História
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Apresenta um estudo da obra do antropólogo Eduardo Galvão
SILVA, Orlando SampaioCom enfoque no período de instalação das reduçOes da Província do Paraguai, entre 1610 e 1650, o autor busca mostrar que os jesuítas lançaram mão de símbolos do mundo natural, encontrando elementos que os auxiliaram na elaboração de um discurso sustentado no medo, prática usual na modernidade para processar conversOes e normatizaçOes. A partir disso, alguns missionários incluem em seus discursos uma série de símbolos exóticos, aceitando, negando ou reformulando seus significados, ofertando, assim, um pouco do que se processou para ambas as partes no contato cultural
BAPTISTA, Jean TO livro contém os textos revisados de trabalhos apresentados no 3º Encontro Macro-Jê, realizado na Universidade de Brasília de 3 a 5 de dezembro de 2003. A reunião foi promovida pelo Laboratório de Línguas Indígenas do Instituto de Letras com a colaboração do Departamento de Antropologia do Instituto de Ciências Humanas da UNB e da coordenação do grupo de trabalho sobre Línguas Indígenas da Anpoll. Congregou linguistas e antropologos que desenvolvem pesquisas sobre línguas e culturas de povos indígenas que têm em comum o pertencer ao complexo linguístico Macro-Jê, propiciando assim uma aproximação desejável entre os dois campos de pesquisa
RODRIGUES, Aryon Dall'Igna (org)Faixa 1: (0 seg. - 1 min. 53 seg.) 14 de janeiro de 1978, aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira que esta aqui de meu lado vai cantar outro [ibru?].; (1 min. 56 seg. - 3 min. 22 seg.) Agora Jandira vai cantar um [?], quer dizer um canto de ninar.; (3 min. 23 seg. - 4 min. 13 seg.) Um [?] que é o lamento do homem, mas agora Jandira, quer dizer mulher, vai cantar.; (4 min. 16 seg. - 5 min. 25 seg.) Jandira vai cantar outro [?], lamento do homem.; (5 min. 27 seg. - 6 min. 28 seg.) Jandira vai cantar mais um [?], cujo autor é [?], há muito tempo falecido. Tio de Jacinto. Fez o canto pela morte de sua filha.; (6 min. 31 seg. - 8 min. 35 seg.) Jandira vai cantar mais um [ibru?], lamento da mulher. Autora é [?], ainda viva. Fez o choro pela morte de sua neta.; (8 min. 39 seg. - 10 min. 23 seg.) 16 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá de [Aruanã?]. Desde ontem choveu tanto que resolvemos voltar para São Paulo amanhã. Mais agora o informante [?], João, de setenta anos de idade, o Karajá mais velho da aldeia vai cantar um [?]. Eu vou dar um sinal do som básico, senão me engano, ré sustenido.; (10 min. 24 seg. - 11 min. 20 seg.) João agora vai cantar um [?]. (11 min. 21 seg. - 12 min. 36 seg.) Agora João vai cantar um [?], quer dizer um canto para a festa do mel.; (12 min. 37 seg. - 12 min. 43 seg.) Vai cantar agora um [?].; (12 min. 45 seg. - 15 min. 13 seg.) Mário [?] vai cantar um [?].; (15 min. 18 seg. - 17 min. 35 seg.) Mário [?] vai cantar agora um [?].; (17 min. 37 seg. - 18 min. 54 seg.) Agora [?] vai cantar um [?].; (18 min. 55 seg. - 19 min. 43 seg.) Agora Jandira vai demonstrar a linguagem de assobio, por exemplo, a palavra [?].; Faixa 2: (21 seg. - 2 min. 36 seg.) 29 de março de 1984, na aldeia de [Aruanã]. Estamos na casa de [?], Karajá e ele vai contar duas histórias referentes ao trovão e ao relampago.; (2 min. 38 seg. - 9 min. 51 seg.) 30 de março de 1984, [Aruanã]. Estou na casa de [?] e ele vai contar como os primeiros Karajás saíram debaixo da terra. Faixa 3: [música indígena]
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 53 seg.) 14 de janeiro de 1978, aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira que esta aqui de meu lado vai cantar outro [ibru?].; (1 min. 56 seg. - 3 min. 22 seg.) Agora Jandira vai cantar um [?], quer dizer um canto de ninar.; (3 min. 23 seg. - 4 min. 13 seg.) Um [?] que é o lamento do homem, mas agora Jandira, quer dizer mulher, vai cantar.; (4 min. 16 seg. - 5 min. 25 seg.) Jandira vai cantar outro [?], lamento do homem.; (5 min. 27 seg. - 6 min. 28 seg.) Jandira vai cantar mais um [?], cujo autor é [?], há muito tempo falecido. Tio de Jacinto. Fez o canto pela morte de sua filha.; (6 min. 31 seg. - 8 min. 35 seg.) Jandira vai cantar mais um [ibru?], lamento da mulher. Autora é [?], ainda viva. Fez o choro pela morte de sua neta.; (8 min. 39 seg. - 10 min. 23 seg.) 16 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá de [Aruanã?]. Desde ontem choveu tanto que resolvemos voltar para São Paulo amanhã. Mais agora o informante [?], João, de setenta anos de idade, o Karajá mais velho da aldeia vai cantar um [?]. Eu vou dar um sinal do som básico, senão me engano, ré sustenido.; (10 min. 24 seg. - 11 min. 20 seg.) João agora vai cantar um [?]