O presente trabalho abordará alguns aspectos do repositório que detém uma das maiores coleções bibliográficas sobre os povos indígenas brasileiros: a Biblioteca Marechal Rondon, localizada no Museu do Índio/FUNAI. Nos últimos tempos, a instituição tem realizados esforços para uma maior disponibilização dos seus acervos em meio virtual. Um dos projetos realizados recentemente foi a criação da Biblioteca Virtual Marechal Rondon
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deIndigenismo
129 Descrição arquivística resultados para Indigenismo
Publicação contendo conferências, artigos e entrevistas do antropólogo Roberto Cardoso de Oliveira
OLIVEIRA, Roberto Cardoso deReconstitui a história dos Kaingang da Bacia do Rio Tibagi. Detecta as estratégias, formas e conteúdos das relaçOes estabelecidas entre as sociedades indígenas e os colonizados
TOMMASINO, KimiyeArtigo de Rodrigo Piquet Saboia de Mello que analisa a ação do Estado brasileiro em relação aos povos indígenas a partir dos documentos que formaram o Serviço de Proteção aos Índios - SPI
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deApresenta-se, neste livro, um estudo da política do Estado em relação aos ameríndio durante o período compreendido entre 1930 e 1967, situando-a no contexto histórico, ou seja, mostrando suas ligações com uma formação social definida; A escolha de 1930 como data-limite inicial da pesquisa justifica-se por ser uma data que marca o começo, ou pelo menos a concretização, de uma série de importantes mudanças na história do Brasil. Definiu-se 1967 como a data-limite final em virtude das incontestáveis mudanças jurídico-políticas ocorridas no Brasil após o golpe militar de 1964
ROCHA, Leandro MendesEm A Presença Indígena na Formação do Brasil há um recorte histórico dos povos indígenas que se diferencia do lugar-comum tradicionalmente trabalhado no ensino básico e superior brasileiro, justamente por contar esta história sem encerrá-la apenas nos aportes da dominação, colonização e “civilização”, onde o indígena estaria posto como o acidental, passivo, exótico e/ou passageiro. O livro parte da perspectiva de que os povos indígenas foram (e são) agentes importantes na formação da sociedade brasileira – territorial e politicamente – seja pela sua organização sociocultural e pelo uso e controle dos recursos naturais existentes, seja pelas formas de resistência à colonização.
OLIVEIRA, João Pacheco deA presente tese tem como objetivo investigar as práticas administrativas adotadas por uma agência governamental alemã de abrangência global, a GTZ, (Deutsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit), no Brasil, nos anos 90, particularmente em políticas governamentais brasileiras para meio ambiente e populaçOes indígenas. Há mais de 40 anos atuando no Brasil, mais recentemente, a GTZ tem redefinido sua orientação de ação de projetos técnicos, tecnológicos e agrícolas para se concentrar na área de meio ambiente e conservação da Floresta AmazOnica, eixo a partir do qual populaçOes indígenas têm sido contempladas
VALENTE, Renata CurcioO artigo apresenta a discussão das informações contidas nos repositórios públicos pertencentes ao Estado brasileiro no que diz respeito à temática indígena. Também serão abordadas algumas diretrizes que norteiam o trabalho indigenista e outros apontamentos pertinentes advindas do campo da Epistemografia e do processo que vem ganhando destaque no que tange a autonomia informacional dos povos indígenas, numa relação de saber/poder que resulta num protagonismo indígena contemporâneo
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deReflete a construção do espaço social do indigenismo no Brasil dentro de uma visão de campo
LIMA, Antônio Carlos de SouzaReflete a construção do espaço social do indigenismo no Brasil dentro de uma visão de campo
