Artesanato
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Legenda da foto: Os índios Arikem servem aos visitantes o "Totó", bebida fermentada como a cerveja. Eles o bebem em uma cuia presa a um longo cabo. O engenheiro civil Caio Spinola é um dos homenageados
Rondon, BenjaminO vídeo conta a história e a vida de uma criança Guarani na Aldeia Boa Esperança no Estado do Espírito Santo., como vive, o que faz, como aprende as coisas. Dju’i, o nome em português é Josuel Oliveira da Silva, conta que aprende tudo com seu pai, o índio
Índios Pataxó, de Coroa Vermelha, na Bahia, participam de treinamento no Museu do Índio, sobre técnica de manutenção, administração e de como montar uma exposição. A matéria mostra o artesanato e peças dos índios Pataxó. O diretor do Museu do Índio, José
Imagens rápidas de avião, urso polar, carro atolado, pista de pouso, homens colocam equipamentos no avião, avião decola, a pista fica em Goiás, imagens aéreas, crédito escrito Jenseits der Sierra Roncador, casas da região, índios lavam roupa no rio, tribo
Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
REIS, Luiz ThomazÍndia Terena dando o último retoque nos potes de barro
SCHULTZ, HaraldÍndia Terena dando o último retoque nos potes de barro
SCHULTZ, HaraldÍndia Terena dando o último retoque nos potes de barro
SCHULTZ, HaraldÍndia Terena dando o último retoque nos potes de barro
SCHULTZ, HaraldRede utilizada em danças pelos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzRede utilizada em danças pelos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzRede utilizada em danças pelos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzRede utilizada em danças pelos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzSerjane Woopàr, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriSerjane Woopàr, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriSerjane Woopàr, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriHicjehtyc, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriHicjehtyc, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriHicjehtyc, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriHicjehtyc, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriHicjehtyc, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriHicjehtyc, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriHicjehtyc, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriGustavo Xohtyc, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriGustavo Xohtyc, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriGustavo Xohtyc, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriTiago Wake, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriTiago Wake, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriTiago Wake, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriTiago Wake, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriOficina de produção de objetos
Gérome IbriSPI - Povoação Indígena de Passo Fundo - Relatório de 1928; Legenda: Índia velha trabalhando em artefatos de taquara
Passarinho feito de cera de abelha
FOERTHMANN, HeinzPassarinho feito de cera de abelha
FOERTHMANN, HeinzCena de um mapa de Mato Grosso, Barra do Bugres, onde se localiza os índios Umutina. O Conteúdo abaixo foi retirado da Revista América - Vol. VII, nº 3 julho de 1947, p. 261, baseado no Relatório de campo do Sr. Harald Schultz. No vídeo falta uma parte do que foi descrito no referido relatório. "Tipos de homens, mulheres e crianças. Construção de rancho até a sua cobertura de palha. Araras religiosas que representam as almas de antepassados Umutina. Trabalhos manuais do homem e da mulher, fiação com palha de tucum, preparo de couros rituais, fabricação de espadas e flechas. Pesca com arco e flecha. Em busca de mel silvestre, derrubada de árvores para obtê-lo (mel).Cenas de uma pesca com cipó - timbó, pelo envenenamento d' água (essa imagem não aparece no vídeo). Mudança de morada e queima de rancho abandonado. Óbito de uma criança e seus rituais. Lavoura - plantação de milho. Pintura de corpo com jenipapo e preparo da tinta (essa imagem não aparece também no vídeo). Os índios ornamentam-se para festa obituária (não aparece no vídeo). A primeira dança da festa - MIXINOSÉ. Preparo do grande terreiro para a festa (não aparece no vídeo). Construção do rancho no estilo primitivo dos ranchos Umutina, par receber os espíritos, dançarinos da festa."
