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              Arawete: o povo do Ipixuna.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Araweté / C355a / 1992 · Item · 1992
              Parte de Bibliográfico

              Estamos no meio da humanidade”, dizem os Araweté. Habitamos a terra, este patamar intermediário entre os dois céus e o mundo subterrâneo, povoados pelos deuses que se exilaram no começo dos tempos; 083: Os Araweté dizem viver agora “na beira da terra”, depois de sucessivos deslocamentos sempre em fuga diante de inimigos mais poderosos. Em 1976, eles saíram da floresta para pacificar os brancos na beira do rio Xingu e foram então “descobertos” pelos regionais, pelos funcionários do governo, pela imprensa, pelos missionários e pelos antropólogos; 083: Este livro é uma síntese, em texto e ensaio fotográfico, de uma pesquisa antropológica, conduzida por Eduardo Viveiros de Castro, sobre o povo tupi da Amazónia. Eduardo Viveiros de Castro voltou aos Araweté em 1991/92, depois de concluir a sua investigação para a tese de doutoramento, que se transformou num marco da etnologia brasileira; 083: O modo de vida, a visão do mundo, a história, a situação actual e os desafios para o futuro dos Araweté são tratados pelo autor de maneira competente e directa, numa leitura acessível a um público não especializado, através de uma escrita extremamente límpida

              CASTRO, Eduardo Viveiros de
              Araweté: o povo do Ipuxuna.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Araweté / C355a / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Estamos no meio da humanidade”, dizem os Araweté. Habitamos a terra, este patamar intermediário entre os dois céus e o mundo subterrâneo, povoados pelos deuses que se exilaram no começo dos tempos; Os Araweté dizem viver agora “na beira da terra”, depois de sucessivos deslocamentos sempre em fuga diante de inimigos mais poderosos. Em 1976, eles saíram da floresta para pacificar os brancos na beira do rio Xingu e foram então “descobertos” pelos regionais, pelos funcionários do governo, pela imprensa, pelos missionários e pelos antropólogos; Este livro é uma síntese, em texto e ensaio fotográfico, de uma pesquisa antropológica, conduzida por Eduardo Viveiros de Castro, sobre o povo tupi da Amazónia. Eduardo Viveiros de Castro voltou aos Araweté em 1991/92, depois de concluir a sua investigação para a tese de doutoramento, que se transformou num marco da etnologia brasileira; O modo de vida, a visão do mundo, a história, a situação actual e os desafios para o futuro dos Araweté são tratados pelo autor de maneira competente e directa, numa leitura acessível a um público não especializado, através de uma escrita extremamente límpida

              CASTRO, Eduardo Viveiros de