Analisa a prática educacional de professores índios e o conflito interético. Estabelece as linhas referenciais que identificam esta prática como o projeto de manutenção de identidade étnica entre o Xerente
GUIMARÃES, Susana Martelletti GrilloA obra apresenta a mais ampla visão panorâmica sobre as práticas, as instituições, os marcos teórico-metodológicos, políticos e legais, e os espaços de geração de conhecimento arquivístico ao longo do século XX
Marques, Angelica Alves da CunhaFolder da exposição do Museu do Índio intitulada "A arte da transformação"
Neste trabalho foram analisadas as representaçOes teatrais jesuíticas do século XVI, produzidas pelos primeiros missionários com o objetivo de persuasão dos indígenas e dos colonos, impondo a eles um comportamento mais adequado do ponto de vista da moral cristã
PISNITCHENKO, OlgaRegistro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
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Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
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Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Livro abordando aspectos da cultura xinguana
VILLAS-BOAS, OrlandoO livro foi publicado no verão de 2021 para a exposição "A arte dos povos da floresta: heranças de um Brasil profundo - olhar sensível de todos", com curadoria de Emanoel Araujo
Compreende o processo de mudança que tem sofrido a arte Karajá, provocado através do contato com a sociedade nacional imposto à sociedade indígena
COSTA, Maria Heloisa FenelonHabitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
COSTA, Maria Heloisa FenelonEsse volume apresenta um panorama da arte rupestre brasileira no espaço e no tempo, destacando o forte apelo estético dos grafismos feitos pelos caçadores pré-históricos que ocuparam o Brasil. Revela ainda como os especialistas no tema constróem interpretações desses registros
GASPAR, MaduEste livro da série Morená apresenta alguns mitos de nossos índios em linguagem acessível, conservando o tom mágico e a poesia, com ilustrações inspiradas nas culturas indígenas de onde foram transcritos
FITTIPALDI, CiçaO livro reúne histórias contadas por pajés Yanomamis do rio Demini, sobre os tempos antigos, quando seres que hoje são animais e espíritos eram gente como os Yanomami de hoje
Ballester, AnneÍndia se alimenta enquanto amamenta bebê, índios no meio da mata, índia prepara biju, tira a carne de animal morto, índios no rio usam rede para pescar, índio anda na areia do rio, índios caminham com suas coisas parecem se mudar, durante a caminhada eles
Analisa a etnoclassificação Xikrin da avifauna. Estuda a cosmologia abordando temas como os domínios cósmicos e feminina Tàkàk-Nhiok, as noçOes de pessoa, de contágio e de doença
GIANNINI, Isabelle Vidal“A nossa ‘Aventura antropológica’ pode lembrar a visão romântica que cerca os antropólogos, quase sempre confundidos com excêntricos aventureiros que se lançam em estranhas viagens por regiões desconhecidas os espaços urbanos inabituais. Mas, mesmo rejeitando estas pinceladas românticas, não seria enganoso dizer que a pesquisa é sempre uma aventura nova sobre a qual precisamos refletir. É o que tentamos fazer neste livrio” – Ruth Cardoso
DURHAM, Eunice RibeiroEste livro convoca o leitor à reflexão: qual o papel que nos compete enquanto cidadãos em face da condição Yanomani? "Escrevo este livro para explicar ao Yanomani - convictos de que a existência do homem branco é fruto de um castigo divino provocado por terem infringido um preceito - que nem todos somos seus inimigos e que há brancos que os querem vivos, para que o povo de Omã continue sendo, com se autodenomina, um povo de ´homens de verdade´". (O autor)
EUSEBI, LuigiAo discorrer sobre o período áureo da riqueza da borracha (1880-1910) e a decorrente euforia social e cultural que tomou conta dos estados do Pará e do Amazonas, a autora mostra como as elites amazônicas se inseriram na dinâmica do mercado mundial e como viveram uma belle époque em pleno coração da selva
DAOU, Ana MariaO presente trabalho abordará alguns aspectos do repositório que detém uma das maiores coleções bibliográficas sobre os povos indígenas brasileiros: a Biblioteca Marechal Rondon, localizada no Museu do Índio/FUNAI. Nos últimos tempos, a instituição tem realizados esforços para uma maior disponibilização dos seus acervos em meio virtual. Um dos projetos realizados recentemente foi a criação da Biblioteca Virtual Marechal Rondon