LIMA, Antônio Carlos de SouzaO presente artigo apresenta algumas iniciativas do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas - PROGDOC, organizador pelo Museu do Índio/Fundação Nacional do Índio em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura - UNESCO e pelos centros de documentação em áreas indígenas. O trabalho terá como objetivo principal abordar as transformações da memória indígena: da memória oral, deslocando pela memória documental fomentada pelo Estado e a memória auto-referente, na qual os retratados são os mesmos que realizam a ação documentária, ou seja, os próprios povos indígenas. O contexto político-institucional que ensejou o Programa também será discutido
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deTrata das práticas instituídas pelo Conselho de Fiscalização das ExpediçOes Artísticas e Científicas no Brasil. Analisa dossiês de documentaçOes e o campo indigenista
GRUPIONI, Luis Donisete BenziO trabalho abordará alguns aspectos relevantes do intitulado fenômeno informacional indígena na contemporaneidade
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deLivro sobre as memórias indigenistas de Sergio Bacellar Vahia de Abreu
Abreu, Serbio Bacellar Vahia deA publicação aborda alguns aspectos da vida de Darcy Ribeiro: sua trajetória parlamentar no campo do trabalhismo e as discussões sobre a interpretação do Brasil, como os debates de cunho antropológico baseado no indigenismo e nos estudos da civilização brasileira
Moreira, João Paulo AprígioEste livro narra a saga de um grupo de indigenistas que revolucionou o indigenismo governamental brasileiro a partir da década de setenta, em conjunto com outros seguimentos sociais, abandonando os confortos da vida urbana, embrenaram=se nos mais afastados rincões do país, tornando-se aliados verdadeiros dos povos indígenas, com os quais passaram a lutar pela liberdade, respeito, reconhecimento étnico e auto-determinação desses povos
SCHIAVINI, FernandoEssa tese tem como objetivo central analisar a política entre os Truká
BATISTA, Mércia Rejane RangelApresenta um processo de disputas e negociaçOes devido à pressão sobre o território tradicional dos caboclos ou sucessores dos índios de São João das MissOes ameaçados pela regularização fundiária da Ruralminas
SANTOS, Ana Flavia MoreiraImportante coletânea de artigos do autor, este livro enfoca vários temas relacionados ao indigenismo e à antropologia indígena, colocando em primeiro plano a problemática relação entre antropologia e história. De especial interesse: o ensaio sobre a criação da primeira reserva indígena no alto Solimões, no qual o autor confronta a interpretação fundamentada na documentação histórica com a interpretação baseada em narrativas indígenas; o estudo sobre a relação entre os Ticuna e o etnólogo/indigenista C. Nimuendaju, buscando elucidar como o lugar dos brancos é pensado pelos índios em suas versões sobre o passado; o artigo sobre os "Índios Misturados", expondo de maneira controvertida a relação entre história e antropologia nos atuais estudos sobre índios no Brasil; e o ensaio sobre os índios nos censos demográficos e suas implicações
OLIVEIRA, João Pacheco deEste trabalho é uma análise do papel das instituiçOes multilaterais e bilaterais de cooperação para o desenvolvimento na territorialização e desterritorialização das políticas indigenistas na América Latina
VERDUM, RicardoEste livro excepcional representa uma contribuição decisiva ao estudo de nosso indianismo oitocentista, sem desconsiderar os antecedentes do tema na literatura colonial; A crítica, em geral, não viu mais do que exotismo e evasão na imagem romântica do índio, talhada conforme o figurino cortês do cavaleiro medieval, muito embora se tratasse de forjar um mito pátrio, de inventar uma tradição para o país recém-independente. David Treece sustenta o contrário: longe de ser uma representação divorciada de seu contexto histórico mais imediato, o indianismo constituiu uma reflexão problemática e persistente sobre a formação simbólica e sociopolítica do Estado nacional; Mais do que a reposição tediosa de um mesmo modelo, a literatura do período produziu distintas figurações do índio, em consonância não só com o papel a ele conferido no processo da colonização, mas também em sintonia com o jogo político e social do próprio século XIX; Assim, grosso modo, entre 1835 e 