A equipe da Seção de Estudos na praia com índios, entre os rios Curisevo e Culuene
FOERTHMANN, HeinzA equipe da Seção de Estudos na praia com índio, entre os rios Curisevo e Culuene
FOERTHMANN, HeinzA equipe da Seção de Estudos na praia, entre os rios Curisevo e Culuene
FOERTHMANN, HeinzA equipe de museologia conversa com os kulina a respeito da possibilidade de compra e transporte de objetos com plumárias.
Benjamim KulinaGeorge comenta sobre a produção de pulseira em miçangas feitas no próprio corpo. A finalização do artefato é feita no corpo. George comenta que isso é muito interessante. Eles comentam da beleza das peças, especialmente a respeito do detalhe dos pequenos pingentes de balões. Segundo Raimundo, homens e mulheres usam os colares grandes. A testeira seria um adereço masculino. As pulseiras são masculinas e femininas. Raimundo tenta explicar os motivos dos desenhos. O primeiro é uma casa. George pede para Raimundo colocar o colar.
Benjamim KulinaHohori: De acordo com os indígenas, os vasos de cerâmica do tipo hohori eram produzidos com tamanhos grandes, médios e pequenos, mais ou menos com um mesmo formato, como uma grande lâmpada. Os pequenos eram utilizados como brinquedos pelas crianças. Os médios eram utilizados para guardar pequenos objetos de decoração corporal, como tintas, urucum e genipapo, etc.
George MagaraiaRaimundo Kulina, Benjamim Kulina, Arnaldo Filho Kulina e a equipe de museologia na Reserva Técnica das cerâmicas. Raimundo e Benjamim vestemtesteiras de miçangas e Arnaldo testeira de algodão. Raimundo veste um colar grande de miçangas e Benjamim veste dois colares pequenos também de miçangas. Benjamim está com a câmera na mão. A testeira de Raimundo é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon); o colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada zero makhani hanoni.
George MagaraiaO que foi a Era Vargas? O que tornou Getúlio Vargas a figura política mais popular do país no século XX? Este livro apresenta uma interpretação concisa e equilibrada sobre o homem e o mito Getúlio Vargas ao qual estão intimamente associadas idéias como as de Estado desenvolvimentista, industrialização, nacionalismo, direitos trabalhistas, proteção social, autoritarismo e liderança pessoal. Analisa sua trajetória política, suas iniciativas econômicas e sociais, oferecendo elementos para compreendermos as transformações pelas quais passou o Brasil desde sua chegada ao poder em 1930
D'ARAUJO, Maria CelinaA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzA escola do Posto Indígena
FOERTHMANN, HeinzO livro foi organizado pelo autor em três partes. A primeira, com seis capítulos, destinou-se à análise do tráfico de africanos escravizados, tratando de sua origem (Capítulo I), dos empreendimentos intelectuais, políticos e diplomáticos para sua contenção (Capítulos II, III. IV e V) e, finalmente, de sua extinção (Capítulo VI). A Parte II, nos dois capítulos que a compõem, aborda a Lei de 28 de setembro de 1871 – a Lei do Ventre Livre. Nesta divisão da obra, o autor retoma alguns projetos emancipadores que, apresentados ao Parlamento brasileiro após 1850, foram rejeitados na totalidade; recupera o processo de instituição da Lei de 1871, desde a apresentação das propostas de Pimenta Bueno ao Conselho de Estado, em 1866, até a conformação do Projeto Rio Branco em 1871; são abordados também os debates e as cisões que este projeto ensejou na Câmara dos Deputados e sua passagem pelo Senado
MORAES, Evaristo deProduto de um seminário que ocorreu em Santa Fé, Novo México, em 1984, organizado por James Clifford e George Marcus, tendo como questão principal a produção de textos etnográficos, o livro contou com um grupo de experientes acadêmicos, todos profundamente envolvidos com experimentos e inovações na escrita da etnografia, mais especificamente na crítica de sua retórica e de sua história
Clifford, JamesNeste universo que se expande e se fragmenta, há uma necessidade crescente de orientação. O que é a chamada nova história? Quando ela é nova? E um modismo temporário ou uma tendência de longo prazo? Ela irá - ou deverá - substituir a história tradicional, ou as rivais podem coexistir pacificamente?
