Descreve a educação escolar entre os Kurã-Bakairi, que habita duas áreas indígenas denominadas Santana e Bakairi
Sin títuloCuiabá
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Relatório institucional da Operação Amazônia Nativa - OPAN do ano de 2015.
Informação do relatório: Exposição de trabalhos executados no Estado de Matto Grosso; Legenda da foto: "Nº69 CUYABA Uma rua"; Descrição da foto: Rua da cidade de Cuiabá
A terceira caixa com três livros da coleção “Documentos para a história de Mato Grosso do Sul” O conjunto contém reedições de originais publicados no século passado dos volumes: Ulrico Schimidl no Brasil Quinhentista; Na Era das Bandeiras – Affonso Taunay; e À Sombra dos Hervaes – Virgílio Correa Filho; A coleção resgata a história de Mato Grosso do Sul. As obras, de grande valor científico e cultural, são consideradas raras pelo conteúdo apresentado, pela antiguidade e número de publicações existentes. “Esta coleção está selecionando livros e documentos impressos que são de fundamental importância para a escrita da história de Mato Grosso do Sul sob um olhar sul-mato-grossense”, Para o professor, a disponibilidade bibliográfica sobre o Estado foi feita sob o olhar paulista e mato-grossense e a coleção se propõe a mostrar um outro contexto do momento vivido
Sin títuloEm “Na Era das Bandeiras (1919)”, de Affonso Taunay, a história traz os registros detalhados do autor que “fez a primeira abordagem crítica científica que explica esse fenômeno que representou a ocupação da metade ocidental do País”, disse o professor Gilson Martins, responsável pela apresentação do livro. Filho do Visconde de Taunay, Affonso teve participação marcante na documentação do movimento bandeirista. Em 1922 chefiou as comemorações do centenário da Independência, e até o início da década de 1940 esteve à frente do Museu do Ipiranga. “Ele foi não só um grande historiador paulista, mas marcou o início da historiografia sul-mato-grossense, ao explicar como nos séculos 17 e 18 o Mato Grosso – e o hoje Mato Grosso do Sul – foram fazer parte do Brasil”, diz o professor
Sin títuloEsta coletânea é publicada no momento em que se comemora os 100 anos do cinema em Mato Grosso. Resgata no Volume 1 , sob a ótica da imprensa, a trajetória do cinema nos atuais estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, de 1888 a 1970. O volume 2 é um inventario das contribuições do cineasta sueco Arne Sucksdorff para o cinema europeu e brasileiro a partir dos irrequietos anos 1960. O volume 3 encerra a coletânea com informações preciosas: a filmografia de filmes produzidos, exibidos, exibidos e noticiados no Estado de 1900 a 1970. Trata-se, portanto de uma obra de referência com importante contribuição para pesquisadores de todas as áreas
Sin títuloEsta coletânea é publicada no momento em que se comemora os 100 anos do cinema em Mato Grosso. Resgata no Volume 1 , sob a ótica da imprensa, a trajetória do cinema nos atuais estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, de 1888 a 1970. O volume 2 é um inventario das contribuições do cineasta sueco Arne Sucksdorff para o cinema europeu e brasileiro a partir dos irrequietos anos 1960. O volume 3 encerra a coletânea com informações preciosas: a filmografia de filmes produzidos, exibidos, exibidos e noticiados no Estado de 1900 a 1970. Trata-se, portanto de uma obra de referência com importante contribuição para pesquisadores de todas as áreas
Sin títuloA obra apresenta um registro das representações da cultura Kamiurá, enfocando principalmente a pintura corporal
Sin títuloA obra reúne quatro ensaios centrados em diferentes teorias antropológicas: Edir Pina de Barros desenvolve um estudo detalhado da estrutura social dos Kurâ-Bakairi, tomando por base duas categorias fundamentais, a ekuru e o panomo; Denise Maldi analisa os Pacaa-Novos, abordando o conceito de territorialidade, crucial para a formação da identidade desse povo; João Dal Poz focaliza as relações dos Cinta-Larga com os seus inimigos e faz uma etnografia de suas práticas canibais; e Maria Fátima Roberto Machado, no artigo “Rondon e os Paresi: as representações indígenas sobre o amure etnógrafo”, estabelece um diálogo teórico entre a cultura e a história, analisando o fato da incorporação da figura de Cândido Mariano da Silva Rondon como aquele que veio para corrigir o mundo, equivalente a Wazaré, o herói mítico originário
Sin títuloBaseado em vasta documentação, que vai do século XVIII a meados do XX, a autora convida os leitores a repensar e questionar ideias popularizadas na literatura internacional, nacional e mato-grossense, que reservaram à província e depois ao estado de Mato Grosso o status de “um lugar sempre aquém do mundo civilizado, ou moderno, ou desenvolvido. Um lugar paralisado por uma geografia “excessiva” – imensidão territorial, exagerada abundância de recursos naturais – e separado por enormes distâncias de um centro dinâmico capaz de lhe transmitir a energia empreendedora que movia o mundo e suas populações em direção ao progresso