SCHULTZ, HaraldO conteúdo deste livro foi discutido e estabelecido com a participação dos Wayana e Aparai durante a realização de oficinas sobre cerâmica nas aldeias Para-Para, Bona e Jolokoman no período compreendido entre 2014 a 2016. Nestas ocasiões, os participantes realizaram ilustrações e documentação fotográfica, assim como produziram textos nas línguas wayana e aparai e, posteriormente, as transcrições e correções. Esta publicação representa, portanto, o fruto de um trabalho coletivo de autores e pesquisadores indígenas que são creditados no início deste livro, cuja finalização coube aos organizadores e incluiu sugestões de Denise Fajardo
LINKE, Iori Leonel van VelthemA primeira parte do documentário mostra o trabalho artesanal, as danças e a festa dos índios que vivem às margens do Rio Içana. Resumo das cenas: legenda "No Rio Içana - affluente do Rio Negro - Fronteira da Colômbia - Photo José Louro"/ legenda "A indústria da piassava é muito explorada na região. Constitui a sua maior riqueza em conseqüência da desvalorização da goma elástica"/ homem na floresta/ legenda "Extrahindo as fibras"/ homens extraindo fibras/ legenda "Embarque"/ o transporte das fibras/ legenda "Visita à maloca de tunui"/ índias crianças carregando coisas/ barco chegando/ índia com filho no colo/ índios jovens/ adultos e crianças reunidos/ legenda "Visita à grande maloca cururú-poço dos Siuci - Tapuia no Rio Aiari, afluente do Içana. Dois rapazes tocam japurutú, que é uma flauta de dois metros de comprimento, feita de jupati, palmeira"/ índios tocando o instrumento/ legenda "Em Iutica, importante povoado dos índios Uanana"/ mapa localizando o Rio Negro, no Brasil e Iutica, próximo à Colômbia/ legenda "As moças e as meninas ocupam-se em amassar barro para o revestimento da casa do tuchaua, capm. Felicio..."/ índias amassando barro/ legenda "... e fazem disso interessante divertimento"/ índios meninos e meninas brincando de jogar bolas de barro uns nos outros/ legenda "Ralando mandioca"/ índias ralando mandioca/ legenda "Curumis brincando..."/ índios crianças brincando no rio/ esses meninos comendo, sentados numa pedra/ legenda "Tirando casca de tururi..."/ índios adultos e crianças tirando casca de tururi/ legenda "... e, depois de raspada, vae ser batida para desprender a entrecasca com a qual são confeccionadas as máscaras"/ índios trabalhando/ legenda "Preparando para isso tocos especiais, operação que demora 3 a 4 horas"/ índios batendo nos tururis descascados, com os tocos especiais/ legenda "Desprendendo inteiramente em lâminas..."/ tururis são desprendidos/ outros índios continuam batendo com os tocos/ legenda "... e, em seguida, são lavadas no rio, tornando-se, assim, macias"/ índios carregando tururis/ índios chegando ao rio/ índios lavando tururis na água do rio/ legenda "continua". Rolo 2/ legenda "Depois de secas, prontas para receberem a pintura"/ índios pintando/ legenda "Extração do urucum para pintura"/ índios extraindo urucum/ índios pintando/ índio mostrando uma confecção pronta/ legenda "Da madeira matamátá extrae-se a casca com que se confecciona as saias, em forma de franjas"/ índios confeccionando saias/ legenda "A máscara depois de pronta"/ máscaras prontas/ índios retocando as confecções/ índios vestidos com as máscaras/ legenda "A do chefe da tribo"/ o chefe trajado com sua confecção especial/ legenda "Em iutica reunem-se 200 índios da redondeza para os festejos. Os índios de matapi e taracuá-cachoeiras vêm tomar parte nas festas"/ índias adultas e crianças/ legenda "Com os macacos e caititús"/ índio com os animais/ legenda "Transporte do cachiri."