Legenda da foto: Os índios Arikem servem aos visitantes o "Totó", bebida fermentada como a cerveja. Eles o bebem em uma cuia presa a um longo cabo. O engenheiro civil Caio Spinola é um dos homenageados
Rondon, BenjaminCestaria
147 Descrição arquivística resultados para Cestaria
Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
REIS, Luiz ThomazReportagem sobre educação indígena com índios do Acre. Comissão Pró- Índio – Nieta Linderberg Monte – narra sua experiência com os índios na área de educação. Reportagem sobre discriminação nas escolas. Novos parâmetros curriculares nacionais. Educação in
SPI - Povoação Indígena de Passo Fundo - Relatório de 1928; Legenda: Índia velha trabalhando em artefatos de taquara
Informação do relatório: Relatório das Inspetorias e atração Xavante - 1949; Legenda da foto: P.I.N Uaçá - Indios trazendo a sua produção de farinha de mandioca, para o Almoxarifado. Novembro de 1949; Descrição da foto: Homens organizando produtos em frente ao almoxarifado do posto
Informação do relatório: Relatório das Inspetorias e atração Xavante - 1949; Legenda da foto: Os Chavantes no posto "Pimentel Barbosa"; Descrição da foto: Xavántes caminhando sentados na margem do rio
Informação do relatório: Relatório das Inspetorias e atração Xavante - 1949; Legenda da foto: Os Chavantes com raízes de mandioca que ganharam por ocasião de sua visita ao Posto; Descrição da foto: Homens Xavánte recolhendo mandioca e colocando em cesto na margem do rio
Informação do relatório: Relatório das Inspetorias e atração Xavante - 1949; Legenda da foto: Os Chavantes com raízes de mandioca que ganharam por ocasião de sua visita ao Posto; Descrição da foto: Homens Xavánte recolhendo mandioca e colocando em cesto na margem do rio
Relatório do P.I Duque de Caxias, 1927; Legenda: Índios Botocudos manufaturando grandes cestos para o transporte das colheitas de milho
Objetos pendurados na maloca: Cuia (meia cabaça) queimada por dentro com cera de abelha (para guardar água, farinha ou frutas), cabaça amarrada com uma rede de fios de algodão para guardar óleo de piqui; cesto de fibra de buriti para guardar objetos como
FOERTHMANN, HeinzObjetos pendurados na maloca: Cuia (meia cabaça) queimada por dentro com cera de abelha (para guardar água, farinha ou frutas), cabaça amarrada com uma rede de fios de algodão para guardar óleo de piqui; cesto de fibra de buriti para guardar objetos como
FOERTHMANN, HeinzMulher que acompanhou a expedição de caça, trançando cestas de palha de carandá
RIBEIRO, DarcyMulher que acompanhou a expedição de caça, trançando cestas de palha de carandá
RIBEIRO, DarcyMulher que acompanhou a expedição de caça, trançando cestas de palha de carandá
RIBEIRO, DarcyMulher que acompanhou a expedição de caça, trançando cestas de palha de carandá
RIBEIRO, DarcyMulher que acompanhou a expedição de caça, trançando cestas de palha de carandá
RIBEIRO, DarcyMulher que acompanhou a expedição de caça, trançando cestas de palha de carandá
RIBEIRO, DarcyMulher que acompanhou a expedição de caça, trançando cestas de palha de carandá
RIBEIRO, DarcyMulher que acompanhou a expedição de caça, trançando cestas de palha de carandá
RIBEIRO, DarcyRelatório das inspeções realizadas no Paraná em setembro de 1937; Legenda: Sesteada em plena mata - São Jerônimo
Peneira rasa feita de palha com mandioca ralada
FOERTHMANN, HeinzMandioca pronta para secar
FOERTHMANN, HeinzMandioca pronta para secar
FOERTHMANN, HeinzRelatorio do inspector, referente ao anno de 1929; Legenda: Lago da Josepha - Índia Mura de volta da roça conduzindo mandioca
Imagem de uma aldeia indígena, índios reunidos (mulheres e crianças), índia amamentando, criança índia colocando lenha numa pequeno fogão, tucano se alimenta, índia confecciona cesto de palha, índia fazendo linha com algodão, índio cortando sua comida (um
CHAPELLE, RichardÍndias Urubu preparando a caça
FOERTHMANN, HeinzÍndias Urubu preparando a caça
FOERTHMANN, HeinzÍndias Urubu preparando a caça
FOERTHMANN, HeinzÍndias Urubu preparando a caça
FOERTHMANN, HeinzÍndias Urubu preparando a caça
FOERTHMANN, HeinzÍndias Urubu preparando a caça
FOERTHMANN, HeinzLegenda da foto: O fotógrafo da comissão Luiz Thomaz Reis entre as índias Paresi e suas crianças em Utiariti
REIS, Luiz ThomazÍndios Nambikwára, de aldeias próximas à José Bonifácio, descacando frutos silvestres
LOURO, JoséGrupo de índios Karajá dentro de casa indígena feita de folhas de palmeiras
FORTHMANN, HeinzGrupo de índios Karajá dentro de casa indígena feita de folhas de palmeiras
FORTHMANN, HeinzÍndios do Posto Indígena Faxinal com cestaria próximos a casa e a animais
Legenda da foto: "Homem urubu"
Legenda da foto: "Homem urubu"
Índio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Nahukwá fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru sentado no chão trançando palha
VELLOZO, Nilo OliveiraÍndio Kuikuru sentado no chão trançando palha
VELLOZO, Nilo OliveiraÍndio Kuikuru sentado no chão trançando palha
VELLOZO, Nilo OliveiraÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kuikuru fazendo cesto
FOERTHMANN, HeinzÍndio Kadiwéu chamado Cardoso trançando um balaio da palmas da palmeira bocaiúva para carregar carne de sol
RIBEIRO, DarcyÍndio Kadiwéu chamado Cardoso trançando um balaio da palmas da palmeira bocaiúva para carregar carne de sol
RIBEIRO, DarcyÍndio Kadiwéu chamado Bonifácio e seu filho com balaio de carandá trançado por ele para carregar carne
RIBEIRO, DarcyÍndias Bororo confeccionando esteiras e abanos
FOERTHMANN, HeinzÍndias Bororo confeccionando esteiras e abanos
FOERTHMANN, HeinzÍndias Bororo confeccionando esteiras e abanos
FOERTHMANN, HeinzÍndias Bororo confeccionando esteiras e abanos
FOERTHMANN, HeinzÍndias Bororo confeccionando esteiras e abanos
FOERTHMANN, HeinzÍndias Bororo confeccionando esteiras e abanos
FOERTHMANN, HeinzÍndias Bororo confeccionando esteiras e abanos
FOERTHMANN, HeinzÍndias Bororo confeccionando esteiras e abanos
FOERTHMANN, HeinzÍndias Bororo confeccionando esteiras e abanos
FOERTHMANN, HeinzÍndias Bororo confeccionando esteiras e abanos
FOERTHMANN, HeinzÍndia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial
RIBEIRO, DarcyÍndia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial
RIBEIRO, DarcyÍndia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial
RIBEIRO, DarcyÍndia Kadiwéu chamado Amokoná fazendo cesta na varanda da casa
RIBEIRO, DarcyÍndia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial
RIBEIRO, DarcyÍndia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial
RIBEIRO, DarcyÍndia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial
RIBEIRO, DarcyÍndia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial
RIBEIRO, DarcyÍndia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial
RIBEIRO, DarcyÍndia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial
RIBEIRO, DarcyÍndia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial
RIBEIRO, DarcyÍndia Karajá com cestos
FORTHMANN, Heinz