BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.024 / V131h / 1995
·
Item
·
1995
Parte de Bibliográfico
Ao longo do século XVI os colonizadores europeus se horrorizaram com um fenômeno religioso entre os tupis, a que chamaram santidade. Nela, em meio a danças, transes, cânticos e À fumaça inebriante do tabaco, os índios renovavam a peregrinação À Terra sem Mal - lugar mítico da felicidade eterna que buscavam no mundo terreno. Vasculhando documentação inquisitorial inédita sobre o culto indígena na fazenda de Jaguaripe (Bahia), Ronaldo Vainfas descobre na santidade uma idolatria insurgente, culturalmente híbrida, que ao mesmo tempo negava e incorporava valores da dominação colonial. Por meio de um texto apaixonado e instigante, o autor lança luz sobre uma nova e reveladora faceta da conquista da América portuguesa
VAINFAS, Ronaldo