/ legenda "O caxiri é uma bebida feita de mandioca fermentada de que os índios fazem grande uso, principalmente por ocasião de seus festejos"/ índios transportando a bebida para dentro de uma maloca/ legenda "Os índios mascarados chegam à maloca para o início dos festejos"/ índios mascarados dançam em frente à maloca, assistidos por outros/ após a dança, os índios mascarados entram na maloca/ legenda "Servindo o cachiri"/ índios bebem o cachiri./ legenda "Pilando o capi uma espécie de ópio que eles tomam durante as festas"/ índio adulto pilando o capi com o filho/ legenda "Estas danças são geralmente no interior das malocas, mas a nosso pedido foram executadas no terraço"/ índios dançando em casais/ legenda "As mulheres pintam seus maridos com a caracrterística tinta de urucum"/ índia pintando o marido/ legenda "Dança predileta dos índios. Tocam flautas de Pan, compostas de carriços de bambú que depois de unidos emitema escala chromatica musical"/ legenda "O cavalheiro ao mesmo tempo que toca, dança arrastando a sua dama. É curioso que a dama é quem escolhe o seu par"/ índios tocando instrumentos e dançando com seus respectivos pares/ outros índios assistem/ legenda "Tipo de índio uanana"/ índios uananas/ legenda "Depois das festas o síndios tiram as máscaras e enfeitam-se com penas de garça para começar a outra festa de cangatara"/ índios enfeitando-se com as penas/ legenda "A dança de acangatara"/ índios sentados no lado de fora da maloca, assistindo/ índios enfeitados e preparados para a dança/ índios adultos e crianças começam a dança/ índios entram na maloca/ legenda "O capitão Felicio e seu tio ex-tuchaua"/ legenda "Todos estes utensílios indígenas foram colecionados pela inspeção e acham-se no nosso museu na seção ethnográphica"/ legenda "fim"
LOURO, JoséÍndios trançando chapéus e tomando chimarrão e o negro Luiz preto que vive há vinte anos nesta aldeia
RIBEIRO, DarcyÍndios trançando chapéus e tomando chimarrão e o negro Luiz preto que vive há vinte anos nesta aldeia
RIBEIRO, DarcyÍndios trançando chapéus e tomando chimarrão e o negro Luiz preto que vive há vinte anos nesta aldeia
RIBEIRO, DarcyA vida dos índios Guarani, seus mitos, costumes e visão de mundo estão reunidos em “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis”, traz textos de cientistas e de indígenas que atuam como educadores nas quatro aldeias da etnia na região da Costa Verde, interior do Rio de Janeiro; Segundo Dinah Guimaraens, o livro é resultado de uma pesquisa nas áreas de Antropologia Cultural e História da Arte realizada pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e pelo Solar Grandjean de Montigny, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis” reúne textos de pesquisadores como Lucieni Simão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e de Werá Dkekupé, Tobi Itaúna e Doethyró Tukano, que fazem parte de um grupo de oito indígenas que desde 1999 recebem bolsas da FAPERJ para atuarem como educadores bilingüe (Português/Guarani) e de cultura indígena para as crianças nas aldeias Guarani; “No passado, os antropólogos interpretavam a cultura indígena. Agora, os próprios integrantes é que falam pela etnia”, explica Dinah Guimarães. Segundo ela, o conceito de culturas vivas, presente no livro e no projeto do Museu de Arte e Origens, foi criado pelo pesquisador Mário Pedrosa, um crítico de arte socialista, que morreu no início da década de 1980; A língua Guarani, tornou-se um elemento de referência para outras etnias indígenas, que foram perdendo suas características ao longo do tempo. De acordo com a pesquisadora, o Brasil tem hoje cerca de 350 mil índios. Destes, 50 mil pertencem a diferentes aldeias Guarani, a maioria delas localizada nos estados do Sul e em Mato Grosso. O Rio de Janeiro reúne cerca de 600 guaranis, que vivem em quatro aldeias: Bracuí, próximo a Angra dos Reis; Paraty Mirim e Terra Indígena Rio Pequeno, nas imediações de Parati; e Araponga, próximo a Patrimônio; O Museu Nacional de Belas Artes abriga, em uma de suas galerias, o acervo do Museu de Arte e Origens com peças representativas das culturas indígena, africana e popular, além de imagens do inconsciente, arte moderna e contemporânea. Existe um projeto para a construção de uma sede própria para o Museu de Arte e Origens, em Parati
