Indigenismo

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              Povos indígenas: projetos e desenvolvimento II.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45 / S725p / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Esta publicação tem o objetivo de dar continuidade, ampliar e diversificar as discussões presentes no livro Povos Indígenas: projetos e desenvolvimento (Sousa, Cassio Noronha Inglez de; Souza Lima, Antonio Carlos de, Almeida, Fabio Vaz Ribeiro de e Wentzel, Sondra, orgs. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2007), dando uma continuidade a uma parceria entre o LACED/Museu Nacional-UFRJ, o PDPI – Projetos Demonstrativos dos Povos Indígenas/Ministério do Meio Ambiente e a GTZ - Agência da cooperação técnica alemã. A iniciativa de promover estas discussões e divulgá-las através de publicações teve sua origem no processo de reflexão sobre a experiência prática de participação de antropólogos no PDPI, um programa de apoio a projetos indígenas voltados para o desenvolvimento sustentável na Amazônia brasilei ra. De uma forma geral os textos do livro, estão relacionados ou dialogam com as complexas relações entre o Estado Nacional e povos indígenas, em especial tendo em vista os direitos que lhes são assegurados e as políticas governamentais concretas sobre eles incidentes ou a eles destinadas

              Sousa, Cássio Noronha Inglez de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / S337r / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A questão de fundo desse livro é a definição de indígena com a qual opera o indigenismo. Se o leitor definir uma sociedade indígena como 'uma comunidade local que se desagregou em função do processo de expansão da sociedade nacional', não poderá considerar indígena uma população dispersa. Povos caçadores, que vivem em pequenos grupos e se deslocam por um território amplo, não cabem nessa definição. Coletividades e famílias que foram encapsuladas em fazendas só poderiam ser consideradas 'índios' se exibissem uma indianidade genérica, e não os elementos constantes de sua cultura atual. E povos sem contato não seriam 'ainda' indígenas; só o seriam depois da pacificação e da territorialização; Uma definição tão restritiva e circular torna a ação indigenista prisioneira de si mesma, incapaz de aceitar o desafio da diversidade histórica e cultural dos povos, limitando-se ao espaço do reconhecimento. Não são apenas as populações que foram territorializadas segundo a atuação dos poderes constituídos ou das missões religiosas que devem ser reconhecidas como objetos de direito. Aquelas que, lançando mão de múltiplas estratégias adaptativas, tentaram de algum modo preservar valores por elas partilhados e construíram uma sociabilidade e um projeto de futuro calcados em sua relação com o passado merecem igual atenção do Estado

              SANTOS, Ana Flavia Moreira
              Rondon: a construção do Brasil e a causa indígena.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(817.2) / F866r / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Considerado uma das figuras mais importantes para a história do Brasil, Cândido Rondon teve entre seus grandes feitos a implantação das linhas telegráficas que ligou a região Oeste do Brasil com o resto do país. A missão possibilitou importantes estudos científicos nos campos da etnologia indígena, da geografia, da fauna e da flora do extenso território percorrido.; Cândido Mariano da Silva Rondon faleceu, aos 92 anos, no dia 19 de janeiro de 1958, no Rio de Janeiro. Seu corpo foi velado no Clube Militar com honras de chefe de estado.

              FREIRE, Carlos Augusto da Rocha
              Rondon na fronteira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3150 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Dossiê intitulado "Rondon na fronteira" publicado pela Revista de História da Biblioteca Nacional no ano de 2006

              Tastevin e a etnografia indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-266(811.3) / T215 / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              A importância da obra etnográfica do Pe. Tastevin já foi enfatizada pelo etnólogo Herbert Baldus nos dois primeiros volumes da Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira. Índios do Solimões, da Amazônia Ocidental até o Acre, foram objeto do interesse incansável do missionário pelas culturas indígenas. Os antropólogos contemporâneos não podem falar dos povos indígenas dessa região sem deixar de se referir à obra do missionário. A riqueza etnográfica dos textos de Tastevin, ao espelhar muitas tradições que se dispersaram ao longo do século XX, tornou-se objeto de vivo interesse dos índios da Amazônia

              FAULHABER, Priscila
              Tastevin e a etnografia indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-PM-266(811.3) / T215 / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              A importância da obra etnográfica do Pe. Tastevin já foi enfatizada pelo etnólogo Herbert Baldus nos dois primeiros volumes da Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira. Índios do Solimões, da Amazônia Ocidental até o Acre, foram objeto do interesse incansável do missionário pelas culturas indígenas. Os antropólogos contemporâneos não podem falar dos povos indígenas dessa região sem deixar de se referir à obra do missionário. A riqueza etnográfica dos textos de Tastevin, ao espelhar muitas tradições que se dispersaram ao longo do século XX, tornou-se objeto de vivo interesse dos índios da Amazônia

              FAULHABER, Priscila
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / L732g / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Fruto de uma minuciosa pesquisa e de uma reflexão original sobre o indigenismo, este livro apresenta um estudo denso da trajetória histórica do Serviço de Proteção aos Índios, das suas origens em 1910 à tumultuada extinção em 1967. É particularmente relevante a forma cuidadosa com a qual o autor trata os conceitos que nortearam – e norteiam, em alguma medida – a política indigenista do Estado brasileiro

              LIMA, Antônio Carlos de Souza