Indigenismo

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / L732g / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Fruto de uma minuciosa pesquisa e de uma reflexão original sobre o indigenismo, este livro apresenta um estudo denso da trajetória histórica do Serviço de Proteção aos Índios, das suas origens em 1910 à tumultuada extinção em 1967. É particularmente relevante a forma cuidadosa com a qual o autor trata os conceitos que nortearam – e norteiam, em alguma medida – a política indigenista do Estado brasileiro

              LIMA, Antônio Carlos de Souza
              Tastevin e a etnografia indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-266(811.3) / T215 / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              A importância da obra etnográfica do Pe. Tastevin já foi enfatizada pelo etnólogo Herbert Baldus nos dois primeiros volumes da Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira. Índios do Solimões, da Amazônia Ocidental até o Acre, foram objeto do interesse incansável do missionário pelas culturas indígenas. Os antropólogos contemporâneos não podem falar dos povos indígenas dessa região sem deixar de se referir à obra do missionário. A riqueza etnográfica dos textos de Tastevin, ao espelhar muitas tradições que se dispersaram ao longo do século XX, tornou-se objeto de vivo interesse dos índios da Amazônia

              FAULHABER, Priscila
              Tastevin e a etnografia indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-PM-266(811.3) / T215 / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              A importância da obra etnográfica do Pe. Tastevin já foi enfatizada pelo etnólogo Herbert Baldus nos dois primeiros volumes da Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira. Índios do Solimões, da Amazônia Ocidental até o Acre, foram objeto do interesse incansável do missionário pelas culturas indígenas. Os antropólogos contemporâneos não podem falar dos povos indígenas dessa região sem deixar de se referir à obra do missionário. A riqueza etnográfica dos textos de Tastevin, ao espelhar muitas tradições que se dispersaram ao longo do século XX, tornou-se objeto de vivo interesse dos índios da Amazônia

              FAULHABER, Priscila
              Rondon na fronteira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3150 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Dossiê intitulado "Rondon na fronteira" publicado pela Revista de História da Biblioteca Nacional no ano de 2006

              Rondon: a construção do Brasil e a causa indígena.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(817.2) / F866r / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Considerado uma das figuras mais importantes para a história do Brasil, Cândido Rondon teve entre seus grandes feitos a implantação das linhas telegráficas que ligou a região Oeste do Brasil com o resto do país. A missão possibilitou importantes estudos científicos nos campos da etnologia indígena, da geografia, da fauna e da flora do extenso território percorrido.; Cândido Mariano da Silva Rondon faleceu, aos 92 anos, no dia 19 de janeiro de 1958, no Rio de Janeiro. Seu corpo foi velado no Clube Militar com honras de chefe de estado.

              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / S337r / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A questão de fundo desse livro é a definição de indígena com a qual opera o indigenismo. Se o leitor definir uma sociedade indígena como 'uma comunidade local que se desagregou em função do processo de expansão da sociedade nacional', não poderá considerar indígena uma população dispersa. Povos caçadores, que vivem em pequenos grupos e se deslocam por um território amplo, não cabem nessa definição. Coletividades e famílias que foram encapsuladas em fazendas só poderiam ser consideradas 'índios' se exibissem uma indianidade genérica, e não os elementos constantes de sua cultura atual. E povos sem contato não seriam 'ainda' indígenas; só o seriam depois da pacificação e da territorialização; Uma definição tão restritiva e circular torna a ação indigenista prisioneira de si mesma, incapaz de aceitar o desafio da diversidade histórica e cultural dos povos, limitando-se ao espaço do reconhecimento. Não são apenas as populações que foram territorializadas segundo a atuação dos poderes constituídos ou das missões religiosas que devem ser reconhecidas como objetos de direito. Aquelas que, lançando mão de múltiplas estratégias adaptativas, tentaram de algum modo preservar valores por elas partilhados e construíram uma sociabilidade e um projeto de futuro calcados em sua relação com o passado merecem igual atenção do Estado

