Cultura material
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Etonografia que aborda todos os aspectos da vida Kaxinawá, afim de chegar a uma contextualização integral da arte gráfica na sua cultura o objetivo era de abordar a arte gráfica como fato social total
LAGROU, Elsje MariaEssencialmente uma etnografia deste grupo indígena, o livro contém uma parte muito interessante sobre a história do grupo, traçando suas origens aos tempos das missões quando foram aldeados em Rodelas
SILVA, Orlando SampaioObjetiva unificar a linguagem informacional para facilitar a comunicação entre os diferentes acervos do Museu do Índio. Além disso, visa facilitar o diálogo entre instituições com acervos etnográficos
MOTTA, Dilza Fonseca daOferece uma análise da cultura material sob a dimensão histórica e social dos Timbira
NEWTON, DoloresNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduosO intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzO povo Zoró se autodenomina Pangajëi, que significa: "Nós". A língua falada pertence ao tronco lingüistico Tupi e à família Mambé. Os grupos Gavião, Cinta Larga e Suruí compartilham de língua, cultura e bens materiais semelhantes. Milhares de anos de ocup
CHATEAUBRIAND, HelyApresenta a situação de contato interétnico de um povo Tupi, a política indigenista adotada pela FUNAI e a etnografia Parakanã. Descreve o projeto Tucuruí
SANTOS, Antonio Carlos Magalhães dosCatálogo de uma exposição realizada no Museu Nacional de Etnologia, este livro inclui artigos de especialistas em história, etnologia, lingüística e arte indígena. Os objetos e ilustrações da exposição abrangem vários séculos porém estão dispostos em forma não-linear, colocando a ênfase menos nas transformações ocorridas e mais na persistente vitalidade da diversidade indígena. Figuram com destaque os objetos de coleções etnográficas, das viagens científicas do século XVIII às expedições antropológicas do século XX
BRITO, Joaquim Pais deAnalisa o processo de reelaboração simbólica do grupo Kambiwá, através do exame da produção artesanal dos objetos rituais e da utilização de signos virtuais indumentários, reconhecidos pelo grupo e pela opinião pública como atributos étinicos indígenas
BARBOSA, Wallace de DeusMostra um retrato minucioso do indigena alto-rio-negrino, desvendando seu saber sobre o meio amazonico e suas tecnicas de preservacao do meio ambiente. Em uma descricao densa, mostra como outras culturas preservam quase intacta uma diversidade biologica ainda pouco conhecida e estudada. Os indios das aguas pretas demonstram a importante contribuicao que os estudos antropologicos podem fornecer na busca de solucoes alternativas para a resolucao de problemas que tem mobilizado entidades conservacionistas do mundo todo e exigido a tomada de posicao de autoridades governamentais
RIBEIRO, Berta G (1899-1958)Reedição de estudo publicado em 1975, superado em muitos aspectos pela nova bibliografia Kaingang dos últimos tempos. Ainda assim, há uma compilação de informações relevantes, com relativamente pouco destaque para a dimensão histórica
BECKER, Ítala Irene BasileEstuda a situação de contato da sociedade Tuxá com a sociedade inclusiva não-indígena. Identifica aspectos que caracteriza a identidade étnica dos Tuxá
SAMPAIO-SILVA, OrlandoApresenta uma etnografia dos Wayana baseada na cultura material e pintura corporal destes índios
VELTHEM, Lucia Hussak vanEstuda o artesanato indígena do passado e presente. Enfatiza mudanças ocorridas nas peças artesanais, as técnicas, processo migratório e aspectos sócio-econOmicos das tribos Pakaá Novos, Makurap e Tupari
PRATES, Laura dos SantosA vida dos índios Guarani, seus mitos, costumes e visão de mundo estão reunidos em “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis”, traz textos de cientistas e de indígenas que atuam como educadores nas quatro aldeias da etnia na região da Costa Verde, interior do Rio de Janeiro; Segundo Dinah Guimaraens, o livro é resultado de uma pesquisa nas áreas de Antropologia Cultural e História da Arte realizada pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e pelo Solar Grandjean de Montigny, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis” reúne textos de pesquisadores como Lucieni Simão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e de Werá Dkekupé, Tobi Itaúna e Doethyró Tukano, que fazem parte de um grupo de oito indígenas que desde 1999 recebem bolsas da FAPERJ para atuarem como educadores bilingüe (Português/Guarani) e de cultura indígena para as crianças nas aldeias Guarani; “No passado, os antropólogos interpretavam a cultura indígena. Agora, os próprios integrantes é que falam pela etnia”, explica Dinah Guimarães. Segundo ela, o conceito de culturas vivas, presente no livro e no projeto do Museu de Arte e Origens, foi criado pelo pesquisador Mário Pedrosa, um crítico de arte socialista, que morreu no início da década de 1980; A língua Guarani, tornou-se um elemento de referência para outras etnias indígenas, que foram perdendo suas características ao longo do tempo. De acordo com a pesquisadora, o Brasil tem hoje cerca de 350 mil índios. Destes, 50 mil pertencem a diferentes aldeias Guarani, a maioria delas localizada nos estados do Sul e em Mato Grosso. O Rio de Janeiro reúne cerca de 600 guaranis, que vivem em quatro aldeias: Bracuí, próximo a Angra dos Reis; Paraty Mirim e Terra Indígena Rio Pequeno, nas imediações de Parati; e Araponga, próximo a Patrimônio; O Museu Nacional de Belas Artes abriga, em uma de suas galerias, o acervo do Museu de Arte e Origens com peças representativas das culturas indígena, africana e popular, além de imagens do inconsciente, arte moderna e contemporânea. Existe um projeto para a construção de uma sede própria para o Museu de Arte e Origens, em Parati
GUIMARÃES, Dinah (org)