Sin títuloAtravés de um enfoque etnográfico das relações entre antropólogos, índios e indigenistas do Museu Rondon, o livro procura contribuir para a elaboração de respostas alternativas aos discursos oficiais, em uma perspectiva mais universal, recusando as limitações de um enquadramento 'local' ou 'regional'. No livro, a autora buscou produzir uma história social da ciência, empreendendo uma investigação sobre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e focalizando-a especificamente a partir da formação de Antropologia e da criação do Museu Rondon
Sin títuloLivro contendo capítulo realizado pela pesquisadora do Centro Ikuiapa-Cuiabá/Museu do Índio Anna Maria Ribeiro F.M.Costa chamado "Boca livre no sararé: invasão garimpeira em território Nambiquara"
Sin títuloPublicação contendo artigos sobre educação indígena
Sin títuloAnalisa a trajetória e a luta do povo indígena Iranxe, que, pressionado pela expansão da fronteira agrícola e ameaçado por inimigos tribais, abandonou as matas férteis de seus ancestrais. A partir de um processo de reconstrução étnica, esse grupo passou a reivindicar a reintegração de posse do seu território tradicional, elemento chave de sua produção simbólica e, conseqüentemente, de sua sobrevivência física e cultural. Segundo os autores, este trabalho apresenta elementos históricos (entrevistas, fotos, mapas) com vistas a compor um instrumento legal para auxiliar os Iranxe no processo de recuperação de seu espaço de origem
Sin títuloO texto descreve a trajetória metodológica percorrida pela pesquisadora Maria de Fátima G. Costa na determinação da autoria de um manuscrito apócrifo, dedicado ao estudo científico sobre Mato Grosso, até então atribuída ao Barão de Langsdorff, chefe da expedição russa que visitou o Brasil na primeira metade do século XIX, incluindo em seu roteiro a então província mato-grossense. Após complexo trabalho de investigação, concluiu-se ser o autor do manuscrito o sargento-mor e engenheiro Luiz D´Alincourt, que palmilhou essa região entre 1823 e 1830, coletando material para compor o “Mapa Estatístico de Mato Grosso”. Além do documento em questão, a obra incorpora, na introdução, artigo de autoria de Marcos Pinto e Boris Komissarov sobre o histórico da Expedição Langsdorff, assim como uma importante contribuição do Professor Nagib Saad (UFMT) acerca das observações do botânico Riedel sobre as plantas nativas. A pesquisa representa um relevante suporte para a compreensão do papel das expedições científicas na construção da paisagem regional do Estado-nação e na constituição do imaginário brasileiro do século XIX
Sin títuloA partir de entrevistas realizadas entre os Kithaulhu, Sawentesu, Wakalitesu e Halotesu, a dissertação analisa a ocupação das terras da Chapada dos Parecis MT de uma perspectiva Nambiquara. A autora também lança mão de uma documentação bastante variada para entender a história do contato e do estabelecimento das atividades de seringueiros em terras Nambiquara
Sin títuloO livro nos abre em toda sua originalidade e dignidade, mas também em toda sua restrição e especificidade tecnológica e socioeconômica, a Arquitetura Indígena Brasileira de cada uma das etnias estudadas. Ora, é justamente esse processo que se retira do limbo empoeirado das citações históricas e dos preconceitos, convidando-as a adentrar o universo das culturas locais e das civilizações dominantes no mundo globalizado e vivo da época presente
Sin títuloBaseado num amplo repertório de documentos manuscritos e impressos, este trabalho analisa as relaçOes entre os Guaná e as autoridades da Província (depois Estado) do Mato Grosso, sobretudo a partir do momento em que se estabeleceu um aldeamento face ao Porto Geral da cidade de Cuiabá, por volta de 1845. É particularmente importante a identificação da presença indígena no espaço urbano em meados do século XIX
Sin títuloJardim de Cuyabá
Oficiais do Exército do 8º Batalhão de Infantaria em Cuiabá registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Luiz Leduc