              SANTOS, Ana Flavia Moreira
              Povos indígenas: projetos e desenvolvimento II.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45 / S725p / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Esta publicação tem o objetivo de dar continuidade, ampliar e diversificar as discussões presentes no livro Povos Indígenas: projetos e desenvolvimento (Sousa, Cassio Noronha Inglez de; Souza Lima, Antonio Carlos de, Almeida, Fabio Vaz Ribeiro de e Wentzel, Sondra, orgs. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2007), dando uma continuidade a uma parceria entre o LACED/Museu Nacional-UFRJ, o PDPI – Projetos Demonstrativos dos Povos Indígenas/Ministério do Meio Ambiente e a GTZ - Agência da cooperação técnica alemã. A iniciativa de promover estas discussões e divulgá-las através de publicações teve sua origem no processo de reflexão sobre a experiência prática de participação de antropólogos no PDPI, um programa de apoio a projetos indígenas voltados para o desenvolvimento sustentável na Amazônia brasilei ra. De uma forma geral os textos do livro, estão relacionados ou dialogam com as complexas relações entre o Estado Nacional e povos indígenas, em especial tendo em vista os direitos que lhes são assegurados e as políticas governamentais concretas sobre eles incidentes ou a eles destinadas

              Sousa, Cássio Noronha Inglez de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3201 / 2017 · Item · 2017
              Parte de Bibliográfico

              O artigo propõe uma releitura do artigo intitulado "O lumpen-indigenismo do Estado brasileiro" do antropólogo Jorge Pozzobon tendo por objetivo reelaborar alguns conceitos e propostas do autor em tempo outrora, assim como estabelecer uma ponte para os novos fenômenos informacionais que advém do conjunto político-jurídico hodierno, como no fortalecimento do protagonismo indígena na construção de novos modelos de participação e gerenciamento da informação indígena

              Mello, Rodrigo Piquet Saboia de
              Papo de índio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A657 / 2012 · Item · 2012
              Parte de Bibliográfico

              Compilação das colunas semanais de autoria do antropólogo Terri Valle de Aquino, denominadas "Papo de Índio", publicadas regularmente na imprensa acreana

              AQUINO, Txai Terri Valle de
              Os índios e a ordem Imperial
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / M838i / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Apresenta o indigenismo e o conjunto geral de valores, normas e modos de ação prática adotados pelo valores, normas e modos de ação prática adotados pelo governo em relação aos índios. Apresenta a política indigenistas tanto em aspectos ideológicos e jurídico-formais quanto em caráter de ação prática e concreta

              MOREIRA NETO, Carlos de Araujo (1930-2007)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3211 / 2018 · Item · 2018
              Parte de Bibliográfico

              O trabalho apresenta a organização dos acervos de natureza etnológica e a forma pelas quais instituições tem se reinventado com o objetivo de assegurar uma organização do conhecimento coadunado aos anseios de povos antes alijados do centro decisório de poder, no caso, os povos indígenas. O objeto do estudo é realizar uma reflexão sobre o caminho percorrido do poderio organizacional do Estado até o processo atual de (des) organização do conhecimento dos arquivos indígenas

              Mello, Rodrigo Piquet Saboia de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3200 / 2017 · Item · 2017
              Parte de Bibliográfico

              Este artigo, realizado no âmbito da atividade de orientação sobre pesquisa relacionada aos saberes indígenas e suas práticas documentárias, busca abordar alguns aspectos do pensamento do filósofo Gilbert Simondon, em compreendê-lo como teórico fundamental para o desenvolvimento do conceito de individuação, a ser trabalhado na experiência dos indígenas, de objetos técnicos apropriados por estes e, igualmente, os transformando continuamente

              Pimenta, Ricardo Medeiros
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-AV-325.45(811.3) / F866p / 2007 · Item · 2009 [2007]
              Parte de Bibliográfico

              Os alvos principais da Comissão de Inquérito eram as ações protecionistas e as iniciativas do inspetor Bento Martins Pereira de Lemos, chefe da IR1. O relatório final dessa Comissão é um dos raros documentos históricos em que é manisfestada pelos depoentes, de forma sistemática, oposição à política indigenista implementada na Amaônia pelo SPI. Por outro lado, a gestão de Bento de Lemos na Inspetoria do Amazonas e Acre foi uma das poucas em toda a história do SPI a produzir densos relatórios anuais sobre a ação indigenista, expondo também, sistematicamente, a amplitude dos problemas e iniciativas que envolviam esses agentes sosciais no inicio do séc. XX