GUIMARÃES, Dinah (org)Mulher Terena queimando peças de cerâmica depois de serem pintadas
SCHULTZ, HaraldMulher Terena queimando peças de cerâmica depois de serem pintadas
SCHULTZ, HaraldMulher Terena queimando peças de cerâmica depois de serem pintadas
SCHULTZ, HaraldMulher Terena queimando peças de cerâmica depois de serem pintadas
SCHULTZ, HaraldMulher Terena preparando barro para fazer potes
SCHULTZ, HaraldMulher Terena preparando barro para fazer potes
SCHULTZ, HaraldMulher Terena preparando barro para fazer potes
SCHULTZ, HaraldMulher Terena preparando barro para fazer potes
SCHULTZ, HaraldMulher Terena pintando peças de cerâmica
SCHULTZ, HaraldMulher Terena pintando peças de cerâmica
SCHULTZ, HaraldMulher Terena com filho fazendo pote de barro
SCHULTZ, HaraldMulher Terena com filho fazendo pote de barro
SCHULTZ, HaraldMulher Terena com filho fazendo pote de barro
SCHULTZ, HaraldMulher Terena alisando o pote de barro
SCHULTZ, HaraldMulher Terena alisando o pote de barro
SCHULTZ, HaraldSPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda: Rio Tapauá - Tipo de mulher da tribu Paumarí localizada no lago do Tamanduá
Feira de Artesanato. Índios Guarani vendem seu artesanato na feira de Angra do Reis, no Estado do Rio de Janeiro. E apresentam dança típica do povo Guarani
SOUSA, Cosme deMeninas Terena fazendo trabalho manual chamado de "brolha" (bolsa de barbante)
SCHULTZ, HaraldMeninas Terena fazendo trabalho manual chamado de "brolha" (bolsa de barbante)
SCHULTZ, HaraldMeninas Terena fazendo trabalho manual chamado de "brolha" (bolsa de barbante)
SCHULTZ, HaraldDocumentário sobre o grupo indígena Bakairi do Estado de Mato Grosso. O vídeo narra a vida, o cotidiano e a cultura desse grupo. Observa-se cenas do ritual da troca de alimentos entre as famílias, nesse ritual os índios aparecem de máscara, mantendo até h
CASTRO, Mário deFilme documentário de uma expedição que se dirige a uma aldeia Kamayurá localizada no Xingu, mostrando cenas do cerimonial feminino conhecido como "Yamaricuma" e outro chamado "Huka-Huka"
ADAMSKI, ZygmuntHistória da recriação do povo Rikbaktsa
FIORINI, MarceloImagens dos índios Kamayura, Waurá e Txukahamãe da região do Xingu. Preparam-se para rituais de guerra, apresentam-se adornados. Índios Txukahamãe (18' 30") acampados em meio a mata praticam a caça de vários animais: tatu, macaco, anta, tartaruga. Preparo
Jun'ichi UshiyamaRegistro realizado pelo cineasta finlandês Paul Lambert sobre o cotidiano dos índios Kayapó. É mostrado o mito indígena Bep-Kororoti, que significa guerreiro do espaço e é o herói civilizador que ajudou a criar as primeiras aldeias. Segundo João Américo P
Lambert, PaulJovens índios com artesanato registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Felex wyhwy, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriFelex wyhwy, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriFelex wyhwy, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriFelex wyhwy, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriFelex wyhwy, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriSerjane woopàr, Oficina de produção de objetos
Gérome IbriImagem de uma aldeia indígena, índios reunidos (mulheres e crianças), índia amamentando, criança índia colocando lenha numa pequeno fogão, tucano se alimenta, índia confecciona cesto de palha, índia fazendo linha com algodão, índio cortando sua comida (um
CHAPELLE, RichardO início da fita, imagens do piso do prédio central do museu e seus azulejos de época. Imagem dos índios Kuikuru, Tabata e seu filho Maricá do Xingu. Imagens de índios Krahô , crianças de escola em visita ao museu. Mãe indígena com criança no colo. Índio