1850, o índio surgia como vítima das conseqüências militares e sociais da Conquista, numa atitude de franca condenação do processo colonizador. Atitude alimentada, talvez, pelo antilusitanismo que animou as violentas revoltas provinciais da Regência, pleiteando a descentralização do poder, as reformas liberais e as promessas de mudança contra a contínua dominação étnica e de classe; Já entre 1850 e 1870, o índio passava a figurar como aliado, muitas vezes à custa do sacrifício de sua própria vida ou de toda sua comunidade, em benefício do conquistador e da criação de uma civilização nos trópicos. Segundo o crítico inglês, tal aliança parece reverberar muito da política de conciliação do Segundo Reinado, buscando acomodar novos e velhos interesses, liberais e conservadores, num momento de esforço concentrado para se alcançar a centralização do Império e a unidade nacional, depois da instabilidade e das tendências separatistas das décadas anteriores; Por fim, de 1870 a 1888, o índio como rebelde, representado em registro mais verista ou simplesmente rebaixado, vinha pôr em xeque o modelo idealizado até então (e já bastante desgastado), prenunciando, desse modo, a chegada de novos ideais estéticos, políticos e sociais (realismo, republicanismo, abolicionismo); Se a articulação entre o indianismo e a dinâmica histórico-política do século XIX já foi sugerida por alguma interpretação mais recente, jamais se chegou a uma abordagem desta envergadura, mobilizando tamanho corpus de análise, examinado de forma sistemática e aprofundada, com uma ancoragem tão segura nas disciplinas vizinhas (história, sociologia, antropologia). Para além das representações canônicas do indianismo romântico (Gonçalves Dias, Alencar, Magalhães.), Treece traz à cena todo um elenco de autores e obras menos celebrados (ou mesmo ignorados) pela historiografia oficial, que redimensiona por completo a visão dessa vertente literária e o alcance do debate político-ideológico a ela associado
TREECE, DavidA tese discute a fotografia enquanto documentação histórica, com ênfase no uso da fotografia pelo Serviço de Proteção aos Índios, porém também percorrendo a própria história da fotografia no Brasil. Há uma análise mais detida de um ensaio fotográfico realizado por Heinz Foerthmann em 1943 no P.I. Nimuendaju, posto este que abrigava índios Guarani e Terena no interior do estado de São Paulo. A tese inclui uma farta amostragem de fotos
BORGES, Paulo Humberto PortoImportante coletânea que reúne sete estudos, alguns publicados anteriormente, versando sobre diferentes dimensões da história dos índios do noroeste amazônico, com destaque para os Baniwa. Para além do mérito de reunir num só volume uma produção dispersa por revistas e coletâneas, o autor apresenta versões atualizadas e as contextualiza face aos debates atuais na etnologia sul-americana. Wright junta a análise documental – incluindo um material muito rico sobre a escravidão dos índios no século XVIII – com mais de vinte anos de pesquisa etnográfica, valorizando em primeiro plano as versões e interpretações indígenas sobre um passado marcado não apenas por grandes transformações, como também pela persistência de modos de vida e de pensar, a contrapelo das mudanças
WRIGHT, Robin MReconstitui e analisa as relaçOes estabelecidas entre índios e antropólogos no Ambito do CNPI e nas práticas indigenistas do SPI
FREIRE, Carlos Augusto da RochaEsta obra compõe-se de dois ensaios que tratam de movimento indigenista, movimento indígena e cidadania na América Latina, com ênfase no Brasil e no México. No primeiro texto a autora procura mostrar a emergência dos movimentos indígenas na América Latina, fazendo uma distinção entre indigenismo e movimento indígena. No segundo texto, o autor parte da noção de cidadania para discutir o status social e jurídico dos indígenas no Brasil. Para tanto, retoma debates políticos e intelectuais, sobretudo após a independência do país, chegando até o período de elaboração da Constituição Federal de 1988
ROCHA, Leandro MendesBusca a versão dos Parintintin sobre sua história recente. Oferece elementos para construção de projetos indígenas baseados na OPAN