              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(811.3) / F866p / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              . Os alvos principais da Comissão de Inquérito eram as ações protecionistas e as iniciativas do inspetor Bento Martins Pereira de Lemos, chefe da IR1. O relatório final dessa Comissão é um dos raros documentos históricos em que é manisfestada pelos depoentes, de forma sistemática, oposição à política indigenista implementada na Amaônia pelo SPI. Por outro lado, a gestão de Bento de Lemos na Inspetoria do Amazonas e Acre foi uma das poucas em toda a história do SPI a produzir densos relatórios anuais sobre a ação indigenista, expondo também, sistematicamente, a amplitude dos problemas e iniciativas que envolviam esses agentes sociais no inicio do séc. XX

              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(811.3) / F866p / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Os alvos principais da Comissão de Inquérito eram as ações protecionistas e as iniciativas do inspetor Bento Martins Pereira de Lemos, chefe da IR1. O relatório final dessa Comissão é um dos raros documentos históricos em que é manisfestada pelos depoentes, de forma sistemática, oposição à política indigenista implementada na Amaônia pelo SPI. Por outro lado, a gestão de Bento de Lemos na Inspetoria do Amazonas e Acre foi uma das poucas em toda a história do SPI a produzir densos relatórios anuais sobre a ação indigenista, expondo também, sistematicamente, a amplitude dos problemas e iniciativas que envolviam esses agentes sosciais no inicio do séc. XX

              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / L937i / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Como transformar a pluralidade social presente no microespaço da sala de aula em estímulo para rearranjos pedagógicos, curriculares e organizacionais que compreendam a tensão gerada na sua positividade, a fim de ampliar e tornar mais complexo o diálogo entre realidades, perspectivas, concepções e projetos originados da produção da diversidade sociocultural? Como superar a invisibilidade institucionalizada das diferenças culturais que; valida avaliações sobre desempenho escolar de crianças, jovens e adultos sem considerar as suas realidades e pertencimentos sociais?; O impulso pela democratização e afirmação dos direitos humanos na; sociedade brasileira atinge fortemente muitas das nossas instituições estatais,atreladas a projetos de estado-nação comprometidos com a anulação das diferenças culturais de grupos subordinados. Neste contexto,as diferenças culturais dos povos indígenas, dos afro-descendentes e de outros povos portadores de identidades específicas foram sistematicamente negadas, compreendidas pelo crivo da inferioridade e, desse modo, fadadas à assimilação pela matriz dominante.; A proposta é articular os atores sociais e os gestores para que os desafios que foram postos estabeleçam novos campos conceituais e práticas de planejamento e gestão, renovados pela valorização da diversidade sociocultural, que transformem radicalmente posições preconceituosas e discriminatórias.

              LUCIANO, Gersem dos Santos
              Nisia Floresta: uma mulher à frente de seu tempo.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-929.52 / D812n / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Na história da mulher brasileira, o nome de Nisia Floresta se impõe e ocupa as primeiras páginas, tanto pela coragem revelada em seus escritos como pelo ineditismo e ousadia de suas idéias. No tempo em que a grande maioria das mulheres vivia recolhida em suas casas sem nenhum direito, e o ditado popular dizia que "o melhor livro é a almofada e o bastidor", ela dirigia colégios para moças, colaborava em jornais e escrevia livros e mais livros defendendo os direitos das mulheres, dos índios e dos escravizados

              DUARTE, Constância Lima
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M149m / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Através de um enfoque etnográfico das relações entre antropólogos, índios e indigenistas do Museu Rondon, o livro procura contribuir para a elaboração de respostas alternativas aos discursos oficiais, em uma perspectiva mais universal, recusando as limitações de um enquadramento 'local' ou 'regional'. No livro, a autora buscou produzir uma história social da ciência, empreendendo uma investigação sobre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e focalizando-a especificamente a partir da formação de Antropologia e da criação do Museu Rondon

              MACHADO, Maria Fátima Roberto
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              É uma obra relevante no âmbito da celebração dos cem anos de criação do SPI. Seu maior mérito consiste, fundamentalmente, em deixar registrado, para apropriação pelas próximas gerações de pesquisadores indígenas e não indígenas, uma retrospectiva visual e documental, bem como variaadas perspectivas de análise dos projetos e ações do indigenismo brasileiro

