Trata-se de uma obra de referência que reúne artigos de lingüistas, antropólogos e educadores analisando os meios e as formas pelos quais centenas de línguas não-européias são utilizadas como instrumento de comunicação verbal por milhares de ameríndios amazônicos.
QUEIXALÓS, FranciscoO livro está dividido em duas grandes partes: a primeira tratando sobre a diversidade das línguas Yanomami; a segunda, sobre a sua vitalidade. Esses são, pois, os dois principais objetivos da publicação: oferecer uma perspectiva organizadora sobre a diversidade de falares do povo Yanomami e um diagnóstico sobre a vitalidade desses falares e as ameaças que enfrentam
História dos povos indígenas do Rio Branco durante a ocupação colonial no século XVIII
FARAGE, NádiaExemplo emblemático da nova história indígena, este livro identifica a postura de atores indígenas frente à expansão colonial na região do rio Branco, unindo uma sensibilidade etnográfica a uma cuidadosa pesquisa documental. Demonstra que os índios não apenas foram usados pelas potências européias que disputavam esta região de fronteira, como também usaram esta situação para consolidar uma certa autonomia
FARAGE, NádiaArtigo científico publicado na Revista Analisando em Ciência da Informação que busca refletir sobre as novas configurações político-institucionais do Estado brasileiro no âmbito da Fundação Nacional do Índio - FUNAI
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deTrês décadas depois de sua constituição, um balanço inicial revela que o acervo de documentos relativos à história do indigenismo brasileiro no século XX depositado no Museu do Índio contribuiu para a elaboração de centenas de artigos, dissertações e teses sobre a cultura indígena e a política indigenista, envolvendo atividades do Serviço de Proteção aos Índios (SPI), do Conselho Nacional de Proteção aos Índios (CNPI), da Comissão Rondon e da Fundação Brasil Central (FBC).
LIMA, Antônio Carlos de SouzaYara, Bianca (na esquina) e Kamoshi. Escola Apiwtxa. Rio Amônia.
Peter BeysenConto indígena que se passa na região de Nova Olinda do Norte, município do Amazonas, sobre a amizade de Tuim com Kurukawa
YAMÃ, YaguarêPraia vista da aldeia. De longe, várias pessoas na margem do rio preparando peixes. Homem sobe com balde a escadaria da aldeia.
Benjamim KulinaPor Província do Paraguai entendeu-se de meados do século XVI a meados do século XVIII um vasto território, abrangendo as atuais República do Paraguai e partes da Argentina, Brasil e Uruguai. Nele, desenvolveu-se um extraordinário projeto social, envolvendo padres jesuítas e índios guaranis
FELKER, ReginaldDesenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: Paç Pö́g (Serra Grande) Paç Tẽh (Serra Pequena), com Tõg Tẽg Paç (Serra Tõg Tẽg) em meio a elas; no top de Paç Pö́g, o pé de coca (pũ’ṹk tëg), um lago com uma piaba (húy) e o local em que os velhos, os antigos se banham (wähä̀d s’om höd); o dono da serra está nomeado; no topo de Paç Tẽh há um pé de inajá (k’ä́b tëg); no pé das serras estão desenhados alguns igarapés e a cabeceira do igarapé Cabari (Pìj Dëh k’et yoh), além do caminho (tìw) que leva à Serra Grande.
Angélico Brasil MonteiroVídeo didático apresentado pela servidora Diana Pinheiro Marinho que narra a história do museu passeando pelo jardim. Em seguida faz uma visita a exposição inaugurada em 1978, por ocasião da inauguração da sede na Rua da Palmeiras, e desmontada em 1991. E
Ao realizar uma abordagem histórico-cultural de três literaturas de viagens européias; ao Brasil, o autor evita a biografia laudatória, a explicação economicista ou a crítica; literária, enfatizando permanências e mudanças, explícitas ou sutis, em diferentes; formas de descrição do país. Obras do calvinista Jean de Léry, fascinado pela língua; tupi-guarani; do padre jesuíta André João Antonil, pragmático em sua análise das; riquezas nacionais; e do aventureiro Richard Francis Burton, com uma inesgotável; energia para compreender e classificar tudo o que via no Novo Mundo, são analisadas; como autênticas e complexas percepções da realidade, que abarcam do século XVI ao XIX
SILVA, Wilton Carlos Lima daO presente artigo apresenta algumas iniciativas do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas - PROGDOC, organizador pelo Museu do Índio/Fundação Nacional do Índio em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura - UNESCO e pelos centros de documentação em áreas indígenas. O trabalho terá como objetivo principal abordar as transformações da memória indígena: da memória oral, deslocando pela memória documental fomentada pelo Estado e a memória auto-referente, na qual os retratados são os mesmos que realizam a ação documentária, ou seja, os próprios povos indígenas. O contexto político-institucional que ensejou o Programa também será discutido
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deExecução do motivo melódico do canto Soto Yääma’jödö e’sa’jödö sheemeekatoojo, canto para afugentar/ expulsar/ varrer o chääkatomjödö (duplo do falecido, espectro terrestre) do quarto e a casa onde a pessoa morava. acchudi. Dono de canto Vicente Castro
Povo Ye'kwanaPesquisador Kohizinho Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisador Kohizinho Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisador Kohizinho Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisadores Kohizinho e Tauana Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisadores Kohizinho e Tauana Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisadores Kohizinho e Tauana Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisador Kohizinho Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisadora Marina Pereira Novo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisador Kohizinho Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloFoto tirada das fotos que compunham a exposição “Asahninka: o poder da bleza”
Kohizinho KalapaloPesquisadores Marina Pereira Novo e Tauana Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisador Kohizinho Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisadora Marina Pereira Novo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho KalapaloPesquisador Kohizinho Kalapalo na exposição “Ashaninka: o poder da beleza”
Kohizinho Kalapalo