheiros
Grupo de homens empregados na matança dos índios em Santa Catarina, sob a direção de Martinho Marcelino, à direita de calça branca, paletó e boné
Depois da morte de índios, Martinho Marcelino que esta sentado no centro da canoa conduz as crianças que escaparam para distribuí-las entre os matadores de seus pais em Santa Catarina
Depois da morte de índios, Martinho Marcelino que esta sentado no centro da canoa conduz as crianças que escaparam para distribuí-las entre os matadores de seus pais em Santa Catarina
Depois da morte de índios, Martinho Marcelino que esta sentado no centro da canoa conduz as crianças que escaparam para distribuí-las entre os matadores de seus pais em Santa Catarina
Livro de poesias sobre os povos indígenas e sua resistência
Lima, Carlos Borges de