              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha (org)
              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico
              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha (org)
              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico
              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha (org)
              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico
              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha (org)
              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico
              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha (org)
              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico
              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha (org)
              La Politica indigenista Brasileira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / R899P / 1979 · Item · 1979
              Parte de Bibliográfico

              Descreve a política indigenista brasileira e cita o SPI, a FUNAI, as publicaçOes periódicas Informativo FUNAI e a Revista Atualidade Indígena

              RUCHTI, Elizabeth
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Xavante / G231 / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Pesquisa de fôlego, este livro mostra a articulação entre as ideias sobre a nação, a política indigenista e as estratégias indígenas durante o período crítico de expansão econômica (e política, com a mudança da capital federal) para o Brasil central. São vários destaques dignos de nota: traz muitas informações e perspectivas novas sobre o período do Estado Novo (1937-1945); confronta, de maneira instigante, o pessimismo sentimental dos etnógrafos com as posturas assumidas por atores indígenas; documenta os embates em torno da demarcação de terras dos Xavante; demonstra o jogo complexo entre a formação da imagem dos Xavante enquanto símbolos primordiais da nacionalidade e a política da diferença adotada pelos mesmos Xavante em prol de seus direitos territoriais

              GARFIELD, Seth
              Indigenismo e participação política na América Latina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-342.71(=1.81-82) / R672i / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Esta obra compõe-se de dois ensaios que tratam de movimento indigenista, movimento indígena e cidadania na América Latina, com ênfase no Brasil e no México. No primeiro texto a autora procura mostrar a emergência dos movimentos indígenas na América Latina, fazendo uma distinção entre indigenismo e movimento indígena. No segundo texto, o autor parte da noção de cidadania para discutir o status social e jurídico dos indígenas no Brasil. Para tanto, retoma debates políticos e intelectuais, sobretudo após a independência do país, chegando até o período de elaboração da Constituição Federal de 1988

              ROCHA, Leandro Mendes
              História indígena e do indigenismo no Alto Rio Negro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / W953 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Importante coletânea que reúne sete estudos, alguns publicados anteriormente, versando sobre diferentes dimensões da história dos índios do noroeste amazônico, com destaque para os Baniwa. Para além do mérito de reunir num só volume uma produção dispersa por revistas e coletâneas, o autor apresenta versões atualizadas e as contextualiza face aos debates atuais na etnologia sul-americana. Wright junta a análise documental – incluindo um material muito rico sobre a escravidão dos índios no século XVIII – com mais de vinte anos de pesquisa etnográfica, valorizando em primeiro plano as versões e interpretações indígenas sobre um passado marcado não apenas por grandes transformações, como também pela persistência de modos de vida e de pensar, a contrapelo das mudanças

              WRIGHT, Robin M
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / B732FH / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A tese discute a fotografia enquanto documentação histórica, com ênfase no uso da fotografia pelo Serviço de Proteção aos Índios, porém também percorrendo a própria história da fotografia no Brasil. Há uma análise mais detida de um ensaio fotográfico realizado por Heinz Foerthmann em 1943 no P.I. Nimuendaju, posto este que abrigava índios Guarani e Terena no interior do estado de São Paulo. A tese inclui uma farta amostragem de fotos