. (11 min. 21 seg. - 12 min. 36 seg.) Agora João vai cantar um [?], quer dizer um canto para a festa do mel.; (12 min. 37 seg. - 12 min. 43 seg.) Vai cantar agora um [?].; (12 min. 45 seg. - 15 min. 13 seg.) Mário [?] vai cantar um [?].; (15 min. 18 seg. - 17 min. 35 seg.) Mário [?] vai cantar agora um [?].; (17 min. 37 seg. - 18 min. 54 seg.) Agora [?] vai cantar um [?].; (18 min. 55 seg. - 19 min. 43 seg.) Agora Jandira vai demonstrar a linguagem de assobio, por exemplo, a palavra [?].; Faixa 2: (21 seg. - 2 min. 36 seg.) 29 de março de 1984, na aldeia de [Aruanã]. Estamos na casa de [?], Karajá e ele vai contar duas histórias referentes ao trovão e ao relampago.; (2 min. 38 seg. - 9 min. 51 seg.) 30 de março de 1984, [Aruanã]. Estou na casa de [?] e ele vai contar como os primeiros Karajás saíram debaixo da terra. Faixa 3: [música indígena]
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 53 seg.) 14 de janeiro de 1978, aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira que esta aqui de meu lado vai cantar outro [ibru?].; (1 min. 56 seg. - 3 min. 22 seg.) Agora Jandira vai cantar um [?], quer dizer um canto de ninar.; (3 min. 23 seg. - 4 min. 13 seg.) Um [?] que é o lamento do homem, mas agora Jandira, quer dizer mulher, vai cantar.; (4 min. 16 seg. - 5 min. 25 seg.) Jandira vai cantar outro [?], lamento do homem.; (5 min. 27 seg. - 6 min. 28 seg.) Jandira vai cantar mais um [?], cujo autor é [?], há muito tempo falecido. Tio de Jacinto. Fez o canto pela morte de sua filha.; (6 min. 31 seg. - 8 min. 35 seg.) Jandira vai cantar mais um [ibru?], lamento da mulher. Autora é [?], ainda viva. Fez o choro pela morte de sua neta.; (8 min. 39 seg. - 10 min. 23 seg.) 16 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá de [Aruanã?]. Desde ontem choveu tanto que resolvemos voltar para São Paulo amanhã. Mais agora o informante [?], João, de setenta anos de idade, o Karajá mais velho da aldeia vai cantar um [?]. Eu vou dar um sinal do som básico, senão me engano, ré sustenido.; (10 min. 24 seg. - 11 min. 20 seg.) João agora vai cantar um [?]. (11 min. 21 seg. - 12 min. 36 seg.) Agora João vai cantar um [?], quer dizer um canto para a festa do mel.; (12 min. 37 seg. - 12 min. 43 seg.) Vai cantar agora um [?].; (12 min. 45 seg. - 15 min. 13 seg.) Mário [?] vai cantar um [?].; (15 min. 18 seg. - 17 min. 35 seg.) Mário [?] vai cantar agora um [?].; (17 min. 37 seg. - 18 min. 54 seg.) Agora [?] vai cantar um [?].; (18 min. 55 seg. - 19 min. 43 seg.) Agora Jandira vai demonstrar a linguagem de assobio, por exemplo, a palavra [?].; Faixa 2: (21 seg. - 2 min. 36 seg.) 29 de março de 1984, na aldeia de [Aruanã]. Estamos na casa de [?], Karajá e ele vai contar duas histórias referentes ao trovão e ao relampago.; (2 min. 38 seg. - 9 min. 51 seg.) 30 de março de 1984, [Aruanã]. Estou na casa de [?] e ele vai contar como os primeiros Karajás saíram debaixo da terra. Faixa 3: [música indígena]
AYTAI, DesidérioPor nação, entendemos a formação de identidades coletivas. A principal identidade coletiva, e a que tem merecido maior atenção dos estudiosos, é a que se constitui dentro do espaço nacional. Inclusive porque a historiografia existente está longe de chegar a acordo sobre sua natureza no século XIX. Mas a proposta aqui desenvolvida pretende abranger outras identidades coletivas. As candidatas mais óbvias são identidades étnicas, incluindo grupos de imigrantes forçados (africanos) ou espontâneos, as identidades religiosas, compreendendo as protestantes e africanas, e as identidades regionais, mais fortes, as últimas, no século XIX do que a própria identidade nacional. Cidadania, como distinta de nação, é concebida de maneira ampla, incluindo todas as modalidades possíveis de relação entre os cidadãos, de um lado, e o governo e as instituições do Estado, de outro, além de valores e práticas sociais definidoras da esfera pública
CARVALHO, José Murilo de (org)Fruto de laboriosa e bem conduzida pesquisa, este ensaio trata de navegantes, bandeirantes e diplomatas, sublinhando o papel desses três agentes sociais na história brasileira, e, mais especificamente, na formação das fronteiras do Brasil
GOES FILHO, Synesio SampaioO livro apresenta o resultado de pesquisas originais recentes sobre a história da instituição militar no Brasil e sua interação com a sociedade. Utilizando fontes inéditas ou pouco exploradas, essas pesquisas abrangem a origem social, os vínculos de sociabilidade, as hierarquias formais e informais, a participação em guerras e no processo de unificação territorial, os episódios de violência coletiva e as questões de gênero, incluindo a identidade masculina, o homossexualismo e a participação de mulheres nos contingentes
