Etnologia indigena
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Baseada numa ampla pesquisa documental, o livro narra os conflitos armados entre os Kaingang do oeste paranaense e diferentes agentes de ocupação territorial, desde a primeira expedição para Guarapuava até a "pacificação" no início do século XX. Preenche de forma admirável uma lacuna na historiografia regional, centrada nos mitos do "vazio demográfico" e da epopéia imigrante
Mota, Lucio TadeuSão muitos os problemas que atingem este grupo. Hoje, os Maxakali são afetados pela degradação ambiental e redução do seu território. Mas, apesar disto, este povo mantém as suas tradições plenamente ativas e luta, permanentemente, pela renovação de sua cultura
TUGNY, Rosângela Pereira deSão muitos os problemas que atingem este grupo. Hoje, os Maxakali são afetados pela degradação ambiental e redução do seu território. Mas, apesar disto, este povo mantém as suas tradições plenamente ativas e luta, permanentemente, pela renovação de sua cultura
TUGNY, Rosângela Pereira deOs textos que compõem esta coletânia traduzem a polissemia contida na palavra fronteira, problematizada a partir das questões vinculadas ao estudo de identidades americanas. Definições geográficas e culturais presentes na formação das nações do Novo Continente evidenciam a concepção de fronteiras como campo de espaço móvel e fluido, moldado pelas transformações econômicas, políticas e sociais. Além de abordarem o debate historiográfico sobre a temática, os textos aqui reunidos trazem novas perpectivas analíticas, percorrendo a partir de relatos de viajantes, os caminhos do imaginário político que anima definições identitárias
GUTIERREZ, Horacio (org)Esta é a primeira obra ilustrada de forma abrangente tão vasto tema: a conquista da última fronteira do território brasileiro pelos mais importantes viajantes e expedicionários brasileiros e estrangeiros; O projeto, concebido pelo autor em conjunto com o editor Ronaldo Graça Couto, adota a estratégia de restringir o tema do ano de 1500 até as viagens de Rondon nos anos 1930 – visto que a partir disso a quantidade de expedições se multiplica exponencialmente em busca de riquezas, pesquisas de toda sorte ou mesmo de aventuras; As 42 viagens selecionadas são apresentadas em ordem cronológica, a partir do momento em que a primeira expedição européia adentra a Amazônia, segundo a seguinte itemização: data da expedição; contexto histórico e cultural; líder (a biografia do líder ou dos líderes); principais colaboradores; percurso; obra (produção escrita e iconográfica); e principais contribuições
Meirelles Filho, JoãoA obra traz uma seleção de textos do autor (seu trabalho de pesquisa reunia mais de 1.000 laudas), com 250 imagens sobre vinte e uma expedições do século passado (provenientes de vinte e cinco fontes diferentes), reunidas em um trabalho de mais de dois anos. O livro trata de resumir a obra expedicionária amazônica de grandes nomes como Oswaldo Cruz, Claude Lévi-Strauss, Jacques Cousteau, Mario Palmério, Thiago de Mello, Frans Krajcberg, Claudia Andujar, Helmut Sick, Orlando Villas Bôas, entre vários outros, formando um conjunto belo e inédito
Meirelles Filho, JoãoEsta obra busca revisitar e reconstruir, através de estudos etnográficos, as categorias Índio e Caboclo, em diferentes campos semânticos, tendo como ponto de partida as suas contribuições na formação da nação brasileira. Através de artigos, faz uma retomada de dados históricos para estabelecer a distinção entre os índios e os caboclos, em seus principais pontos, sem deixar de lado seus papéis no candomblé
CARVALHO, Maria Rosário de (org)O povo Kaiowá explica que o Kunumi Pepy é a imitação de um acontecimento primordial ocorrido na fundação do mundo, quando os proprios heróis culturais do povo passaram pela iniciação e receberam seus enfeites corporais
