Etnologia indígena
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Os Tapirapé vivem numa região de floresta tropical, com flora e fauna tipicamente amazônicas, entremeada de campos limpos e cerrados. Agricultores, suas aldeias tradicionalmente se localizam nas proximidades de densas florestas em terrenos altos não inundáveis, onde mantém suas roças. Tapi’itawa, a aldeia mais conhecida do grupo, reproduz as condições ideais para a localização de uma aldeia: terreno não-inundável próximo a florestas altas para agricultura, também com proximidade a campos abertos marginais aos afluentes do Araguaia e a um córrego de existência perene mesmo durante a estação seca. Os Tapirapé exploram alternadamente esse ambiente, segundo a época do ano e atividade a que se dedicam: agricultura, caça, coleta e pesca
Wagley, CharlesPublicação sobre a penetração europeia em território Neuquino
Curruhuinca-RouxMostra as diversas faces do processo de legitimação social e jurídica que tem passado os indígenas da medicina tradicional. Documenta as relaçOes assimétricas entre a medicina indígena e a ocidental
CAMPOS NAVARRO, RobertoApresenta os entorpecidos da AmazOnia, os adornos dos corpos, órgãos sócios-culturais e identidade étnica
ERIKSON, PhilippeApresenta os entorpecidos da AmazOnia, os adornos dos corpos, órgãos sócios-culturais e identidade étnica
ERIKSON, PhilippeApresenta e analisa as coleçOes de bonecas confeccionadas pelos índios Karajá
CHIARA, VilmaAponta as reaçOes passíveis de serem estudadas para diagnosticar os sintomas de marginalização que desponta entre os Karajá de Macaúba
BUENO, Marielys SiqueiraEstudo bastante criativo que apresenta diferentes versões indígenas sobre as origens da humanidade e as origens da presença dos brancos na vida social dos índios Waiãpi do Amapá. A autora comenta longos depoimentos de diferentes narradores nativos, com destaque para o chefe Waiwai, apresentando uma rica discussão dos diferentes gêneros de narrativa sobre o passado
GALLOIS, Dominique T. (Dominique Tilkin)Apresenta uma história sobre as origens das doenças que atigem os Desana do Uaupes no Brasil
BUCHILLET, DominiqueO mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)O mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)O mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)Corajosa e sugestiva, esta obra estuda o fenômeno de socialização de crianças Kaingáng. Trata de um problema prático: a existência de uma escola na sociedade Kaingáng desde 1972. A autora não visa apenas refletir sobre as funções da instituição escolar na sociedade ocidental, mas também sobre o sentido dessa instituição em uma sociedade tradicional. Acredita ainda que é possível a essa escola atender aos interesses da sociedade Kaingáng. O livro é provocativo e o leitor é envolvido em uma agradável e penetrante atmosfera antropológica
PEREIRA, Magali Cecili Surjes