CASTRO, Celso (org)A tese estuda as instituiçOes educacionais na Província do Pará entre 1850 e 1888, enfocando as escolas primárias e os internatos de formação profissional, incluindo uma discussão das políticas de educação de meninos índios
RIZZINI, IrmaEste livro, organizado por Etienne Samain, reúne 26 ensaios que tentam decifrar os múltiplos significados que a fotografia vem incorporando desde sua criação. A obra apresenta uma profunda análise de seu status, desde o puramente material ao provocativo, que vai além do primeiro olhar, repleto de densas mensagens e capaz de comunicar, a um só tempo, emoções multifacetadas. 'O fotográfico' é fonte de inspiração para fotógrafos, estudantes, universitários, apreciadores de literatura e artes visuais, além de um deleite para o leitor que se interessa por fotografia e arte, estética e sensibilidade
SAMAIN, Etienne (org)O Processo Civilizatório ordena, analisa, interpreta e crítica uma impressionante massa de dados relativos aos últimos 10.000 anos da história humana. Seus propósito é reescrever a partir de uma perspectivas latino-americana e brasileira o esquema marxista da evolução social
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)O Processo Civilizatório ordena, analisa, interpreta e crítica uma impressionante massa de dados relativos aos últimos 10.000 anos da história humana. Seus propósito é reescrever a partir de uma perspectivas latino-americana e brasileira o esquema marxista da evolução socail
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)O Processo Civilizatório ordena, analisa, interpreta e crítica uma impressionante massa de dados relativos aos últimos 10.000 anos da história humana. Seus propósito é reescrever a partir de uma perspectivas latino-americana e brasileira o esquema marxista da evolução social
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)Pesquisa de fôlego sobre as expedições de sertanistas no século XVIII, este livro em certo sentido atualiza e amplia as discussões introduzidos por Sérgio Buarque de Holanda em Monções e Caminhos e Fronteiras. A temática da história dos índios aparece com força no capítulo 4, evocando os processos de contato e resistência que afetaram os Kayapó do Sul, Guaikuru, Paiaguá e Kaingang. O capítulo inclui um estudo perspicaz da série de quarenta aquarelas retratando o contato entre portugueses e índios no sertão do Tibagi em 1771, com uma reprodução da série. Também é de grande interesse a reprodução de mapas do sertão, vários dos quais detalham a presença de grupos indígenas, abrangendo São Paulo (incluindo o sul, atuais estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso
KOK, GlóriaO trabalho apresentado pretende expor o teatro de José de Anchieta
HERNANDES, Paulo RomualdoSão seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)
MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIAEste trabalho conjuga interesses da história e da antropologia, partindo ao mesmo tempo de uma certeza e uma constatação. A certeza de que as explicaçOes históricas sobre a formação de uma determinada área ou região devem inserir em seus discursos os povos indígenas e seus contextos; e a constatação da irrelevAncia dada para a onstrução de uma história sobre os índios nos Campos de Araraquara
MANO, MarcelFruto de dezesseis anos de convivência da autora com os índios Bakairi, da região do Alto Xingu, em Mato Grosso, esta obra é um estudo aprofundado que revela a história, as crenças e a organização social desse povo, bem como sua economia, religião e as relações de parentesco.Escrito num estilo claro e conciso, o livro é ilustrado com fotografias em cores e gráficos que apresentam dados sobre a pesquisa
BARROS, Edir Pina deEsta dissertação consiste em uma revisão bibliográfica da literatura existente sobre os índios Kulina, povo falante de uma língua da família Arawá que habita as margens e planícies interfluviais da bacia drenada pelos rios Juruá e Purus, nos estados do Amazonas e Acre, e também no Peru
GORDON, FlávioA imprensa periódica no Brasil existe há quase duzentos anos e sua trajetória acompanha e influencia a vida pública do país. Este livro percorre um século XIX ampliado, que começa em 1808 e se estende até princípios do século XX, com ênfase na década de 1820, que assistiu aos movimentos iniciais dos veículos impressos.Os autores destacam o surgimento da opinião pública, os principais periódicos, bem como suas formas de circulação, recepção e os pontos de contato com a literatura e com a história da imagem (caricatura e fotojornalismo)
MOREL, MarcoPublicação sobre a "descoberta" do Brasil, enfocado no pau-brasil
BUENO, Eduardo