VERÓN, Valdelice (org)A publicação deste livro revela algo da história recente dos índios do Xingu e, ao mesmo tempo, a busca por parte das lideranças atuais por subsídios para uma história indígena do povo Kaiabi. Fruto de uma pesquisa de campo realizada em 1965-66, o texto foi apresentado como tese em etnologia e publicado em alemão na revista Archiv für Völkerkunde em Viena em 1970. O autor situa, no capítulo II, as fontes históricas sobre os Kaiabi, do século XVIII ao XX; no capítulo III, coteja as informações de meados dos anos de 1950 com as observações do período da pesquisa para aferir mudanças demográficas e territoriais. Esta edição inclui um posfácio escrito por Klinton Senra, Geraldo Mosimann da Silva e Simone Ferreira de Athayde trazendo dados atuais sobre os Kaiabi, o que permite mais um cotejo histórico com as observações e dados desta rica tese escrita há algumas décadas
GRÜNBERG, GeorgA mais importante fonte de documentação sobre as gravuras rupestres do alto Rio Negro. Trata-se da versão em português da obra publicada em Berlim, em 1907, com o título Südamerikanische Felszeichungen. Tradução João Batista Poça da Silva, organização e apresentação de Edithe Pereira (MPEG), inclui um texto de Aloisio Cabalzar (ISA) sobre a visão contemporânea dos povos indígenas do Rio Negro
KOCH-GRÜNBERG, TheodorOs professores Lúcio Tadeu Mota do Departamento de História e Valéria Soares de Assis do Departamento de Fundamentos da Educação acabam de publicar o livro Populações indígenas no Brasil: histórias, culturas e relações internacionais.; Segundo os autores: "Após 500 anos de tentativas de abolir as populações indígenas, elas continuam existindo, recriando práticas ancestrais e reinvidicando sua sobrevivência como sociedades específicas. Assim, em uma perspectiva etno-historiográfica e antropológica, propomo-nos a apresentar alguns aspectos da história e das culturas das populações indígenas que ocuparam e ainda ocupam vastos territórios que hoje fazem parte do Estado Nacional brasileiro."
Mota, Lucio TadeuSe até o início dos anos 60 muito pouco se sabia sobre o mundo indígena nas Guianas, nos anos 70 e 80, com o avanço dos estudos etnográficos, a região se via predominantemente caracterizada pelo minimalismo de suas instituições e pela xenofobia de seus povos. A imagem que surgia era a de sociedades demograficamente pequenas, geograficamente isoladas e com uma organização social extremamente simples. Essas sociedades passavam a ser conhecidas como atomatizadas e fechadas, compostas de grupos locais auto-suficientes
Gallois, Dominique Tilkin (Organizadora)Dois temperamentos de mulher, em dois povos indígenas de Mato Grosso. Quem é ela, como cada sociedade molda o feminino? Como se fosse um romance, 'Sexo e desigualdade' nos transporta para o quotidiano dos índios. Estamos dentro, seguindo as mulheres - o trabalho árduo entremeado com as horas de brincadeira ou preguiça, as reclusões, os cuidados com o corpo e a saúde, a nudez vestida de adornos, a festa dos banhos de rio, os namoros, a malandragem, as regras de comportamento, o afeto derramado, gente se pegando e abraçando, as crianças, as risadas, o proibido e o sensual, o casamento e o parentesco, a violência doméstica, a feitiçaria, o perigo do além e da doença, as aparições, a contínua ameaça invisível.; A mulher é igual aos homens? Pode ser pajé, vira chefe, atinge o domínio espiritual, decide a guerra? Está sendo submissa ou rebelde, quando desafia a ordem familiar, na fuga inesperada com um amado, ou com todas as outras mulheres, as que decidem viver sem homens, no mito das Amazonas? Só a experiência de uma antropóloga como Carmen Junqueira, com uma vida dedicada aos índios, é capaz da proeza de um livro que entrelaça com simplicidade fantasmas, rotina, labuta, mitos, magia, análise social, traduzindo o impacto de um outro modo de ser
JUNQUEIRA, CarmenEste livro traz à luz o modo de vida singular dos povos indígenas Yuhupde e Hupda. Eles pertencem a família linguística Maku, cujos povos habitam um trecho da floresta amazônica do Brasil e da Colômbia
POZZOBON, JorgeEste livro traz à luz o modo de vida singular dos povos indígenas Yuhupde e Hupda. Eles pertencem a família linguística Maku, cujos povos habitam um trecho da floresta amazônica do Brasil e da Colômbia