SCHROEDER, IvoPesquisa de fôlego, este livro mostra a articulação entre as ideias sobre a nação, a política indigenista e as estratégias indígenas durante o período crítico de expansão econômica (e política, com a mudança da capital federal) para o Brasil central. São vários destaques dignos de nota: traz muitas informações e perspectivas novas sobre o período do Estado Novo (1937-1945); confronta, de maneira instigante, o pessimismo sentimental dos etnógrafos com as posturas assumidas por atores indígenas; documenta os embates em torno da demarcação de terras dos Xavante; demonstra o jogo complexo entre a formação da imagem dos Xavante enquanto símbolos primordiais da nacionalidade e a política da diferença adotada pelos mesmos Xavante em prol de seus direitos territoriais
GARFIELD, SethEstuda o problema da etnicidade nos contextos urbanos a partir da análise da situação dos Sateré Mawé que habitam a cidade de Manaus
ROMANO, Jorge OswaldoDescreve a política indigenista brasileira e cita o SPI, a FUNAI, as publicaçOes periódicas Informativo FUNAI e a Revista Atualidade Indígena
RUCHTI, ElizabethÉ uma obra relevante no âmbito da celebração dos cem anos de criação do SPI. Seu maior mérito consiste, fundamentalmente, em deixar registrado, para apropriação pelas próximas gerações de pesquisadores indígenas e não indígenas, uma retrospectiva visual e documental, bem como variaadas perspectivas de análise dos projetos e ações do indigenismo brasileiro
FREIRE, Carlos Augusto da Rocha (org)Através de um enfoque etnográfico das relações entre antropólogos, índios e indigenistas do Museu Rondon, o livro procura contribuir para a elaboração de respostas alternativas aos discursos oficiais, em uma perspectiva mais universal, recusando as limitações de um enquadramento 'local' ou 'regional'. No livro, a autora buscou produzir uma história social da ciência, empreendendo uma investigação sobre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e focalizando-a especificamente a partir da formação de Antropologia e da criação do Museu Rondon
MACHADO, Maria Fátima RobertoNa história da mulher brasileira, o nome de Nisia Floresta se impõe e ocupa as primeiras páginas, tanto pela coragem revelada em seus escritos como pelo ineditismo e ousadia de suas idéias. No tempo em que a grande maioria das mulheres vivia recolhida em suas casas sem nenhum direito, e o ditado popular dizia que "o melhor livro é a almofada e o bastidor", ela dirigia colégios para moças, colaborava em jornais e escrevia livros e mais livros defendendo os direitos das mulheres, dos índios e dos escravizados
DUARTE, Constância LimaComo transformar a pluralidade social presente no microespaço da sala de aula em estímulo para rearranjos pedagógicos, curriculares e organizacionais que compreendam a tensão gerada na sua positividade, a fim de ampliar e tornar mais complexo o diálogo entre realidades, perspectivas, concepções e projetos originados da produção da diversidade sociocultural? Como superar a invisibilidade institucionalizada das diferenças culturais que; valida avaliações sobre desempenho escolar de crianças, jovens e adultos sem considerar as suas realidades e pertencimentos sociais?; O impulso pela democratização e afirmação dos direitos humanos na; sociedade brasileira atinge fortemente muitas das nossas instituições estatais,atreladas a projetos de estado-nação comprometidos com a anulação das diferenças culturais de grupos subordinados. Neste contexto,as diferenças culturais dos povos indígenas, dos afro-descendentes e de outros povos portadores de identidades específicas foram sistematicamente negadas, compreendidas pelo crivo da inferioridade e, desse modo, fadadas à assimilação pela matriz dominante.; A proposta é articular os atores sociais e os gestores para que os desafios que foram postos estabeleçam novos campos conceituais e práticas de planejamento e gestão, renovados pela valorização da diversidade sociocultural, que transformem radicalmente posições preconceituosas e discriminatórias.