              BORGES, Paulo Humberto Porto
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / T786e / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Este livro excepcional representa uma contribuição decisiva ao estudo de nosso indianismo oitocentista, sem desconsiderar os antecedentes do tema na literatura colonial; A crítica, em geral, não viu mais do que exotismo e evasão na imagem romântica do índio, talhada conforme o figurino cortês do cavaleiro medieval, muito embora se tratasse de forjar um mito pátrio, de inventar uma tradição para o país recém-independente. David Treece sustenta o contrário: longe de ser uma representação divorciada de seu contexto histórico mais imediato, o indianismo constituiu uma reflexão problemática e persistente sobre a formação simbólica e sociopolítica do Estado nacional; Mais do que a reposição tediosa de um mesmo modelo, a literatura do período produziu distintas figurações do índio, em consonância não só com o papel a ele conferido no processo da colonização, mas também em sintonia com o jogo político e social do próprio século XIX; Assim, grosso modo, entre 1835 e 1850, o índio surgia como vítima das conseqüências militares e sociais da Conquista, numa atitude de franca condenação do processo colonizador. Atitude alimentada, talvez, pelo antilusitanismo que animou as violentas revoltas provinciais da Regência, pleiteando a descentralização do poder, as reformas liberais e as promessas de mudança contra a contínua dominação étnica e de classe; Já entre 1850 e 1870, o índio passava a figurar como aliado, muitas vezes à custa do sacrifício de sua própria vida ou de toda sua comunidade, em benefício do conquistador e da criação de uma civilização nos trópicos. Segundo o crítico inglês, tal aliança parece reverberar muito da política de conciliação do Segundo Reinado, buscando acomodar novos e velhos interesses, liberais e conservadores, num momento de esforço concentrado para se alcançar a centralização do Império e a unidade nacional, depois da instabilidade e das tendências separatistas das décadas anteriores; Por fim, de 1870 a 1888, o índio como rebelde, representado em registro mais verista ou simplesmente rebaixado, vinha pôr em xeque o modelo idealizado até então (e já bastante desgastado), prenunciando, desse modo, a chegada de novos ideais estéticos, políticos e sociais (realismo, republicanismo, abolicionismo); Se a articulação entre o indianismo e a dinâmica histórico-política do século XIX já foi sugerida por alguma interpretação mais recente, jamais se chegou a uma abordagem desta envergadura, mobilizando tamanho corpus de análise, examinado de forma sistemática e aprofundada, com uma ancoragem tão segura nas disciplinas vizinhas (história, sociologia, antropologia). Para além das representações canônicas do indianismo romântico (Gonçalves Dias, Alencar, Magalhães.), Treece traz à cena todo um elenco de autores e obras menos celebrados (ou mesmo ignorados) pela historiografia oficial, que redimensiona por completo a visão dessa vertente literária e o alcance do debate político-ideológico a ela associado

              TREECE, David
              Etnodesenvolvimento: nova/velha utopia do indigenismo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / V487E / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Este trabalho é uma análise do papel das instituiçOes multilaterais e bilaterais de cooperação para o desenvolvimento na territorialização e desterritorialização das políticas indigenistas na América Latina

              VERDUM, Ricardo
              Ensaios em antropologia histórica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / O48e / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              Importante coletânea de artigos do autor, este livro enfoca vários temas relacionados ao indigenismo e à antropologia indígena, colocando em primeiro plano a problemática relação entre antropologia e história. De especial interesse: o ensaio sobre a criação da primeira reserva indígena no alto Solimões, no qual o autor confronta a interpretação fundamentada na documentação histórica com a interpretação baseada em narrativas indígenas; o estudo sobre a relação entre os Ticuna e o etnólogo/indigenista C. Nimuendaju, buscando elucidar como o lugar dos brancos é pensado pelos índios em suas versões sobre o passado; o artigo sobre os "Índios Misturados", expondo de maneira controvertida a relação entre história e antropologia nos atuais estudos sobre índios no Brasil; e o ensaio sobre os índios nos censos demográficos e suas implicações

              OLIVEIRA, João Pacheco de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.15 / S329 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Este livro narra a saga de um grupo de indigenistas que revolucionou o indigenismo governamental brasileiro a partir da década de setenta, em conjunto com outros seguimentos sociais, abandonando os confortos da vida urbana, embrenaram=se nos mais afastados rincões do país, tornando-se aliados verdadeiros dos povos indígenas, com os quais passaram a lutar pela liberdade, respeito, reconhecimento étnico e auto-determinação desses povos

              SCHIAVINI, Fernando
              Darcy Ribeiro: entre a História e a Antropologia.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / M838 / 2014 · Item · 2014
              Parte de Bibliográfico

              A publicação aborda alguns aspectos da vida de Darcy Ribeiro: sua trajetória parlamentar no campo do trabalhismo e as discussões sobre a interpretação do Brasil, como os debates de cunho antropológico baseado no indigenismo e nos estudos da civilização brasileira

              Moreira, João Paulo Aprígio