Ao amanhecer, homem mostra paca caçada durante a noite anterior, já sem o couro e o ventre, pronta para ser cortada e assada. Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa).
Bruno Ribeiro Marquescaça
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S’ùg Pɨg (cucura do mato) coletada pelas mulheres e crianças enquanto os demais estavam abrindo o caminho que estava cerrado nesta altura.
Bruno Ribeiro MarquesDesenho realizado durante a Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, posterior à reunião de anuência na comunidade Santa Rosa do projeto Prodocult Museu do Índio/Unesco, em 29/10/2019. Conteúdo: ser da floresta, dono de caça, em meio a árvores, com cabelos grandes, peludo e pés virados; mostrando um objeto cilíndrico; palavra “Döh Ã́y” (curupira).
Valdemar Seabra Penha (comunidade Santo Atanásio)Em local de descanso no segundo dia de caminhada, enquanto alguns seguiram à frente para abrir o caminho que estava cerrado, a carne da paca caçada à noite é distribuída entre os caminhantes. Júlio Seabra Caldas e Virgolino Penedo Pena, no segundo dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesCom varas, caçadores procuram jacaré cujos movimentos foram escutados pouco antes, que está entocado na lama do lago (móh). Fidêncio Caldas Pena (comunidade Santa Rosa), Leonardo Seabra Serra (Água Viva), Gaudêncio Neres Pena (Santa Cruz do Cabari) e Valdemar Seabra Penha (Santo Atanásio). Trecho do caminho entre a comunidade Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande) no começo do segundo dia de caminhada.
Bruno Ribeiro Marques