LUCIANO, Gersem dos SantosPublicação contendo textos do antropólogo João Pacheco de Oliveira produzido em conferências, congressos e periódicos científicos nos últimos anos
OLIVEIRA, João Pacheco deOs alvos principais da Comissão de Inquérito eram as ações protecionistas e as iniciativas do inspetor Bento Martins Pereira de Lemos, chefe da IR1. O relatório final dessa Comissão é um dos raros documentos históricos em que é manisfestada pelos depoentes, de forma sistemática, oposição à política indigenista implementada na Amaônia pelo SPI. Por outro lado, a gestão de Bento de Lemos na Inspetoria do Amazonas e Acre foi uma das poucas em toda a história do SPI a produzir densos relatórios anuais sobre a ação indigenista, expondo também, sistematicamente, a amplitude dos problemas e iniciativas que envolviam esses agentes sosciais no inicio do séc. XX
FREIRE, Carlos Augusto da Rocha. Os alvos principais da Comissão de Inquérito eram as ações protecionistas e as iniciativas do inspetor Bento Martins Pereira de Lemos, chefe da IR1. O relatório final dessa Comissão é um dos raros documentos históricos em que é manisfestada pelos depoentes, de forma sistemática, oposição à política indigenista implementada na Amaônia pelo SPI. Por outro lado, a gestão de Bento de Lemos na Inspetoria do Amazonas e Acre foi uma das poucas em toda a história do SPI a produzir densos relatórios anuais sobre a ação indigenista, expondo também, sistematicamente, a amplitude dos problemas e iniciativas que envolviam esses agentes sociais no inicio do séc. XX
FREIRE, Carlos Augusto da RochaOs alvos principais da Comissão de Inquérito eram as ações protecionistas e as iniciativas do inspetor Bento Martins Pereira de Lemos, chefe da IR1. O relatório final dessa Comissão é um dos raros documentos históricos em que é manisfestada pelos depoentes, de forma sistemática, oposição à política indigenista implementada na Amaônia pelo SPI. Por outro lado, a gestão de Bento de Lemos na Inspetoria do Amazonas e Acre foi uma das poucas em toda a história do SPI a produzir densos relatórios anuais sobre a ação indigenista, expondo também, sistematicamente, a amplitude dos problemas e iniciativas que envolviam esses agentes sosciais no inicio do séc. XX
FREIRE, Carlos Augusto da RochaEste artigo, realizado no âmbito da atividade de orientação sobre pesquisa relacionada aos saberes indígenas e suas práticas documentárias, busca abordar alguns aspectos do pensamento do filósofo Gilbert Simondon, em compreendê-lo como teórico fundamental para o desenvolvimento do conceito de individuação, a ser trabalhado na experiência dos indígenas, de objetos técnicos apropriados por estes e, igualmente, os transformando continuamente
Pimenta, Ricardo MedeirosO trabalho apresenta a organização dos acervos de natureza etnológica e a forma pelas quais instituições tem se reinventado com o objetivo de assegurar uma organização do conhecimento coadunado aos anseios de povos antes alijados do centro decisório de poder, no caso, os povos indígenas. O objeto do estudo é realizar uma reflexão sobre o caminho percorrido do poderio organizacional do Estado até o processo atual de (des) organização do conhecimento dos arquivos indígenas
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deApresenta o indigenismo e o conjunto geral de valores, normas e modos de ação prática adotados pelo valores, normas e modos de ação prática adotados pelo governo em relação aos índios. Apresenta a política indigenistas tanto em aspectos ideológicos e jurídico-formais quanto em caráter de ação prática e concreta
MOREIRA NETO, Carlos de Araujo (1930-2007)Compilação das colunas semanais de autoria do antropólogo Terri Valle de Aquino, denominadas "Papo de Índio", publicadas regularmente na imprensa acreana
AQUINO, Txai Terri Valle deO artigo propõe uma releitura do artigo intitulado "O lumpen-indigenismo do Estado brasileiro" do antropólogo Jorge Pozzobon tendo por objetivo reelaborar alguns conceitos e propostas do autor em tempo outrora, assim como estabelecer uma ponte para os novos fenômenos informacionais que advém do conjunto político-jurídico hodierno, como no fortalecimento do protagonismo indígena na construção de novos modelos de participação e gerenciamento da informação indígena
Mello, Rodrigo Piquet Saboia de