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deResumo do artigo "A Biblioteca Marechal Rondon e seus acervos digitais" publicada no I Congresso Internacional em Humanidades Digitais
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deAlguma vez você já ouvir falar que os nossos índios faziam poesia? Pois entre outras tantas revelações surpreendentes sobre a vida, a cultura, os costumes e o sofrimento dos nossos índios, você vai descobrir, nesse livro, que eles também eram poetas, com sensibilidade para cantar o amor, a esperança e a dor, como neste poema sobre a morte de uma criancinha.; A pequena rede de Akéle está vazia. A mãe como cestinho trançado saio para o monte. Akéle está com frio mas não treme. Tem medo mas não chora. Está só mas não foge. Atrás de grande Pedra Negra desponta a lua e vê Akéle. Somente o tigre o esquenta com seu hálito. A mãe volta à cabana em silêncio. Olha a lua alta sobre o monte. A pequena rede está vazia; só um raio de lua a faz balançar.; Nossos índios sempre tiveram muitas coisas para nos ensina
SAMPAIO, Mário ArnaudHomens de bicicleta, a caminho do tronco que será cortado para fabricação do pilão
Tauana KalapaloA carta que Pero Vaz de Caminha escreveu para D. Manuel, o rei de Portugal na época do descobrimento do Brasil, relata com detalhes a chegada dos portugueses no Brasil, como foramos primeiros contatos destes com os indígenas e, a partir desta carta, podemos perceber as intenções portuguesas quanto à nova terra e, o que seria dela depois de então. A partida frota portuguesa de Belém-Portugal ocorreu no dia 9 de março, a chegada às canérias no dia 14 do mesmo mês, e no dia 22 chegaram à ilha de São Nicolau. Nodia 21 de abril, toparam com sinais de terra, o que eles chamam de botelho, espéciede ervas compridas. No dia seguinte, houveram vista de terra, que foi chamada de Terra De Vera Cruz, a qual tinho um monte alto, que recebeu o nome de o Monte Pascoal. Avistaram os primeiros habitantes da terra, os quais eram, de acordo com a decrição de Caminha, pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e narizes, nus, traziam arcos e setas, o beiço de baixo furado com um osso metido nele, cabelos corredios e corpos pintados. Com eles tentaram estabelecer um primeiro contato, o que foi uma surpresa, pois um deles começou a paontar para o colar de ouro do capitão da frota e, em seguida, para a terra, como se quisesse dizer que naquela terra havia ouro. A mesma coisa ocorreu com o castçal de prata e o papagaio. Ao verem coisas que não conheciam, faziam sinais, dando-se a entender que queriam propor uma troca. Conclui-se então, que desta forma começou a troca de ouro, prata e madeira, por quinquilharis vindas da Europa. Os portugueses traziam os indígenas para as embarcações, a fim de estabelecer um melhor contato com os indígenas. No início, eles mostraram-se muito esquivos, mas com o passar dos dias, passaram a conviver mais com os portugueses e, até mesmo, à ajudá-los no que precisavam e levá-los às suas aldeias. Os portuguese realizaram uma missa, construíram uma enorme cruz. Tudo para mostrar aos nativos a acatamento que tinham pela cruz, ou melhor, pela religião. Desde já, possuíam a vontade de convertê-los à igeja, tendo em vista, sua inocência, já que faziam tudo o que os portugueses faziam ou mandavam. A intenção de dominé-los é facilmente observada na seguinte passagem: "Contudo, o melhor fruto que dela se pode tirar parce-me que será salvar esta gente
PRADO, João Fernando de AlmeidaCasa de Xavier, índio Terena
SCHULTZ, HaraldCasa de Xavier, índio Terena
SCHULTZ, HaraldO grupo se encontra em frente a um canteiro cheio de tabocas bem finas do jeito que se usa para fazer totore. Benjamim narra o achado. Kubiu explica que achou o local dos totore. Komizi tira um zumi bedeni para fazer um hahapo (soprador de feitiço). Kubiu explica que material é aquele: zumi bedi, ou hapo phiri. Kubiu tira um bom pedaço do material. Enquanto Komizi fabrica o dori hahapo (soprador de feitiço), Kubiu corta os pedaços de zumi que vai precisar para fabricar o Totore em casa.
Benjamim Kulina