PETER BURKE (org)Fruto de uma longa vivência entre os Guarani em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul, de uma densa pesquisa em documentos históricos do período colonial e de uma leitura criteriosa da etnologia referente à religiosidade Guarani, este livro se define, nas palavras da autora, "duplamente como uma teologia índia feita por uma teóloga cristã e como tradução de uma experiência religiosa indígena". Ao enfocar a maneira pela qual os índios cristãos têm permanecido "fiéis aos grandes valores de seu sistema cultural", a autora permite repensar a longa relação entre os Guarani e o cristianismo
CHAMORRO, GracielaColetânea de artigos e entrevistas com os índios Arara que vivem no município de Aripuanã, a noroeste de Mato Grosso. Inventaria dados históricos e etnográficos e descreve o processo de desestruturação social do grupo, decorrente do contato com a sociedade envolvente e da sua inserção como trabalhadores nos seringais, acompanhando sua rearticulação étnica em torno da luta pela retomada de suas terras. Esse movimento contou com o apoio de outros grupos indígenas e de alguns setores organizados da sociedade civil, como sindicatos e a igreja, em oposição aos madeireiros, fazendeiros e autoridades locais, que, calcados no discurso progressista, justificavam a necessidade da construção de uma estrada através do território dos Arara. A retomada de seu espaço, além de ser reconhecida como legítima, representa um passo importante na delimitação das posições de poder no cenário do conflito, ainda em curso
DAL POZ NETO, JoãoDisposto a organizar no coração do Brasil um exército de índios, sublevando-os contra os brancos, o jornalista Vicentino Beirão arrasta com ele, na louca empresa, o camaiurá Ipavu (ou Paiap), tirado por ele do reformatório (ou presídio) de Crenaque
Callado, AntonioA publicação traz a experiência de todo o processo da reconquista da autonomia territorial do povo Paumari
Franco, Marcelo Horta MessiasComo historiador, Clifford analisa a emergência da moderna noção antropológica ou etnográfica de cultura, tal como esta veio a se configurar nos dois primeiros terços do século XX. O autor focaliza os modos de representação etnográfica no contexto colonial e pós-colonial e no contexto cultural do modernismo literário e artístico europeu. Nesse percurso, explora fronteiras sempre móveis entre história, literatura e antropologia
Clifford, JamesComo historiador, Clifford analisa a emergência da moderna noção antropológica ou etnográfica de cultura, tal como esta veio a se configurar nos dois primeiros terços do século XX. O autor focaliza os modos de representação etnográfica no contexto colonial e pós-colonial e no contexto cultural do modernismo literário e artístico europeu. Nesse percurso, explora fronteiras sempre móveis entre história, literatura e antropologia
Clifford, JamesReconstitui a história dos índios Xavante a partir do contato com segmentos da sociedade nacional, do século XVIII até sua submissão no final da primeira metade do século XX
RAVAGNANI, Oswaldo MartinsOs estudos antropológicos feitos a partir; da análise de objetos, a outrora chamada; “cultura material”, vêm sendo recuperados; sob novas ênfases nos quadros; internacionais da disciplina. Relacionada; a essa retomada está a percepção; acurada do significado das instituições; que se constituíram como destinadas; à guarda, tratamento e exposição de; objetos, os museus. Tal consciência, articulada; muitas vezes a problemas como; os de formação de comunidades políticas; nacionais, de memórias coletivas,; da constituição de segmentos sociais; determinados, ou ao estudo da história; da antropologia, é ainda incipiente no; Brasil
ABREU, ReginaNessa antologia o autor reuniu os mitos - histórias dos deuses, do mundo e dos homens. Destaca-se a linguagem de um desejo supra-humanidade, desejo de uma linguagem próxima daquela dos deuses - os sábios guaranis souberam inventar o esplendor solar das palavras dignas de serem dirigidas somente aos divinos
CLASTRES, PierreEtnografia do ritual xinguano do grupo indígena Yawari na versão Kamayurá (Tupi-Guarani)
BASTOS, Rafael José de MenezesKubiu toca a flauta totore. Outra flauta faz um dueto com a flauta dele. Fica interessante. A outra faz um som mais agudo e a dele um pouco mais grave. O som de uma outra flauta ainda aparece. A filha de Kubiu assiste a tudo. Para encerrar, Kubiu fala um pouco sobre o que fez, de como ele tocou o Totore, 'toretore onaharo', para registrar. Ele fala um pouco das estórias associadas ao totore. Enquanto ele fala, uma flauta canta bem agudo.
Benjamim KulinaEste livro é o resultado de 15 anos de reflexão de Els Lagrou sobre sua experiência etnográfica entre os Kaxinawa do Alto Rio Purus, com os quais esteve durante os 18 meses de sua pesquisa de campo. Segundo a autora, o livro baseia-se na reelaboração de suas duas teses e dos vários artigos posteriores escritos com base nas notas de campo. Os Kaxinawa são um povo de língua pano com uma população estimada em 7 mil indivíduos, que habitam a floresta amazônica de ambos os lados da fronteira entre o leste peruano e o noroeste brasileiro, no estado do Acre, onde representam o grupo indígena mais numeroso. São também o grupo pano mais conhecido pela antropologia, existindo a seu respeito vasto material etnológico e histórico
LAGROU, ElsApiwtxa. Rio Amonia.
Peter BeysenAnálise crítica das razOes da submissão e seu papel para a reprodução da sociedade KrahO. Identifica um contraste entre os grupos Canela e KrahO
AZANHA, GilbertoEsta extensa obra está dividida em dez partes, apresentando 48 textos, esta antologia apresenta Franz Boas no seu contexto, deslocando o foco de seus estudos para as culturas, consideradas como totalidades historicamente condicionadas. Torna-se assim a mais completa edição dos trabalhos de Boas até aqui publicada em língua portuguesa
BOAS, Franz 1858-1942O que dizem sobre a história de um país os monumentos erguidos em praça pública? Ou as bandeiras e hinos nacionais? Ou, ainda, caricaturas e charges tiradas das páginas de um jornal? José Murilo de Carvalho mostra, com a sensibilidade característica dos bons pesquisadores, como esse material pode ser de grande utilidade para se decifrar a mitologia e a simbologia de um sistema político.Por meio de imagens, o autor nos oferece um curioso passeio pelo momento de implantação do regime republicano. Entre texto e ilustrações, aprendemos como os mitos de origem criados para a República, seus heróis, a bandeira verde-amarela e o nosso hino traduzem com fidelidade as batalhas travadas pela construção de um rosto para a República brasileira.Prêmio Jabuti 1991 de Melhor Ensaio e Biografia
CARVALHO, José Murilo deDocumentação - À Frente do grupo, Tamaki. A seguir, menina não identificada, Waiaka, Tainá, Shakira, meninas não identificadas e ao fundo, Ialdo
Milton Guran