Sin títuloO filme mostra o progresso da Cidade de Cuiabá, localizada no Brasil Central. Uma cidade bem estruturada, preocupada com o futuro dos seus habitantes. A cidade fica as margens do rio Cuiabá, e tem na navegação fluvial um importante pólo para o desenvolvimento do comércio, e também por intermédio desse rio, que Mato Grosso vem prestando sua colaboração preciosa, exportando grande quantidade de borracha; Resumo das Cenas: (Trilha Sonora) Legenda: "O Serviço de Proteção aos índios Apresenta " / Legenda: "Cuiabá, A Cidade Verde" / Legenda: "Cinegrafia De: Nilo Oliveira Vellozo" / (Voz Off) Trabalhadores na beira do rio, na navegação fluvial / Ponte / Trabalhadores carregam caixas de borrachas a serem transportadas / Avião / A cidade l Palmeiras / Praga / Carros / Pessoas passeando pela cidade / Praga / Coronel Alencar / sede da Secretaria Geral / Maquinas diversas / Pessoas trabalhando nas máquinas / Sede do palácio da Justiça / Sede dos Correios e Telégrafos / Pessoas trabalhando / O Cine Teatro / O Grande Hotel / Restaurante / Igreja Católica / Padres na porta da Igreja / Centro de Saúde Santa Casa / Homens e Mulheres na Inauguração do Centro De Saúde l Bebes são consultados / Distribuição de Leite / Criança sendo tratada / Criança tratada de paralisia infantil dá os primeiros passos / Adultos são consultados / Paciente no dentista / Sede do palácio da instrução / Alunos demonstram o bom condicionamento físico na quadra de esportes
Sin títuloO tema dessa dissertação levanta novas questOes em relação à Comissão Construtora de Linhas Telegráficas Estrstégicas de Mato Grosso ao Amazonas. É um trabalho que aborda parte da história dos trabalhadores dessa Comissão que atuou no Mato Grosso nos anos de 1907 a 1915. Os relatórios produzidos pela Comissão Rondon omitem informaçOes acerca dessas pessoas. Não encontramos estudos na historiografia que se detenham sobre eles. Tratamos nesse trabalho de violência e do silêncio a que foram submetidos esses trabalhadores e questionamos a discrepAncia constatada nos números de falecimentos publicados
Sin títuloPublicação sobre o monitoramento da política indigenista no triênio de 2013 a 2015
Estudiosa do povo Nambiquara, a autora trata no livro da intrínseca e inseparável relação entre os universos material e sobrenatural da sociedade Nambiquara. Para dar visibilidade ao tema, são apresentados desenhos dos artefatos destes índios, acompanhados de sua explicação simbólica. São apresentados os Artefatos Nambiquara por categoria artesanal (terminologia na língua indígena e em língua portuguesa), ao todo, 75 desenhos, seguidos da respectiva explicação
Sin títuloA contribuição da obra, extrapolando o recorte analítico, oferece aos não índios um conjunto de conhecimentos e saberes indígenas que, certamente, lhes servirão de parâmetro para um repensar da vivência do homem “branco” em sua relação com a natureza, com os outros homens e com o sobrenatural, pois os valores emanados da vivência Nambiquara apontam para os principais dilemas da sociedade Ocidental
Sin títuloEm seu primeiro estudo, o autor lança um foco inovador sobre um aspecto ainda pouco conhecido de nossa história: as missões de Chiquitos. Embora tão importantes quanto as missões jesuíticas Guarani, no Sul do Brasil, as chiquitanas são quase desconhecidas da produção acadêmica brasileira. Aborda com detalhes o processo de criação das dez missões na área atualmente ocupada pelo oriente boliviano e o trabalho de evangelização levado a efeito pelos padres, que as fundaram entre fins do século XVII e primeira metade do XVIII. Trabalhando sob o enfoque da etnogeografia, o autor desnuda os entrelaçamentos entre o espaço e a cultura, evidenciando a maneira inextricável com que se interpenetram e se produzem mutuamente. O espaço geográfico, mais do que o espaço físico, é percebido como uma resultante das interações históricas e culturais, portanto, repleto de ressonâncias simbólicas, que dão sentido e geram as marcas concretas da paisagem. O autor enfatiza o caráter da religiosidade Chiquitana, tomando como principal referência de análise a procissão de Santa Ana, que, anualmente, pelo período de aproximadamente sessenta dias, percorre extensas áreas da fronteira da Bolívia com Mato Grosso e constitui-se em um importante sistema de coesão social, gerando papéis e atividades compartilhadas que traduzem a concepção de mundo e os valores culturais Chiquitano
Sin títuloBaseado na documentação do SPI, o estudo detalha a trajetória do Posto Indígena criado em 1913 para abrigar os Umutina. A autora mostra a relação entre a política de atração e as estratégias indígenas
Sin títuloO livro nos abre em toda sua originalidade e dignidade, mas também em toda sua restrição e especificidade tecnológica e socioeconômica, a Arquitetura Indígena Brasileira de cada uma das etnias estudadas. Ora, é justamente esse processo que se retira do limbo empoeirado das citações históricas e dos preconceitos, convidando-as a adentrar o universo das culturas locais e das civilizações dominantes no mundo globalizado e vivo da época presente
Sin títuloPublicação das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas publicado pela UNIC-Rio - Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil em conjunto com a Faculdade Indígena Intercultural da Unemat